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  • Fé
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • da fé. A fé serve de escudo protetor na pugna espiritual cristã, ajudando-o a vencer o Diabo e a ser um conquistador do mundo. — 1 Ped. 1:6, 7; Efé. 6:16; 1 Ped. 5:9; 1 João 5:4.

      Mas a fé não é algo automático, visto que a falta de fé é o ‘pecado que tão facilmente enlaça uma pessoa’. Para mantermos uma fé firme é preciso travarmos uma luta árdua por ela, resistindo aos homens que poderiam mergulhar-nos na imoralidade, combatendo as obras da carne, evitando o laço do materialismo, esquivando-nos de filosofias e tradições dos homens que destroem a fé, e, acima de tudo, olhando “atentamente para o Agente Principal e Aperfeiçoador de nossa fé, Jesus”. — Heb. 12:1, 2; Judas 3, 4; Gál. 5:19-21; 1 Tim. 6:9, 10; Col. 2:8.

  • Febe
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    • FEBE

      [radiante]. Uma irmã cristã da congregação de Cencréia, no primeiro século. Paulo, em sua carta aos cristãos em Roma, ‘recomenda-lhes’ esta irmã, e pede que lhe prestem toda a assistência necessária, como alguém que “se mostrou defensora de muitos, sim, de mim mesmo”. (Rom. 16:1, 2) Pode ser que Febe tenha entregue a carta de Paulo em Roma, ou, de outro modo, acompanhasse a pessoa que a entregou.

      Paulo se refere a Febe como “ministro da congregação que está em Cencréia”. Isto suscita a questão de se seu emprego do termo diákonos (“ministro”) tem aqui um sentido governamental, como em 1 Timóteo 3:8 e em Filipenses 1:1, ou se foi usado simplesmente no sentido geral. Alguns tradutores encaram o termo num sentido oficial, e, assim, traduzem-no como “diaconisa” (BJ; LR; MH). A Bíblia na Linguagem de Hoje o considera em sentido geral, e o traduz “que está servindo”.

      A idéia básica transmitida por diákonos, como também pelo verbo diakonéo, é a de prestar serviço pessoal a outrem, como no caso de alguém servindo à mesa. (João 2:5, 9; Luc. 12:37; 17:7, 8; 22:27) Várias vezes se descreve as mulheres como ministrando a Jesus neste sentido geral, sem dúvida preparando e servindo alimento, talvez cuidando das roupas e prestando serviços pessoais similares. (Mat. 27:55; Mar. 15:41; Luc. 8:3; João 12:2) Na parábola das ovelhas e dos cabritos, Mateus usa diakonéo para abranger, não só o fornecimento de alimento e de algo para beber, mas também as atividades tais como as de prover roupas e de visitar alguém doente ou preso. (Mat. 25:44) Parece que Febe era “ministra” neste sentido básico.

      Cencréia, como um dos principais portos que serviam a destacada cidade de Corinto, seria um local que propiciaria muitas oportunidades de se mostrar hospitalidade a pessoas que passavam por ali, inclusive o apóstolo Paulo. (Atos 18:18) Alguns sugerem que era neste sentido que Febe servia como “defensora de muitos”. No entanto, o termo traduzido “defensora” (prostátis) tem o sentido básico de “protetora” ou “socorredora”, de modo que dá a entender não apenas a simples cordialidade, mas ir socorrer outros que passam necessidade. Poderá ser traduzido também “patrona”. A liberdade de viajar e de prestar notável serviço na congregação, que Febe usufruía, talvez indique que ela era viúva e, possivelmente, uma senhora dotada de certa riqueza material. Assim, ela talvez estivesse em condições de usar sua influência na comunidade em favor dos cristãos que estavam sendo erroneamente acusados, defendendo-os desta forma; ou, talvez tenha provido refúgio para eles numa época de perigo, servindo como protetora. O registro não fornece pormenores a respeito.

  • Febre
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    • FEBRE

      Na Bíblia, trata-se de um termo genérico que designa todas as doenças acompanhadas por elevada temperatura corpórea. A malária é uma das mais comuns doenças febris do Oriente Médio. Em Levítico 26:16, a palavra hebraica qaddáhhath, “febre ardente, inflamação”, é traduzida na Septuaginta pela forma do vocábulo grego ikteros, “icterícia”. A icterícia também é muito conhecida na Palestina, e pode ser acompanhada de febre.

