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  • Conduta — digna das boas novas
    A Sentinela — 1963 | 1.° de agosto
    • transfusões não é tolice obstinada, mas porque respeitam a lei de Deus; respeitam as Suas decisões quanto a como o sangue pode ser usado, visto que o sangue representa a vida que é um dom de Deus. Ao mesmo tempo as testemunhas de Jeová aceitam qualquer tratamento que não viole a lei de Deus, tais como transfusões de solução salina e outros preparados em vez de sangue.

      11. Que principio declarado por Jesus em Mateus 10:39 se aplica em tais circunstâncias?

      11 Todo o mundo quer viver e é natural buscar-se um remédio que prolongue a própria vida ou a vida dos entes amados. Todavia, os cristãos dedicados não procurarão salvar a vida, violando a lei de Deus. Compreendem que a sua vida eterna está em jogo. Têm em mente as palavras de Jesus, que disse: “Quem acha a sua vida, perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por minha causa, achá-la-á.” (Mat. 10:39, ALA) Requer fé para apegar-se à lei de Deus em tais ocasiões, mas, apegando-se a ela, os cristãos mostram que realmente obedecem ao primeiro grande mandamento de amar a Jeová de todo o coração, alma, força e mente. Entendem que é a sua relação dedicada a Jeová que precisam conservar a todo o custo.

      CONDUTA HONROSA NO MATRIMÔNIO

      12. (a) Por que tem Jeová o direito de decidir a conduta correta entre o homem e mulher? (b) Portanto, como se deve considerar o matrimônio?

      12 O homem não foi criado para viver sozinho. O propósito de Jeová era encher a terra com criaturas humanas e ele fez arranjo para que isto se desse mediante a união matrimonial entre homem e mulher e a constituição de família. Por isso ele criou “homem e mulher” e deu o seguinte mandamento ao primeiro casal: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra.” Visto que foi Jeová Deus quem criou os órgãos diferentes de reprodução, ele tem o direito de decidir qual é a conduta correta entre o homem e a mulher. O matrimônio deve ser honrado e respeitado de modo correto. — Gên. 1:27, 28.

      13. (a) Quem só pode ter o privilégio de coabitar? (b) É a poligamia permitida aos cristãos ou qual é o padrão que seguem?

      13 Desde o início Deus tornou claro certos princípios concernentes a esta relação. O privilégio de coabitarem homem e mulher seria permitido só dentro do matrimônio. Por isso, depois de Deus criar a primeira mulher, ele a trouxe ao homem e deu-lhe por esposa. (Gên. 2:21-24) Embora Jeová permitisse mais tarde a poligamia na nação de Israel, ela não era segundo o padrão estabelecido no Éden e ele não a permite entre os cristãos. Mediante Cristo Jesus foi restaurado o princípio básico do matrimônio, que o homem deve ter só uma mulher. Este foi perfeitamente entendido pela primitiva congregação cristã e por isso encontramos entre os requisitos exigidos de um superintendente de congregação, segundo registrados em 1 Timóteo, capítulo 3, versículo 2, que ele deve ser “marido de uma só mulher”.

      14. Que decisão precisa fazer o polígamo antes de ser aceito como associado dedicado da sociedade do Novo Mundo?

      14 Nos países em que os homens costumam ter mais de uma mulher, este princípio bíblico pode apresentar alguma dificuldade. Talvez certo homem tenha mais de uma mulher, mas ouve as “boas novas” e as aprecia, desejando associar-se com a sociedade do Novo Mundo das testemunhas de Jeová. Mas a sua condição marital não está de acordo com os princípios que a Bíblia estabelece para os cristãos; portanto, o que deve fazer? Sim, neste sentido as “boas novas” lhe são um desafio. Isto lhe significará uma grande mudança na vida, separando-se de todas as suas esposas secundárias e ficando só com a que lhe é biblicamente permitido. Esta é uma decisão que ele mesmo tem de fazer, mas deve fazer, se é que deseja ser aceito como servo dedicado de Jeová e na associação com o povo de Deus.

      15. (a) Como deve ser considerado o vínculo marital? (b) O que se pode dizer sobre a fornicação e o “casamento experimental”? (c) Que se precisa fazer primeiro para’ se entrar em matrimônio honroso?

      15 O casamento que dá o direito de coabitarem homem e mulher seria um vínculo unificador que não devia ser quebrado por qualquer motivo. Depois de falar acerca do primeiro matrimônio no jardim do Éden, Jesus prosseguiu, dizendo: “O que Deus ajuntou não o separe o homem.” (Mat. 19:6, ALA) Nestas palavras Jesus demonstrou a seriedade do matrimônio cristão, e que não devia ser considerado levianamente. Portanto, qualquer coisa que violasse o arranjo divino do matrimônio seria injusto, e por isso desobediente e desagradável a Jeová, o Criador do homem. Por conseguinte, o homem e a mulher só poderiam coabitar quando casados, o homem com sua mulher legítima e a mulher com seu marido legítimo, a fornicação é proibida. Assim, é impróprio e uma violação dos mandamentos de Deus um homem solteiro coabitar com uma mulher, casada ou não. Do mesmo modo, é errado uma mulher solteira coabitar com qualquer homem. Isto elimina qualquer “casamento experimental” que é praticado em alguns países, sendo que jovens casais vivem juntos só para ver se dá certo, mas sem se unir permanentemente pelo matrimônio. Pelo contrário, é necessário que haja um casamento apropriado, reconhecido tanto por um como pelo outro como unificador e permanente, sendo registrado apropriadamente como testemunho de suas intenções honrosas, antes do privilégio de coabitarem. Mesmo que às vezes isto leve alguns meses para ser realizado, os jovens que se preparam para o matrimônio devem manter-se moralmente limpos, refreando-se de coabitarem até que o casamento seja registrado. Fazendo isto, demonstrarão respeito apropriado pela provisão divina do matrimônio, tratando-o de modo honroso.

