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Uma confiança que jamais será traídaDespertai! — 1988 | 22 de janeiro
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mas também por todas as grandes religiões cristãs. Elas os removeram do âmago do que era a fé cristã original, e tais movimentos [as Testemunhas] os redescobriram. Neste sentido, trata-se de autêntica recuperação, de uma recuperação correta.”
Esta “recuperação” das doutrinas cristãs fundamentais habilitou as Testemunhas a substituir o cepticismo pela fé, o desespero pela esperança, e a desconfiança pelo crédito. Elas sabem que Deus jamais trairá a confiança que têm nele. Esta mesmíssima série de congressos demonstrava que vale a pena confiar em Deus e viver em harmonia com tal convicção. Na conclusão do programa, os congressistas voltaram para suas casas decididos, mais do que nunca, a ‘confiar em Jeová de todo o coração’. — Provérbios 3:5.
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Ela alcançou seu objetivoDespertai! — 1988 | 22 de janeiro
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Ela alcançou seu objetivo
Muitos jovens, hoje em dia, não têm nenhum objetivo na vida. Em contraste com isso, uma adolescente na Itália fixou seu objetivo e o alcançou, e ficamos contentes de partilhar a experiência dela com nossos leitores.
DENTRO de um mês, mais ou menos, eu farei 14 anos. Sou a mais velha de meus quatro irmãos e irmãs. Minha família acha-se espiritualmente dividida, uma vez que papai não é Testemunha de Jeová.
Mamãe tornou-se Testemunha quando eu tinha apenas alguns meses. Desde o início, ela levou a sério a responsabilidade de criar a nós, os filhos dela, na “regulação mental de Jeová”. (Efésios 6:4; Provérbios 22:6) Com efeito, tanto quanto eu consiga lembrar-me, ela estudava com regularidade a Bíblia junto conosco, nós nos preparávamos juntos para as reuniões, e nós a acompanhávamos no ministério de casa em casa toda semana. Também dávamos testemunho de nossa fé na escola.
Desde bem pequeninos, mamãe tentou instilar em nosso coração o desejo do ministério de tempo integral por ler para nós as experiências daquelas Testemunhas que já eram ministros de tempo integral por muitos anos. Acima de tudo, ela dava o exemplo para nós. Com efeito, mamãe jamais nos mandou fazer algo que ela mesma não fazia.
Ao passo que as pessoas talvez ouçam prazerosamente as crianças que visitam as suas casas no ministério, elas às vezes são rudes com os adultos que as acompanham. Certa vez, quando eu tinha uns oito ou nove anos, eu fazia visitas aos lares junto com um ancião. Uma senhora abriu a porta, e eu iniciei minha apresentação. De forma muito rude, a senhora disse ao irmão: “Os senhores chegam a obrigar estas pobres crianças a pregar!” “Não senhora”, respondi prontamente. “Se estou aqui, é por minha livre e espontânea vontade!” Depois disso, a senhora, sem saber o que dizer, aceitou a publicação que eu lhe ofereci.
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