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Direitos humanos — serão alguma vez garantidos?Despertai! — 1979 | 22 de dezembro
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comunidade moralizadora em que cada um respeite os direitos do próximo?’ Realmente, estes dois pontos estão relacionados.
Haverá liberdade de religião, no sentido de que todos terão liberdade de adorar o único Deus verdadeiro sem interferências. Mas Cristo Jesus não permitirá todas as formas de religião. Considere por um momento o seguinte: Antigamente, na Índia, certos devotos da deusa Cali, chamados tugues, costumavam estrangular as pessoas como sacrifício para sua ama. Criam sinceramente que era isto que ela exigia. Estava errado intervir na liberdade de adoração deles e banir tal sacrifício? Naturalmente que não.
Mas essa não foi a única prática religiosa objetável na história! Devem os fanáticos religiosos ter liberdade de usurpar os direitos dos outros por torturá-los em inquisições, ou matá-los em guerras ou cruzadas? Ou até mesmo ensinar-lhes mentiras? Não. O fato é que a religião verdadeira é tão necessária quanto o comer e o respirar; a religião falsa, porém, é tão prejudicial ao homem como ingerir veneno e respirar gases letais. Por isso, o homem precisa dispor tanto do conhecimento daquilo que o próprio Deus mostra ser a verdadeira religião como a liberdade de praticá-la.
É exatamente isto que acontecerá. O Filho de Deus, Jesus Cristo, certificar-se-á de que todos sejam ajudados a aprender e a praticar a adoração verdadeira. Isto terá o efeito de produzir uma comunidade verdadeiramente moralizadora em que os direitos humanos possam deveras existir. Como promete a Bíblia: “Não se fará dano, nem se causará ruína em todo o meu santo monte; porque a terra há de encher-se do conhecimento de Jeová assim como as águas cobrem o próprio mar.” — Isa. 11:9.
Parece-lhe realística tal perspectiva? Ou acha que é mais realístico confiar nos regentes deste sistema de coisas para lhe garantir seus “direitos humanos”? Por que não entra em contato com os editores desta revista e descobre mais sobre o modo como Cristo Jesus finalmente irá garantir nossos “direitos humanos”, e como poderá mostrar, até mesmo agora, que deseja fazer parte da comunidade que usufruirá essas bênçãos?
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Alcançar o bom governo do modo corretoDespertai! — 1979 | 22 de dezembro
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Alcançar o bom governo do modo correto
“NOSSAS armas eram cassetetes de borracha, porretes revestidos de chumbo para destruir carros, correntes, e também revólveres”, relata antigo trabalhador dum partido político na Itália. Este rapaz trabalhava a favor de suas idéias políticas, em fins da década de 60, por meio de violência e da “guerrilha urbana”. Afirma que “um dos principais objetivos da guerrilha urbana era causar estragos e então lançar a culpa sobre a facção política opositora”.
Mas, aconteceu algo que mudou o modo de pensar sobre a política deste rapaz. Um jovem visitou sua casa e começou a estudar a Bíblia com ele, e ele afirma que isso “ensinou-me, acima de tudo, que Deus ‘fez de um só homem toda nação dos homens”’. (Atos 17:26) Este agente político anteriormente violento afirma que tais princípios bíblicos “livraram-me do ódio que sentia dentro de mim por outros homens, só porque tinham uma idéia política diferente da minha”. Continua ele:
“Sobre este ponto, eu continuava a perguntar a mim mesmo: Como pode o homem resolver alguma vez seus problemas através da política, quando a própria política criou o primeiro problema — a divisão da humanidade? Para que a humanidade se junte, os motivos da divisão precisam primeiro desaparecer. Com as Testemunhas de Jeová, entendi que isto é possível. Tenho visto negros e brancos serem batizados na mesma água; ex-protestantes e ex-católicos, na Irlanda, deixarem de odiar uns aos outros; árabes e judeus unidos na mesma reunião, durante a Guerra dos Seis Dias. E eu mesmo aprendi a amar aqueles que me haviam ensinado a odiar. Ninguém pode afirmar que o reino que as Testemunhas de Jeová anseiam — o reino de Deus — é utópico, visto que já existe uma comunidade internacional unida sob tal reino.”
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