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  • g75 22/1 pp. 21-23
  • Algumas de suas recordações mais felizes

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  • Algumas de suas recordações mais felizes
  • Despertai! — 1975
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  • Com Outras Crianças e Sozinho
  • Fazer de Conta, e Desenvolver Talentos
  • Tempo Gasto com os Pais
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Despertai! — 1975
g75 22/1 pp. 21-23

Algumas de suas recordações mais felizes

A INFÂNCIA é uma época feliz para a maioria das crianças. É uma fase da vida em que usualmente se acham isentas de responsabilidades e preocupações. Usualmente mostram-se alegres, repletas de energia e curiosidade. Mas, ali terminam as generalizações. Pois, para cada criança, a ocasião em que é mais feliz e o motivo de sua felicidade variam tanto quanto as suas circunstâncias.

Por exemplo, certo rapaz recorda sobre o seu sexto ano de vida: “Eu era filho único e um dos meus amigos tinha uma irmãzinha. Depois de brincar comigo, ele voltava para casa e brincava com sua irmã. Mas, eu não tinha ninguém com quem brincar. Queria demais ter uma irmã. Bem, quando meus pais me contaram que logo teríamos um bebê em casa, eu simplesmente sabia que ia ser menina. E não posso expressar a felicidade que senti quando minha irmã nasceu. Era o que realmente desejava e isso me tornou felicíssimo.”

Com Outras Crianças e Sozinho

A maioria das crianças gostam de brincar e de estar junto com outras. Uma mulher jovem recorda: “Minha felicidade como criança se centralizava em brincar ao ar livre. Nós nos divertíamos tanto. No inverno, aguardávamos a neve. Tirávamos os trenós do armário para escorregar colina abaixo; fazíamos bonecos de neve e atirávamos bolas de neve. Nossos pais compreendiam isto, pois, se tínhamos feito algo de mal, éramos obrigados a ficar dentro de casa. Em outras estações, pulávamos corda, jogávamos três-marias, amarelinha, caçávamos tesouros, e, se chovia, brincávamos de casinha e de escola lá dentro com nossas bonecas. Foram momentos realmente felizes!”

Nem todas as crianças são iguais, naturalmente. Uma talvez seja filho único, não acostumada a ter colegas de folguedos, ou talvez seja apenas um dentre uma grande família e goste de afastar-se dos outros e fazer coisas sozinho. Talvez se sinta mais feliz quando possa passar a sós períodos sossegados. Eis como um garoto de 9 anos, filho único, se expressou:

“Gosto muito de ler. Primeiro de tudo, porque, se não soubéssemos ler, não poderíamos ler a Bíblia e não saberíamos a vontade de Deus. Assim, ler é importante. Mas, gosto de ler porque é sossegado. Quando leio as experiências da vida real de outros, sinto como se estivesse junto deles. Naturalmente, gosto quando a mamãe, o papai e eu vamos à praia ou às montanhas. Mas, quando estou sozinho, gosto muitíssimo de ler.”

Dá-se isso com seus filhos? Descobriram os prazeres da leitura séria, e o amplo mundo que poderia abrir para eles? Ou se permite que fiquem horas a fio vendo televisão, onde outros pensam tudo por eles, ou, pior ainda, onde se permite que tendências violentas se desenvolvam em suas mentes jovens e impressionáveis?

Fazer de Conta, e Desenvolver Talentos

Filmes têm sido outra fonte de prazer para muitas crianças. Visto que gostam de fazer de conta, os filmes têm provido meios de escape para o mundo da imaginação. Como certa senhora, que era filha única, se expressou:

“Quando jovem, costumava ir com freqüência ao cinema e fazer de conta que eu era a estrela, fazendo mentalmente todas as coisas que ela tinha feito nos filmes. Naturalmente, não demorava muito até eu voltar a ser eu mesma. Mas, na hora, era divertido fazer de conta que eu era outra pessoa.” Infelizmente, as tendências atuais dos filmes pouco provêem de saudável para mentes jovens se deterem ou para padronizarem sua vida por eles.

Mas, sem considerar a tendência, a utilização dos talentos naturais pode trazer muita felicidade a uma criança. Uma menina de 8 anos, que gosta muito de desenhar, obtém prazer em dar seus desenhos a outros. Exclamou: “Fiz um retrato da mamãe e o dei a ela. Fiquei muito contente de vê-la colocá-lo no quarto dela. Agora, toda vez que entro no quarto dela, vejo meu desenho.” Sua face refletia o deleite que sentia.

Incentivar as crianças a desenvolver qualquer talento que talvez tenham pode prepará-las para servir a outros e a dar de si mesmas mais tarde na vida.

Tempo Gasto com os Pais

Embora as crianças gostem de ficar com outras crianças, também desejam estar com seus pais. Um pai só tem de parar e olhar para uma criancinha para avaliar isto. É saudado com amplo sorriso, como se a criança dissesse: “Eu o amo. Desejo estar com você. Você me deixa feliz.”

É pai ou mãe de tal criança? Às vezes fica aborrecido quando seu filho está constantemente em seu caminho? Sentir-se amolado em tais ocasiões é compreensível. Mas, estes momentos com seus filhos logo desaparecem. Rapidamente, os jovens crescem e sua infância é apenas uma recordação. Assim, aproveite ao máximo o tempo que tem com eles. Pode prover felizes recordações tanto para você como para eles no futuro.

