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  • Como a diferença abala o mundo
    Despertai! — 1975 | 22 de junho
    • Pela primeira vez, chefes nacionais dão passos sem precedentes para a cooperação internacional, no esforço desesperado de salvar a si mesmos.

      Sublinhando tal ponto, o Presidente Ford, dos EUA, disse recentemente à Assembléia Geral da ONU que as “nações vêem-se obrigadas a escolher entre o conflito e a cooperação”, e que agora, “mais do em qualquer outro tempo na história do homem, as nações . . . precisam voltar-se para a cooperação internacional” para gerir seus recursos.

      Mas, são tais passos motivados por qualquer amor novo que as nações sentem umas pelas outras? Não. É apenas “a própria seriedade da situação”, responde o Secretário-Geral da ONU, Waldheim, que “talvez produza estes acontecimentos nas relações internacionais que todos os apelos à razão e à boa vontade até agora não conseguiram produzir”.

      Admitidamente, então, qualquer ação unificada entre as nações se ergue em frágil alicerce do interesse próprio e da autopreservação, e não no interesse genuíno pelo próximo e pelos princípios justos. Terão êxito os esforços alicerçados em tal base?

  • Como a diferença influi em nosso futuro
    Despertai! — 1975 | 22 de junho
    • Como a diferença influi em nosso futuro

      A SITUAÇÃO mundial que acabamos de recapitular foi prevista com surpreendente exatidão na Bíblia. Ela predisse que, no período de uma só “geração, a humanidade veria acontecimentos que causariam “na terra angústia de nações, não sabendo o que fazer” e que os homens ficariam “desalentados de temor e na expectativa das coisas que vêm sobre a terra habitada”. (Luc. 21:25, 26, 32; veja também Mateus 24:3-8.) Num esforço de enfrentar estes novos desafios globais, as nações confeririam crescente autoridade às Nações Unidas.

      Prevendo com exatidão este acontecimento, a profecia da Bíblia revela que esta organização internacional seria “um oitavo rei” que provém dos sete “reis” precedentes, ou potências mundiais que dominaram sucessivamente a história bíblica. (Rev. 17:10, 11) A Bíblia amiúde usa animais ou seus “chifres” para representar os governos. (Dan. 7:17, 23, 24; 8:20-22) Assim, esta potência política composta é aqui representada por uma “fera”, tendo “sete cabeças” para representar os sete prévios “reis” que dominaram o mundo, dos quais surgiu. Mas, também tem “dez chifres”. (Rev. 17:3, 7) O que representam e o que fazem é muito significativo.

      Os “dez chifres”, continua a profecia, “que viste são dez reis que ainda não receberam a dignidade régia [no tempo do profeta]; mas hão de receber um poder semelhante ao de rei, por uma hora apenas, juntamente com a besta”. (Rev. 17:12, Pont. Inst. Bíblico; NM) O número profeticamente completo de “dez reis” representa a totalidade dos governos políticos hodiernos que regem por curto tempo junto com a ONU.

      Durante esse curto período, como o de

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