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  • Genitores privados de cônjuge enfrentam o mundo atual
    A Sentinela — 1981 | 1.° de maio
    • verdadeiro problema era que não estava bem achegada a Jeová. Quando tive a oportunidade de casar-me, isso parecia muito bom. Esqueci-me das normas de moral que me haviam ensinado. Daí, certo dia, dei-me conta de que o homem estava apenas interessado em si mesmo, não no casamento. Tive de viver então com a consciência culpada.” De fato, não estar casado pode ser duro, mas, conforme uma cristã divorciada advertiu: “Há algo muito pior do que não estar casada. É estar casada com a pessoa errada!” Sempre há a possibilidade de encontrar um cônjuge entre cristãos devotados, alguém “no Senhor”. (1 Cor. 7:39) Alguns esperam muitos anos por tal cônjuge. No ínterim, não ficaram amargurados, nem se deixaram vencer pela sua situação. Usaram sabiamente o tempo para desenvolver qualidades que os tornariam cônjuges melhores. Certa mãe privada do cônjuge disse: “Pergunto a mim mesma: ‘Sou o tipo de mulher espiritual que alguém escolheria?’ Se eu me sinto acabrunhada enquanto não estou casada, provavelmente seria cônjuge acabrunhado para outra pessoa.”

      ADMINISTRAR A CASA E CRIAR OS FILHOS

      15. (a) O que fizeram algumas mães sem cônjuge para administrar bem a casa? (b) Tem algumas sugestões adicionais?

      15 Embora seja um trabalho estafante, muitas mães privadas do cônjuge imitam a mulher capaz descrita em Provérbios 31. Embora casada, ela exercia a supervisão geral sobre a casa. Economizava dinheiro por ter cuidado nas compras, produzindo seus próprios produtos com a matéria-prima, e não desperdiçava os alimentos, porque preparava a “porção prescrita”. (Vv.Pro. 31:13-15, 19) Começava de manhã cedo e trabalhava até tarde. (Vv.Pro. 31:15, 18) Produzia artigos e os vendia. (V.Pro. 31:24) Usava “suas próprias mãos” para cuidar de tarefas. (Vv.Pro. 31:17, 19) Atualmente, com o fim de aprenderem a usar “suas próprias mãos” com habilidade, algumas mães privadas do cônjuge lêem livros sobre como fazer as coisas e consultam os profissionais para obter conselhos. (Muitas vezes, depois de explicarem sua condição, recebem gratuitamente instruções peritas.) Outras falaram sobre as suas necessidades a outras Testemunhas de Jeová, que tinham conhecimentos técnicos, e estas, quando disponíveis, deram ajuda bondosa. Tudo isso mantém reduzidas as despesas.

      16. Por que é tão vital que se confie em Deus, e o exemplo de quem ilustra esta necessidade?

      16 Contudo, apesar de tudo o que a viúva pode fazer, em vista da crescente dificuldade dos tempos, ela tem de confiar em Deus quanto às provisões diárias. Um bom exemplo de alguém que ‘pôs a sua esperança em Deus, foi a mãe privada do cônjuge que morava na cidade de Sarefá, nos dias de Elias, profeta de Deus. Seguindo a orientação de Jeová, Elias pediu-lhe a última porção de comida, prometendo-lhe que Deus proveria. O que teria feito você? Ela só tinha o bastante para uma refeição. Esta única refeição pelo menos era algo com que podia contar. Mas, por causa de sua fé, renunciou ao certo em troca do incerto. A palavra de Deus por meio do profeta cumpriu-se. Ela e seu filho nunca tiveram falta de comida. Hoje, de maneira similar, os genitores privados do cônjuge, junto com todos os outros cristãos, precisam ter confiança em Deus por buscarem primeiro o reino dele e por acatarem as normas justas dele. Assim verão que ele proverá. — 1 Reis 17:8-16; Luc. 4:25, 26; Mat. 6:31-33.

