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    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • que Cristo venha prover as boas novas, nem necessitam dirigir-se a alguma outra fonte para obterem o que pregam. Têm isso bem diante de si, pronto para falar, como lhes foi dito: “A palavra está perto de ti, na tua própria boca e no teu próprio coração.” — Rom. 10:6-9; Deut. 30:11-14.

      PODE TRAZER A VIDA OU A MORTE

      Segue-se que o uso correto da boca é vital, e Jeová assim o declara. Afirma a sua Palavra: “A boca do justo é fonte de vida.” (Pro. 10:11) Por conseguinte, a boca tem de ser cuidadosamente guardada (Sal. 141:3; Pro. 13:3; 21:23), pois o emprego tolo da mesma pode levar seu dono à ruína. (Pro. 10:14; 18:7) Deus considera a pessoa responsável pelo que procede de sua boca. (Mat. 12:36, 37) Alguém talvez fale precipitadamente, fazendo um voto impensado. (Ecl. 5:4-6) Talvez lisonjeie outrem, para a derrocada dessa pessoa, e para sua própria condenação. (Pro. 26:28) É especialmente importante guardar a boca quando diante do iníquo, porque um ligeiro desvio do que a sabedoria de Deus orienta Seu servo a dizer pode trazer vitupério ao nome de Deus, e pode causar a morte de tal pessoa. (Sal. 39:1) Jesus nos deu excelente exemplo de submissão à vontade de Deus, sem queixas ou qualquer revide injurioso para com seus oponentes iníquos. — Isa. 53:7; Atos 8:32; 1 Ped. 2:23.

      O cristão precisa exercer contínua vigilância, pois é imperfeito; portanto, precisa vigiar seu coração. Jesus disse que aquilo que avilta um homem não é o que entra pela boca, mas aquilo que sai da boca, pois “é da abundância do coração que a boca fala”. (Mat. 12:34; 15:11) A mente pode ajudar o coração a preservar a alma por não permitir que nada proceda irrefletidamente da boca, sem se considerar as conseqüências. Isto exige que a pessoa use a mente para aplicar as boas coisas aprendidas da Palavra de Deus. — Pro. 13:3; 21:23.

      USO FIGURADO

      Deus representa a si mesmo, simbolicamente, como tendo boca. Nenhum de seus pronunciamentos são expressos sem finalidade, em vão; serão cumpridos até nos mínimos detalhes. (Isa. 55:10, 11) Assim, aqueles que desejam a vida precisam viver em conformidade com cada palavra que procede da Sua boca. (Deut. 8:3; Mat. 4:4) Quando na terra, seu Filho Jesus Cristo ajustou toda a sua vida às palavras do seu Pai, e agora possui a autoridade universal que lhe foi concedida. Como rei de Jeová, ele golpeará a terra com “a vara da sua boca”. (Isa. 11:4) A visão de Revelação mostra-o golpeando as nações com uma longa espada que procede de sua boca. (Rev. 19:15, 21) Esta figura de retórica representa evidentemente a autoridade que ele exercerá no comando de todos os exércitos celestes de Jeová, ao ordenar e supervisionar a luta que resulta na execução dos inimigos de Deus.

      Muitas vezes se usa “boca” como sinônimo de linguagem ou da faculdade da fala, como se pode depreender de alguns dos casos supracitados. A regra que governava a evidência, num processo sob a Lei mosaica, e que também é seguida na congregação cristã, é de que uma pessoa só será considerada culpada “pela boca”, isto é, pelo testemunho, de duas ou três testemunhas. (Deut. 17:6; Mat. 18:16; compare com 2 Coríntios 13:1.) Alguns outros exemplos dum uso similar são encontrados em Jó 32:5; Salmo 10:7; 55:21; 78:36; Ezequiel 24:27; 29:21; Lucas 21:15; Romanos 15:6.

      Adicionalmente, “boca” pode referir-se à abertura de algo, tal como dum poço (Gên. 29:2), duma bolsa ou saca (Gên. 43:12; 44:1, 2), duma caverna (Jos. 10:22), ou a uma abertura da terra (Núm. 16:32), ou ao recebimento, pelo solo, do sangue derramado. (Gên. 4:11) Menciona-se que o Seol, a sepultura comum da humanidade, tem boca larga, de modo a receber muitos mortos. — Isa. 5:14.