      16, 17. Como deve o casal demonstrar respeito pelo arranjo matrimonial e o que os ajudará a assim fazer?

      16 Depois do casamento o casal precisa continuar respeitando o arranjo matrimonial. A Bíblia declara o seguinte concernente ao matrimônio cristão: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros.” (Heb. 13:4, ALA) Tendo presente que Jeová é o juiz e que todas as nossas ações estão descobertas diante dele ajudará o homem e mulher casados a evitar qualquer infidelidade ao seu cônjuge. Também, o amor de um ao outro ajuda a fortalecer a lealdade de um ao outro e a evitar a infidelidade. “Assim também os maridos devem amar as suas mulheres como a seus próprios corpos. Quem ama a sua esposa, a si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a sua própria carne, antes a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja; porque somos membros do seu corpo. Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne.” Sem dúvida, um marido não estaria amando a sua esposa se cometesse adultério. Tampouco estaria amando a mulher com quem cometesse adultério, visto que a estaria fazendo pecar e merecer o juízo de Deus. — Efé. 5:28-31, ALA.

      17 O homem e mulher foram criados para se ‘unir’ um ao outro. Isto quer dizer continuar firmemente unidos, ambos com o desejo de fazer o matrimônio durar. Como se pode fazer isto? Estando presente o amor. Em muitos casamentos não há esta qualidade. Em alguns países há pouca ou nenhuma associação entre o homem e mulher casados; não trocam idéias nem passam tempo na companhia um do outro, nem mesmo fazem suas refeições juntos. Às vezes a mulher é considerada mais como uma serva caseira do que uma companheira e cônjuge num contrato matrimonial.

      18. (a) Que exemplo deu Jesus para os maridos cristãos? (b) De que maneiras práticas demonstra o marido amor pela sua mulher?

      18 Qual então deve ser a atitude do cristão para com a sua esposa? Isto é expresso em Efésios 5:25 e 28 (ALA), que diz: “Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela. Assim também os maridos devem amar as suas mulheres como a seus próprios corpos.” Jesus era misericordioso, paciente e bondoso para com seus irmãos cristãos na congregação. Tinha satisfação de estar com eles e falar-lhes acerca das maravilhas do reino de Deus. Além de declarar as “boas novas” ao povo em geral na Palestina, ele passou muitas horas com seus discípulos fiéis, explicando-lhes a verdade. Demonstrou a profunda qualidade do seu amor quando finalmente deu a sua vida terrestre em sacrifício para que toda a congregação pudesse ser salva para a vida eterna. Esta é a espécie de amor que um marido deve ter para com sua mulher. Ele aprende a desfrutar a sua companhia. Desejando que obtenha a vida eterna, procura as oportunidades de falar com ela acerca da maravilhosa esperança da vida no novo mundo, que ele aprendeu por intermédio das “boas novas”. Mesmo que ambos tenham aceitado as “boas novas”, continuarão a conversar sobre as coisas que edificam um ao outro na fé.

      19. Em que duas maneiras está o cristão sob a obrigação de prover para a sua família?

      19 É verdade que o marido tem dever e obrigação de cuidar da esposa e dos filhos em sentido material. A Bíblia declara distintamente: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos de sua própria casa, tem negado a fé, e é pior do que o descrente.” (1 Tim. 5:8, ALA) Mas além de cuidar de sua família materialmente, ele deve cuidar mais de suas necessidades espirituais, assim como Cristo cuidou da congregação.

      20. Que espécie de futuro prepararão os pais cristãos para seus filhos e em que resultará isto?

      20 Tem filhos o leitor? Se tiver, que espécie de futuro prepara para eles? Boa instrução do mundo para que possam melhorar a posição econômica e social deles? Estas não são as coisas todo-importantes. Apreciando que o casamento procede de Jeová e que os frutos do casamento, os filhos, são dádivas de Jeová, os pais que O amam quererão que os filhos cresçam para servi-lo. (Sal. 127:3) Por isso os pais cristãos treinam seus filhos desde tenra idade numa conduta sadia, no estudo da Bíblia e na declaração das “boas novas” a outros, tudo para a glória de Deus. “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor.” Sendo obedecido este mandamento, os filhos se fortalecerão espiritualmente e serão capazes de resistir às tentações do mundo e pela fé e obras justas serão uma glória tanto para os pais como para Jeová. — Efé. 6:4, ALA.