      A disenteria é outra doença febril mencionada especificamente na Bíblia, em Atos 28:8. Esta afecção se caracteriza pela grave inflamação do cólon, às vezes produzindo a evacuação de sangue e muco. É comumente acompanhada de febre alta, e os antigos escritores de assuntos médicos gregos muitas vezes usavam a combinação de ‘febre e disenteria’ para designar uma condição patológica específica.

      Ao passo que a Lei, com suas disposições, visava primariamente o benefício espiritual de Israel e manter sua separação das nações pagãs, um exame dos regulamentos dietéticos e sanitários da Lei revela que tinha um efeito benéfico secundário de proteger aquela nação das causas e veículos de muitas doenças, inclusive de certas doenças febris, geralmente infecciosas.

      Quando Jesus Cristo estava na terra, foram curadas por ele muitas pessoas afligidas de febre. Um desses casos foi o da sogra do apóstolo Simão Pedro. (Mat. 8:14, 15; Mar. 1:29-31) Lucas, pelo que parece por ser médico, traz à atenção o grau de febre nesse caso, classificando-a como “febre alta”. — Luc. 4:38.

  • Fecho (Tranca)
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    • FECHO (TRANCA)

      Instrumento de prender uma porta ou portão, a fim de impedir a entrada. (Juí. 3:23, 24; Nee. 3:3, 6, 13-15) A tranca nos tempos antigos consistia geralmente numa barra ou belho de madeira que deslizava de lado através dum sulco numa escora de madeira presa à porta. Para trancar a porta, empurrava-se a barra para dentro dum soquete na ombreira da porta, que era então presa por pinos de madeira ou de ferro que caíam da escora nos buracos da barra. Para destrancar a porta, inseria-se uma chave com pinos correspondentes, para levantar tais pinos, possibilitando assim que a barra fosse puxada para a posição destrancada. O soquete ou buraco em que se inseria a barra é mencionado pela jovem sulamita, ao relembrar um sonho que ela teve, em que seu amado pastor ficou afastado dela por meio de uma porta trancada. — Cân. 5:2-5.

  • Feira (Mercado)
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    • FEIRA (MERCADO)

      Uma área aberta que servia como centro de compra e venda, e como local de reunião pública nas cidades grandes e pequenas no antigo Oriente Médio e no mundo romano. Nas cidades gregas e romanas, essa área aberta era cercada de estátuas e de prédios públicos, inclusive de edifícios religiosos. Parece que alguns assuntos jurídicos eram tratados nos mercados. (Compare com Atos 16:19-21.) Também, as novidades, tanto locais como estrangeiras, podiam ser ouvidas no mercado, pois era ali que as pessoas se reuniam e falavam sobre os últimos acontecimentos. — Compare com Atos 17:17-21.

      Nos mercados da Palestina era possível encontrar crianças empenhadas em jogos. (Mat. 11:16; Luc. 7:32) Homens desempregados costumavam ficar por ali, inclusive aqueles que estavam dispostos a ser contratados por um só dia. (Compare com Mateus 20:3, 4.) Os orgulhosos escribas e fariseus queriam ser notados pelas multidões ali presentes, e ser saudados de acordo com sua suposta condição elevada. (Mat. 23:2, 6, 7; Mar. 12:38; Luc. 11:43; 20:46) Ao voltarem do mercado, os fariseus e outros judeus tradicionalistas se purificavam por meio de abluções, antes de comerem algo. — Mar. 7:3, 4.

      Quando na terra, Cristo Jesus curou pessoas nos mercados ou feiras. (Mar. 6:56) E o apóstolo Paulo, em Atenas, diariamente arrazoava “na feira, com os que por acaso estivessem ali”. — Atos 17:16, 17; veja ÁPIO, FEIRA DE.

  • Feiticeiro
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    • FEITICEIRO

      Veja MAGIA E FETIÇARIA.

  • Fel (Bílis)
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    • FEL (BÍLIS)

      A bílis é um líquido segregado pelo fígado e estocado na vesícula biliar, pequeno saco em forma de pera que se situa na parte inferior do lado direito do fígado. A vesícula biliar pode acumular, de uma vez, c. 43 g de bílis. Trata-se dum líquido esverdeado, ou amarelo, extremamente amargo, usado pelo corpo na digestão. A bílis veio a ser associada a tudo que é amargo ou venenoso, e tal palavra também é assim usada na Bíblia.

