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Nossos filhos — uma herança da parte de JeováA Sentinela — 1979 | 1.° de outubro
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Nossos filhos — uma herança da parte de Jeová
“SAIA daqui! Vá embora! Não me apareça mais!” Gritando estas palavras, um pai expulsou de casa seu filho de 16 anos.
Este adolescente faz assim parte dum grupo de menores que obtiveram muita publicidade nos últimos anos. “Chamados de surrados, expulsos, desabrigados, enjeitados e rejeitados — foram rejeitados pela família e ‘mandados embora’, amiúde sem dinheiro e apenas com a roupa do corpo”, observou um artigo publicado na revista Parade. O artigo declarou adicionalmente: “Alguns dos pais que enjeitam os filhos nunca mais querem vê-los.”
É evidente que muitos adultos formam hoje um péssimo conceito sobre os menores. Deixou-se você influenciar por esta atitude? Qualquer que seja a sua resposta, achará proveitoso considerar o ponto de vista que a Bíblia recomenda aos pais com respeito aos filhos.
O salmista, sob a inspiração de Deus, escreveu sobre os filhos nascidos em matrimônio honroso: “Eis que os filhos são uma herança da parte de Jeová; o fruto do ventre é uma recompensa.” (Sal. 127:3) De acordo com o léxico hebraico de William Gesenius, a palavra “herança”, neste caso, significa: “Patrimônio concedido por Jeová, dádiva de Jeová.” Quando alguém recebe um presente valioso, ele costuma prezá-lo. Se o presente requer manutenção e cuidados, recebe os melhores.
Trata seus filhos como se fossem uma herança da parte do Criador, Jeová? As Escrituras dizem: “Os filhos é que não deviam acumular para os seus pais, mas os pais para os seus filhos.” (2 Cor. 12:14) “Certamente, se alguém não fizer provisões para os seus próprios, e especialmente para os membros de sua família, tem repudiado a fé e é pior do que alguém sem fé.” (1 Tim. 5:8) Deus quer que os pais “acumulem” provisões, tanto materiais como espirituais, para os filhos. Como se pode fazer isso com bom êxito?
Visto que todos os pais e filhos têm sua própria personalidade, é impossível apresentar regras minuciosas para a criação de filhos, que sejam bem sucedidas com cada filho, em cada família. Todavia, consideremos certas orientações básicas, que sempre foram proveitosas.
COMUNICAÇÃO
Certo conselheiro num albergue para enjeitados indicou como o pessoal desta instituição procura ajudá-los: “Escutamos os jovens. Ligamos às suas crises e ficamos sabendo como ele ou ela se sente.” Isto se chama “comunicação”, e começa com escutar. Sua família também pode tirar proveito da comunicação.
Tem boa comunicação regular com seus filhos? Não nos referimos à conversa vazia ou à “forçada” sobre o tempo ou outro assunto superficial. A comunicação realmente eficiente precisa ser de ‘peito aberto’. Precisa provir de genuíno amor e afeto entre pais e filhos. Visto que ‘é da abundância do coração que a boca fala’, prestar atenção ao que seu filho diz fará com que você esteja atento às suas necessidades emocionais e espirituais. — Luc. 6:45.
Cultivar boa comunicação com os filhos requer muita paciência e trabalho árduo. Para conseguir isso, os pais precisam seguir o conselho bíblico de não fazer “nada por briga ou por egotismo”. Não devem ‘visar, em interesse pessoal, apenas os seus próprios assuntos, mas também, em interesse pessoal, os dos outros’, especialmente de seus filhos. (Fil. 2:3, 4) Por causa do pecado herdado, todos os homens tendem a estar mais interessados em si mesmos do que nos outros. Os pais precisam combater esta tendência e cultivar interesse nas coisas que atraem seus filhos.
