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O problema das mães solteirasDespertai! — 1973 | 22 de fevereiro
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as mães solteiras e seus filhos é tentar remover o estigma da ilegitimidade. Anteriormente, a mãe solteira enfrentava a tarefa quase que impossível de continuar vivendo como antes. Ela se tornava o alvo de vitupérios, a certidão de nascimento de seu filho mencionando como “ilegítimo” ou “natural” e ambos estavam condenados e sujeitos ao ostracismo. Mas, a legislação recente e as reformas sociais em muitos países melhoraram grandemente sua situação e a do seu filho.
Na Áustria, uma nova lei remove qualquer discriminação contra a ilegitimidade. Tais crianças agora gozam de mais direitos do que nunca antes. Na Noruega, a mãe solteira agora recebe cuidados gratuitos sob um programa de seguro de saúde. Na Dinamarca, cuidam-se delas em Maternidades. Em muitos países europeus, os filhos ilegítimos gozam dos mesmos direitos legais e de herança que os filhos legítimos. E, na U. R. S. S., não há distinção legal ou social entre os dois. Na Suécia, a criança nascida fora do casamento obtém um tutor do bem-estar da criança, que protege os direitos da criança, além de os da mãe. E a mãe solteira na Suécia tem o direito de se chamar “Sra.”
A Solução
No entanto, nada do acima realmente atinge o âmago do problema. A doença venérea, os filhos ilegítimos e a angústia continuam a aumentar, à medida que cada vez mais mulheres solteiras ficam grávidas.
Mas, há uma solução. E não é apenas teórica. É uma que dá certo. Que solução é esta?
Envolve viver segundo as normas morais de Deus, conforme delineadas em Sua Palavra, a Santa Bíblia. Tais normas mostram que a solução completa para o problema das mães solteiras não é cometer fornicação. As relações sexuais devem ser reservadas à única situação em que são corretas à vista de Deus — nos vínculos do matrimônio.
“É impossível viver assim”, muitos dirão. Mas, não é, não. Grandes números de pessoas, centenas de milhares realmente, já estão se pautando por esta norma. Em mais de 200 terras, as testemunhas cristãs de Jeová são prova viva de que as pessoas podem harmonizar suas vidas com as leis de Deus.
As verdades da Bíblia podem transformar e realmente transformam as vidas até mesmo de pessoas que eram promíscuas no passado. Note a seguinte experiência de uma mulher:
“Minha infância foi basicamente infeliz e desprovida de qualquer verdadeiro amor e afeto. Meus pais trabalhavam fora, ambos, e eu e meus três irmãos ficávamos entregues a nós mesmos depois das aulas e o dia todo nos meses de verão. É desnecessário dizer que amiúde nos metíamos em dificuldades.
“Eu tinha oito anos quando comecei a beijar e abraçar os meninos, e, quando tinha dez anos, já fazia brincadeiras sexuais. Tinha cerca de 18 anos quando tive relações sexuais pela primeira vez. Parece estranho agora, quando me recordo disso, mas, com freqüência eu chorava depois de tais intimidades, porque, de alguma forma, eu sabia que aquilo que eu fazia era errado.
“Tive meu primeiro filho com 19 anos e meu segundo menos de dois anos depois, de dois homens diferentes. Eu fiquei com meus filhos, visto que achava que era minha a culpa de eles estarem vivos e me cabia ficar com eles e criá-los. Não queria que meus filhos tivessem a mesma vida que eu tive, todavia, não conhecia nenhum jeito de mudar esse padrão.
“Amiúde orava a Deus, pedindo sua ajuda. Certo dia, ela veio. Vi um senhor de meia-idade na rua com uma Bíblia nas mãos. Embora não soubesse que ele era uma das testemunhas de Jeová, aproximei-me dele e lhe fiz algumas perguntas. Diziam respeito ao casamento e o que a Bíblia tinha a dizer sobre ele, visto que eu agora estava noiva. Ele passou mais de uma hora respondendo às minhas perguntas, e foram feitos arranjos para que ele trouxesse uma Testemunha mulher à minha casa para um estudo bíblico.
“O conhecimento da Bíblia me fez saber que havia algo melhor do que a vida que eu conhecia. E também desejei ter a felicidade que a Testemunha irradiava quando falava sobre a Bíblia. Telefonei para meu noivo e o informei de que eu iria viver segundo as normas bíblicas. Depois disso, cada vez que eu me sentia tentada a ter intimidades com meu noivo, os ensinos da Bíblia vinham à minha mente e eu recusava isso. Nem é preciso dizer que ele não ficou nada feliz com minha nova moral e logo terminamos nosso relacionamento, para meu grande alívio! Eu estava agora livre e pronta para seguir meu novo proceder na vida!