      Descrevendo sua experiência dolorosa e amarga, Jó fala em sentido figurado de sua vesícula biliar como sendo derramada sobre a terra. (Jó 16:1, 13) Mais tarde, Zofar, numa linguagem figurativa, insinua de forma acusadora que Jó agiu iniquamente, e que a “comida” dele será, dentro dele mesmo, como “o fel [ou veneno] de najas”. Ele avisa que uma arma passará ‘pela sua vesícula biliar’. (Jó 20:1, 14, 25) A palavra hebraica aqui traduzida ‘vesícula biliar’ ou “fel” é também traduzida “amargo” em muitas traduções. — Deut. 32:32; Jó 13:26; veja Planta Venenosa.

  • Felicidades
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    • FELICIDADES

      [de uma forma do hebraico ’ashár, “declarar feliz”; gr., makários, “feliz”]. As felicidades descritas nos Salmos e nos Provérbios, e especialmente as mencionadas por Jesus Cristo em seu Sermão do Monte, são amiúde chamadas de “bem-aventuranças” ou “beatitudes”. No entanto, “felicidade” é uma tradução mais exata dos termos bíblicos usados, pois tanto o hebraico como o grego dispõem de diferentes palavras para bênção (Heb., barákh, “abençoar”; gr., eulogéo, “falar bem de, abençoar”). Ademais, “abençoado” contém a idéia da ação de abençoar, ao passo que “feliz” traz à mente o estado ou a condição que resulta da bênção de Deus. Muitas versões modernas traduzem ’ashár e makários como “feliz”, “felicidade”. (BLH; CDC; CT; MH; NM; NTV, e outras traduções, tanto em português como em outros idiomas.) Makários é traduzido “feliz” na CBG em Atos 26:2 e Romanos 14:22.

      JEOVÁ E JESUS CRISTO

      Jeová é o “Deus feliz”, e seu Filho, Jesus Cristo, é chamado de “o feliz e único Potentado”. (1 Tim. 1:11; 6:15) Apesar de o nome e a soberania de Jeová terem sido desafiados pela introdução da iniqüidade tanto no céu como na terra, Ele está seguro do feliz desenrolar de seu propósito; nada pode ser feito além do que a Sua vontade permite. (Isa. 46:10, 11; 55:10, 11) Sua longanimidade, em permitir condições que se acham no seu poder de mudar, tem sido exercida com um propósito ou fim definido; por isso, ele se sente feliz. — Rom. 9:22-24.

      O salmista exclama: “A glória de Jeová mostrará ser por tempo indefinido. Jeová se alegrará com os seus trabalhos.” (Sal. 104:31) Ele é o maior e o principal Dador, jamais mudando nem permitindo que sua generosidade e a sua atitude misericordiosa e amorosa transformem-se em amargura, por causa da ingratidão da parte de algumas criaturas. (Tia. 1:17) Jesus Cristo, seu Filho, tendo plena confiança no Pai, e sempre fazendo as coisas que agradam a Ele, é feliz. (João 8:29) Mesmo quando submetido a provações e sofrimentos, Jesus possuía uma alegria íntima. — Heb. 12:2; compare com Mateus 5:10-12.

      A FONTE DA FELICIDADE

      Todas as felicidades prometidas na Bíblia dependem dos relacionamentos corretos com Deus; todas elas são conseguidas à base do amor a Deus e do serviço fiel a Ele. A verdadeira felicidade não pode ser obtida à parte da obediência a Jeová. Sua bênção é essencial para a felicidade, como sendo uma de suas ‘boas dádivas’ e de seus ‘presentes perfeitos’.

      A felicidade não tem como fonte o acúmulo de riqueza ou de poder materiais. Disse Jesus: “Há mais felicidade em dar do que há em receber.” (Atos 20:35) Promete-se àquele que mostra consideração para com o humilde, e que, desta forma, goza a felicidade de dar: “O próprio Jeová o guardará e preservará vivo. Será chamado feliz na terra.” (Sal. 41:1, 2) As coisas que contribuem para a verdadeira

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