‘DISCIPLINA E REGULAÇÃO MENTAL’
Uma evidência importante do amor parental é descrita em Provérbios 13:24: “Quem refreia a sua vara odeia seu filho, mas aquele que o ama está à procura dele com disciplina.” Uma orientação bíblica similar declara: “A vara e a repreensão é que dão sabedoria; mas, o rapaz deixado solto causará vergonha à sua mãe.” — Pro. 29:15.
A disciplina mencionada aqui não significa simples punição física, embora esta às vezes seja necessária. Os filhos não só precisam saber o que fazer e o que não fazer, mas também por que certas coisas são corretas ou erradas. Em outras palavras, a disciplina eficaz dos filhos requer conselho corretivo que os filhos aceitem como certo.
Pode-se satisfazer esta necessidade por acatar a ordem bíblica adicional: “Vós, pais, não estejais irritando os vossos filhos, mas prossegui em criá-los na disciplina e na regulação mental de Jeová.” (Efé. 6:4) Os filhos precisam chegar a saber como o Criador do homem pensa, e o que agrada ou não agrada a Deus. Para os pais poderem prover tal regulação mental, eles mesmos precisam conhecer bem a Bíblia.
Neste respeito, é bem instrutiva a seguinte declaração de Moisés aos pais no antigo Israel: “Estas palavras que hoje te ordeno têm de estar sobre o teu coração; e tens de inculcá-las a teu filho, e tens de falar delas sentado na tua casa e andando pela estrada, e ao deitar-te e ao levantar-te. E tens de atá-las como sinal na tua mão, e elas têm de servir de frontal entre os teus olhos; e tens de escrevê-las sobre as ombreiras da tua casa e nos teus portões.” (Deu. 6:6-9) Sobre estes versículos diz o comentário bíblico de Keil e Delitzsch:
“Para que o amor a Deus seja da espécie certa, é preciso tomar a peito os mandamentos de Deus, e eles precisam ser assunto constante de pensamento e conversa. ‘No teu coração’: i. e., os mandamentos de Deus deviam ser assunto do coração, e não apenas da memória . . . [Veja Deuteronômio 11:18.] Deviam ser impostos aos filhos, falando-se sobre eles em casa e no caminho, à noite, ao deitar-se, e de manhã, ao levantar-se, i. e., em toda a parte e em todas as ocasiões; deviam ser amarrados à mão como sinal e usados como faixas (frontais) entre os olhos . . . estas palavras são figurativas e denotam a indivisa observância das ordens divinas.”
Tratar seus filhos como herança da parte de Jeová requer que se comunique regularmente com eles, e que lhes ensine por repetição contínua (‘inculcar’) o modo de pensar de Deus, conforme registrado nas Escrituras Sagradas. Acha que poderia usar de um pouco de ajuda em prover tal ‘disciplina e regulação mental’ baseadas na Bíblia? Em caso afirmativo, exortamo-lo a dar detida atenção aos princípios bíblicos e às experiências da vida real apresentados nos artigos que seguem.
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O que os adolescentes necessitam de seus paisA Sentinela — 1979 | 1.° de outubro
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O que os adolescentes necessitam de seus pais
CADA adulto já foi uma vez adolescente. Cada pai ou mãe dum adolescente já foi também adolescente. De modo que os adultos deviam poder compreender os problemas e as frustrações dos adolescentes. Mas, demasiadas vezes acontece que os pais nem se lembram dos problemas que tiveram quando eram adolescentes e deixam de ter compreensão com seus filhos adolescentes. Certo avô lembrou-se da seguinte experiência:
“Quando eu era menino, achava às vezes que a disciplina familiar era dura e injusta. Lembro-me de pensar que, quando eu crescesse e tivesse filhos, eu os disciplinaria com amor, escutando-os e raciocinando com eles.
“Quando atingi este estágio na minha vida, verifiquei que eram grandes as pressões em criar os filhos. As longas horas de trabalho impediram-me ver muito os meus filhos. Quando passava tempo com eles, eu era impaciente e irascível.
