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  • Fecho (Tranca)
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    • a posição destrancada. O soquete ou buraco em que se inseria a barra é mencionado pela jovem sulamita, ao relembrar um sonho que ela teve, em que seu amado pastor ficou afastado dela por meio de uma porta trancada. — Cân. 5:2-5.

  • Feira (Mercado)
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    • FEIRA (MERCADO)

      Uma área aberta que servia como centro de compra e venda, e como local de reunião pública nas cidades grandes e pequenas no antigo Oriente Médio e no mundo romano. Nas cidades gregas e romanas, essa área aberta era cercada de estátuas e de prédios públicos, inclusive de edifícios religiosos. Parece que alguns assuntos jurídicos eram tratados nos mercados. (Compare com Atos 16:19-21.) Também, as novidades, tanto locais como estrangeiras, podiam ser ouvidas no mercado, pois era ali que as pessoas se reuniam e falavam sobre os últimos acontecimentos. — Compare com Atos 17:17-21.

      Nos mercados da Palestina era possível encontrar crianças empenhadas em jogos. (Mat. 11:16; Luc. 7:32) Homens desempregados costumavam ficar por ali, inclusive aqueles que estavam dispostos a ser contratados por um só dia. (Compare com Mateus 20:3, 4.) Os orgulhosos escribas e fariseus queriam ser notados pelas multidões ali presentes, e ser saudados de acordo com sua suposta condição elevada. (Mat. 23:2, 6, 7; Mar. 12:38; Luc. 11:43; 20:46) Ao voltarem do mercado, os fariseus e outros judeus tradicionalistas se purificavam por meio de abluções, antes de comerem algo. — Mar. 7:3, 4.

      Quando na terra, Cristo Jesus curou pessoas nos mercados ou feiras. (Mar. 6:56) E o apóstolo Paulo, em Atenas, diariamente arrazoava “na feira, com os que por acaso estivessem ali”. — Atos 17:16, 17; veja ÁPIO, FEIRA DE.

  • Feiticeiro
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    • FEITICEIRO

      Veja MAGIA E FETIÇARIA.

  • Fel (Bílis)
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    • FEL (BÍLIS)

      A bílis é um líquido segregado pelo fígado e estocado na vesícula biliar, pequeno saco em forma de pera que se situa na parte inferior do lado direito do fígado. A vesícula biliar pode acumular, de uma vez, c. 43 g de bílis. Trata-se dum líquido esverdeado, ou amarelo, extremamente amargo, usado pelo corpo na digestão. A bílis veio a ser associada a tudo que é amargo ou venenoso, e tal palavra também é assim usada na Bíblia.

      Descrevendo sua experiência dolorosa e amarga, Jó fala em sentido figurado de sua vesícula biliar como sendo derramada sobre a terra. (Jó 16:1, 13) Mais tarde, Zofar, numa linguagem figurativa, insinua de forma acusadora que Jó agiu iniquamente, e que a “comida” dele será, dentro dele mesmo, como “o fel [ou veneno] de najas”. Ele avisa que uma arma passará ‘pela sua vesícula biliar’. (Jó 20:1, 14, 25) A palavra hebraica aqui traduzida ‘vesícula biliar’ ou “fel” é também traduzida “amargo” em muitas traduções. — Deut. 32:32; Jó 13:26; veja Planta Venenosa.

  • Felicidades
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    • FELICIDADES

      [de uma forma do hebraico ’ashár, “declarar feliz”; gr., makários, “feliz”]. As felicidades descritas nos Salmos e nos Provérbios, e especialmente as mencionadas por Jesus Cristo em seu Sermão do Monte, são amiúde chamadas de “bem-aventuranças” ou “beatitudes”. No entanto, “felicidade” é uma tradução mais exata dos termos bíblicos usados, pois tanto o hebraico como o grego dispõem de diferentes palavras para bênção (Heb., barákh, “abençoar”; gr., eulogéo, “falar bem de, abençoar”). Ademais, “abençoado” contém a idéia da ação de abençoar, ao passo que “feliz” traz à mente o estado ou a condição que resulta da bênção de Deus. Muitas versões modernas traduzem ’ashár e makários como “feliz”, “felicidade”. (BLH; CDC; CT; MH; NM; NTV, e outras traduções, tanto em português como em outros idiomas.) Makários é traduzido “feliz” na CBG em Atos 26:2 e Romanos 14:22.

