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  • Falcão
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    • estejam perseguindo”, de modo a poder mergulhar com impetuosa velocidade sobre sua presa, lá embaixo, e, ao assim fazerem, eles não raro “aproveitam-se do vento, e, por voarem contra ele, ascendem como uma pipa”. [Funk & Wagnalls New Standard Encyclopedia (Nova Enciclopédia Padrão de Funk & Wagnalls), 1931, Vol. XI, pp. 329, 330] Similarmente, o francelho é amiúde chamado de “peneireiro” por conseguir “imobilizar-se no ar, virado para o vento, e batendo rapidamente as asas, enquanto observa o solo em busca de uma presa”.

      O falcão ocupava uma posição muito destacada na religião do Egito. Tornou-se símbolo de Hórus, o deus-com-cabeça-de-falcão do Egito, que juntamente com Ísis e Osíris constituíam a principal tríade ou “sagrada família” entre os deuses e deusas do Egito. O símbolo do falcão sempre era usado ao se escrever o título dos Faraós, e, em alguns casos, tais governantes eram considerados como sendo encarnações de Hórus. Dentre as centenas de aves mumificadas que foram encontradas no Egito, o falcão, especialmente o francelho, é uma das mais numerosas. Heródoto disse que qualquer pessoa que matasse um falcão no Egito, mesmo que acidentalmente, era morta.

  • Falta (Defeito), Crítica
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    • FALTA (DEFEITO), CRÍTICA

      Uma “falta” é uma negligência, uma falha, um defeito, um erro, uma imperfeição; pode significar uma falha em fazer o que é certo; também, a responsabilidade pela falha ou pelo erro.

      LIDAR COM AS FALTAS UNS DOS OUTROS

      A Bíblia nos aconselha a ‘continuarmos a suportar uns aos outros e a perdoar-nos uns aos outros liberalmente, se alguém tiver razão para queixa contra outrem’. (Col. 3:13) Se todas as nossas faltas fossem cobradas de nós, estaríamos todos condenados. Muitas faltas podem ser despercebidas; por certo o cristão não estaria ansioso de tornar pública as faltas de seus irmãos. As Escrituras dizem sobre uma pessoa iníqua: “Estás sentado e falas contra o teu próprio irmão, e divulgas um defeito contra o filho da tua mãe.” — Sal. 50:16, 20.

      Entretanto, Jesus Cristo instruiu seus discípulos sobre o que fazer caso estivesse realmente envolvido o pecado. Como o primeiro passo, aconselhou: “Se o teu irmão cometer um pecado, vai expor a falta dele entre ti e ele só. Se te escutar, ganhaste o teu irmão.” Jesus passa então a esboçar os passos a tomar caso falhe este esforço inicial. — Mat. 18:15-17; veja também Gálatas 6:1.

      A CRÍTICA INJUSTIFICADA

      O termo “crítica” usualmente tem uma conotação ruim de censura mesquinha ou desarrazoada. Na Bíblia, utiliza-se o costume de “criticar” num sentido comparável a “murmurar” ou “queixar-se”.

      A crítica injustificada pode mover pessoas a tomar parte em ações iníquas. Davi, fustigado injustamente pelo Rei Saul e por outros, que procuravam sua morte, orou de forma confiante a Jeová: “Tu me porás a salvo da crítica do . . . povo.” (Sal. 18:43) A crítica injustificada desestimula e abate. Os israelitas, não muito depois de partirem do Egito, murmuraram contra Jeová, criticando a liderança que Ele provia por meio de seus servos Moisés e Arão. (Êxo. 16:2, 7) Mais tarde, as queixas deles desanimaram tanto a Moisés que ele pediu para morrer. (Núm. 11:13-15) O murmúrio é um perigo mortífero para o murmurador. Jeová considerou as coisas ditas pelos murmuradores contra Moisés como sendo realmente uma queixa rebelde contra a Sua própria liderança divina. (Núm. 14:26-30) Muitos perderam a vida como resultado de serem injustificadamente críticos.

  • Família
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    • FAMÍLIA

      [Heb., mishpahháh, família; por extensão, uma tribo ou povo, nação; gr., patriá].

      Jeová Deus é o originador do arranjo familiar. É o Pai de sua família celeste, e aquele a quem ‘todas as linhas de descendência na terra devem o seu nome’. (Efé. 3:14, 15) Isto se dá porque Jeová estabeleceu a primeira família humana, e foi por este meio que ele propôs que a terra fosse povoada. Adicionalmente, permitiu que Adão, embora pecador, tivesse uma família e filhos, “à sua semelhança, à sua imagem”. (Gên. 5:3) Em sua Palavra, ele desde então tornou claro que atribui grande importância ao poder procriativo, divinamente concedido, sendo este o meio pelo qual o homem pode perpetuar seu nome e sua linhagem familiar na terra. — Gên. 38:8-10; Deut. 25:5, 6, 11, 12.

      SOB O PACTO DA LEI

      Ao dar os Dez Mandamentos a Israel, Deus cuidou da integridade da unidade familiar. “Honra a teu pai e a tua mãe” é o quinto mandamento, o primeiro mandamento com promessa. (Deut. 5:16; Efé. 6:2) Um filho rebelde contra seus pais era como se fosse alguém rebelde contra o arranjo governamental estabelecido por Deus, bem como contra o próprio Deus. Caso golpeasse ou amaldiçoasse a seu pai, ou a sua mãe, e se provasse incorrigivelmente incontrolável, devia ser morto. (Êxo. 21:15, 17; Lev. 20:9; Deut. 21:18-21) Os filhos deviam ter o devido temor a seus pais, e aquele que tratasse seu pai ou sua mãe com desprezo era amaldiçoado. — Lev. 19:3; Deut. 27:16.

