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  • Cuidando dos problemas na família antes que cresçam
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
w67 1/2 pp. 69-71

Cuidando dos problemas na família antes que cresçam

Qual é uma fonte de freqüente perigo? Qual é o melhor meio de proteger seus filhos?

JÁ VIU alguém começar a arrancar a erva daninha de sua horta em fins do verão, quando as ervas daninhas já estão maiores do que as plantas? Sabe que significa muita labuta de deixar doendo as costas de tal pessoa. Não só isso, mas, em muitos casos, as raízes das ervas daninhas e das plantas boas ficaram tão entrecruzadas que é praticamente impossível remover as ervas daninhas sem estragar as plantas. Todavia, se as ervas daninhas não forem removidas, os frutos e a beleza do jardim sofrerão danos. Esta é por certo uma situação frustradora.

Mas, ao refletir sobre o assunto, compreenderá que tal pessoa poderia ter evitado esta situação por fazer o serviço de remover as ervas daninhas no devido tempo. Durante os dias de crescimento vital de fins da primavera, a pessoa poderia, com um mínimo de esforço, desarraigar as ervas daninhas do canteiro, permitindo assim que as flores e hortaliças tivessem ocasião de criar fortes raízes. Naqueles primeiros estágios, poderia ter passado a enxada dez vezes pela horta inteira no tempo que agora leva para passá-lo em apenas uma fileira.

Sim, tal horticultor tem seus problemas, e são grandes agora. Sabe que, se for um pai temente a Deus que tem filhos pequenos, isto se aplicaria bem no seu quintal, por assim dizer? Não raro tem ouvido dizer que os filhos crescem como ervas. Mas, deveriam ser, corretamente, plantas frutíferas, e precisam proteção das ervas sobrepujantes dum iníquo sistema de coisas. Assim, que espécie de horticultor é o leitor? Será que deixa de lidar com os problemas menores de sua família até que assumam grandes proporções, até que as soluções dos mesmos estejam além de sua habilidade?

PERIGO DE PÔR DE LADO OS PROBLEMAS

Com demasiada freqüência, os filhos se dirigem ao pai ou à mãe com algum pequeno problema, apenas para serem postos de lado pelo genitor que acha que está muito ocupado para ser incomodado. Talvez se trate de simples pergunta que a criança tenha, ou um pedido de orientação em algum projeto, todavia, a atitude do genitor ameaça minar o futuro de tal criança. A quem mais se poderia dirigir o jovem? É verdade que a pergunta talvez seja considerada inconseqüente por parte do genitor, mas, para a criança, pode ser bem importante.

Nos primeiros anos púberes, o rapazinho acostumado a ser tratado deste jeito talvez tenha problemas bem maiores a enfrentar, mas deixaram-no sentir que seus pais não têm tempo para ele, e além disso, não mantiveram aquela íntima relação familiar que tornaria mais fácil ele se dirigir a eles. O rapaz talvez tenha colegas dum grupo de sua própria idade e notou que fazem coisas que não lhe parecem certas. Quem dera que se pudesse sentir livre para se dirigir a seus pais em busca de conselho! Mas, não. É tarde demais, quando ele se envolveu em grandes dificuldades, e os pais ficam pasmados com as investigações policiais que o envolvem.

Nos anos posteriores da mocidade, o rapaz começa a marcar encontros com as moças. Descortina-se agora diante dele uma parte nova e estranha de sua vida, e, oh, como teria aproveitado o conselho paternal em muitas ocasiões! De alguma forma, porém, tem de resolver tudo sozinho. Como poderia falar com seus pais a respeito de assuntos tão íntimos, de qualquer forma? Já agora se tornaram quase que estranhos para ele. Por que se interessariam nos problemas dele agora, quando mostraram tão pouco interesse anteriormente?

Será que não pode ver aquelas ervas daninhas crescerem por toda a volta, suas raízes se entrecruzando com as dele? Tem ouvido conselhos de pessoas de fora, de outros jovens que mal sabem julgar as coisas, ou de adultos que deixam que o sentimentalismo interfira com seu raciocínio. Seu inteiro futuro já corre perigo.

Finalmente, vem o golpe. Sendo menor, precisa agora da assinatura do pai a fim de casar-se com uma moça de outra fé, com quem tem tido relações sexuais. O que farão os pais? Apressam-se em pedir conselhos a concristãos maduros. Mas, o que se lhes pode dizer então? Não se trata agora de uma questão para eles decidirem? Com certeza permitiram que seu problema se transformasse numa fonte frustradora de ansiedade e pesar.

O MELHOR MODO

Quão diferente seria a situação agora, caso tivessem cuidado dos pequenos problemas de seu filho nos seus primeiros anos! Pense nas muitas oportunidades que perderam quando poderiam ter cimentado um companheirismo caloroso e amoroso com o seu filho, que, por sua vez, os tornaria os respeitados confidentes tanto de seus prazeres como de suas dificuldades. Com efeito, era sua responsabilidade cristã seguir tal proceder, pois o apóstolo Paulo deu esta instrução: “Pais, não estejais irritando os vossos filhos, más prossegui em criá-los na disciplina e no conselho de autoridade de Jeová.” (Efé. 6:4) Ocasiões de estudo bíblico familiar regular são, por certo, essenciais, se este conselho há de ser seguido. Quando os filhos têm perguntas, contudo, os pais têm maravilhosa oportunidade de incutir um pouco mais da instrução ou disciplina de Jeová.

