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  • De que espécie de educação precisam os filhos?
    A Sentinela — 1974 | 1.° de maio
    • a morte, bem como a dor, o sofrimento e as lágrimas, atualmente tão comuns. (Rev. 21:3, 4) Naquele tempo, todos serão amigáveis e pacíficos. De fato, até mesmo os animais estarão em paz, e a criança pequena poderá brincar com eles sem se ferir. (Isa. 11:6-9; Sal. 37:9-11, 29) Ao passo que o filho chega a conhecer estas provisões maravilhosas de Jeová, seu amor a Deus se tornará muito forte. Em resultado, não desejará fazer nada que desagrade a seu maravilhoso, Pai celestial. O amor e o apreço que o filho tem por Jeová servirão assim como o mais forte impedimento de ele fazer algo que Deus diz ser errado.

      17. (a) Por que se pode ter a certeza de que ensinar aos filhos a Palavra de Deus lhes será de benefício mais adiante na vida? (b) Que exemplo bíblico mostra o proveito da educação desde cedo?

      17 Mas, pode-se mesmo ter a certeza de que a instrução desde cedo na Palavra de Deus beneficie o filho mais adiante na vida? Sim, pode-se ter esta certeza, pois deve lembrar-se de que o provérbio bíblico diz que, se o filho for educado “segundo o caminho que é para ele; mesmo quando envelhecer, não se desviará dele”. (Pro. 22:6) Tome o exemplo do jovem hebreu José. Evidentemente, seu pai Jacó ensinou-lhe Jeová e suas leis, quando ainda era jovem. Mais adiante na vida, José veio a estar no país estrangeiro do Egito, longe da família e dos amigos. Ali, enquanto trabalhava para um rico chamado Potifar, a esposa deste homem começou a tentar seduzir o belo José. Ela dizia-lhe: “Deita-te comigo.” Mas José se negava a isso, explicando: “Como poderia eu cometer esta grande maldade e realmente pecar contra Deus.” Mesmo quando a esposa de Potifar agarrou José e tentou fazer com que se deitasse com ela, ele resistiu e fugiu. Foram o respeito e o amor que José tinha por Deus, inculcados nele quando criança, que o refrearam da transgressão. — Gên. 39:1-12.

      18. (a) Que benefício trará ensinar aos filhos a Palavra de Deus? (b) Por que passam os jovens por tantas dificuldades hoje em dia?

      18 Não concorda que as crianças atualmente precisam desta espécie de instrução da Palavra de Deus? Incutirem-se nos jovens os requisitos morais de Deus certamente os ajudará a levar uma vida reta e feliz. No entanto, atualmente, a orientação bíblica é em geral rejeitada como sendo restritiva demais e como causando frustração. Por exemplo, a respeito da proibição de relações sexuais para pessoas solteiras, uma pessoa escreveu recentemente no Times Magazine de Nova Iorque: “Certamente, já há bastante campos de frustração na vida, de modo que não se precisa dum estímulo deliberado da frustração. . . . Tudo o que precisamos fazer para dar aos nossos filhos direção (sua própria, conforme esperamos, é mostrar-lhes que estimamos a nós mesmos e também a outros, e que há muitos modos diferentes de nos realizarmos.” Mas quanta dificuldade esta rejeição da direção de Deus tem trazido, inclusive uma avalancha de doenças venéreas, filhos ilegítimos e abortos, com as acompanhantes dores, mágoas e angústias! Quão claro se torna que os filhos precisam de instrução provida na Palavra de Deus! — Jer. 10:23.

      NECESSIDADE DE DISCIPLINA

      19. (a) Tem os filhos a inclinação natural de fazer o que é direito, e como sabemos isso? (b) O que está incluído na questão de se dar disciplina?