      O sétimo mandamento: “Não deves cometer adultério”, proscrevia qualquer união sexual fora do vínculo matrimonial. (Êxo. 20:14) Tornava obrigatório que todos os filhos fossem fruto duma família. Um filho ilegítimo não era reconhecido, nem se permitia que seus descendentes se tornassem membros da congregação de Israel, mesmo até a décima geração. — Deut. 23:2.

      Ao passo que o sétimo mandamento, ao proibir o adultério, servia como proteção para a unidade familiar, o décimo mandamento, ao proibir os desejos errados, protegia adicionalmente a integridade da família da pessoa, bem como a casa e a família do outro homem. As coisas mais comuns na vida familiar foram protegidas por este mandamento, a saber, a casa, a esposa, os servos, os animais, e outros bens. — Êxo. 20:17.

      CRISTO JESUS E A UNIDADE FAMILIAR CRISTÃ

      Quando Deus enviou seu Filho unigênito à terra, fez com que este nascesse duma família humana. Deus providenciou que ele tivesse um pai adotivo temente a Deus, e uma mãe amorosa. Jesus, quando criança, estava sujeito a seus pais, e respeitava e obedecia a eles. (Luc. 2:40, 51) Mesmo quando morria na estaca de tortura, mostrou respeito e cuidado amoroso para com sua mãe, que, pelo que parece, era então viúva, ao lhe dizer: “Mulher, eis o teu filho!”, e ao discípulo a quem amava: “Eis a tua mãe!”, desta forma evidentemente orientando este discípulo a cuidar dela na própria casa dele. — João 19:26, 27.

      Na congregação cristã, a família é reconhecida como a unidade básica da sociedade cristã. Nas Escrituras Gregas Cristãs, dedica-se muito espaço às instruções com respeito ao relacionamento familiar. Também neste caso, o homem é dignificado com a posição de cabeça da família, a esposa estando em sujeição ao marido, e dirigindo a família sob a supervisão geral dele. (1 Cor. 11:3; 1 Tim. 2:11-15; 5:14) Paulo, comparando Jesus ao marido e cabeça da família para com sua ‘esposa’ congregacional, admoesta os maridos a exercerem a posição de cabeça em amor, e as esposas a respeitar e sujeitar-se aos maridos. (Efé. 5:21-33) Ordena-se que os filhos obedeçam aos pais, e especialmente o pai é incumbido da responsabilidade de criá-los na disciplina e na regulação mental de Jeová. — Efé. 6:1-4.

      O homem que serve como superintendente na congregação cristã, se casado, tem de demonstrar elevados padrões como cabeça familiar, presidindo corretamente a família e tendo os filhos em sujeição, estes não sendo indisciplinados e nem acusados de devassidão, pois, pergunta Paulo: “Deveras, se um homem não souber presidir a sua própria família, como tomará conta da congregação de Deus?”, a congregação sendo similar a uma família. (1 Tim. 3:2-5; Tito 1:6) Exorta-se as esposas a que amem seus maridos e seus filhos, que sejam laboriosas em casa, e se sujeitem a seus próprios maridos. — Tito 2:4, 5.

      O apóstolo Paulo admoestou fortemente contra a dissolução do relacionamento familiar, apelando para o crente à base do bem-estar do cônjuge descrente, bem como dos filhos. Sublinhou o grande valor do relacionamento familiar ao apontar que Deus considera os filhos pequenos como santos, mesmo que o cônjuge descrente não se tenha purificado de seus pecados mediante a fé em Cristo. O descrente talvez pratique algumas das mesmas coisas que Paulo afirma que os cristãos praticavam antes de aceitarem as boas novas sobre o Cristo. (1 Cor. 7:10-16; 6:9-11) O apóstolo também preserva a unidade da família cristã por dar instruções aos maridos e às esposas relacionadas com os deveres conjugais respeitantes ao sexo. — 1 Cor. 7:3-5.

  • Faquistas (Sicários, Pib)
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    • FAQUISTAS (Sicários, PIB)

      Este vocábulo traduz a forma grega da palavra latina sicarii, derivada de sica, que significa um punhal pequeno e curvo. Como nome próprio, “faquistas” (“sicários”) se refere à facção política de judeus fanáticos que existia na primeira centúria E.C., e que se empenhava em matanças políticas organizadas. Quando os judeus se amotinaram contra Paulo em Jerusalém, na última visita dele ali, Cláudio Lísias, comandante militar, suspeitava que o apóstolo fosse o egípcio que provocada anteriormente uma sedição e conduzira os quatro mil “faquistas” ao deserto. — Atos 21:30-38; 23:26, 27.

      De acordo com Josefo, historiador judeu, especialmente durante as festividades, os “faquistas” ou sicários, com punhais escondidos sob as vestes, misturavam-se com as multidões em Jerusalém e apunhalavam seus inimigos em plena luz do dia. Daí, a fim de evitar suspeitas, eles se juntavam aos que expressavam sua indignação contra tais matanças.

  • Faraó
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    • FARAÓ

      Título dos reis do Egito. Deriva-se da palavra egípcia (pr-’ ‘) para “Grande Vivenda”. Nos mais antigos documentos do Egito, esta palavra aparentemente designava o palácio real, e, com o decorrer do tempo, veio a ser aplicada ao chefe de governo, o rei. O primeiro documento em que tal título é relacionado com o nome pessoal do rei provém do reinado de Sisaque, que governou

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