      17. De que não se devem esquecer os genitores privados do cônjuge, se querem criar os filhos com bom êxito, e por quê?

      17 A tarefa difícil de ser tanto “mãe” como “pai” para os filhos e de criá-los corretamente só pode ser realizada se o pai ou a mãe nunca se esquecer do que deve ser da maior importância no lar. Note a resposta bíblica:

      “Melhor o pouco no temor de Jeová, do que suprimento abundante e com ele confusão. Melhor um prato de verduras onde há amor, do que um touro cevado e com ele ódio.” (Pro. 15:16, 17)

      O verdadeiro valor duma refeição não está naquilo que há sobre a mesa, mas o que está no coração dos que comem juntos. O que realmente importa é o amor e o temor sadio de Deus.

      18. (a) O que fizeram algumas mães privadas do cônjuge para ter dinheiro e ainda assim terem tempo para cuidar dos filhos? (b) O que mais, acha, pode ser feito?

      18 Para terem tempo de ajudar seus filhos a criar reverência por Deus e ainda assim terem o dinheiro necessário, algumas mães privadas do cônjuge, muitas vezes com a ajuda dos filhos, venderam produtos de sua própria fabricação doméstica ou realizaram serviços em casa.a Outras aproveitaram-se dos auxílios providos pelo governo aos quais tiveram direito legal e moral. Algumas baixaram seu nível de vida por se satisfazerem com trabalho por meio período, como fez certa cristã com quatro filhos. Ela disse: “Eu queria estar com os filhos o máximo possível. Já era bastante ruim não terem pai, sem ficarem também privados da mãe.” Naturalmente, nem todas conseguem achar trabalho tão conveniente. Mas, por confidenciarem isso aos filhos, explicando-lhes por que o serviço secular é necessário, e por passarem o mais que puderem com eles, essas mães podem manter um ambiente cordial de amor no lar.

      19. (a) O que significa para os pais ‘amarem os filhos’? (b) Por que nem sempre isso é fácil para mães privadas do cônjuge?

      19 ‘Amar os filhos’, que inclui prover a necessária disciplina, é essencial. (Tito 2:4; Pro. 13:24) Isso ajuda a impedir que os filhos, que já perderam um dos pais, se sintam inseguros. Visto que algumas mulheres têm a tendência de serem sentimentais, pode exigir verdadeiro esforço para dar disciplina. Mas, lembre-se de que a disciplina, que pode incluir punição, diz ao filho que você o ama tanto, que não o deixa meter-se em dificuldades.

      20. (a) O que fizeram alguns para se manterem achegados aos filhos? (b) Que bênção dupla advém de alguém se manter achegado aos filhos e de criá-los corretamente?

      20 Genitores privados do cônjuge, que se mantiveram achegados aos seus filhos, sugerem:

      “Reserve um tempo específico para estar com os filhos e não deixe nada interferir nisso. As tarefas caseiras sempre estarão ali; os filhos não. Concentre-se em edificar espiritualmente os filhos.” “Minha disciplina teve de ser temperada com compreensão por causa do choque com a perda de sua mãe. Eu converso com eles a cada oportunidade, não importando a hora do dia ou da noite. Temos nossos ‘momentos íntimos’ quando preparamos o jantar. É então que eles realmente me fazem confidências.”

      Tal amor penetra. Os filhos podem vê-lo e senti-lo. Embora todo este empenho em criar os filhos seja estafante, o pai ou a mãe tem a grande satisfação de vê-los crescer para se tornarem louvadores responsáveis de Jeová. Também, tal trabalho é uma proteção moral para o pai ou a mãe. — 1 Tim. 2:15.

      A SOLUÇÃO COMPLETA — A NOVA ORDEM

      21. (a) São facilmente solucionados os problemas dos genitores privados do cônjuge? (b) O que se pode conseguir com o proceder fiel?