      19 No entanto, para que um programa de instrução sobre a Palavra de Deus seja eficiente, precisa também incluir disciplina amorosa. Isto se dá porque os filhos não estão por natureza inclinados a fazer o que é direito. É como diz o inspirado provérbio bíblico: “A tolice está ligada ao coração do rapaz; a vara da disciplina é a que a removerá para longe dele.” (Pro. 22:15) A palavra “disciplina” contém a idéia de dar educação que amolda e corrige. Envolve assim freqüente repetição da instrução, para que o filho seja motivado a acatá-la. Mas a disciplina envolve ainda mais. Conforme a maioria dos pais sabe muito bem, a criança amiúde não se deixa corrigir só por palavras. (Pro. 29:17, 19) Portanto, a educação disciplinar pode também incluir o castigo ou a punição disciplinar com o objetivo de corrigir a criança. Mas deve esta forma de disciplina incluir o bater? Há verdade no antigo ditado: “Poupe a vara e estragará o filho”?

      20. Qual é o conceito comum de autoridades mundanas com respeito à aplicação de punição física, como forma de educação disciplinar?

      20 Autoridades mundanas na criação de filhos amiúde dizem: ‘Não, nunca se deve bater no filho. Evite a frustração do filho por causa de tais medidas fortes para mudar suas inclinações naturais.’ Um editorial do Times de Nova Iorque, de 5 de abril de 1972, dizia: “‘Poupe a vara e estragará o filho’ é um ditado opiniático que continua a obter acenos de aprovação dos defensores presumidos das ‘antigas virtudes’. É difícil de se saber por que a administração de punição premeditada e dolorosa por alguém maior e mais forte poderia incutir outra coisa senão a crença de que a força triunfa.” Mas é correto tal conceito? É errado usar a punição física com o objetivo de corrigir o proceder errado do filho?

      21. (a) O que diz a Palavra de Deus a respeito de se usar punição física para corrigir o proceder errado dum filho? (b) Como sabemos que é o modo de Deus dar tal espécie de disciplina?

      21 Deus é o Criador do homem. Não há autoridade maior. Sua Palavra é muito clara no assunto. Ela diz: “Não retenhas a disciplina do mero rapaz. Não morrerá se lhe bateres com a vara. Tu mesmo lhe deves bater com a vara, para que livres a sua alma do próprio Seol [a sepultura].” (Pro. 23:13, 14) A vida do filho está em jogo. Caso se lhe permita seguir o proceder errado, este resultará na sua própria infelicidade e finalmente na morte fora do favor de Deus. Por isso, a Bíblia diz: “Quem refreia a sua vara odeia seu filho, mas aquele que o ama está à procura dele com disciplina.” (Pro. 13:24) Mostra verdadeiro amor da parte do progenitor fazer tudo o que puder para corrigir seu filho, inclusive por bater nele. Este é o modo de Deus. “Pois Jeová disciplina aquele a quem ama”, diz a escritura, “de fato, açoita [fustiga ou vergasta] a cada um a quem recebe como filho”. — Heb. 12:5, 6.

      22. (a) Qual deve ser a motivação dos pais para dar disciplina, conforme mostra o exemplo de Deus? (b) O que é na maior parte responsável pelo enorme aumento atual da delinqüência juvenil?

      22 Por que faz Deus isso aos seus filhos? “Para o nosso proveito”, disse o apóstolo Paulo, “para participarmos de sua santidade. É verdade que nenhuma disciplina parece no momento ser motivo de alegria, mas sim de pesar; no entanto, depois dá fruto pacífico, a saber, a justiça, aos que têm sido treinados por ela”. (Heb. 12:7-11) Os filhos precisam de tal disciplina para o seu próprio bem. Faz parte da educação que é ‘segundo o caminho que é para eles’. (Pro. 22:6) A rejeição de tal educação disciplinar, pelo mundo, é na maior parte responsável pelo enorme aumento da delinqüência juvenil e da resultante dificuldade e vergonha que tem trazido aos pais. — Pro. 29:15.

