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  • Venha conosco à “terra do fogo”
    Despertai! — 1979 | 22 de janeiro
    • saberão se o morto voltou ou não ao terceiro dia. Caso um gafanhoto ou outro inseto surja naquele dia, diz-se que o morto está voltando, e, assim, oferece-se comida onde quer que tal criatura pouse. Se quem morreu foi um homem, também se oferece fumo, ao passo que uma flor é acrescentada, se for mulher.”

      Há diferentes modos de livrar-se do cadáver. Outrora, era apenas baixado sobre uma esteira estendida no fundo duma cova. Às vezes, o corpo era envolto em casca, ou simplesmente deixado pendurado numa árvore! Outro costume era deixá-lo na casa, com portas e janelas inteiramente vedadas. A família abandonava tal casa e construía outra nas proximidades. Depois de um ano, as roupas tradicionais de luto são lançadas corrente abaixo, de modo que a “alma” do falecido não incomode mais os vivos.

      Libertando-se

      Embora muitos dentre esse povo interessante professem ser cristãos, os bagobos comuns ainda fazem ofertas ao pé da árvore balete. Sim, eles seguem as velhas tradições pagãs de seus antepassados.

      Quando Lordo tinha 12 anos de idade, parecia ser a escolha ideal para suceder a seu avô, que possuía muitos poderes ocultos. Em retrospecto, Lordo declara:

      “Eu ansiava o tempo em que poderia dispor de todo esse poder, e ainda mais. Sonhava em me tornar um datu, tendo a mais linda jovem como minha noiva, ou até mesmo possuindo várias esposas! Queria o poder de vida ou morte. Por conseguinte, cada dia, antes das lições do vovô, eu fazia ofertas aos deuses, ao pé da árvore balete.

      “Vovô ensinou-me a usar as armas locais, a montar e desmontar dum cavalo com velocidade dum relâmpago, e a atirar uma lança com fantástica precisão. Não só me ensinou todas as demais artes de ataque e defesa que ele conhecia; também me ensinou a matar por certo preço. A vida doméstica não mais me interessava. Ficara obsedado com meus sonhos, e vagueava pela floresta, depois das lições, a fim de me comunicar com a natureza. Não raro, passava dias sem comer, dormindo sobre gigantescas raízes das enormes árvores da floresta.

      “Meu progresso era excelente. Daí, porém, vovô morreu, e todos os meus sonhos de nada valeram! Desiludido, tornei-me beberrão e jogador, desperdiçando minha juventude na busca de prazeres mundanos. Então, em 1948, encontrei outro sonho, à base do qual edificar e trabalhar.

      “Um dos kamatuoran, ou “povo da verdade”, como as Testemunhas de Jeová eram então conhecidas, deixou à minha porta um exemplar de seu folheto em cebuano, Descobertas. Antes, eu evitara as Testemunhas, mas agora li parte do folheto e a mensagem me atraiu. Por fim, conversei com eles, e desde então visitam regularmente minha casa.

      “Naturalmente, este sonho novo me trouxe a ira do papai, que fez tudo que pôde para dissuadir-me disso. Até mesmo minha querida esposa (sim, eu já era casado então), xingava-me para desanimar-me. Todavia, eu estava determinado. Depois de uma luta dificílima, consegui, na força de Jeová, abandonar todos os meus vícios e me tornar um homem de vida limpa. — Fil. 4:13.

      “Depois de observar a mudança dramática em minha vida, minha esposa também se interessou pela verdade bíblica. Com efeito, ralhou comigo por não lhe ter contado essa minha nova fé desde o princípio! Ela se teria juntado a mim mais cedo, disse ela. Mais tarde, ambos foi-nos aceitos para o batismo, e, no decorrer dos anos desde então, temos sentido as ricas bênçãos de Jeová sobre nós. Agora, sou ancião de uma das muitas congregações das Testemunhas de Jeová na ‘Terra do Fogo’.”

      Em geral, as Testemunhas de Jeová acham fácil conversar com os bagobos, embora a maioria deles tenha dificuldades em aceitar as verdades bíblicas em substituição as suas tradições milenares. Outrossim, há os que, como Lordo, fizeram tal mudança e se apegam ao verdadeiro cristianismo. Acham-se entre as multidões que agora afluem ao “monte da casa de Jeová.” — Isa. 2:2-4.

  • Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    Despertai! — 1979 | 22 de janeiro
    • Ajuda ao Entendimento da Bíblia

      [De Aid to Bible Understanding, Edição de 1971, compilamos a matéria abaixo.]

