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Como alguns foram ajudados a crerDespertai! — 1980 | 22 de março
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da existência de Deus e de seu desejo de os ajudar.
A oração é outro meio pelo qual chegaram a conhecer a Deus. O apóstolo João disse: “Não importa o que peçamos segundo a sua vontade, ele nos ouve.” (1 João 5:14) Naturalmente, Deus não responde às orações de toda pessoa. “Jeová está longe dos iníquos, mas ouve a oração dos justos”, diz Provérbios 15:29. Entretanto, os que servem fielmente a Deus oram, e suas orações são respondidas. É difícil não crermos em alguém com quem falamos constantemente e que nos responde de diversos modos.
Sim, Jeová Existe
Sim, Jeová Deus existe realmente. Não há dúvida sobre isso. E ele deseja que suas criaturas o conheçam. Ele se revelou por meio de suas obras criadas, por meio da Bíblia, bem como por meio do modo como seu espírito opera sobre sua organização e sobre indivíduos.
Por que não se chega a ele como seu Pai celestial e goza da liberdade resultante de conhecer a verdade? Siga o conselho dele. Aceite as promessas animadoras que ele fez para o futuro. Sim, assim como há muito tempo o salmista exortou: “Saboreai e vede que Jeová é bom; feliz o varão vigoroso que se refugia nele.” — Sal. 34:8.
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Vencer obstáculos para crerDespertai! — 1980 | 22 de março
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Vencer obstáculos para crer
ANTES de poderem acreditar genuinamente em Deus e de aceitarem a Bíblia como sendo sua Palavra, muitas pessoas descobrem que têm de superar obstáculos. Este foi o caso com um ateu no Japão, que disse posteriormente:
‘Meus pais são ateus convictos e duas de minhas irmãs são devotas de Soka Gakkai. Minha avó, que adorava um famoso budista do passado, de nome Cobo Daíxi, envolveu-se em adivinhar a sorte e, às vezes, fazia curas pela fé. Por meio disso geralmente conseguíamos uma boa soma de dinheiro e abundância de arroz, verduras e outras coisas necessárias. Fui profundamente influenciado por este ambiente. Sabia que adorar o deus de minha avó era um meio de conseguir riquezas materiais. Desde a infância eu estava bem familiarizado com a hipocrisia dos que professavam crer, de modo que, pessoalmente, não estava interessado em Deus.
‘Entretanto, minha vida particular era vergonhosa. Saia cada noite para jogar majongue (um jogo de azar chinês) e boliche. Quando voltava para casa, pelo amanhecer, estava bêbedo. Levantava-me por volta do meio-dia e fazia algum trabalho pela casa. Daí voltava a fazer tudo de novo. Como resultado do modo em que vivia, fiquei doente e fiz uma operação séria do estômago. Discutia constantemente com minha esposa.
‘Nessa época, ouvi falar que um amigo meu, que era uma pessoa séria, estava estudando a Bíblia. Quando pela primeira vez falou a mim sobre Deus, à base da Bíblia, reagi com ódio. Temia que meu amigo fosse enganado pela religião, por isso tentei seriamente fazê-lo parar de estudar a Bíblia. Embora tentasse vez após vez, ele estava determinado e não parou. Então comecei a estudar a Bíblia, mas não por que quisesse compreendê-la. Meu objetivo era achar defeito na Bíblia para convencer meu amigo a parar de estudar.
‘Mas, ao passo que estudava, comecei a compreender a verdade. Convenci-me de que Jeová é diferente de todos os outros deuses, de que é Deus de amor e misericórdia, de que é Todo-poderoso, nosso Criador e também nosso Dador da vida. Em Hebreus 4:12, a Bíblia diz que “a palavra de Deus é viva e exerce poder”. Disto estou convencido, porque o estudo dela induziu-me a mudar meu anterior modo de vida imoderado. Quando cessei de discutir com minha esposa, ela notou a mudança e começou a freqüentar as reuniões das Testemunhas de Jeová comigo. Agora, como ela sempre me diz, confia realmente em mim, e nossa vida familiar é feliz.’
Outra ex-atéia, também no Japão, posteriormente fez estes comentários: ‘Eu cursara a universidade, participara em atividades comunistas, buscara o prazer, e era então uma mulher casada. Mas, certo dia, fiquei surpresa ao aprender de uma das Testemunhas de Jeová o que a Bíblia diz sobre o que o governo de Deus fará por esta terra e como será realmente a vida então. Li alguns livros da Torre de Vigia, inclusive um intitulado “É a Bíblia Realmente a Palavra de Deus?”. Pude ver, à base do que li, que estas pessoas têm algo de verdadeiro, uma confiança baseada nas verdades objetivas da Bíblia, um histórico livre de hipocrisia, uma prontidão de arriscar a vida a favor do que crêem. Quis assistir a suas reuniões. E comecei a orar: “Se Deus existe mesmo, por favor, instrua-me.” Logo descobri que encontrara o que estava procurando. Quero mostrar a Jeová, mesmo que de maneira limitada, meu apreço por sua misericórdia de conceder-me ouvir as “boas novas”.’
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