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    Nosso Ministério do Reino — 1975 | junho
    • Apreciam a sua ajuda

      1 Jeová Deus ama as crianças. Desempenham um papel no Seu grandioso propósito, e em toda a história do homem, têm dado alegria e realização ao arranjo familiar. (Sal. 68:5; 127:3-5; 128:3-6) Imitando seu Pai Cristo Jesus também tinha terna afeição por gente jovem. Em certa ocasião, usando uma criança como exemplo, pôs “os seus braços em volta dela”. Não encarava tal demonstração de bondade como não sendo varonil. Mais tarde, Jesus achou tempo para tomar algumas crianças nos braços e abençoá-las. Gostava delas, e ajudá-las fazia parte de seu ministério. — Mar. 9:36; 10:13-16.

      2 Tendo o mesmo conceito de Jeová Deus e de seu Filho, quanto nos agrada termos crianças como parte da congregação. Queremos vê-las crescer em amor a Jeová e à justiça. A congregação está interessada em ver os jovens progredir na verdade, para que o seu “progresso seja manifesto a todos”. (1 Tim. 4:15) Quão feliz se sente a congregação quando eles crescem para servir em diversos campos de serviço de tempo integral, tais como Betel, o serviço pioneiro e missionário, ou de outros modos darem exemplos excelentes à congregação.

      3 Naturalmente, os pais têm a responsabilidade primária de ajudar os filhos, para que estes agradem a Jeová. Lembrando-se de que seus filhos nasceram sem crença em Deus, embora com a capacidade para ela, prestar-lhes-ão ajuda. Os bons exemplos também ajudam. Assim como os maridos incrédulos podem ser “ganhos sem palavra, por intermédio da conduta de suas esposas”, assim os filhos podem tornar-se crentes por serem testemunhas oculares da conduta piedosa de seus pais. — 1 Ped. 3:1, 2.

      4 São necessárias iniciativa e previsão, se os pais hão de cuidar dos interesses espirituais de seus filhos. Por exemplo, os pais que reconhecem isso, sabendo que seus filhos precisam de associação, fazem mais do que apenas adverti-los contra os resultados da má associação. Eles mesmos reservam tempo para estarem com os filhos, e também planejam associação com outros jovens que igualmente amem a Jeová.

      5 Criar filhos hoje em dia não é fácil. Por isso, os pais costumam agradar-se quando a congregação como um todo toma interesse genuíno nos jovens. Apreciam qualquer ajuda dada. Até mesmo uma palavra de reconhecimento, de que leva tempo e esforço para trazer os filhos às reuniões e levá-los ao campo, é encorajadora. Assim, também, é encorajador para os filhos quando os anciãos tomam uns momentos para falar com eles e deixá-los saber quão feliz a congregação se sente com a sua presença. Se tiver havido esforço e progresso pode-se mencionar isso. Talvez envolva o serviço de campo, um discurso de estudante, um comentário na reunião, verificação na Bíblia ou terem ficado quietos durante a reunião inteira.

      6 Os anciãos, com aprovação parental, podem mostrar aos jovens que eles fazem parte da congregação por incluí-los nas suas atividades, sempre que possível. Alguns talvez possam receber designações com relação ao salão. Podem tratar da limpeza de endireitar as cadeiras, distribuir o Ministério do Reino e designações da Escola do Ministério, ou de outros assuntos apropriados para a sua idade e capacidade. Podem ser usados na tribuna para proferir discursos na Escola do Ministério, participar em

  • A qualidade reanimadora da razoabilidade
    Nosso Ministério do Reino — 1975 | junho
    • A qualidade reanimadora da razoabilidade

      1 A razoabilidade, certamente, é uma qualidade muito desejável. É difícil trabalhar com alguém que não é razoável, que é obstinado, exigente, autoritário e crítico. (Eze. 34:4) Mas há algo realmente reanimador na pessoa que mostra consideração, compreensão e que não insiste na letra da lei. Pouco é de se admirar, então que as Escrituras exortam a todos nós, não só os anciãos, a mostrar razoabilidade. — Fil. 4:5; Tito 3:1, 2; Tia. 3:17.

