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  • Como suportar o fardo da injustiça
    A Sentinela — 1979 | 15 de abril
    • mil anos são assim, de fato, como a curta duração duma vigília de quatro horas durante a noite. Por isso, a duração da vida humana, de apenas 70 ou 80 anos, é virtualmente inexistente aos olhos de Deus. “Findamos os nossos anos como um sussurro”, escreveu o profeta Moisés. (Sal. 90:9) Sim, a brevidade da nossa vida pode ser comparada ao hálito que passa pelos nossos lábios ao sussurrarmos. Quando tomamos em consideração que Jeová Deus promete dar aos seus servos leais uma eternidade de vida feliz em paz e segurança, então mesmo toda uma vida de extremo sofrimento não é coisa alguma. Este conceito pode ajudar-nos a ser pacientes quando ficamos aflitos por termos de enfrentar injustiça, opressão e favoritismo.

      12. (a) Qual é a alegação de Satanás a respeito dos homens? (b) Como isso pode ajudar-nos a suportar o fardo da injustiça?

      12 Nesta questão ainda entra outro fator. O grande adversário da humanidade, Satanás, o Diabo, afirma que os que servem a Deus são motivados pelo egoísmo. Isto se torna evidente da acusação que Satanás levantou contra Jó: “Tudo o que o homem tem dará pela sua alma. Ao invés disso, estende agora tua mão, por favor, e toca-lhe até o osso e a carne, e vê se não te amaldiçoará na tua própria face.” (Jó 2:4, 5) Por isso, por mantermos nossa lealdade a Deus em face de injustiças, podemos demonstrar a motivação correta de nosso coração, assim como Jó.

      13. Como podemos evitar reagir a circunstâncias desfavoráveis da maneira descrita no Salmo 73:21, 22?

      13 Se nós mesmos formos vítimas de injustiça, por causa de preconceito ou por recusarmos participar na política, temos de ter cuidado para não reagir à permissão da injustiça, por Deus, apenas à base de sentimentos ou sensações, assim como o animal irracional. Isto poderia amargurar-nos bem no nosso intimo e desequilibrar nosso modo de pensar, induzindo-nos a encarar as coisas puramente de nosso próprio ponto de vista e a cegar-nos para com o propósito de Deus. Isto foi o que aconteceu com Asafe. Ele admitiu: “Meu coração azedou e tive dores agudas nos meus rins, e eu era irracional e nada sabia; tornei-me apenas como os animais, do teu ponto de vista.” — Sal. 73:21, 22.

      14. Que relação devemos esforçar-nos a proteger?

      14 Não importa o que nós mesmos possamos enfrentar pessoalmente, devemos esforçar-nos arduamente a proteger nossa relação com Jeová Deus, porque o nosso enaltecimento virá dele. Isto é o que o salmista veio a reconhecer. Lemos: “Estou constantemente contigo; seguraste-me a mão direita. Tu me guiarás com o teu conselho e depois me levarás à própria glória. A quem tenho nos céus? E além de ti não tenho outro agrado na terra. Falharam-me o organismo e o coração. Deus é a rocha de meu coração e meu quinhão por tempo indefinido. Pois, eis que perecerão os mesmos que se mantêm longe de ti. Certamente silenciarás a todo aquele que te abandona imoralmente. Quanto a mim, porém, chegar-me a Deus é bom para mim. Pus o meu refúgio no Soberano Senhor Jeová, para declarar todas as tuas obras.” — Sal. 73:23-28.

      15. Como nos levará Jeová à glória?

      15 Devemos lembrar-nos de que, em nenhuma circunstância, Jeová Deus nos abandonará, se permanecermos fiéis a ele. Estará sempre conosco. O Altíssimo nos tomará pela mão, para conduzir-nos e sustentar-nos. O conselho ou a admoestação de Jeová será nosso guia para um futuro feliz e seguro. Embora possamos sofrer humilhação, por um tempo, Jeová causará uma inversão da situação e nos levará à glória ou honra. Iguais a Asafe, só temos nosso Pai celestial em quem podemos estribar-nos para receber consolo.