      A ABÓBADA PALATINA

      A abóbada palatina é o céu da boca, que separa a boca das fossas nasais, e possui uma parte macia que forma um véu entre a boca e a faringe. Nas Escrituras, o “palato” ou abóbada palatina é, em alguns casos, usado quase como sinônimo de “boca”. Há traduções, com efeito, que vertem a palavra hebraica para “palato” como “boca”.

      Tanto Jó como Eliú fazem uso comparativo dessa palavra ao assemelharem a capacidade do palato, de discriminar o sabor, ao critério do homem ao julgar o que é certo e sábio. (Jó 12:11; 34:3) Que a abóbada palatina tem certa função no paladar não é algo errôneo, como às vezes se afirma. Pode-se depreender isto por observar o papel da abóbada palatina no engolir. A língua comprime o alimento contra a abóbada palatina, e o alimento é então espalhado, ao se mover para a faringe, que é um tubo que conduz ao estômago, e que também se acha ligado às fossas nasais. Isto produz melhor difusão do aroma do alimento nas fossas nasais, o que contribui grandemente para o que é comumente chamado de “paladar”.

  • Bofetada
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • BOFETADA

      A Bíblia fala de se esbofetear a face, não tanto para infligir dano físico, mas para castigar, vituperar ou insultar alguém. Assim, Micaías, profeta de Jeová, foi esbofeteado por profetizar más conseqüências para o iníquo Rei Acabe, de Israel. (1 Reis 22:24; 2 Crô. 18:23) Jó foi esbofeteado de forma vituperadora por aqueles que o desrespeitavam e zombavam dele durante sua provação às mãos de Satanás. — Jó 16:10.

      Os profetas Isaías e Miquéias profetizaram que o Messias receberia bofetadas, e teria seus pêlos do rosto arrancados, tudo isso significando o vitupério amargo que seus inimigos lançariam sobre ele. (Isa. 50:6; Miq. 5:1) Isto se cumpriu em Jesus Cristo, por parte dos judeus, durante seu julgamento perante o Sinédrio, e da parte dos soldados romanos, posteriormente, pouco antes de ele ser morto na estaca de tortura. (Mat. 26:67, 68; João 18:22, 23; 19:3) Mas Jesus não pagou na mesma moeda, nem perdeu o equilíbrio, respondendo com palavras amargas e iradas.

      Jesus dera o seguinte conselho a seus discípulos: “Ouvistes que se disse: ‘Olho por olho e dente por dente.’ No entanto, eu vos digo: Não resistais àquele que é iníquo; mas, a quem te esbofetear a face direita, oferece-lhe também a outra.” (Mat. 5:38, 39) Jesus não ensinava aqui o pacifismo, nem negava o direito de autodefesa no caso de uma ameaça de danos físicos, mas ensinava que o cristão não precisa retribuir golpe por golpe, retaliando, vingando-se. Inculcava o princípio de evitarmos contendas, por não respondermos nem reagirmos da mesma forma. Uma bofetada não tenciona ferir fisicamente, mas apenas insultar, ou provocar uma briga. Jesus não disse que, se alguém esmurrar o cristão no queixo, ele deve levantar-se do chão e oferecer a outra face como alvo. O que Jesus dizia era que, se alguém tentasse provocar o cristão para uma briga ou uma discussão, quer por esbofeteá-lo amargamente com a mão aberta, quer espicaçando-o com palavras insultuosas, seria errado que ele retaliasse. Isto se harmoniza com as palavras dos apóstolos, dando ênfase adicional a este princípio. — Rom. 12:17-21; 1 Ped. 3:9; veja ATITUDES E GESTOS.

  • Bolor (Míldio)
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    • BOLOR (MÍLDIO)

      Em geral, qualquer dentre numerosas doenças dos vegetais causadas por fungos. O estrago das plantações pelo bolor ou míldio era uma das calamidades sentidas pelo Israel infiel. (Deut. 28:22; 1 Reis 8:37-39; 2 Crô. 6:28-30; Amós 4:9; Ageu 2:17) Tem-se sugerido que o bolor da Bíblia talvez fosse a ferrugem dos cereais (Puccinia graminis). Esta grave doença parasítica priva os vegetais da nutrição e da água necessárias, e assim pode fazer com que os grãos dos cereais se ressequem. Nos colmos e nas folhas dos cereais atacados aparecem pequenas manchas ferruginosas.