“Apliquei-me em aprender mais sobre as normas de Jeová Deus e isso provocou grande mudança em mim. Comecei a me associar com aqueles que viviam segundo estas elevadas normas morais, e que alegria era tê-los por perto! Eis aqui pessoas que levavam vidas limpas e de boa moral, pessoas cuja existência diária não se centralizava no sexo. E o que me surpreendia era que até rapazes e moças solteiras se sentiam felizes e contentes.
“Todos demonstravam interesse genuíno em mim e nos meus filhos. Contribuíam alimento e roupa, quando necessário, bem como ajuda financeira. Quando comecei a falar com outros as coisas que eu aprendera, por me empenhar no ministério junto com as testemunhas de Jeová, tomavam conta das crianças para mim. Faziam tudo que podiam para me ajudar a criar verdadeiro amor a Jeová.
“Era também maravilhoso descobrir que Jeová me perdoara o meu passado e me provia muitas ajudas para me auxiliar a manter-me limpa: Sua Palavra, a Bíblia, que delineava o proceder a seguir; sua organização limpa; e a associação de irmãos cristãos que eram orientados a fim de encorajar uns aos outros na vereda da vida.
“Com o tempo, eu encontrei o homem que iria tornar-se meu marido. Ele era uma recém-batizada testemunha de Jeová. Quão feliz eu me achava! Agora tinha encontrado um rapaz que não só se esforçava de desenvolver o amor piedoso, mas que também se preocupava comigo e com meus filhos. Casamo-nos dois anos depois de eu me batizar.
“Agora, depois de servir a Jeová e de viver segundo suas normas justas por quatro anos, e com mais de dois anos de casada, posso honestamente afirmar que minha vida realmente começou quando encontrei aquela Testemunha na rua.
“Viver segundo princípios piedosos também melhorou minhas relações com meus filhos. Embora eu os amasse antes, costumava bater neles com severidade, descarregando neles a minha culpa e vergonha. Agora, fazemos juntos as coisas como família. Comemos, brincamos, assistimos às reuniões e estudamos a Bíblia juntos. Quão grata sou a Jeová de que encontrei uma forma de vida que gera o amor, a paz, a segurança, dentro dos arranjos maritais, onde o amor é o alicerce para os filhos crescerem e amadurecerem.
“Quão verídicas as palavras de Jesus, quando ele disse: ‘A verdade vos libertará.’”
Esta experiência sublinha a força e o poder da Palavra de Deus nas vidas das pessoas. E que alegria será quando, no futuro, toda a “terra há de encher-se do conhecimento de Jeová assim como as águas cobrem o próprio mar”. — Isa. 11:9.
Na nova ordem de Deus, depois de ele trazer em breve o atual sistema perverso a seu fim, não haverá mais doença venérea, nem filhos ilegítimos, nem gravidezes indesejadas, nem abortos para acabar com estas. Não haverá necessidade dos vários serviços para cuidar de mães solteiras e de seus bebês. Ora, não haverá mais jovens que se tornarão mães solteiras, nem haverá mais bebês indesejados a nascer. Então, a ilegitimidade e suas horríveis conseqüências serão, para sempre, uma coisa do passado!
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O exercício e a perda de pesoDespertai! — 1973 | 22 de fevereiro
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O exercício e a perda de peso
● Um conceito comum é que o exercício é uma forma inútil de se tentar perder peso. Pois, segundo indicado, a fim de perder apenas cerca de meio quilo, a pessoa teria de andar uns cinqüenta e seis quilômetros ou mais. Isto é verdade. Mas, isto não significa que essa caminhada toda precisa ser feita em um só dia. É improvável que os milhares de calorias alimentares extras que se acham representadas em cerca de meio quilo de gordura do corpo tenham sido consumidas num único dia, ou até mesmo em dois ou três dias. Por andar cerca de uns mil e seiscentos metros cada dia, ou cerca de 640 quilômetros extras num ano, a pessoa queimará anualmente uns quatro quilos e meio de gordura do corpo, se a ingestão de comida não aumentou.
E, contrário ao que se poderia crer, tal exercício físico moderado não aumenta muito o apetite da pessoa. Com efeito, estudos e experiências feitas com homens e animais têm mostrado repetidas vezes que aqueles que se exercitam moderadamente deveras comem menos do que os outros.
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