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  • Quão firme é a sua fé?
    A Sentinela — 1963 | 15 de maio
    • “franqueza no falar, a que se há de pagar uma grande recompensa”.

      33. Por que é que muitos se afastam das religiões da cristandade e o exemplo de quem seguem nisto?

      33 Centenas de milhares de pessoas afastam-se das falsas organizações religiosas da cristandade porque estas instituições nada prometem. O que podem prometer? Elas rejeitam a Bíblia. Não têm a “expectação segura de coisas esperadas”. Mas, quanto aos que buscam a verdade, a Palavra de Deus lhes tem dado conhecimento e entendimento, e eles têm fé que o reino de Deus está próximo. Crêem no que Paulo disse, muito embora tenha sido escrito há dezenove séculos. atrás. “Porque ainda dentro de pouco tempo aquele que vem virá, e não tardará.” (Heb. 10:37, ALA) Não houve demora na vinda de Cristo Jesus. A sua segunda presença tem-se manifestado desde 1914.a Está próximo o fim! É tempo de se sair desta Sodoma moderna, assim como Ló e suas duas filhas fugiram daquela iníqua cidade há séculos passados. Os que querem viver no novo mundo de Deus terão de fugir da organização do Diabo e encontrar segurança na organização de Jeová. Deus proverá um lugar seguro para todos durante a batalha do Armagedon. Tem o leitor fé que Deus fará isto? Ló e as suas duas filhas tiveram fé e eles chegaram vivos a Zoar.

      34. Como é que as testemunhas de Jeová estão demonstrando que têm fé?

      34 Quão veraz é a Palavra de Deus: “O meu justo viverá pela fé, e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma”! (Heb. 10:38, ALA) As atuais testemunhas de Jeová precisam viver pela fé, mas ela é uma expectação segura com plena confiança nó futuro, porque a Palavra escrita de Deus lhes narra o futuro. Elas vêem que aconteceram e que estão acontecendo as coisas que a Palavra de Deus disse que aconteceriam. Portanto, não é tempo de os que conhecem a Palavra de Deus retrocederem e voltarem para a organização iníqua do velho mundo, pois Deus não se agradaria deles. Paulo era um homem resoluto, de mentalidade firme e tinha grande fé, ao ponto de poder fortalecer a de outros. Disse ele com convicção: “Ora, não somos da espécie que retrocede para a destruição, mas da espécie que tem fé para preservar viva a alma.” — Heb. 10:39.

      ANALISANDO A NOSSA FÉ

      35. Ao analisarmos á nossa fé, a que perguntas precisamos responder?

      35 Que espécie de fé temos nós? É ela da espécie que retrocede frente a qualquer tribulação ou dificuldade que surge, ou é ela firme, edificada sobre o fundamento sólido da Palavra de Deus? É a nossa fé suficientemente firme que possa perseverar para “preservar viva a alma”?

      36. Como é que Filipenses. 4:9 nos ajuda a edificar uma fé firme?

      36 Paulo, escrevendo aos filipenses, disse: “O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco.” (Fil. 4:9, ALA) O que foi que aqueles cristãos aprenderam de Paulo? O que foi que ouviram dele? O que foi que viram nele? O que foi que receberam dele? Sem dúvida viram que Paulo era um cristão zeloso, dedicado a Jeová Deus, um que, seguia as pisadas de Cristo Jesus. Viam nele um homem disposto a sofrer todas as espécies de aflições, de perseguições, de tribulações e de enfrentar até a morte, sem retroceder. Eles leram a sua carta com as experiências sobre o que ele tinha padecido por causa das boas novas de Cristo. Sabiam que Paulo cria que Cristo Jesus tinha dado a sua vida para salvar a humanidade, demonstrando a sua crença por pregar o reino de Deus por Cristo como Rei. Estas são apenas algumas das coisas que os cristãos aprendem de Paulo: Mediante as suas muitas cartas e associação pessoal Paulo edificou em outros a necessária fé. As coisas que ele pregava e pelas quais vivia, as primeiras testemunhas cristãs de Jeová aprenderam, ouviram, viram e aceitaram. E agora? Será que os fiéis seguidores de Cristo Jesus praticarão hoje aquelas coisas? Se praticarem, qual será o resultado? “O Deus de paz será convosco.”