“Os anos de crescimento dos filhos passam depressa demais. Agora sou avô, com uma atitude completamente diferente da que tinha como pai. Encontro tempo para brincar com os netos e ter prazer neles, muitas vezes querendo defendê-los quando estão em dificuldades, achando que os seus pais são duros demais e não têm compreensão. Amiúde penso: Se nós, como pais, somente pudéssemos ter a paciência e a compreensão dos avós.”
Os pais costumam esquecer-se de que o adolescente normalmente quer reafirmar-se como indivíduo com suas próprias necessidades. Eles não entendem isso, e aí surgem problemas. Um ministro, que fez um estudo dos problemas dos adolescentes, relata que fez a seguinte pergunta a muitos adolescentes: “Qual é a coisa primária que quer de seus pais, acima de todas as outras?” Quase sem exceção, eles responderam:
“SER COMPREENDIDO”
Uma moça de 15 anos expressou tal desejo, observando: “Eu tenho bons pais, mas gostaria de que compreendessem que não sou mais criança. Tratam-me como se ainda estivesse na terceira série. Se apenas me compreendessem e confiassem em mim.” Ela queria que se mudassem algumas das regras, em reconhecimento de sua idade.
O impulso de obter maior liberdade é uma parte normal do desenvolvimento até a idade adulta — um fato que muitos pais não estão dispostos a aceitar. Seu filho, ou filha, desde a infância confiava neles e dependia deles, e eles mesmos gostavam disso. Agora, seu filho adolescente muda do espírito de completa dependência para um de maior autonomia. Esta mudança de atitude não é má. Alguns adolescentes, já numa idade relativamente nova, começam a desenvolver conceitos de adulto. Um exemplo bíblico é o Rei Josias. “Quando ainda era rapaz [de uns 15 anos], principiou a buscar o Deus de Davi.” À idade de uns 25 anos, adotou uma ação agressiva contra a adoração falsa, promovida pelo seu pai. Este adolescente teve a liberdade de agir por conta própria. Eram más a sua atitude e ação, só porque era ainda jovem? Não. (2 Crô. 34:1-8) A motivação do jovem Davi, em indagar sobre a luta com Golias, também era boa, mas foi mal entendida pelo seu irmão mais velho. — 1 Sam. 17:26-28.
Todavia, visto que o adolescente ainda não é adulto, nem todos os seus desejos são maduros. Precisa de tempo para se divertir. Precisa que seus pais entendam que ele tem a energia de fazer coisas quando seus pais gostariam de descansar. Os adolescentes precisam de companhia. Se os pais não proverem esta companhia, os jovens procurarão a sua própria e talvez encontrem a espécie de companhia que seus pais não aprovam.
A maioria dos adolescentes gostam de festas. Em vista da conduta prevalecente em algumas destas festas, os pais talvez não queiram que seus filhos participem nelas. Mas, proibir totalmente que vão a festas desanimaria os jovens e os tornaria deprimidos. (Col. 3:21) Se os pais providenciam reuniões sociais, têm o direito de controlar a lista dos convidados e de supervisionar as atividades, evitando assim muitos problemas. Quando os jovens participam no planejamento, tudo sairá muito mais bem sucedido.
Quando um adolescente comete um erro e se mete em encrencas, então, mais do que nunca, precisa de compreensão. Os pais farão bem em refletir na sua própria juventude e em lembrar-se de seus próprios erros por inexperiência juvenil. Neste caso, resistirão mais prontamente à tendência de exceder-se na ação e de ser críticos demais. Se quiserem que seus filhos adolescentes venham a eles quando estão em dificuldades, terão de criar um motivo de confiança pela maneira em que reagem diante de infrações menores.
Quando o erro é apenas um engano irrefletido, os pais devem mostrar grande bondade e consideração. Devem fazer todo empenho para explicar o que estava errado e como evitar a repetição do erro. Mas não se deve dizer ao jovem que ele é mau.
