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    • Laodicéia, a SE. A cidade servia como porta para o coração da Frígia.

      É evidente que havia judeus ali, Revelação 3:9 mencionando “os da sinagoga de Satanás, que se dizem judeus”. Estes talvez agissem de forma contrária aos cristãos fiéis naquela cidade por tentarem recobrar os cristãos que eram judeus de nascimento, ou a persuadi-los a conservar ou a assumir de novo certos costumes da Lei mosaica. Tal tentativa não teve êxito, Jesus elogiando os cristãos por sua perseverança. Ele os incentivou a ‘continuarem perseverando’. — Rev. 3:9-11.

  • Filêmon
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    • FILÊMON

      [Gr., amoroso].

      Um amo cristão de escravos que se associava com a congregação em Colossos. Sua casa, nesta cidade na parte SO da Ásia menor, servia como local de reunião para congregação ali. Filêmon provou ser uma fonte de revigoramento para os co-cristãos, e um exemplo de fé e amor. O apóstolo Paulo o reputava como colaborador amado. (Filêm. 1, 2, 5-7; compare Colossenses 4:9 com Filêmon 10-12.) O desejo de Paulo de se hospedar com Filêmon traz um reflexo favorável sobre a hospitalidade de tal pessoa. — Filêm. 22; compare com Atos 16:14, 15.

      Áfia e Arquipo parecem ter sido membros da família de Filêmon, visto que Paulo também se dirige a eles na sua carta pessoal a Filêmon. Áfia talvez fosse esposa de Filêmon, e Arquipo talvez fosse filho dele. — Filêm. 2.

      Parece que Filêmon se tornou cristão pelos esforços de Paulo. (Filêm. 19) No entanto, visto que Paulo não realizara nenhuma pregação na própria Colossos (Col. 2:1), Filêmon talvez tivesse vindo a conhecer o cristianismo como resultado da atividade do apóstolo em Éfeso, por dois anos, quando “todos os que habitavam no distrito da Ásia [que abrangia Colossos], .  .  .  ouviram a palavra do Senhor“. — Atos 19:10

      Algum tempo antes de Filêmon receber a carta de Paulo, Onésimo, escravo de Filêmon, tinha fugido. Tal escravo fugitivo possivelmente surrupiara alguns fundos de seu amo para financiar sua viagem a Roma, onde, mais tarde, conheceu Paulo e se tornou cristão. — Filêm. 10, 11, 18, 19.

  • Filêmon, Carta A
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    • FILÊMON, CARTA A

      Uma carta escrita pelo apóstolo Paulo, de seu próprio punho, e dirigida primariamente a Filêmon. (Vv. 1, 2, 19) Deve ter sido composta algum tempo após o início do primeiro encarceramento de Paulo em Roma (provavelmente por volta de 60/61 E.C.), pois o apóstolo tinha a esperança de ser “posto em liberdade”. — V. 22; veja FILÊMON; ONÉSIMO.

      O propósito do apóstolo em escrever esta carta foi de encorajar Filêmon a aceitar novamente, com bondade, o seu escravo fugitivo, Onésimo. Em vez de usar sua autoridade apostólica para mandar que ele o fizesse, Paulo fez um apelo a ele à base do amor e da amizade pessoal. (Vv. 8, 9, 17) Sabendo que Filêmon era um homem de fé e de amor, Paulo estava confiante de que ele receberia de novo seu escravo, anteriormente inútil, mas agora cristão, como se fosse o próprio apóstolo. (Vv. 10, 11, 21) Isto é especialmente digno de nota, visto que Filêmon tinha o direito legal de dar severo castigo a Onésimo.

      Além de nos fornecer um exemplo real, que ilustra a beleza da bondade, do perdão e da misericórdia cristãos, a carta nos conta algo sobre os cristãos primitivos. Eles se reuniam em casas de famílias, chamavam-se uns aos outros de “irmão” e de “irmã” (Vv. 1, 2, 20), oravam uns pelos outros (Vv. 4, 22) e eram encorajados pela fé e pelo amor manifestados pelos co-crentes. — Vv. 4-7.

      ESBOÇO DO CONTEÚDO

      I. Saudações dirigidas a Filêmon, Áfia, Arquipo, e à congregação na casa de Filêmon (Vv. 1-3)

      II. Amor e fé possuídos por Filêmon eram fonte de alegria e conforto para Paulo, movendo o apóstolo a mencionar Filêmon em suas orações (Vv. 4-7)

      III. Intercessão de Paulo a favor de Onésimo (Vv. 8-22)

      IV. Cumprimentos finais (Vv. 23-25)

      Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 231, 232.

  • Filho (A), Filhos (As), Criança (S)
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    • FILHO (A), FILHOS (AS), CRIANÇA (S)

      O Criador, Jeová, providenciou a multiplicação da raça humana através do nascimento de filhos que, por sua vez, se tomariam adultos e, com o tempo, também se tornariam pais. O mandato de procriação é expresso em Gênesis 1:28. Ter filhos é um desejo normal das pessoas. Os antigos israelitas mostravam-se especialmente preocupados em trazer filhos ao mundo por causa da promessa de Deus de fazer deles uma poderosa nação, e porque, mediante eles, viria o descendente de Abraão, a fim de abençoar todas as famílias da terra. (Gên. 28:14) Ter muitos filhos era considerado uma bênção de Deus. (Sal. 127:3-5; 128:3-6) Considerava-se a esterilidade como vitupério. — Gên. 30:23.

      Nos tempos bíblicos, o nascimento dum menino era usualmente uma ocasião mais feliz do que o duma menina, embora, no círculo familiar, uma menina fosse tão amada pelos pais quanto um menino. A preferência por um menino residia em que ele assegurava (1) a continuidade da linhagem e do nome familiares, e (2) a retenção da propriedade familiar. Indica-se também a prioridade dada ao varão no fato de que o período de purificação da mãe, sob a Lei, era duas vezes mais longo para o nascimento de filhas. — Lev. 12:2-5.

      Antigamente, ao nascer, o bebê era primeiramente lavado com água, e então esfregado com sal. (Eze. 16:4) Fazia-se isto para tornar a pele seca, rija e firme. Cueiros ou faixas de pano envolviam firmemente a criança. (Jó 38:9; Luc. 2:12) A mãe a amamentava ao

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