      37. Como é que se pode conseguir a paz com Deus hoje em dia e quem serve de principal exemplo na demonstração do apropriado amor?

      37 Como pode uma pessoa ter a paz de Deus hoje em dia? Em primeiro lugar, afastando-se deste iníquo sistema de coisas. Depois, devotando-se inteiramente a fazer a vontade de Jeová Deus. Escreveu Moisés: “Eu, Jeová, teu Deus, sou um Deus que exige devoção exclusiva.” (Êxo. 20:5) Portanto, como cristãos, precisamos servir a Deus de todo o coração, de toda a mente, de toda a alma e com toda a energia. Isto comprovará o nosso verdadeiro amor para com o nosso Pai no, céu. Acrescentemos a isto o segundo mandamento que temos de obedecer, a saber; amar o próximo como a nós mesmos. O maior exemplo desta espécie de amor foi o Filho de Deus, Cristo Jesus. Se alguém quiser tornar-se cristão tem de ser tanto semelhante a ele quanto possível. Queremos copiá-lo em tudo o que ele fez. Para isso, temos que ler a seu respeito para sabermos tudo o que pudermos acerca de sua vida e do seu trabalho. Esta informação encontra-se na Palavra escrita de Deus, a Bíblia Sagrada.

      38. Por que podemos ter a certeza de que não é a instrução teológica que qualifica a pessoa como verdadeiro ministro de Jeová?

      38 Para podermos seguir as pisadas de Cristo Jesus não precisamos de treinamento num seminário teológico ou num colégio religioso. Se uma instrução superior, fosse necessária; então Pedro e João não podiam ter sido apóstolos de Cristo Jesus. Estes dois eram homens simples, mas de mente sã. Apreciavam e amavam a verdade. Eram homens que ouviram o seu mestre, Jesus Cristo, e aprenderam dele. Quando o ressuscitado Instrutor deles lhes explicou por que tinha morrido na estaca de tortura, eles não se provaram ser da espécie que retrocede, mas estavam prontos para continuar, e em Pentecostes eles pregaram as coisas que tinham ouvido e crido. Por isso, o registro bíblico diz-nos que, quando os do Sinédrio judaico viram a “intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos; admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus”. (Atos 4:13, ALA) É o espírito da pessoa, o seu zelo, a sua devoção e seu conhecimento que influi, e não um diploma pendurado na parede. Aqueles homens tinham obtido o verdadeiro conhecimento, porque tinham estado com Jesus e tinham aprendido a verdade. Expressavam-na destemidamente. Não foi a instrução escolar deles nem as escolas rabínicas dos seus dias que os qualificaram como ministros de Deus. Nunca, cursaram tais escolas. Foram ordenados ministros de Deus pelo próprio Deus, não por homens. Para usar “batina” os clérigos da cristandade podem traçar a sua linhagem até 325 E. C. ou até o credo de Nicéia, mas não até Cristo Jesus nem até a Palavra de Deus.

      39. (a) O que todos os cristãos precisam ser e como foi que H. G. Wells demonstrou que isto se dava com os primeiros cristãos? (b) Será que o exemplo de Paulo demonstrou que a igreja do primeiro século era uma organização de pregadores? Como?