      CEDRO. [Continuação]

      A madeira de cedro usada pelos israelitas no ermo era, possivelmente, de outro tipo de cedro diferente do cedro-do-líbano. O cedro de frutos castanhos (Juniperus oxycedrus) é bem conhecido na região do deserto de Sinai. Certos ritos de purificação, inclusive o de um leproso curado, exigiam o uso de lenho de cedro, e poderá ter acontecido que, devido à sua bem-conhecida resistência à decomposição, fosse usado para simbolizar o livramento da corrução ou doença. — Lev. 14:2-7, 49-53; Núm. 19:6.

      Que o cedro servia figuradamente, tanto em sentido adverso como favorável, é bem evidente. Tornou-se “símbolo de status” entre os infiéis reis materialistas de Judá e simbolizava a exaltação de si mesmos e a falsa segurança. (Jer. 22:13-15, 23; Isa. 2:11-13) Todavia, o crescimento e o desenvolvimento do homem justo é assemelhado ao de um cedro firmemente arraigado. (Sal 92:12; compare Isaías 61:3 com o Salmo 92:12; 104:16.) Assim, ao passo que, por um lado, Jeová promete manifestar seu poder por abater os poderosos cedros do Líbano e fazê-los ‘saltitar pelos montes como bezerros’. (Sal. 29:4-6), por outro lado, ele prediz o tempo em que fará com que o cedro cresça até mesmo nas regiões desérticas (Isa. 41:19, 20) e o escolhe entre as árvores como uma das muitas criações que louvarão seu majestoso Nome. — Sal. 148:9, 13.

      CHOUPOS [Heb., ‘aravím (plural)]. O nome hebraico desta árvore corresponde ao árabe gharab, que continua a ser usado para o choupo do Eufrates. Assim, embora o choupo e o salgueiro sejam do mesmo gênero de árvores tendo aparência similar e ambos sendo comuns no Oriente Próximo, os lexicógrafos modernos são a favor do choupo (Populus euphratica) na tradução. — Veja Lexicon in Veteris Testamenti Libros (Léxico dos Livros do Velho Testamento), de Koehler-Baumgartner, página 733; A Hebrew and English Lexicon of the Old Testament (Léxico Hebraico-Inglês do Velho Testamento), página 788, de Brown-Driver-Briggs; The Westminster Dictionary of the Bible (Dicionário Bíblico de Westminster), página 639.

      O choupo é muito comum às margens do Eufrates (ao passo que o salgueiro é comparativamente raro ali), e, assim, ajusta-se bem à referência do Salmo 137:1, 2, que descreve os lamuriosos cativos judeus pendurando suas harpas nos choupos. As folhas pequenas, enrugadas, em forma de coração, dos choupos do Eufrates (também chamado álamo) se apresentam em hastes achatadas que ficam penduradas obliquamente do caule principal, e isto resulta em serem agitadas de um lado para o outro pela menor brisa, movimento que poderia sugerir o balanço emocional de pessoas chorando de pesar.

      Os choupos do Eufrates também podem ser encontrados ao longo das margens dos rios e correntes da Síria até a Palestina, e, especialmente, no vale do rio Jordão. Ali, junto com as tamargueiras, amiúde formam densos matagais, ao passo que, em outras partes, podem crescer até uma altura de 9,10 a 13,70 metros. Em todas as referências bíblicas, estes choupos são ligados a cursos d’água ou ‘vales de torrentes’. Achavam-se incluídos entre as árvores cujos raminhos eram usados na Festividade das Barracas (Lev. 23:40), forneciam abrigo para o poderoso ‘beemote’ (hipopótamo) ao longo do rio (Jó 40:15, 22), e a facilidade com que germinam ao longo de lugares bem regados é usada em Isaías 44:3, 4, para descrever o rápido crescimento e aumento resultante das bênçãos e do espírito derramados de Jeová. — Veja abaixo.

      CHOUPOS, VALE DA TORRENTE DOS. Em Isaías 15:7, o profeta descreve os fugitivos moabitas como escapando, com seus bens, através do “vale da torrente dos choupos”. Se sua fuga foi para o S, como parece provável, este vale da torrente pareceria referir-se ao “vale da torrente de Zerede” (Núm. 21:12; Deu. 2:13) que atuava qual fronteira entre Moabe e Edom ao S. O vale da torrente de Zerede é geralmente identificado com o Uádi el-Hesa, que flui para o extremo S do mar Morto. Em seu curso inferior, é chamado Seil el-Qurabi, e, como tal atravessa pequena planície que é um tanto pantanosa em certos lugares, e poderia, assim, ser um lugar adequado para o crescimento dos choupos. — Veja ZEREDE, VALE DA TORRENTE DE.

      CIPRESTE [Heb., te’ashshúr]. O nome hebraico desta árvore provém duma raiz que significa “eretibilidade, retilinidade”. Acha-se incluída entre outras árvores que formavam parte da “glória do Líbano”, e isto indica o lugar onde

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