Mas, o que devem fazer os pais quando seus filhos adolescentes se envolvem em sérios problemas de disciplina na escola, ou em dificuldades com a polícia, com drogas ou com imoralidade? Os pais podem esperar que o treinamento anterior impeça isso. Mas, suponhamos que algo assim aconteça? A ocasião em que o adolescente precisa mais de ajuda e orientação perita é então.
Um problema assim é muito aflitivo para os pais. Eles costumam perguntar: “Em que erramos?” Muitas vezes ameaçam ou condenam o filho refratário, o que tende a amargurá-lo e endurecê-lo no seu proceder. Jeová foi compreensivo e esteve pronto para perdoar quando seu povo se desviou do que era direito. Tomou a iniciativa em comunicar-se com eles e ofereceu-lhes ajuda, embora os pecados deles fossem sérios. “Vinde, pois, e resolvamos as questões entre nós”, disse Jeová. “Embora os vossos pecados se mostrem como escarlate, serão tornados brancos como a neve.” — Isa. 1:18.
O futuro do jovem depende de como ele é tratado durante este tempo crítico. Não diga ou fale algo que lhe dificulte voltar a você, assim como o “filho pródigo” voltou ao pai. Os pais nunca devem desistir dos filhos sob sua autoridade. Tenha paciência. Seja misericordioso. Imite a Jeová nestas qualidades. — Tia. 2:13; 2 Ped. 3:9, 15; Luc. 15:11-24.
SER TRATADO COMO ENTE INDIVIDUAL
Uma grande necessidade sentida pelo adolescente é ser tratado como ente individual. Charles R. Foster diz no seu livro Psicologia Para a Vida Atual (em inglês):
“Reconhece-se que o ser humano quer mais do que apenas comer e dormir. Quer ser reconhecido como pessoa e quer sentir que é bem sucedido.”
“Certamente, cada pessoa se sente melhor e trabalha com mais eficiência quando pode conseguir algo e quando pode sentir que seu próprio lugar no mundo é importante. A maioria dos estudantes do comportamento social acham que cada ser humano tem algum potencial latente — que cada um sabe fazer alguma coisa bem, ou melhor, se apenas pudermos descobrir o que é.”
Cada adolescente precisa ser considerado como diferente de todos os outros. Os pais ficam sabendo que não há dois filhos iguais. A instrução e a disciplina que funcionam bem para um filho talvez não sejam eficientes para outro. Isto se dá especialmente no que se refere aos adolescentes.
Portanto, não é bom comparar um filho com o outro. Quando se faz comparação do trabalho de alguém com o trabalho melhor de outro, surgem ressentimentos, não incentivo. (Veja 2 Coríntios 10:12) O adolescente quer ser aceito por aquilo que ele é e pode fazer como ente individual. Quer ser amado pelos seus pais pelo que ele mesmo é, e quer ser tratado com bondade humana. Por outro lado, não quer ser sufocado ou sempre tratado como se fosse criança.
TER NORMAS COERENTES
Outra necessidade do adolescente é ter normas e orientações firmes e coerentes. Falando sobre este assunto, o Contra-almirante James F. Calvert, superintendente da Academia Naval dos E. U. A., e pai de três filhos, disse recentemente, conforme noticiado pelo jornal The Detroit News:
“A garotada de hoje aprende mais da televisão do que aprenderão de nós. O adolescente de uns 15 anos gasta 20 minutos por dia com leitura e duas horas vendo televisão.”
Depois de comentar o fracasso dos pais quanto a incutir um ‘senso de dever e de orgulho familiar’, ele prosseguiu: “Sem disciplina, não pode haver respeito básico.” Calvert comparou a disciplina humana com a casca de ovo. “Quando está intata”, disse ele, “é um objeto forte e bonito. Quebrada ou rachada, logo se desfaz.
