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  • A morte que traz proveito
    A Sentinela — 1973 | 1.° de março
    • o governo celestial de Cristo e de seus reis e sacerdotes associados? São revelados nas Escrituras como trajados de vestes compridas, que embranqueceram por causa de sua fé no sangue derramado de Jesus Cristo. (João 10:16; Rev. 7:9, 10, 14, 17; Mat. 25:31-34, 46) Não seguem o proceder do pecado, como quando estavam envolvidos no sistema iníquo de coisas deste mundo. Podem obter o perdão dos pecados que cometem dia a dia, por intermédio da oração a Jeová Deus em nome de Cristo. — 1 João 2:2.

      Entretanto, estes membros da “grande multidão” não são chamados por Deus para ser co-herdeiros com Cristo. Não são contados como ‘pendurados com Cristo’. Serem “declarados justos” como criaturas humanas perfeitas ainda precisa esperar. Mas, se morrerem fiéis agora, terão uma ressurreição com a oportunidade de serem tornados perfeitos na terra, durante o reinado de Cristo. (Heb. 11:6; Rev. 20:12, 13) Portanto, se obtiverem agora um bom nome perante Deus, ‘o dia da morte será melhor do que o dia de nascimento’ também no caso deles. Podem aguardar uma recompensa.

      Além disso, sua morte pode dar-lhes satisfação e ser de proveito para outros, se for sofrida em integridade fiel a Deus. Deus a pode usar para a sua glória. Esta verdade é salientada por um incidente que envolveu um dos das “outras ovelhas” fiéis, na Nigéria, África:

      “Um jovem, que havia sido criado como presbiteriano, foi persuadido pelos seus pais a ingressar no exército de Biafra, durante a guerra civil da Nigéria. Enquanto esperava num acampamento pelas suas ordens, foram trazidos diversos jovens para o serviço militar. Entre eles havia um das testemunhas de Jeová que se negou a se alistar para o treinamento militar. Ele foi severamente espancado, mas não mudou de idéia. Os oficiais encarregados procuravam pressioná-lo para que renunciasse à sua crença. Ele se negou a isso e foi levado perante um pelotão de fuzilamento, para ser executado em público. Foi amarrado a um poste e informado de que, depois de se contar até quatro, ele seria fuzilado. Enquanto o oficial proferia cada número, ele pausava para dar à Testemunha tempo para mudar de idéia. O jovem ainda se negou a isso. Quando se contou quatro, foi executado.

      “Entre os presentes que observavam a execução estava este soldado jovem. Vendo este exemplo notável de fé e integridade, sentiu-se induzido a examinar a sua própria situação. Enquanto antes pensava que todos estavam adorando o mesmo deus, sabia então que as testemunhas de Jeová eram diferentes. Decidiu que, se Deus o poupasse durante a guerra, então o adoraria plenamente. Decidiu nunca pegar em armas e conseguiu trabalhar na cozinha. Assim que acabou a guerra, começou a freqüentar as reuniões da congregação local das testemunhas de Jeová e a estudar a Bíblia. Em pouco tempo ele pediu para ser batizado. Já completou seu primeiro período de ‘pioneiro temporário’, serviço em que se devota tempo integral à pregação das boas novas do reino de Deus.”

      As Escrituras dizem: “Preciosa aos olhos de Jeová é a morte dos que lhe são leais.” (Sal. 116:15) Isto se dá especialmente no caso dos que Deus chama para sofrerem uma morte semelhante à de Cristo. Dá-se também no caso de todos os que entregam a vida no serviço fiel de Deus. Sua morte não é desperdiçada. Eles provêem um testemunho da justeza da soberania de Jeová, e Deus pode usar até mesmo a sua morte para ajudar outros a compreender a verdade e a ser induzidos a servi-lo.

      “Jeová é o meu Pastor. Nada me faltará. Decerto, a própria bondade e benevolência estarão no meu encalço todos os dias da minha vida; e eu vou morar na casa de Jeová pela longura dos dias.” — Salmo 23:1, 6.