Interessante é que alguns pais imaginem que aquilo que torna seus filhos felizes é o que lhes possam dar. Assim, cercam seus filhos de brinquedos e de muitas coisas que não tiveram em sua própria infância. Isto usualmente fracassa, contudo, porque as coisas materiais apenas não podem tornar a ninguém verdadeiramente feliz, e isso inclui as crianças. Bem, isso não quer dizer que as crianças não gostem de receber presentes. Gostam, sim. Mas, quando são muito pequeninas, amiúde fitam mais contentes de brincar com a caixa do presente do que com o próprio presente. Por que isso se dá?

Porque gostam de usar a imaginação. Para um garotinho, uma caixa comum de sapatos pode tornar-se um navio, um avião, uma caverna ou um caminhão, em questão de minutos. Com efeito, brinquedos que fazem tudo mecanicamente não deixam que faça nada senão observar, e logo fica entediado. Os brinquedos têm seu lugar. Mas, não podem comparar-se com o tempo e a atenção que os pais dão aos filhos.

É verdade, as crianças anseiam o amor e a afeição, e nada de material pode substituir estas qualidades. Por este motivo, os muito jovens são amiúde mais felizes quando fazem coisas junto com os pais. Não tem de ser nada especial. Poderia ser um piquenique, um passeio pelo parque ou floresta, ou até uma conversa sossegada. A coisa importante é que estão juntos.

Deveras, o pai sábio compreende que muito pouco poderia compensar o amor e a devoção que tem pelos filhos, em especial nos seus anos formativos. Alguns homens bem-conhecidos herdaram grande riqueza e, todavia, jamais realmente conheceram seus pais, que a deixaram para eles. O homem, contudo, que tem recordações de bons momentos com seu papai, sente-se deveras enriquecido, não importa qual seja sua condição financeira. E o amor e a admiração que sente pelo pai se refletirão no brilho de seus olhos e o orgulho de sua voz quando fala de seu pai. É assim que seus filhos pensam a seu respeito?

Apego Familiar

Para as crianças, qualquer lugar pode parecer especial se seus pais estão com elas. Por exemplo, um passeio ao zoológico com seu pai e seu irmão, há um ano atrás, se destaca para um garoto de 8 anos. Seus olhos brilharam quando o descreveu: “Vimos leões, tigres, uma girafa e um grande elefante. Mas, oh, não gostei do cheiro de alguns deles (ao torcer seu narizinho). Gostaria de poder brincar com todos eles.” Acrescentou: “Meu pai disse que na nova ordem de Deus os animais não ficarão em jaulas. Ficarão livres. Eu gosto disso!”

Amiúde as crianças apreciam a mudança de ritmo em suas tabelas, tanto quanto os pais. Um garoto de 10 anos e meio considera uma viagem que a família fez como ocasião notável de sua jovem vida. Disse:

“No ano passado, fomos de férias para Virgínia e Delaware. Era diferente da cidade — uma porção de árvores e coisas — era ótimo. Permanecemos num hotel e comemos no salão de jantar. Realmente apreciei isso. Era divertido ter alguém lhe servindo e lhe trazendo o que pedia. Gostei muito de ir de carro a diferentes lugares e ver coisas diferentes e a forma como as pessoas vivem.”

Mas, até mesmo quando as famílias não conseguem viajar juntas, podem gozar de momentos felizes que são lembrados por muito tempo. Uma senhora duma ilha das Antilhas se recorda: “Era um de sete filhos, e éramos muito felizes, fazendo as coisas juntos. A hora do almoço era especialmente apreciada. E, depois do jantar, nós nos reuníamos em volta do papai e ele lia para nós um trecho da Bíblia. Em outras ocasiões; tocava seu violino e nós cantávamos e dançávamos. Nossos momentos mais felizes eram quando tínhamos visitas de outras partes da ilha é nos permitiam ficar acordados bem depois da hora costumeira de dormirmos e ouvir as conversas da gente grande.”

Uma Bênção o Treino Parental

Na verdade, os pais têm papel chave em treinar seus filhos. E, se derem ótimo exemplo, seus filhos sentirão genuína felicidade em servir a Jeová Deus. Por exemplo, uma garotinha de 10 anos, quando lhe perguntaram do que ela mais gostava, disse: “Gosto mais de ir ao Salão do Reino do que de qualquer outra coisa, porque amo a Jeová e amo o Seu povo.” Não reflete isso o excelente treino que ela recebeu?

Os filhos que recebem tal treino não raro são motivados a preocupar-se profundamente com outros. Assim, uma garotinha de 11 anos cuja mãe tem sido testemunha de Jeová por mais de dois anos, mas cujo pai se opusera a seu estudo da Bíblia, relatou a seguinte experiência:

“Tenho pensado sobre o meu paizinho por muito tempo. Pedi muitas vezes a ele que viesse conosco às nossas reuniões de estudo da Bíblia, mas ele nunca veio. Disse-lhe que não queria ter novo paizinho na nova ordem de Deus e que, se ele não estudasse, ele não estaria lá. Assim, o dia mais feliz de minha vida foi o dia em que papai veio ao Salão do Reino pela primeira vez.” Nenhum presente que esta garotinha recebeu pode comparar-se com esse momento feliz.

Que deleite foi ouvir expressões de jovens que têm motivos de ser felizes e que são gratos a seus pais e a seu Criador pela sua vida! E que papel vital desempenham os pais em contribuir para essa felicidade e para moldar a vida de seus filhos!

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