      2 O que nos ajudará a ser razoáveis com nossos irmãos? Devemos lembrar-nos de que a congregação cristã compõe-se de pessoas de diferente formação, costume e modo de vida. Apesar de suas fraquezas, imperfeições e de seu alcance de progresso espiritual, desejam fazer a vontade de Deus. Reconhecermos isso nos ajudará a ser compreensivos e a dar a devida consideração à situação deles.

      3 Os irmãos que ‘procuram alcançar’ a obra excelente de superintendência na congregação cristã devem especialmente preocupar-se em dar exemplo em mostrar eqüidade, moderação e clemência, encarando de modo humano e razoável as capacidades, os problemas e a situação de seus irmãos. (1 Tim. 3:1, 3) Quem é razoável vê o que é bom no seu irmão, procurando elogiar e encorajar. Não condena prontamente os outros por faltas menores. Nem faz grande questão por causa de ninharias, dando às pessoas a impressão de ser difícil de agradar, que nada realmente o agrada. (Veja 1 Coríntios 9:12, 18-23; 1 Pedro 2:18) Ao passo que anima outros a progredir, reconhece que eles têm limitações, predileções e aversões.

      4 Quando consideramos as responsabilidades dos anciãos, podemos compreender por que a razoabilidade é uma das qualificações que os anciãos precisam ter. É reanimador para a congregação inteira. Ao cuidarem de assuntos como comissão judicativa, os anciãos razoáveis tomam em consideração a pessoa. Uma das principais preocupações é darem ajuda bíblica destinada a satisfazer as necessidades da pessoa, para que possa restabelecer-se de sua fraqueza espiritual. Mostrando razoabilidade, os anciãos não agirão quais juízes que lavram sentenças sem tomar em consideração a misericórdia. Também em outras ocasiões, ao darem conselhos ou distribuírem responsabilidades na congregação, não desconsideram a situação da pessoa nem as suas limitações. Baseando seu conselho na Palavra de Deus, apelam para o amor que os irmãos têm ao que é direito. Estão também dispostos a aceitar sugestões e a aplicar o conselho que recebem.

      5 Deveras, quando toda a congregação se esforça a mostrar razoabilidade, isso ajuda a tornar nosso serviço a Deus, não um fardo, mas um prazer. (Mat. 11:28-30) Continuemos todos nós a trabalhar arduamente em desenvolver em maior grau a qualidade reanimadora da razoabilidade.

  • Perguntas Respondidas
    Nosso Ministério do Reino — 1975 | junho
    • Perguntas Respondidas

      ● Estão os transgressores arrependidos que são repreendidos publicamente ou em particular como que “colocados” ou “postos em” prova?

      Não. A repreensão é uma expressão de desaprovação por parte da congregação, causada pela séria transgressão que poderia ter levado à desassociação de um de seus membros batizados, se ele não se tivesse arrependido. (1 Tim. 5:20; Tito 1:10-13) Uma vez feita a expressão de desaprovação, a repreensão está completa. A pessoa não entra num período de continua repreensão, estando assim sob a repreensão, como que “posta em prova”.

      Então, por que se impõem restrições? O pecado sério cometido por um membro da congregação evidencia uma fraqueza espiritual de sua parte. Assim como alguém fisicamente doente talvez seja restrito a comer certos alimentos ou a empenhar-se em certas atividades até que sua condição mostre uma sensível melhora, assim também aquele que é espiritualmente fraco poderá ser aliviado de certas responsabilidades na congregação até que haja evidência de que recuperou sua força espiritual. As restrições, em grande parte, destinam-se a ajudar o transgressor arrependido a restabelecer-se da fraqueza espiritual e a incutir nele a importância de respeitar a santidade de Deus. — Gál. 6:7-9; veja “Organização”, p. 166.

      Se um irmão, recentemente reprovado, se mudar para outra congregação, é aconselhável que se informe os anciãos daquela congregação sobre quaisquer restrições em vigor. Isto habilitará os anciãos de sua nova congregação a continuar a supervisionar o restabelecimento de seus privilégios e a ajudá-lo no pleno restabelecimento espiritual. Naturalmente, na nova congregação não se faz nenhum anúncio sobre a repreensão anterior. Os anciãos devem sempre imitar o modo misericordioso em que Jeová lida com seu povo mesmo quando é necessário aplicar alguma disciplina. — Isa. 63:7-9.

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