-
O 7o dia — sábado de descansoA Sentinela — 1961 | 15 de novembro
-
-
que recebiam da leitura da Bíblia, dos congressos santos e da oração, naquele dia, eram para eles espiritualmente edificantes. Embora fosse um continuo lembrete de sua libertação milagrosa do Egito e da sua relação incomum com Deus, como seu povo escolhido, o sábado chamava também atenção ao grande dia de descanso de Deus, no fim do qual o seu propósito original para com o homem estará completamente realizado. Conforme indicado pelo apóstolo Paulo, o sábado foi uma sombra de coisas vindouras. Apontava para o reino milenar de Cristo, que trará á humanidade obediente a bênção prometida de Deus, de vida e paz eternas num novo mundo de descanso. — Col. 2:16, 17.
-
-
Habitantes das Ilhas Fidji assumem nova personalidadeA Sentinela — 1961 | 15 de novembro
-
-
Habitantes das Ilhas Fidji assumem nova personalidade
OS CRISTÃOS receberam a ordem de se revestir “da nova personalidade que, por meio de conhecimento acurado” da Palavra de Deus, “se renova segundo a imagem daquele que a criou”, Jeová Deus. (Col. 3:10, NM) Que alguns nas ilhas Fidji estão atendendo esta admoestação do apóstolo Paulo torna-se evidente do seguinte relatório recebido dali:
Um missionário das Testemunhas estava indo de casa em casa, em certa cidade das ilhas Fidji, encontrando assim um dos principais homens de negócios da cidade. Ao ouvir que o missionário era uma das testemunhas de Jeová, o homem de negócios o convidou para entrar e lhe disse que as Testemunhas estavam sempre bem-vindas na sua casa. Quando perguntado por que, o homem disse o seguinte: ‘A aldeia tem sido por anos molestada por um grupo de malandros, que causou aos comerciantes muita dificuldade e perda de propriedade. Dai, há cerca de um ano, vieram as testemunhas de Jeová à cidade. Pouco depois, certos cabeças deste bando de malandros tornaram-se Testemunhas e são agora cidadãos pacíficos e respeitáveis. A situação inteira passou por uma grande melhora durante o ano passado, por causa disso.’
Entre estes malandros que se tornaram Testemunhas havia um certo Isoa. Amigos dum homem assassinado haviam-no persuadido a se perjurar a fim de conseguir a condenação de certo homem que supostamente era culpado daquele homicídio, mas para o qual não havia evidência. Para ajudar estes amigos do homem assassinado, ele jurou duas vezes no tribunal que tinha visto o suspeito em companhia do assassinado. O julgamento durou meses, e no ínterim Isoa tornara-se testemunha de Jeová.
Isoa ficou então grandemente preocupado com o que devia fazer, visto que não queria ter sobre si a culpa de sangue deste suspeito. Ele consultou o superintendente e a comissão de serviço da congregação local, que lhe deram bom conselho. Isoa escreveu assim uma carta ao juiz, dizendo que na religião em que tinha sido criado não havia sido corretamente instruído e por isso não vira nada de errado em ajudar seus amigos por se perjurar. Mas agora ele se tinha tornado testemunha de Jeová e compreendia que isso era muito errado, e por isso estava confessando que se havia perjurado e retirava o juramento. Em resultado disso, o homem acusado foi liberto. É escusado dizer-se que isso causou grande sensação no tribunal.
Fez também que a policia se enfurecesse com ele, visto que pelo perjúrio eles tinham aparentemente solucionado o crime. Levaram-no assim perante o tribunal para julgá-lo por perjúrio. Felizmente, naquela ocasião havia um juiz europeu em visita presidindo no tribunal, e este, ao ouvir todos os fatos, encerrou o caso contra Isoa, por não ter nenhuma validez. Em resultado disso, o nome das testemunhas de Jeová está gozando de grande reputação.
-