      JEOVÁ E JESUS CRISTO

      Jeová é o “Deus feliz”, e seu Filho, Jesus Cristo, é chamado de “o feliz e único Potentado”. (1 Tim. 1:11; 6:15) Apesar de o nome e a soberania de Jeová terem sido desafiados pela introdução da iniqüidade tanto no céu como na terra, Ele está seguro do feliz desenrolar de seu propósito; nada pode ser feito além do que a Sua vontade permite. (Isa. 46:10, 11; 55:10, 11) Sua longanimidade, em permitir condições que se acham no seu poder de mudar, tem sido exercida com um propósito ou fim definido; por isso, ele se sente feliz. — Rom. 9:22-24.

      O salmista exclama: “A glória de Jeová mostrará ser por tempo indefinido. Jeová se alegrará com os seus trabalhos.” (Sal. 104:31) Ele é o maior e o principal Dador, jamais mudando nem permitindo que sua generosidade e a sua atitude misericordiosa e amorosa transformem-se em amargura, por causa da ingratidão da parte de algumas criaturas. (Tia. 1:17) Jesus Cristo, seu Filho, tendo plena confiança no Pai, e sempre fazendo as coisas que agradam a Ele, é feliz. (João 8:29) Mesmo quando submetido a provações e sofrimentos, Jesus possuía uma alegria íntima. — Heb. 12:2; compare com Mateus 5:10-12.

      A FONTE DA FELICIDADE

      Todas as felicidades prometidas na Bíblia dependem dos relacionamentos corretos com Deus; todas elas são conseguidas à base do amor a Deus e do serviço fiel a Ele. A verdadeira felicidade não pode ser obtida à parte da obediência a Jeová. Sua bênção é essencial para a felicidade, como sendo uma de suas ‘boas dádivas’ e de seus ‘presentes perfeitos’.

      A felicidade não tem como fonte o acúmulo de riqueza ou de poder materiais. Disse Jesus: “Há mais felicidade em dar do que há em receber.” (Atos 20:35) Promete-se àquele que mostra consideração para com o humilde, e que, desta forma, goza a felicidade de dar: “O próprio Jeová o guardará e preservará vivo. Será chamado feliz na terra.” (Sal. 41:1, 2) As coisas que contribuem para a verdadeira felicidade são o conhecimento de Jeová, a sabedoria da parte dele, e até mesmo a correção e a disciplina provenientes dele. (Pro. 2:6; 3:13, 18; Sal. 94:12) A pessoa verdadeiramente feliz confia em Jeová (Pro. 16:20), deleita-se na Sua lei e anda nela (Sal. 1:1, 2; 112:1), observa a justiça (Sal. 106:3) e teme a Deus. — Sal. 128:1.

      UMA NAÇÃO FELIZ

      A felicidade pode ser o quinhão de toda uma nação ou povo, caso essa nação realmente siga a Jeová como seu Deus e obedeça às leis dele. (Sal. 33:12; 144:15) A nação de Israel, depois da administração justa de Davi, e durante a época em que o Rei Salomão seguiu a lei de Jeová, mantinha-se segura e feliz, “em multidão, iguais aos grãos de areia junto ao mar, comendo e bebendo, e alegrando-se”. (1 Reis 4:20, 25; 10:8; 2 Crô. 9:7) Isto demonstra a influência da regência justa sobre uma nação. (Compare com Provérbios 29:2, 18.) Jesus deixou bem claro qual era o requisito para a felicidade nacional ao falar aos judeus nacionalistas que pensavam que, por serem os descendentes carnais de Abraão e de Jacó, eles eram a ‘nação feliz cujo Deus é Jeová’. (Sal. 33:12) Disse-lhes claramente que o reino de Deus seria retirado deles e “dado a uma nação que produza os seus frutos”. (Mat. 21:43) Mais tarde, o apóstolo Pedro aplicou o termo “nação” às pessoas geradas pelo espírito em união com Cristo, afirmando: “Vós sois ‘raça escolhida, sacerdócio real, nação santa, povo para propriedade especial, para que divulgueis as excelências’ daquele que vos chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz.” — 1 Ped. 2:9.