“Os jovens podem não clamar por disciplina, mas precisam dela desesperadamente. A autoridade estrita dos pais desenvolve nos filhos um senso de segurança.”
O adolescente precisa da segurança da disciplina coerente. Talvez não concorde prontamente com a necessidade de algumas das restrições e regras, mas concordará plenamente que seus pais deviam ser coerentes nas suas regras. Ele quer saber o que pode ou o que não pode fazer. Sente-se frustrado quando estas regras são mudadas de um dia para outro, só porque os pais “acham” assim na ocasião. Jesus disse: “Deixai . . . que a vossa palavra Sim signifique Sim, e o vosso Não, Não.” — Mat. 5:37.
As regras e restrições podem ser comparadas a limites. O adolescente necessita que se lhe definam e identifiquem claramente os limites; daí, quer ter a confiança e a liberdade dentro destes limites. Certo pai comparou este fato com a experiência de sua família no aluguel duma casa:
“Encontrava-se num lugar arborizado. Uma das primeiras perguntas que fizemos foi sobre os limites. Queríamos saber: O que se nos permite fazer com a propriedade? Seria necessário saber isso para gostarmos de viver ali. Pode imaginar o desconforto e a frustração se o senhorio mudasse as restrições cada semana, ou algo assim. O mesmo princípio se aplica às restrições impostas aos adolescentes. As regras devem ser razoáveis e coerentes. E, daí, dê-lhes a confiança e a liberdade dentro destes limites.”
As regras não devem ser desarrazoadamente rígidas. Algum acontecimento ou ocasião especial pode ser motivo bastante para se considerar um pedido especial.
AJUDA EM FIXAR ALVOS NA VIDA
A necessidade de orientação inclui a ajuda em fixar alvos na vida, escolher uma profissão e receber a necessária instrução secular. Cada um deve poder sentir que vale alguma coisa e que aquilo que faz vale alguma coisa. Deve poder ter amor-próprio e orgulhar-se de si mesmo.
Os pais mostram sua preocupação por ajudarem o filho adolescente a escolher a profissão mais apta para ele. Seus “dons”, talentos ou preferências deviam receber consideração. (Veja Romanos 12:6.) Ele deve ser ajudado a fixar alvos atingíveis. Nem todos conseguem alcançar uma posição de destaque. Pode-se atingir alvos com mais realismo quando são fixados cada vez mais alto, ao passo que alvos menores são alcançados.
É uma grande responsabilidade prover a educação que prepara os jovens para enfrentarem os problemas da vida adulta. Os jovens devem ser instruídos e devem desenvolver habilidade numa profissão para que se possam sustentar. (1 Tim. 5:8; Pro. 31:10, 19, 20) Embora Jesus havia de tornar-se o Cristo, seu pai adotivo, José, ensinou-lhe um ofício, de modo que ficou sendo conhecido como o “filho do carpinteiro” e “o carpinteiro”. (Mat. 13:55; Mar. 6:3) O apóstolo Paulo sustentou a si mesmo e os com ele por trabalhar no seu ofício, a fabricação de tendas. — Atos 18:1-4; 20:33, 34.
Na preparação para enfrentarem os problemas da vida adulta e para aceitarem responsabilidades adultas, os adolescentes precisam do apoio de seus pais e incentivo para não se tornarem “desistentes”. Muitas vezes, precisam de ajuda com suas tarefas escolares. Às vezes talvez quase queiram desistir. Em ocasiões assim, os pais podem ser motivo de encorajamento por entenderem as frustrações e falarem francamente com eles sobre este assunto. Se o pai, ou a mãe, ocasionalmente ajudar com problemas difíceis das tarefas escolares, talvez passe a entender melhor as frustrações do jovem com as tarefas e estar em condições de dar sugestões práticas. Ocasionalmente, quando o pai compreensivo passa algum tempo conversando sobre o problema com o adolescente, isto já basta para ajudá-lo a passar pela crise.
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