      21 “Participo quase cada dia na obra de pregação. Estudo e oro constantemente”, disse certa viúva, que confessou: “Contudo, ainda assim choro cada noite ao ir dormir.” Sim, os problemas que os genitores privados do cônjuge enfrentam são difíceis de solucionar. Muitas vezes constituem uma batalha diária. Mas, cada dia que o cristão demonstra perseverança é outro revés para Satanás, que fez a acusação de que as pessoas parariam de servir a Deus quando a situação se tornasse difícil. (Jó 1:9-11; Pro. 27:11) Dê-se conta de que ninguém tem agora uma sorte perfeita na vida. A ‘associação inteira dos seus irmãos’ está sofrendo. (1 Ped. 5:9) Os problemas dos outros talvez sejam diferentes dos seus, mas são para eles igualmente intensos. Não importa quais os seus problemas, as condições poderiam ser piores. Portanto, procure pensar nos aspectos positivos de sua vida tanto quanto puder.

      22. (a) Em que devemos fixar os olhos, e por que? (b) O que será considerado no artigo, que segue?

      22 Acima de tudo, temos de manter os olhos fixos na esperança viva do sistema vindouro que trará satisfação perfeita. Conforme disse o apóstolo Paulo: “Fixamos os olhos, não nas coisas vistas [as tribulações que podem deixar-nos perplexos e derrubar-nos], mas nas coisas não vistas [a esperança da vida eterna]. Porque as coisas vistas são temporárias, mas as coisas não vistas são eternas.” Sim, as pressões exercidas pelo atual sistema frustrador finalmente acabarão. As bênçãos da Nova Ordem, agora tão próxima, serão infindáveis. Mantenha-as bem focalizadas e assim ‘não desistirá’. (2 Cor. 4:8, 9, 16-18) Mas o que podem os outros fazer para ajudar os genitores privados do cônjuge? Isto será considerado no artigo que segue.

  • Pode você ajudar a viúvas e a órfãos de pai “na sua tribulação”?
    A Sentinela — 1981 | 1.° de maio
    • Pode você ajudar a viúvas e a órfãos de pai “na sua tribulação”?

      1, 2. (a) Qual é a diferença entre ver alguém em necessidade e cuidar dele? (b) Segundo Tiago 1:27, que responsabilidade traz a verdadeira adoração?

      HÁ UMA grande diferença entre ver alguém em necessidade e cuidar dele. A verdadeira adoração deveria mudar as pessoas de observadores desinteressados em ajudadores que cuidam de seus concrentes, porque “a forma de adoração que é pura e imaculada do ponto de vista de nosso Deus e Pai é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas na sua tribulação, e manter-se sem mancha do mundo”. — Tia. 1:27.

      2 Em Tiago 1:27, a palavra original grega traduzida por “cuidar de” é definida como ‘tratar, prover’. Transmite a idéia de visitar alguém para dar-lhe a necessária ajuda. Esta ajuda é profundamente apreciada.

      OS FILHOS PODEM PROVER VALIOSA AJUDA

      3, 4. (a) Segundo 1 Timóteo 5:4, quem deve preocupar-se com ajudar as viúvas? (b) Como podem ajudar os filhos privados de pai ou mãe, e qual é o melhor apoio que estes filhos podem dar?

      3 O apóstolo Paulo mostra quem deve estar preocupado em ajudar as viúvas, dizendo: “Se alguma viúva tiver filhos ou netos, que estes aprendam primeiro a praticar a devoção piedosa na sua própria família e a estar pagando a devida compensação aos seus pais e avós, pois isto é aceitável a vista de Deus.” (1 Tim. 5:4) Embora esta declaração envolva filhos crescidos, até mesmo os menores podem aprender a mostrar sua devoção a Deus por pagarem “a devida compensação” aos seus pais, que fizeram tanto por eles. Mas, como? Alguns jovens ajudam de maneira financeira, como fez um deles, que ofereceu todas as suas economias acumuladas dum serviço de meio período, para pagar uma conta inesperada. “Esta espécie de generosidade dum filho de 14 anos”, disse a mãe radiante, “estimula-me mais do que posso dizer”.

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