Os pais cristãos têm a mesma responsabilidade de ensinar os princípios piedosos a seus filhos que os pais hebreus tinham enquanto vigorava a lei mosaica. A amplitude deste programa de ensino é revelada na ordem: “Os mandamentos que hoje te dou serão gravados no teu coração. Tu os inculcarás a teus filhos, e deles falarás sentado em tua casa, andando pelo caminho, ao te deitares e ao te levantares.” (Deu. 6:6, 7, CBC) Este conselho divino visava impedir as investidas de modos e idéias mundanos, semelhantes à erva daninha, na vida do rapaz.

Note o que se poderia dizer a um rapaz que, em seus primeiros anos, recebeu ajuda e conselho calorosos e amorosos de sua mãe e de sua avó cristãs: “Tu, porém, continua nas coisas que aprendeste e ficaste persuadido a crer, sabendo de que pessoas as aprendeste e que desde a infância tens conhecido os escritos sagrados, que te podem fazer sábio para a salvação, por intermédio da fé em conexão com Cristo Jesus.” (2 Tim. 3:14, 15) Timóteo cresceu, tornando-se co-trabalhador fidedigno do apóstolo Paulo. Porque seu pai não era um cristão dedicado, a responsabilidade de criá-lo na disciplina de Jeová, recaiu sobre a mãe dele.

Semelhantemente, começando na infância, há necessidade de que ensine a seu filho e o ajude nos pequenos problemas. Timóteo não cria simplesmente porque sua mãe lhe ordenava que cresse. Foi “persuadido a crer”. Esse deveria ser o caso dos filhos dos cristãos, atualmente. Só pode ser feito se houver intercâmbio de amor e confiança entre o pai e o filho. No caso de esta relação apropriada ter sido cuidadosamente cimentada durante os seus anos de meninice, seu filho não hesitará de se dirigir ao leitor com seus problemas de adolescente.

NENHUMA EVASÃO DE RESPONSABILIDADE

Não pode haver nenhuma evasão de responsabilidade. Se for pai, por exemplo, talvez se incline a pensar que compete à sua esposa ajudar os filhos com seus problemas. Ademais, tem de resolver os seus próprios problemas, e quando chega em casa à noitinha, já está esgotado. Mas, será que estas são boas razões de se esquivar do conselho do apóstolo: ‘Vós, pais, prossegui em criar seus filhos na disciplina de Jeová’? Certamente que não.

Até mesmo em seu emprego já aprendeu por experiência quão importante é resolver os problemas antes que fujam do controle. Se falhasse nisso, não teria êxito em seu emprego. É verdade que seu salário e o bem-estar material de sua família dependem de certificar-se de que sejam cuidados os problemas de negócios antes que se tornem grandes demais. Mas, quão mais importante é o bem-estar espiritual futuro de sua família! As vidas estão em jogo, vidas que foram entregues a seu cuidado por um Deus justo e amoroso, que, no devido tempo, exigirá a prestação de contas.

Portanto, não é inteiramente uma questão de como considera sua responsabilidade para com seus filhos, mas de como Deus a considera. Expressando fielmente a mente do Pai celeste sobre o assunto, verificamos que Jesus delineou o seguinte princípio para seus discípulos: “Quem é fiel no mínimo, é também fiel no muito, e quem é injusto no mínimo, é também injusto no muito.” (Luc. 16:10) Assim, talvez pareça algo pequeno deixar de lado seu filho jovem, quando ele lhe deseja falar ou lhe mostrar algo que realizou, mas, para ele, isso é grande desapontamento, e, para Deus, talvez seja uma falha de sua parte, de aproveitar a oportunidade de consolidar a fé e a confiança do seu filho em sua liderança cristã.

Deveras, Deus considera tão sério a questão da supervisão da família que inspirou o apóstolo Paulo a declarar: “Deveras, se um homem não souber presidir à sua própria família, como tomará conta da congregação de Deus?” Se o cristão há de ter tal responsabilidade privilegiada, tem de ter “os filhos em sujeição com toda a seriedade”. (1 Tim. 3:4, 5) Isto significa que ele tem de ter um conceito sério da questão de presidir à sua família e de fazer o máximo para executar um bom trabalho quanto a isso. Não pode consegui-lo simplesmente com mão forte e demonstração de autoridade. O amor e a empatia precisam também ser exercidos.

Nenhum genitor consciente deseja ver seu filho se tornar um violador da lei e assim esgotar suas oportunidades de uma vida feliz. Não desejam vê-lo se tornar um estranho para eles. Sabem que uma das maiores forças em favor do bem ou do mal na vida futura de seu filho é a espécie de casamento que ele contrairá. Sabem que a Palavra de Deus aconselha que Seus adoradores só se casem com os que pensam a mesma coisa que eles em questões de fé e de religião. (1 Cor. 7:39) Assim, desejariam por certo ver seu filho ou sua filha encontrar o cônjuge certo.

Quão sábio, então, é começar a cuidar dos problemas da família enquanto ainda são pequenos, enquanto ainda se pode resolvê-los! Desta forma poderá remover regularmente todas as coisas indesejáveis da vida de seu filho. Pode, nos primeiros estágios, frustrar a probabilidade de ele se tornar um violador da lei ou de se unir em casamento a um descrente. Pode, com a ajuda de Deus, criar uma relação familiar que pode ser assemelhada a uma horta bonita e frutífera.

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