      16. (a) Em que sentido é Deus uma “rocha” para o nosso coração? (b) Como pode Jeová ser nosso “quinhão”? (c) O que devemos esforçar-nos a fazer em conexão com as obras maravilhosas de Jeová?

      16 Termos uma condição aprovada perante Jeová deve ser nosso maior prazer. Mesmo que nosso organismo ou nosso coração nos falhe, Jeová nos fortalecerá. Dará estabilidade ao nosso coração, para que não percamos a esperança e a coragem, em face de adversidade. Deveras, o privilégio de usufruir a intimidade com nosso Pai celestial e poder servi-lo é um quinhão muitíssimo agradável, um bem de valor inestimável. Que nunca o larguemos, visto que isso significaria calamidade para nós, junto com todos os que abandonam a Jeová. Iguais ao salmista, cheguemo-nos a Jeová, confiando todos os nossos cuidados a ele. Isto é bom, porque promoverá nossa felicidade e nosso bem-estar. Outrossim, falemos a outros sobre as obras maravilhosas de Jeová, fortalecendo assim os que porventura tiverem dúvidas.

      17. Qual deve ser o ponto focal na nossa vida, e como nos ajudará isso a suportar as injustiças?

      17 Deveras, podemos hoje tirar grande proveito do que o salmista registrou sobre a sua própria experiência. Embora as injustiças observadas no atual sistema possam ser perturbadoras, podemos suportar este fardo com bom êxito por fazermos nossa vida girar em torno do serviço prestado a Deus. Se fizermos isso, nossa recompensa estará garantida. (Heb. 6:10) De fato, tão grande será a nossa recompensa que, em comparação, qualquer provação ou tribulação que possamos ter de enfrentar será apenas “momentânea e leve”. — 2 Cor. 4:17.

  • O sofrimento que lhe pode ser de proveito
    A Sentinela — 1979 | 15 de abril
    • O sofrimento que lhe pode ser de proveito

      “Vós vos alegrais grandemente com este fato, embora atualmente, por um pouco, se preciso, sejais contristados por várias provações, a fim de que a qualidade provada da vossa fé, de muito mais valor do que o ouro perecível, apesar de ter sido provado por fogo, seja achada causa para louvor, e glória, e honra, na revelação de Jesus Cristo.” — 1 Ped. 1:6, 7.

      1. Que maus tratos tiveram de enfrentar os cristãos nos primitivos dias da congregação?

      FORAM escarnecidos, espancados e presos. Seus lares foram invadidos e seus bens saqueados. Alguns de seus amigos leais e parentes pereceram às mãos de turbas iradas ou foram sentenciados à morte, por decreto judicial. Não haviam cometido nenhum crime para justificar tal tratamento brutal. Levavam uma vida exemplar e tinham verdadeiro amor ao próximo. Mas, incorreram no ódio de muitos. Por quê? Porque eram discípulos de Jesus Cristo. — Atos 8:1-3; Heb. 10:32-34.

      UMA FORMA DE DISCIPLINA BENÉFICA

      2, 3. (a) Por que certos judeus cristianizados estavam ficando cansados da corrida pela vida? (b) De que se haviam esquecido?

      2 Foi benéfico o terrível sofrimento que os cristãos tiveram de suportar? Alguém talvez respondesse prontamente que não. A Bíblia, porém, apresenta o assunto de alguém ser obrigado a sofrer maus tratos como algo muito proveitoso Disse-se aos judeus cristianizados do primeiro século: “Ao procederdes na vossa competição contra esse pecado, ainda nunca resististes até o sangue, mas esquecestes inteiramente a exortação que se dirige a vós como a filhos: ‘Filho meu, não deprecies a disciplina da parte de Jeová, nem desfaleças quando és corrigido por ele; pois Jeová disciplina aquele a quem ama; de fato, açoita a cada um a quem recebe como filho.’” — Heb. 12:4-6.

      3 A oposição movida contra os judeus cristianizados era muito severa. Mas a luta deles contra o pecado que facilmente enlaça — a perda da fé — ainda não havia

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