      39 Esta informação deve servir de verdadeiro encorajamento para as pessoas que amam a Bíblia em todas as partes do mundo e esta deve ajudá-las a decidir-se pelo ministério. Se Pedro e João, que eram pescadores, puderam ser apóstolos de Jesus Cristo e puderam qualificar-se para representar a Deus como seus ministros ordenados na terra, então por que não pode um que ama a verdade da Palavra de Deus, que é devoto e que dedicou a vida no serviço de Deus fazer também o mesmo? Todos os cristãos de outrora eram ministros e estudavam a Palavra escrita de Deus. Torna-se claro que cada pessoa que se torna cristã também precisa ser uma pregadora das boas novas. A dificuldade da cristandade hodierna é que os clérigos são os únicos ministros reconhecidos e que as congregações deles se têm tornado um rebanho que ouve, não um rebanho que prega. Tem-se desenvolvido uma classe clerical e uma classe leiga na cristandade e, segundo indicado no livro The Outline of History (Epítome da História) de H. G. Wells vê-se “a profunda diferença entre este completamente desenvolvido cristianismo de Nicéia e os ensinos de Jesus de Nazaré”. Referente aos primeiros cristãos ele disse: “A sua única organização era uma organização de pregadores e a sua principal função era o sermão.” É isto que os verdadeiros cristãos de hoje notam que a organização precisa ser. A inteira organização das testemunhas de Jeová é constituída de ministros ordenados, sendo a principal função e treinamento deles o uso de sermões. Eles usam sermões bíblicos de casa em casa e nos seus estudos bíblicos domiciliares. Os cristãos de hoje precisam ser exatamente como as testemunhas de Jeová dos dias dos apóstolos, que iam de casa em casa, que proferiam sermões para as pessoas de qualquer família que visitavam e que estudavam a Bíblia com elas. Disse Paulo: “Não me esquivei de vos comunicar quaisquer das coisas que eram proveitosas, nem de vos ensinar publicamente e de casa em casa.” (Atos 20:20) H. G. Wells mostrou que desde 325 A. C. os lideres religiosos da cristandade estabeleceram elaborados rituais em torno de altar, consagrando diáconos; bispos, sacerdotes; estabelecendo a missa e se entregaram à construção de templos. Quão diferente da maneira em que os verdadeiros cristãos adoravam ao Deus Altíssimo Jeová!

      TODOS PRECISAM TER FÉ

      40. (a) O que têm leito pelo povo os lideres da cristandade? (b) Como descreve certo líder religioso o que está faltando nas organizações religiosas de hoje?

      40 Os líderes da cristandade se têm colocado na posição em que se encontram hoje. Tornaram inúteis os milhões de freqüentadores, os leigos, de suas igrejas quanto a divulgar o cristianismo. Os clérigos os ensinam a ouvir e a praticar uma série de formalidades cada semana nos seus templos. Não incumbem o seu rebanho de pregar a favor de Cristo nem de dizer a outros as boas novas do reino de Deus. Há alguns clérigos atuais que admitem a sua falha. Por exemplo, o “Reverendo” John Heuse, diretor da Paróquia Trindade da cidade de Nova Iorque, disse o seguinte no seu sermão “Para Que São as Igrejas?”.

      “Nenhuma paróquia pode cumprir a sua verdadeira função a menos que no próprio seio da vida dos seus lideres haja uma pequena comunidade de cristãos mudados e realmente convertidos, verdadeiramente zelosos. A dificuldade é que na maioria das paróquias ninguém, inclusive os clérigos, realmente mudou muito; mas mesmo onde um devoto sacerdote se sacrifica no coração da associação, nada acontecerá até que haja uma comunidade de homens e mulheres convertidos.” — Reader’s Digest de junho de 1962.

      41. (a) De quem é a culpa da fraqueza dos paroquianos? (b) Que qualidade básica de cristianismo está faltando?

