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  • Está seu filho jovem preparado para uma carteira de motorista?
    Despertai! — 1974 | 22 de setembro
    • do que teriam ocorrido se sua taxa de mortes tivesse sido a mesma que a dos motoristas com 25 anos ou mais, verificou a junta de segurança. Esta ‘perda a mais’ de 7.400 foi um terço maior do que o total geral de mortes em 1969 nos acidentes de aviso, marítimos, ferroviários, em oleodutos e nos cruzamentos de nível. A perda desproporcional envolve ‘de forma destacada o varão jovem’, disse a junta.”

      A perda de vidas jovens nos acidentes de trânsito é trágica. Considere bem: Em 1966, perto do auge da guerra do Vietname, 12.200 jovens motoristas varões foram mortos — mais que o dobro do número de soldados dos EUA mortos no Vietname naquele ano!

      Seria já bastante ruim se os motoristas jovens apenas se matassem, mas, matam outros também. Os passageiros que viajam com eles, os ocupantes de outros carros e os pedestres morrem todos aos milhares cada ano, atingidos pelos jovens atrás do volante dum carro. Poderia seu filho jovem constituir também grave ameaça à vida e segurança de outros?

      Apenas Uma Minoria É Responsável?

      Talvez ache que apenas uma minoria dos jovens seja responsável por esta horrenda matança. Será verdade? Será que uns poucos estragam a reputação dos demais?

      Bem, considere as seguintes estatísticas: Cerca de 40 de cada 100 motoristas com menos de 25 anos estão envolvidos em acidentes de carro cada ano. Não se trata de pequena minoria. Assim, logo que um adolescente passa a ser um motorista da família, os prêmios de seguro talvez aumentem bastante.

      Mas, por que os motoristas jovens estão envolvidos em tantos acidentes?

      Razões Para a Ficha Maculada

      A falta de experiência em dirigir é a razão principal, segundo a maioria dos especialistas em educação dos motoristas. Num esforço de fornecer-lhes experiência, um curso de educação em direção é oferecido em mais de 80 por cento dos ginásios nos EUA.

      No entanto, talvez uma razão ainda mais importante para a ficha maculada dos jovens é a própria natureza dos jovens. Tendem a ser exuberantes e descuidados, a não ter juízo e ser ousados e provocados com facilidade. Declarando o assunto sem rodeios, a autoridade em dirigir, Paul W. Kearney escreveu sobre os motoristas jovens: “Seu juízo é juvenil — e sua esportividade nas rodovias é comparável à de um par de criancinhas lutando por um chocalho num berço!”

      Atrás dum volante dum carro, tais características infantis amiúde resultam desastrosas. Assim, na primeira noite que saiu sozinho num carro, um craque de futebol americano do ginásio, de 17 anos, atropelou uma mãe e seu filho numa faixa para pedestres, ao dar a partida como um louco. O treinador de atletismo do rapaz deu a seguinte explicação:

      “Se me tivessem perguntado, eu lhes podia ter dito que Harvey não estava emocionalmente preparado para dirigir. Tem gênio ruim no vestiário e apoquenta outros jogadores. Gosta de brilhar e de desafiar os outros. Sua atitude mental se mostrou na sua maneira de dirigir logo que ficou sem supervisão. O rapaz simplesmente tinha de ser o primeiro quando o sinal mudou para verde.”

      Parece verdadeiro, como o Dr. Matthew Rose, instrutor de psiquiatria, observou: “O carro é quase uma extensão de nossa personalidade e a maneira de dirigirmos nos sintetiza perfeitamente.” Por conseguinte, não se deve ignorar o fato: Um jovem usualmente tem as características de personalidade típicas dum jovem, características que amiúde contribuem para os acidentes de carro.

      Os pais precisam reconhecer este fato e considerar seriamente: Está meu filho jovem realmente preparado para uma carteira de motorista? De outra forma, não são pelo menos parcialmente responsáveis quando seus filhos jovens se envolvem em acidentes de trânsito que provocam mortes e ferimentos?

      ‘Mas, o que posso fazer’, talvez pergunte. ‘Devo recusar a meu filho a carteira de motorista?’

      Responsabilidade Parental

      Trata-se duma decisão que terá de fazer. Muitos acham que é a melhor solução, e recomendam que sejam promulgadas leis que proíbam os jovens de dirigir. Outros, porém, crêem haver melhores soluções, muito mais justas aos jovens. Argúem que aumentar a idade da habilitação não reduzirá o número de iniciantes nas estradas que não tenham experiência de dirigir. E é esta falta de experiência que é tida como a principal causa dos acidentes de carro, sem se considerar a idade em que se começa a aprender a dirigir.

      Assim, talvez decida permitir que seu filho comece a aprender a dirigir quando é bem jovem. Não conclua, contudo, que assumiu sua responsabilidade por simplesmente mandá-lo fazer um curso de motorista na escola. Estes em geral são inadequados. Com efeito, estudos concluídos em Mississippi e na Califórnia mostram uma taxa mais elevada de acidentes entre os adolescentes que fizeram cursos na escola do que entre os outros motoristas adolescentes! Por que falham os programas das escolas?

      Basicamente, segundo se pensa, é porque não fornecem ao jovem motorista nenhuma experiência prática. Pouco tempo é realmente gasto em dirigir, e isto em velocidades reduzidas, em ruas pouco movimentadas. Confrontam-se poucas, se é que algumas, situações de emergência. “Devido a isto”, explicou um porta-voz de uma grande seguradora de carros, “os motoristas jovens não estão prontos a enfrentar muitas situações de emergência, tais como estouros de pneus e derrapagens. Com muita freqüência, a primeira experiência do motorista jovem com uma situação de emergência é a que realmente acontece, e mui amiúde jamais tem outra oportunidade.”