  • Nunca está sozinho
    A Sentinela — 1973 | 1.° de março
    • Nunca está sozinho

      “Deus é para nós refúgio e força, uma ajuda encontrada prontamente durante aflições. Por isso é que não temeremos.” — Sal. 46:1, 2.

      1, 2. Como reagiu certo jornalista diante do isolamento de sete anos de um missionário, e como explicou o missionário a sua perseverança bem sucedida?

      EM 1965, um missionário foi liberto duma prisão da China Vermelha, onde havia passado sete anos em isolamento. Chegando a Hong Kong, foi entrevistado por jornalistas. Um deles disse ao missionário: “Ora, eu jamais poderia suportar ficar sozinho. Se tivesse de ficar sozinho durante sete anos, subiria nos paredes.”

      2 A quem gostaria de assemelhar-se — ao jornalista ou ao missionário? Qual era a fonte da força deste missionário? Ele explicou, mais tarde, como pôde suportar um isolamento tão longo. Falando como uma das testemunhas cristãs de Jeová, ele disse: “Temos algo em que pensar. Temos algum alimento espiritual dentro de nós que nos alimenta, e podemos perseverar na fé. Naturalmente, temos de estudar primeiro. Não temos nenhuma força íntima se não estudarmos. Assim, a melhor coisa a fazer é continuarem estudando a sua Bíblia e edificando a si mesmos. E, então, quando vier a dificuldade, se vier sobre os irmãos, poderão ‘perseverar’.”

      3. O que ilustra a experiência do missionário, e por que é assim?

      3 Esta experiência ilustra que os verdadeiros cristãos nunca estão sozinhos! Os que não têm fé simplesmente não podem compreender isso, mas é verdade: Os cristãos dedicados nunca estão sozinhos, porque seu conhecimento de assuntos espirituais é como um companheiro forte e sempre-presente, a quem podem consultar. Além disso, têm a Jeová Deus, o Todo-poderoso, como seu Ajudador, onde quer que estejam e não importa qual a sua situação. As palavras do Salmo 121:1-3 mostram que os que têm fé semelhante à do salmista nunca estão sozinhos: “Levantarei meus olhos para os montes. Donde virá a minha ajuda? Minha ajuda procede de Jeová, aquele que fez o céu e a terra. Não é possível que ele permita que teu pé cambaleie. Não é possível que Aquele que te guarda esteja sonolento.”

      QUANDO DESANIMADO OU DEPRIMIDO

      4. Quando alguém se sente solitário, por causa de desespero ou desânimo, o que pode fazer, mas que atitude deve evitar?

      4 Há ocasiões, também fora da prisão, quando a pessoa pode sentir-se solitária. Isto se dá especialmente quando se está abatido, desanimado ou desesperado. Não importa qual o motivo do desânimo, a pessoa deve lembrar-se de que pode lançar seu fardo de ansiedade ou frustração sobre Jeová, assim como disse o salmista: “Lança teu fardo sobre o próprio Jeová, e ele mesmo te susterá. Nunca permitirá que o justo seja abalado.” (Sal. 55:22) Podemos ter a certeza de que Jeová Deus não permitirá que seus servos sejam abalados ou caiam para a sua ruína. Mas há também uma advertência: Não adote uma atitude independente. Antes, estribe-se em Jeová Deus; dependa dele inteiramente. Ele o sustentará então e impedirá que caia. — Pro. 3:5-7.

      5. (a) Como podemos mostrar nossa confiança em Jeová? (b) Quando Jesus falou sobre achar “fé” na terra ao chegar o Filho do homem, a que se referia especialmente?

      5 A oração é um modo pelo qual podemos mostrar nossa confiança em Deus e pelo qual podemos lançar nossos fardos sobre ele. Nunca negligencie o meio da oração. (Efé. 6:18) Exige fé persistir

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