      41 De quem é a culpa? Os clérigos devem ser culpados. Eles não tentam transformar os seus paroquianos em cristãos que sustentam “grande luta e sofrimentos”. Os seus paroquianos não querem expor-se “como em espetáculo, tanto de opróbrio, quanto de tribulações” por causa de Cristo. Recusam ser como os primeiros cristãos, dispostos a ser presos se necessário só por causa da pregação das boas novas do reino de Deus. Por que tem falhado a cristandade? Seus povos não têm “fé para preservar viva a alma”. Não sabem nem foram ensinados o que é o trabalho cristão. Os povos da cristandade não foram treinados a defender o que é justo. E como podiam ser? Disse Jesus: “Se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco.” (Mat. 15:14, ALA) Não ensinaram ao rebanho deles o que é o cristianismo nem o que é a verdade. E como poderia alguém esperai isto deles, visto que um dos próprios clérigos disse: “Quanto a mim, admito que não, posso pensar numa igreja que eu me daria ao incômodo de atravessar a rua para entrar, nela, caso eu fosse um leigo.” (Vejam-se as páginas 299 e 300.) E muitos homens e mulheres tampouco vão às suas igrejas. Mui provavelmente estes que não vão à igreja tenham notado a verdadeira condição das igrejas antes do citado clérigo.

      42. Por que é que os concílios ecumênicos não unem as várias seitas religiosas?

      42 Que todos os líderes das diferentes seitas do mundo se reúnam com o Papa João XXIII, em outro concílio ecumênico. Que tentem unir as várias seitas religiosas, tanto protestantes como católicas, numa sólida organização. Contudo, nunca tornarão cristãos os seus membros. Para isso é preciso mais do que uma consolidação. São necessárias a bênção de Deus, o seu espírito, a sua Palavra e a fé individual para alguém ser cristão. A cristandade transviou-se demais da Palavra de Deus, a fim de que possa voltar. Inúmeros clérigos da cristandade escolheram pequenas partes da Bíblia para crer nelas, rejeitando o resto como se fosse mito. Em substituição eles transmitem aos seus rebanhos as suas próprias idéias e, segundo Paulo disse, se ocupam “com fábulas e genealogias sem fim, que antes promovem discussões do que o serviço de Deus, na fé”. — 1 Tim. 1:4, ALA.

      43. O que é a Bíblia para um verdadeiro cristão?

      43 Mediante o estudo da Bíblia o verdadeiro cristão sabe que toda ela é um livro de ação, um livro de serviço, um livro de fé, um livro de verdade e que é a genuína Palavra do Altíssimo Deus Jeová. Há apenas dezenove séculos atrás Jesus Cristo creu que era verdadeira a história registrada nas Escrituras Hebraicas e ele citou os livros da Bíblia. Quererá o leitor ensinar a outros as mesmas coisas que Jesus ensinou então? Tenha fé na Palavra de Deus. Estude-a! “Prega a palavra”, como é o dever dos cristãos! Daí, “insta, quer seja oportuno, quer não”. — 2 Tim. 4:2, ALA.

      44, 45. De que modo se manifesta uma fé firme?

      44 Crê que “com o coração se exerce fé para a justiça, mas com a boca se faz declaração pública para a salvação”. (Rom. 10:9, 10) Pois então, tem fé bastante para fazê-lo falar como cristão e dizer a verdade das promessas de Deus concernentes ao Seu reino, que é a única esperança da humanidade? Ou é como alguns que se chamavam seguidores de Cristo, os quais Tiago descreveu que são ‘somente ouvintes, enganando-se a si mesmos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se ao homem que contempla num espelho o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla e se retira, e para logo se esquece de como, era a sua aparência’. — Tia. 1:22-24, ALA.

      45 A lógica de Tiago é conclusiva. Disse ele: “De fato, assim como o corpo sem fôlego está morto, assim também a fé sem obras está morta.” (Tia. 2:26) A fé se expressa. Ela se proclama. A fé não é algo sem vida, mas algo que age. A fé faz com que outras pessoas saibam o que se crê. Ela fala de casa em casa. O ministro de Deus que tem fé tem de ser ativo. Aquele que conhece a Palavra de Deus a divulga. A fé não tem fosse de dar testemunho, disse Pedro. “Santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós, fazendo-o, todavia, com mansidão e temor.” (1 Ped. 3:15, 16, ALA) Aquele que tem fé em Deus e na Bíblia a declara perante todo o mundo.