      Por este motivo, o Dr. Amos E. Neyhart, o homem que estabeleceu o primeiro curso de direção no ginásio, em 1933, afirma: “Pelo menos 12 horas deviam ser gastas por todo estudante no volante. O motorista-estudante deve ganhar experiência simulada em derrapagens, falha dos freios, estouros de pneus, em sair da estrada, e assim por diante. Temos ensinado a manobrar carros, mas não o suficiente a prevenir acidentes.”

      Assim, como pai, deve certificar-se de que seu filho jovem adquira legalmente experiência de direção. Deixe-o observar quando estiver a seu lado. Dê-lhe experiência prática na velocidade das rodovias. Também, é sábio ensiná-lo a enfrentar derrapagens, que se calcula serem um dos principais fatores em um de cada quatro acidentes fatais de carro. Talvez possa encontrar um estacionamento grande, desocupado, coberto de gelo (ou de lama escorregadia) e obter permissão de usá-lo para demonstrar o controle da derrapagem e a dar guinadas para manter o carro na direção certa. Ler algo sobre controlar uma derrapagem nunca poderá instruir tão bem como realmente presenciar isso na realidade.

      Nem cessa sua responsabilidade ao simplesmente ver que seu filho pode dirigir com perícia um carro, mesmo em emergências. É igualmente importante, se não for ainda mais, inculcar nele a atitude mental correta.

      Instilar Uma Atitude Sóbria, Madura

      Seu filho talvez seja adolescente, mas, quando está no volante é essencial que seja pessoa estável que dê valor à vida e à propriedade. É sua responsabilidade ver que dê. Empenhe-se em desenvolver nele a cortesia, o respeito pela lei, o cuidado e a consideração pelos direitos dos outros.

      Um modo vital de fazê-lo é por dar-lhe bom exemplo pela forma que dirige. Destacando a importância disto, o Dr. Bruno Bettelheim, famoso psicanalista, disse: “Mesmo que o genitor viole apenas ocasionalmente uma lei de trânsito, isso talvez baste para destruir a crença do filho de que deve obedecer a todas as regras em todas as ocasiões. Ocasional violação dos limites da velocidade por parte dum genitor, ou impaciente avançar quando o sinal está vermelho, faz com que o jovem imagine que ser ‘adulto’ quer dizer que se pode violar a lei e safar-se.”

      É vital, também, ensinar a seu filho jovem a pensar enquanto dirige, sempre analisando o tráfego. Certo pai faz disso um jogo, explicando:

      “Meu filho . . . senta-se aqui ao meu lado, no banco da frente do carro, olha para a frente, e observa possíveis perigos. Por exemplo, há uma fila de carros parados na frente, com um motorista sentado no volante dum carro. O que deve fazer o motorista de nosso carro se o outro motorista arrancar subitamente ou abrir a porta do carro no lado errado? Ali está uma via de acesso escondida de onde pode surgir inesperadamente um carro. Como nos preparamos para enfrentar tal emergência? Lá na frente há uma curva fechada. Como agiremos?”

      Alguns talvez pensem que os jovens têm reflexos tão rápidos que podem, no último instante, evitar um acidente. Mas a realidade é que conseguir meter o pé no freio uma fração de segundo mais rápido do que outrem é muito menos importante em evitar acidentes do que dirigir cuidadosamente o bastante para que tal medida seja desnecessária.

      Ainda outro modo de inculcar em seu filho jovem a importância de dirigir com segurança é permitir que veja e ouça em primeira mão o que acontece com os violadores do tráfego. Se puder entrar em contato com o tribunal local, o juiz talvez fique contente se for lá para escutar. Talvez até mesmo faça arranjos para julgar uma série de casos que sejam especialmente instrutivos e impressionantes para os adolescentes.

      Eficaz também é fazer com que os jovens visitem um pronto-socorro dum hospital e vejam os casos de acidentes de trânsito conforme sejam atendidos. Isto pode certamente causar duradoura impressão que destaca a importância de dirigir com segurança! Por indagar e explicar a razão disso, talvez obtenha permissão de visitar tal pronto-socorro.

      Não é exagero dizer que o futuro de seu filho jovem depende, em grau surpreendente, de sua correta supervisão sobre o uso que ele faz do carro. Simplesmente não pode fechar os olhos diante do perigo quando ele está no volante. É real! Assim, faça tudo que puder para tornar o seu filho jovem um motorista seguro. A vida dele, e a de outros, talvez dependa disso.

  • Outro perigo da transfusão de sangue
    Despertai! — 1974 | 22 de setembro
    • Outro perigo da transfusão de sangue

      ◆ O periódico médico de Gopenhague Ugeskrift for Lœger considera os riscos da transfusão de sangue para os pacientes tratados de complicações dos rins (uremia). Noticia: “Apesar da contagem [de glóbulos vermelhos] ser aproximadamente a metade da normal, tais pacientes conseguem compensar a aguda perda de sangue . . . com a ajuda da administração de ferro e sem transfusão de sangue. Devem-se evitar as transfusões em pacientes com uremia terminal por várias razões, tais como o risco de hepatite, a sensibilização com reações às transfusões subseqüentes . . . e o fato de que a transfusão inibe [a produção de glóbulos vermelhos] na medula óssea.”

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