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  • Os cristãos devem esperar a perseguição?
    A Sentinela — 1967 | 1.° de junho
    • sente uma sensação de alegria além de descrição. Sente-se grato a Jeová por lhe permitir demonstrar sua fidelidade e por lhe dar a força de perseverar. Sente-se muito mais achegado a Jeová. Em segundo lugar, nossa fidelidade sob oposição é amiúde fonte de força para nossos concrentes. A fiel perseverança de Paulo nas cadeias de prisão e sua intrepidez em continuar a pregar as boas novas naquela condição tiveram um efeito muito fortalecedor em muitos cristãos romanos. “As minhas cadeias se têm tornado conhecimento público, em associação com Cristo, entre toda a guarda pretoriana e todos os demais; e a maioria dos irmãos no Senhor, sentindo confiança em razão das minhas cadeias, estão mostrando tanto mais coragem para falar destemidamente a palavra de Deus.” — Fil. 1:13, 14.

      18. Que outro bom resultado pode advir da perseverança fiel sob perseguição?

      18 Um terceiro resultado excelente da perseverança fiel sob perseguição é que o nome de Jeová é honrado. “Porque, se alguém, por causa da consciência para com Deus, agüenta coisas penosas e sofre injustamente, isto é algo agradável. Pois, que mérito há nisso se, quando estais pecando e estais sendo esbofeteados, perseverais? Mas, se perseverais quando estais fazendo o bem e sofreis, isto é algo agradável a Deus.” (1 Ped. 2:19, 20) Jeová sempre se agrada quando seguimos um proceder sábio e reto. Diz ele: “Sê sábio, meu filho, alegrarás meu coração e eu poderei responder ao que me ultrajar.” (Pro. 27:11, CBC) Desde o tempo da queda de Adão, Satanás tem vituperado a Jeová. Se falharmos sob perseguição, damos bem a Satanás uma razão a mais para vituperar a Deus. Mas, quando derivamos forças da Palavra e do espírito santo de Deus, e permanecemos firmes sob todos os tipos de oposição, damos a Jeová uma resposta viva a dar ao vituperador. Então, Satanás tem de se desviar sem satisfação. Nós queremos alegrar a Jeová, não queremos? Então, que nós jubilosamente, sim, com felicidade, soframos vexames por causa de Seu nome inigualável.

      19. Por que não precisamos sentir vergonha quando perseguidos por servir a Jeová?

      19 Considerando a perseguição deste ângulo, jamais nos sentiremos envergonhados. Embora sejamos ‘objetos de ódio de todas as pessoas’ por causa do nome de Cristo e sejamos considerados como “o refugo do mundo, a escória de todas as coisas”, não temos razão de ficar alarmados ou preocupados. (Mat. 10:22; 1 Cor. 4:13) Foi assim que Paulo se sentiu, como disse a Timóteo: “Portanto, não te envergonhes do testemunho a respeito de nosso Senhor, nem de mim, prisioneiro por causa dele . . . Por esta mesma causa eu também sofro essas coisas, mas não me envergonho.” (2 Tim. 1:8, 12) Pedro também concordou com isto. “Mas, se ele sofrer como cristão, não se envergonhe, mas persista em glorificar a Deus neste nome.” (1 Ped. 4:16) Se estivermos convictos de que nossa crença é certa e que estamos fazendo a vontade de Deus, então todo o tratamento, injúria e perseguição desonrosos que teremos de suportar não nos desencorajarão nem nos farão deixar o serviço de Jeová. Isto se provou verdadeiro no caso das testemunhas de Jeová em Portugal, nos tempos modernos. Embora uma congregação inteira fosse presa, julgada e falsamente condenada, isto não fez que as testemunhas de Jeová naquele país deixassem o serviço de seu Deus.

      20. Como podemos estar seguros de que podemos até suportar sozinhos a perseguição?

      20 Nossa confiança em Jeová nos habilitará, se necessário, a suportar sozinhos a perseguição. O fiel homem, Jó, suportou tal prova sem ajuda ou consolo humanos, e Jeová bondosamente o sustentou. “Ouvistes falar da perseverança de Jó e vistes o resultado que Jeová deu, que Jeová é mui terno em afeição e é misericordioso.” (Tia. 5:11) Paulo, também, teve de tomar sozinho uma posição assim em Roma, e saiu-se vitorioso. “Na minha primeira defesa, ninguém se pôs do meu lado, mas todos passaram a abandonar-me — não lhes seja isso posto na conta — mas o Senhor estava perto de mim e me infundiu poder, para que, por meu intermédio, se efetuasse plenamente a pregação e todas as nações a ouvissem; e fui livrado da boca do leão. O Senhor me livrará de toda obra iníqua e me salvará para o seu reino celestial.” (2 Tim. 4:16-18) Nos nossos próprios tempos, temos visto os exemplos firmes de irmãos como Stanley Jones e Harold King, que suportaram respectivamente sete anos e cinco anos de solitária nas prisões da China comunista. Por certo, Jeová não abandona aqueles que depositam toda a sua fé e confiança nele. “Jeová é o meu ajudador; não terei medo. Que me pode fazer o homem?” — Heb. 13:6.

      21. Apesar de certa perseguição, por que podemos encarar o futuro com plena confiança?

      21 Tendo presente as promessas seguras de Jeová e lembrando-nos do fiel exemplo de nossos irmãos sob perseguição, não precisamos temer o futuro, muito embora traga sobre nós toda a ira ardente de Satanás, sua agonia da morte. Sabemos que Jeová permite que passemos por uma prova a fim de demonstrarmos nossa fé e para a vindicação de seu grande Nome. Sabemos também que “Deus é fiel, e ele não deixará que sejais tentados além daquilo que podeis agüentar, mas, junto com a tentação, ele proverá também a saída, a fim de que a possais agüentar”. (1 Cor. 10:13) Por esta razão, encararemos o futuro com plena fé e confiança, assegurados de que podemos vencer “todos os projéteis ardentes do iníquo”. (Efé. 6:16) E, por fim, poderemos bradar com alegria: “Graças a Deus, porém, pois ele nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo!” — 1 Cor. 15:57.

  • Servindo com a vida eterna em vista
    A Sentinela — 1967 | 1.° de junho
    • Servindo com a vida eterna em vista

      “Pela perseverança da vossa parte adquirireis as vossas almas.” — Luc. 21:19.

      1. O que pensam as criaturas humanas normais a respeito da vida?

      NENHUMA criatura humana normal deseja morrer. Quer a pessoa seja jovem ou idosa, rica ou pobre, tenha boa saúde ou esteja doente, o instinto de apegar-se à vida é bastante forte. Não só isto se dá nos países afluentes do mundo, onde a vida é mais fácil e mais confortável, mas também é válido nos países subdesenvolvidos, onde a vida é amiúde sórdida, dura e incerta. No meio de todas as suas dificuldades e problemas, o ditado ainda é válido de que ‘enquanto há vida ainda há esperança’.

      2. O que deveriam os cristãos pensar a respeito da vida eterna?

      2 Se este ardente anseio e esforço pela

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