      46. A quem escolheu Jesus para serem portadores de luz e que exemplo lhes deixou ele?

      46 Jesus, quando pregou aos judeus que aguardavam o Messias, não escolheu os escribas nem os fariseus como luz do mundo. Ele escolheu apenas homens simples, homens de fé. Lembre-se do que ele disse: “Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” (Mat. 5:14-16, ALA) E esta instrução que se acha no seu Sermão do Monte foi dada tanto a homens como a mulheres. Que excelente sermão de serviço foi aquele! Jesus incentivou todos que o ouviam a participar no ministério, a representar o reino de Deus e a trabalhar por ele. Disse ele: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça.” (Mat. 6:33, ALA) Ele ensinou os que amavam a justiça a orar. Demonstrou-lhes a necessidade de santificarem o nome do Pai, Jeová, e a orar pelo seu reino, a fim de que a sua vontade fosse feita na terra assim como no céu. (Mat. 6:9-15) Para manter-se neste serviço ministerial requer genuína fé em Jeová Deus, em seu Filho Jesus Cristo e na Palavra de Deus.

      47. O que devem todos fazer agora no sentido de preservar viva a alma?

      47 Se tiver tal fé, isto lhe significará “preservar viva a alma”. Por conseguinte, fuja deste velho mundo que se dirige para a destruição semelhante a Sodoma e seja como Ló e suas duas filhas. Levante-se e se mova; seja um ministro das boas novas! Não hesite em sustentar a ‘grande luta e sofrimentos, ora exposto como em espetáculo, tanto de opróbrio, quanto de tribulações’. (Heb. 10:32, 33, ALA) Sirva a Deus como verdadeiro cristão e com firme fé. Creia na sua Palavra e ganhe a vida eterna no novo mundo de justiça.

  • “Combate o bom combate da fé”
    A Sentinela — 1963 | 15 de maio
    • “Combate o Bom Combate da Fé”

      1. Como pôde Paulo falar com autoridade sobre o combate da fé?

      ESTAS palavras do apóstolo Paulo a Timóteo: “Combate o bom combate da fé”, tinham significado real para Paulo. Ele foi perseguido pelo seu povo, pelos judeus, recebeu muitas varadas, foi apedrejado e preso. Sofreu naufrágios, esteve em perigo de salteadores, em perigo de falsos irmãos, passou noites em claro, padeceu fome e sede, sim, todas as espécies de provações e tribulações. Estando sob toda esta pressão, ainda lhe acometia a “preocupação com todas as igrejas”. (2 Cor. 11:23-28, ALA) Assim, pois, as palavras de Paulo: “Combate o bom combate da fé”, não eram palavras vazias. Faria o leitor o mesmo que Paulo fez por causa das boas novas? Faria sim, se tivesse fé como Paulo e Timóteo tinham e então poderia ‘tomar posse da vida eterna, para a qual também foi chamado, e de que faria a boa confissão, perante muitas testemunhas’. — 1 Tim. 6:12, ALA.

      2. Por que precisam ser pacientes os que estão incumbidos de ensinar outros e como Paulo mostrou Isto de modo especial nos seus comentários?

      2 Paulo, na sua carta a Timóteo, instruía este dedicado jovem cristão a cumprir os seus deveres como verdadeiro seguidor de Cristo. Como superintendente e irmão ele devia ensinar, àqueles com os quais estava associado, só as doutrinas salutares que tinha recebido da Palavra de Deus. Não devia saturar-se de conversa vã nem de suas próprias idéias. Timóteo sabia a verdade e era a verdade que ele devia ensinar, nada mais. Tal ensinamento levaria tempo e exigiria muita paciência, por que o povo de Deus não são os sábios do mundo, nem os inteligentíssimos mas as pessoas simples. Foi isto que Paulo escreveu aos coríntios: “Não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as cousas loucas do mundo para envergonhar os sábios,

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