      23. Como reagem os filhos quando recebem ou quando deixam de receber a disciplina?

      23 Contrário à opinião popular, os filhos gostam quando os pais mostram interesse genuíno neles por prover orientação e restrição razoáveis para suas atividades. Alguns filhos talvez se queixem às vezes por causa da disciplina, mas aprendem a amar e a respeitar os pais que mostram interesse genuíno no seu bem-estar. Por outro lado, deixarem os pais de administrar a disciplina de que os filhos tanto precisam fará provavelmente com que o filho se ressinta dos pais. Uma revista popular, há pouco tempo atrás, falou sobre uma moça de quinze anos que caiu no proceder errado e trouxe vergonha para si e para sua família. Pesarosa por causa de sua conduta, ela disse ao pai: “Papai, o senhor devia ter exigido, há anos atrás, que eu me comportasse, e quando não me comportei, em vez de falar comigo, devia ter-me surrado o traseiro. Quando não obtive boas notas, por que não me obrigou a esforçar-me? Achava que eu era tão estúpida que não podia obter notas melhores?” — McCall’s, julho de 1969, página 114.

      24. (a) Como podem os pais mostrar que realmente amam os filhos? (b) Qual será o resultado de mostrarem este amor?

      24 Pais, mostrem que amam mesmo seus filhos por dar-lhes a disciplina de que necessitam tão desesperadamente. Acatem o conselho sábio da Palavra de Deus. Ensinem a sabedoria dela aos seus filhos. Desenvolvam neles o amor e o respeito pelo Criador, Jeová Deus. Por fazerem isso, poderão estar confiantes de que ‘estão educando seus filhos segundo o caminho que é para eles e que não se desviarão dele’. (Pro. 22:6) Isto significará para eles, no fim, a vida infindável no glorioso novo sistema de coisas de Jeová Deus. Quão gratos lhes serão seus filhos por prepará-los para usufruir isso!

  • Está instruindo seus filhos?
    A Sentinela — 1974 | 1.° de maio
    • Está instruindo seus filhos?

      “Estas palavras que . . . te ordeno . . . tens de inculcá-las a teu filho.” — Deu. 6:6, 7.

      1. Por que é tão importante que os pais instruam seus filhos?

      ESTÁ sinceramente interessado em ver que seus filhos se tornem pessoas honestas e retas, que amem a Deus e seu próximo? Sem dúvida, este é um de seus desejos mais vivos. Mas, dá-se conta de que a satisfação ou não deste desejo depende em grande parte de como os instrui? Isto é verdade. E é especialmente assim agora, quando há tantas pressões sobre os jovens, a fim de se voltarem para a imoralidade sexual, para o uso de entorpecentes e para outras formas de delinqüência. Este é o motivo pelo qual a educação de seus filhos é uma das atividades mais importantes em que vocês, pais, se empenharão na vida. Consideram-na tão importante assim? Sabem o que pode acontecer e está mesmo acontecendo em famílias em que os pais deixaram de manter uma comunicação regular e livre com seus filhos?

      2, 3. Que experiência real ilustra o que pode acontecer quando se rompem as comunicações entre pais e filho?

      2 Recentemente, uma revista popular estadunidense falou sobre uma família em Long Island, Nova Iorque, na qual houve um colapso nas linhas de comunicação. O rapaz passou a ter períodos de melancolia, de silêncio e de beligerância. Por fim, começou a tomar entorpecentes. Os pais descobriram isso, mas não puderam realmente considerar o assunto com ele. Em vez disso, houve apenas discussões iradas, e o rapaz não acatou as ordens de seus pais, de parar de usar entorpecentes. Em muitas outras famílias, nos círculos de amigos dos pais, os filhos também usavam entorpecentes. De fato, um promotor público calculou que três quartas partes dos jovens naquele município tinham experimentado a maconha e outros entorpecentes!

      3 Nesta família específica, as condições pioraram ao ponto em que o pai gritava com o filho e o filho gritava de volta, até mesmo ameaçando seus pais. Por fim, na tarde de domingo de 27 de fevereiro de 1972, sob a influência de entorpecentes, o rapaz avançou contra o pai com uma faca de trinchar. O pai puxou o revólver que usava para proteção e atirou

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