      CONSELHO DE CRISTO SOBRE A FELICIDADE

      Jesus iniciou notavelmente seu Sermão do Monte por enumerar nove felicidades, indicando as qualidades que colocam a pessoa no favor de Deus, com a perspectiva de herdar o reino dos céus. (Mat. 5:1-12) É notável, nestas felicidades, que, nem a situação em que a pessoa se encontre, devido ao tempo e ao imprevisto, nem os atos puramente humanitários que a pessoa pratique, lhe trazem a bênção da felicidade. A verdadeira felicidade provém das coisas relacionadas com a espiritualidade, a adoração de Deus e o cumprimento das promessas de Deus. Para exemplificar, Jesus diz: “Bem-aventurados os pobres de espírito . . .” (Al), ou, traduzido mais compreensivelmente: “Felizes os cônscios de sua necessidade espiritual, porque a eles pertence o reino dos céus.” (Mat. 5:3) Ele prossegue dizendo: “Felizes os que pranteiam, porque serão consolados”. (Mat. 5:4) Pelo contexto (Vv. 3 e 6) torna-se evidente que ele não tem presente todas as pessoas que pranteiam por qualquer motivo. Indica que o pranto resultaria de sua indigência espiritual, e de sua fome e sede de justiça. Tais pranteadores seriam observados e favorecidos por Deus, tendo sua bênção de plenitude espiritual, assim como Jesus promete: “Serão saciados.” — Compare com 2 Coríntios 7:10; Isaías 61:1-3; Ezequiel 9:4.

      No livro de Revelação, Jesus Cristo, por meio do mensageiro angélico, proclama sete felicidades. (Rev. 1:3; 14:13; 16:15; 19:9; 20:6; 22:7; 22:14) O livro declara, em sua introdução: “Feliz é quem lê em voz alta, e os que ouvem as palavras desta profecia e observam as coisas escritas nela” (1:3), e, em sua conclusão, diz: “Felizes aqueles que lavam as suas vestes compridas para que tenham a autoridade de ir às árvores da vida e para que obtenham entrada na cidade [Nova Jerusalém] pelos portões dela.”— 22:14.

  • Félix
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    • FÉLIX

      [feliz], O procurador da província romana da Judéia que manteve Paulo preso durante dois anos, depois da última visita de Paulo a Jerusalém, em 56 E.C. Crê-se que Félix servia em conjunto com Cumano no cargo de procurador, de 48 a 52, e sozinho de 52 a 58. Assim, à base dos oito anos de serviço de Félix, Paulo podia dizer-lhe em 56 E.C.: “Esta nação te tem tido como juiz por muitos anos.” — Atos 24:10.

      Os historiadores seculares afirmam que Félix já tinha sido escravo, que seu nome de nascimento era Antônio, e que o imperador Cláudio havia concedido tanto a ele como a seu irmão, Palas, a liberdade, e que era uma autoridade cruel e imoral. Tácito o descreveu como alguém que “julgava que podia praticar impunemente qualquer ato perverso”, alguém que, “entregando-se a toda espécie de barbarismo e de luxúria, exerceu o poder dum rei com o espírito dum escravo”. Relata-se que ele planejou a matança do sumo sacerdote Jônatas. Suetônio afirma que ele se casou três vezes, sendo adulterino pelo menos um de seus casamentos, o com Drusila, a filha do Rei Agripa I, visto que ela era a esposa do Rei Aziz, de Emesa. Essa descrição concorda com o que ficamos sabendo sobre Félix na Bíblia.

      Depois da prisão de Paulo, Cláudio Lísias, o comandante militar romano, receando pela segurança de seu prisioneiro, caso se permitisse que ficasse em Jerusalém, enviou apressadamente o apóstolo para Cesaréia, sob forte guarda, ‘mandando que os acusadores falassem contra ele’ perante Félix. (Atos 23:23-30) Cinco dias depois, o sumo sacerdote Ananias, um certo Tértulo e outros, desceram de Jerusalém com acusações absurdas contra Paulo. Félix presidiu ao julgamento, adiando a sentença. Ordenou que Paulo continuasse detido, mas com relaxamento da custódia, e que não se proibisse a ninguém de sua gente de servi-lo.

      Félix mais tarde “mandou buscar Paulo e o escutou sobre a crença em Cristo Jesus”. Foi nessa ocasião, quando Drusila, a esposa de Félix, estava presente, que Paulo ‘falou sobre a justiça e o autodomínio, e o julgamento por vir’. Ao ouvir estas coisas, “Félix ficou amedrontado”, e disse ao apóstolo: “Por ora vai-te embora, mas, quando eu tiver um tempo oportuno, mandarei buscar-te novamente.” Freqüentemente,

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