  • Bolsa
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    • BOLSA

      Pequena bolsa, ou porta-níqueis, usada tanto por homens como por mulheres para levar ouro, prata, cobre, moeda cunhada ou outros itens. As mulheres às vezes possuíam bolsas ou sacolas ornamentais, tendo possivelmente um formato longo e redondo. (Isa. 3:16, 22; 46:6; Mat. 10:9) As bolsas antigas eram feitas de couro, ou de junco ou de algodão trançado. Visto que tinham a forma de sacos, eram fechadas e amarradas na boca por meio de tiras de couro ou de outros cordões.

      Usava-se também o ‘bolso do cinto’ (literalmente, gr., zóne, ‘cinto’ [Mat. 10:9; Mar. 6:8]), talvez certo tipo de cinto em que se podia levar dinheiro. O cinto possuía um espaço oco, onde se podia levar moedas ou, se era feito de tecido e usado em dobras, o dinheiro era guardado nas dobras.

      Jesus, ao enviar seus 70 discípulos na obra de pregação, ordenou-lhes que não se provessem de bolsas, indicando que deviam confiar que Jeová Deus faria provisões para eles, e dando a entender que as pessoas interessadas, por sua vez, lhes dariam alguma ajuda material. (Luc. 10:1, 4, 7) Pouco antes de sua morte, contudo, Jesus aconselhou os apóstolos a levar bolsas, pois sabia que seus discípulos logo seriam espalhados e perseguidos. Até mesmo as pessoas favoráveis à mensagem deles talvez ficassem temerosas de ajudá-los, exigindo que os seguidores de Jesus ficassem preparados para cuidar de si mesmos em sentido material. — Luc. 22:35, 36.

      Destacando o excelente valor das coisas espirituais, Jesus instou com seus seguidores a que fizessem para si mesmos bolsas duradouras, adquirindo tesouros celestes. — Luc. 12:33.

  • Bondade
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    • BONDADE

      A qualidade ou condição de ser bom; excelência moral; virtude. A bondade possui completa solidez, sem qualquer maldade ou corrupção moral. É uma qualidade positiva, e se expressa na realização de atos bons e benéficos em favor de outros.

      A BONDADE DE JEOVÁ

      Jeová Deus é bom no sentido absoluto e completo. Dizem as Escrituras: “Bom e reto é Jeová” (Sal. 25:8), e exclamam: “Quão grande é a sua bondade!” (Zac. 9:17) Jesus Cristo, embora dotado desta qualidade de excelência moral, não quis aceitar “Bom” como título, dizendo àquele que se dirigiu a ele como “Bom Instrutor”: “Por que me chamas de bom? Ninguém é bom, exceto um só, Deus.” (Mar. 10:17, 18) Ele reconheceu assim a Jeová como o padrão absoluto do que é bom.

      Quando Moisés pediu para ver a Sua glória, Jeová lhe replicou: “Eu mesmo farei toda a minha bondade passar diante da tua face e vou declarar diante de ti o nome de Jeová.” Jeová protegeu Moisés com um anteparo para que não contemplasse sua face, mas, ao passar por ali (evidentemente por meio de seu representante angélico [Atos 7:53]), declarou a Moisés: “Jeová, Jeová, Deus misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência e em verdade, preservando a benevolência para com milhares, perdoando o erro, e a transgressão, e o pecado, mas de modo algum isentará da punição.” — Êxo. 33:18, 19, 22; 34:6, 7.

      Vê-se aqui que a bondade é uma qualidade a favor da verdade e do que é correto e limpo, mostrando consideração para com aqueles que desejam a bondade e a justiça, mas não tolerando nem cooperando com a maldade de nenhum modo. Em tal base, Davi podia orar a Jeová para que lhe perdoasse os pecados ‘por causa da bondade de Jeová’. (Sal. 25:7) A bondade de Jeová, bem como seu amor, estava envolvida em Ele dar seu Filho como sacrifício pelos pecados. Desta forma, proveu um meio de ajudar aqueles que desejam o que é

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