-
Mostrando benignidade para com todosA Sentinela — 1960 | 15 de dezembro
-
-
lhe volta a benignidade. A pessoa perversa e cruel perde as bênçãos resultantes de se demonstrar benignidade, e colhe — até mesmo de vários modos — só ‘o mal para si mesma’. Se a pessoa cruel escapa da retribuição por parte do homem ou não parece sofrer de emoções prejudiciais para o corpo, ela certamente não poderá escapar da retribuição da parte de Jeová, quem guarda acuradamente as contas. “Aquelle que faz injustiça”, declara Paulo, “receberá a paga do que fez injustamente, e Deus não se deixa levar de respeitos humanos.” Por outro lado: “Aquelle que segue a justiça e a benignidade, acha a vida, a justiça e a honra”. — Col. 3:25; Pro. 21:21.
21. A que se opõe Deus, mas qual é o espírito cristão?
21 Quão abundante é o testemunho de que Deus se opõe à falta de benignidade — à crueldade, à dureza, à avareza, à mesquinhez e ao egoísmo! O espírito cristão harmoniza-se com a gentileza, a compaixão, a longanimidade, a hospitalidade e a generosidade. A medida do cristão não é mesquinha, embora talvez não seja transbordante. Jesus disse: “Praticai o dar, e as pessoas darão a vós. Derramarão em vosso regaço uma boa medida, recalcada, sacudida e transbordante. Pois, com a medida com que vós medirdes, eles medirão para vós, por sua vez.” — Luc. 6:38, NM.
22. Que medida de sua benignidade devem dar os cristãos, e qual será o resultado?
22 Demos então uma medida generosa de nossa benignidade. Ao mostrarem benignidade para com os estranhos, por ensinar-lhes as verdades do Reino, os cristãos têm a oportunidade de mostrar generosidade, por concederem livremente o seu tempo. Medir o tempo de modo mesquinho no precioso ministério do Reino de Deus, quando poderíamos conceder uma boa medida, nos privará de bênçãos: “Aquele que semeia escassamente, também ceifará escassamente, e aquele que semeia abundantemente, também ceifará abundantemente.” Sermos generosos com a nossa benignidade para com todos os homens trará ricas recompensas e bênçãos inesperadas — sim, e ‘provaremos ser filhos de nosso Pai que está nos céus’. — 2 Cor. 9:6; Mat. 5:45, NM.
-
-
As ameaças falham em abalar um sique convertidoA Sentinela — 1960 | 15 de dezembro
-
-
As ameaças falham em abalar um sique convertido
OS MISSIONÁRIOS cristãos em países muçulmanos encontram muitos homens de boa vontade que aceitariam de bom grado o cristianismo, com a sua adoração do verdadeiro Deus, Jeová, se não fosse o medo da perseguição duma espécie ou doutra, indo desde o ostracismo social até ameaças de morte. No entanto, o sique que aceita o verdadeiro cristianismo sofre oposição e pressão ainda mais decididas. Em vista disso, é de interesse especial a seguinte experiência dum sique convertido. O Em Bancoc, na Tailândia, um missionário da Watchtower visitou o lar de alguém que mostrara interesse na Bíblia. Este homem não estava em casa, mas havia ali outro indiano sentado na sua pequena loja, vendendo especiarias, e que perguntou sorridente ao missionário sobre a finalidade de sua visita. Naturalmente, o missionário deu-lhe um testemunho, o que muito agradou ao indiano, que era hindu. Em pouco tempo iniciou-se um estudo bíblico, e depois de vários meses, este hindu participava com as testemunhas em contar aos outros o que tinha aprendido. Pregava também aos seus amigos, e, em resultado disso, um destes, um sique, tomou a sua posição ao lado de Jeová e do cristianismo.
Este sique, por causa de seu zelo de lera Bíblia e de pregar aos outros o que aprende, tem sofrido muita perseguição dos seus patrícios indianos que moram na sua comunidade. Seu sogro ameaçou-o de dano físico, mas isso não o deteve de modo algum. Uma delegação de quinze indianos visitou-o e apelou para ele não abandonar a sua antiga religião e parar de trazer vergonha e vitupério sobre a sua comunidade indiana. Todavia, ele lhes disse que se surpreendia que apenas quinze deles vieram para fazê-lo mudar de idéia, acrescentando: “Se um exército inteiro viesse para fazer-me abandonar. a verdade, nunca o faria, porque é a verdade!”
Ambas estas testemunhas indianas, tanto o anterior hindu como o anterior sique, publicam agora zelosa e persistentemente as boas novas a todos os que encontram, a ricos e pobres, e têm sido muito bem sucedidos em trazer pessoas ao Salão do Reino das testemunhas de Jeová, para que ouvissem e vissem por si mesmas. A esposa de um deles também tomou a sua posição a favor da verdade. Deveras, é a vontade de Deus “que toda espécie de homens sejam salvos e venham a ter um conhecimento acurado da verdade”. — 1 Tim. 2:4, NM.
-