      21. Qual é a melhor maneira em que a esposa cristã pode demonstrar amor pelo marido?

      21 Em todas estas coisas a esposa deve dar apoio amoroso ao seu marido e cabeça. A melhor maneira de a esposa mostrar o seu amor para com seu marido é em cooperar com ele, aceitando com humildade o arranjo de Jeová em que “o homem [é] o cabeça da mulher”. (1 Cor. 11:3, ALA) Compartilhando no estudo da Bíblia, nas reuniões com o povo de Deus, na proclamação das “boas novas” a outros e em todas as atividades do lar, a família, marido, mulher e filhos, crescerão em amor e alegria. A apreciação pelas “boas novas do reino” de Deus move cada pessoa sincera a viver em harmonia com estes excelentes princípios bíblicos.

      22. (a) Em que única base permite a Bíblia um divórcio que realmente termina o matrimônio? (b) Em face da seriedade do matrimônio, que conselho sábio deve ser seguido na escolha de um cônjuge?

      22 Mas o que se pode fazer onde o matrimônio não é feliz, onde há desacordo sobre religião e outros assuntos? Há qualquer base para tal matrimônio terminar em divórcio, permitindo que o homem ou a mulher se case com outra pessoa com quem acha que se dará melhor? A Bíblia não permite o divórcio por qualquer motivo. Embora a lei de certos países possa permitir o divórcio só porque o marido e a mulher não se combinam e desejam a liberdade para se casarem com outras pessoas, a Bíblia dá apenas um motivo para o divórcio que realmente termina o matrimônio, a saber, o adultério. Jesus tornou isto claro, quando disse: “Eu vos digo que qualquer que se divorciar de sua esposa, a não ser por motivo de fornicação [isto é, adultério], e se casar com outra, comete adultério.” (Mat. 19:9) Pelo adultério o cônjuge infiel se torna realmente uma só carne com outra pessoa além do seu cônjuge fiel. Naturalmente, o cônjuge fiel pode querer perdoar este ato e continuar vivendo com seu cônjuge, mas se quiser divorciar-se por causa de adultério, estará então livre para se casar com outrem, visto que o contrato do casamento termina assim tanto segundo a Bíblia como segundo a lei. Em face da necessidade de entendimento e de amor para que o matrimônio dure, o cristão dedicado dá ouvido ao sábio conselho bíblico de se casar “só no Senhor”, isto é, casar-se com alguém que, como ele, também é uma cristã dedicada. — 1 Cor. 7:39.

      23. Onde houver divisão no lar, o que procurará fazer o cônjuge cristão?

      23 No lar dividido por questões de religião, o cônjuge cristão que reconhece a seriedade do matrimônio fará tudo que puder para sanar as diferenças que existam. Não procurará abandonar o cônjuge descrente, mas, com paciência e bondade, trabalhará para a salvação do seu cônjuge na medida do possível. — 1 Cor. 7:10-16.

      24. Como podem as “boas novas” ser um desafio ao círculo familiar e o que resultará em se enfrentar corretamente este desafio?

      24 Portar-se de modo “digno das boas novas” então significa mais do que apenas falar a outros, professando servir a Deus. Deve ser uma conduta proveniente de uma ‘nova personalidade’ presente todo o tempo e certamente dentro do círculo familiar — marido para com a mulher, mulher para com o marido, pais para com os filhos e filhos para com os pais. Se a sua vida familiar, por causa de algum hábito ou por outras razões, não cumpre estes requisitos, então, certamente este conselho da Bíblia lhe é apresentado como um desafio. Está disposto a fazer a mudança necessária? Se estiver, poderá estar seguro das ricas bênçãos de Jeová, o Criador do matrimônio, Aquele que dará a vida eterna num novo mundo para todos os obedientes da família humana.

  • Conduta na demonstração prática de ‘amor ao próximo’
    A Sentinela — 1963 | 1.° de agosto
    • Conduta na Demonstração Prática de ‘Amor ao Próximo’

      1. Por que é muito importante quê os cristãos mantenham a conduta correta entre as nações?

      A CONDUTA ‘digna das boas novas’ não se limita apenas ao lar, ao círculo familiar, mas abrange tudo que fazemos, em todas as ocasiões e em todos os tratos com as pessoas. 1 Pedro 2:12 instrui-nos o seguinte: “Mantende correta a vossa conduta entre as nações, a fim de que, naquilo em que falam de vós como de malfeitores, possam, em resultado das vossas obras correta, das quais são testemunhas oculares, glorificar a Deus no dia da sua inspeção.” É por isso que a nossa conduta é importante. É para que os povos das nações, vendo as nossas obras corretas, sejam induzidos a glorificar a Deus. Eles vêem a diferença entre o comportamento dos cristãos dedicados e o do mundo. Ficam admirados e quando consideram o assunto descobrem que isto se dá porque estes se tornaram testemunhas dedicadas de Jeová, que vivem segundo a esperança segura de vida em um novo mundo. Vêem que o comportamento dos servos de Jeová não provém de um desejo hipócrita de agradar aos homens nem de receber

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