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Altruísmo — chave para o casamento bem sucedidoDespertai! — 1970 | 8 de fevereiro
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que sejam satisfeitas as necessidades espirituais dela. O mesmo princípio se aplica, naturalmente, se o marido se deixa ficar sobrecarregado.
A boa esposa dum ministro cristão também está vividamente interessada em seus discursos e mostra isto tanto por não interferir em sua preparação de discursos como por prestar boa atenção quando ele os profere. Mas, o marido deve estar igualmente interessado nos esforços mais humildes de sua esposa, estando pronto a oferecer sugestões prestativas e o necessário encorajamento. Afinal de contas, cada um fica alegre quando o outro tem êxito.
Não há dúvida de que o altruísmo é importante chave para o casamento bem sucedido. Como certo conselheiro matrimonial se expressou: “O casamento bem sucedido não é uma dádiva; é uma consecução.” Aqueles que consideram o casamento de forma egoísta, preocupando-se apenas com o que podem tirar dele, mui provavelmente estão condenados à frustração e ao fracasso. Mas, aqueles que se casam com a idéia de contribuírem para a felicidade e o bem estar de outrem, bem como para se beneficiarem disso, bem que podem ser recompensados com êxito, pois não podemos fugir disso: “HÁ mais felicidade em dar do que há em receber.” — Atos 20:35.
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Proteger as criancinhas de acidentesDespertai! — 1970 | 8 de fevereiro
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Proteger as criancinhas de acidentes
“PAULO se achava em sua nona semana de vida quando isso aconteceu. Eu acabara de colocá-lo em nossa cama quando me lembrei de algo que tinha de fazer na cozinha. Mal acabara de chegar ali, ouvi um baque surdo.
“Fiquei tomada de temor até que seus berros, segundos depois, me disseram que estava vivo. Quando cheguei ao quarto de dormir, lá estava ele no chão. Tinha rolado até a beira da cama e caído — algo que jamais sonhara que pudesse fazer naquela grande cama de casal. E ele só tinha dois meses!
“Ao examiná-lo, fiquei aliviada de não encontrar nenhum osso quebrado. Exceto por um pequeno galo que nasceu no lado da cabeça, voltou pouco depois ao normal. Mesmo assim, telefonei ao médico e este me disse que provavelmente tudo sairia bem, mas que deveria ser observado para ver quaisquer sinais de ferimentos internos. Os dias seguintes, devo acrescentar, foram os mais longos da minha vida.
“Felizmente, Paulo não sofreu efeitos ruins de longo alcance devido à queda. Mas, ainda sinto calafrios em pensar na tragédia que isso poderia resultar. E tudo aconteceu tão depressa! Deixei-o sozinho menos de um minuto. Agora compreendo que isto é tudo que se precisa para que aconteça um acidente grave.”
Tal experiência é apenas uma das muitas que influem sobre milhões de crianças cada dia e que matam mais de 10.000 por ano apenas nos Estados Unidos. Com efeito, mais crianças morrem de acidentes que de câncer, pneumonia e defeitos congênitos juntos. Todavia, os peritos na segurança infantil calculam que tantos quantos nove de cada dez acidentes com crianças poderiam ser evitados.
Quando e Por Que Ocorrem Acidentes
Os acidentes não ocorrem por acaso. Cada um é provocado por algo. Podem ocorrer em qualquer parte e a qualquer hora. Quando alguém foi descuidado, pode acontecer um acidente. A questão é: O que pode ser feito para evitar a maioria deles?
É bom saber que muitos acidentes com crianças ocorrem entre as 16 e 20 horas durante a semana. Nessa ocasião, as mães estão usualmente atarefadas em preparar refeições e distraídas com outros deveres. De modo que as crianças não ficam tão bem observadas como em outras horas. Nos fins-de-semana, as primeiras horas da manhã são perigosos períodos. Muitos pais dormem até mais tarde nesses dias e as crianças talvez fiquem livres para ficar andando e meter-se em dificuldades. Os pais cônscios destas tendências podem fazer arranjos de canalizar as energias dos filhos para atividades construtivas nestas horas.
Outra ajuda é saber por que ocorrem a maioria dos acidentes. Muitos se quedam pensativos de como algumas crianças os evitam e outras são repetidas vezes atingidas por eles. Tem-se verificado que a criança inclinada a ser acidentada é usualmente ativa demais, inquieta, impulsiva e insegura. A criança que não sofre acidentes é geralmente mais tímida, submissa e, usualmente, provém dum grupo familiar mais intimamente unido. Parece também que os “simples” eventos e dificuldades cotidianos provocam a maioria dos acidentes: pequena enfermidade de um membro da família; um genitor cansado demais, ansioso ou distraído; um jovem preocupado, tenso ou muito faminto. Estes e outros incidentes fixam o palco para muitos acidentes.
Perigos Para os Infantes
Na infância, a criança fica na casa a maior parte do tempo, de modo que, naturalmente, é ali que os acidentes a atingirão. Mais tarde, ao se aventurar porta afora, novos perigos a confrontam. Haverá mas, carros, trânsito e escola. Os pais que podem antever estes novos perigos, à medida que o filho se desenvolve, estarão mais equipados para contrabalançá-los.
Primeiro, porém, concentremo-nos no que pode ser feito para proteger os bebês em especial, visto que dependem completamente dos adultos.
QUEDAS: Milhões de criancinhas são feridas todo ano devido a quedas na casa e próximo a ela. Pela experiência acima relatada, pode avaliar quão necessário é que se assegure de que o bebê jamais seja deixado a sós em qualquer lugar alto do qual possa cair. As quedas de camas de adultos representam alta porcentagem de graves ferimentos em bebês, os meninos sendo mais suscetíveis que as meninas. Até mesmo berços, considerados o lugar mais seguro para os bebês podem conter perigos ocultos. Contém o seu? Estão as grades sempre colocadas, de modo que o bebê não possa cair? Estão acolchoadas as barras do berço para evitar ferimentos na cabeça, e estão espacejadas de tal forma que não possa ficar com a cabeça presa nelas?
QUEIMADURAS E AFOGAMENTOS: As mães experimentam primeiro a temperatura do banho do bebê antes de lavá-lo, e seu leite antes de alimentá-lo. Compreendem o perigo de algo quente demais externa ou internamente. Todavia, certas mães, ao passo que evitam
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