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  • Sobrevêm-nos um dilúvio de epidemias!
    Despertai! — 1984 | 22 de maio
    • Sobrevêm-nos um dilúvio de epidemias!

      EM 1975, ano em que alguns cientistas visualizavam o fim definitivo de todas as moléstias, mais pessoas nos Estados Unidos da América morreram de câncer do que jamais antes. “As doenças venéreas, antigo flagelo que a medicina moderna julgava ter conquistado, atingem proporções epidêmicas em todos os Estados Unidos”, dizia o analista de notícias Louis Cassels. Informes similares de uma colheita persistentemente sombria de malária, afeções cardíacas, esclerose múltipla, esquistossomose — até mesmo de influenza — contam a mesma história: O gênero humano ainda se vê assolado por epidemias.

      Todavia, as maiores epidemias são mais devastadoras do que as moléstias físicas. São as epidemias de violência, de anarquia, de permissividade sexual, de alcoolismo, de divórcio, de dissolução das famílias — males espirituais que deixam a humanidade insensibilizada, “além de todo o senso moral”. (Efésios 4:19) Muitas das pestilências físicas da atualidade seguem o rastro das moléstias do espírito.

      Epidemia de Imoralidade Sexual

      Há alguns anos, a revista Redbook entrevistou 100.000 mulheres, a maioria delas sendo mães jovens, brancas, da classe média. Trinta por cento já tinham cometido adultério e 81 por cento experimentaram o sexo pré-marital.

      Isto poderia ser desprezado como sensacionalismo se a revista Cosmopolitan, cinco anos depois, não tivesse entrevistado 106.000 mulheres e confirmado estes dados. A metade das mulheres casadas que responderam à pesquisa já tinham tido alguma espécie de experiência sexual extraconjugal.

      Eis outros sintomas desta doença: Nos Estados Unidos, abortaram-se 1.297.606 bebês em 1980. Em todo o mundo, calculadamente 40 milhões de bebês por nascer foram propositalmente abortados — quase o dobro da população do Canadá. Na Polônia católico-romana, em 1982, houve 702.000 nativivos e, pelo menos, 800.000 abortos. No Brasil, a estimativa situa-se entre 2 a 3 milhões de abortos anuais.

      Epidemia de Adolescentes Grávidas

      O sexo pré-marital, em 1969, era encarado como errado por 77 por cento dos norte-americanos; dez anos depois, apenas 41 por cento pensavam da mesma forma. Na Suécia, na década de 50 e de 60, uma de cada três noivas chegava grávida ao altar. Em 1978, uma de cada três crianças nascia fora do casamento, e um de cada nove casais vivia junto sem serem casados.

      Em 1976, o Departamento de Saúde Pública dos EUA calculava que 41 por cento das jovens solteiras norte-americanas, com 17 anos ou menos, já tinham tido relações sexuais. Isto representava um aumento de 54 por cento em cinco anos. Não é surpreendente que a proporção de jovens, de 15 a 19 anos, que tiveram filhos ilegítimos, aumentasse tremendamente 800 por cento entre 1940 e 1980.

      É evidente que a boa moral sexual não é mais prezada pela maioria dos jovens. A imoralidade sexual é encarada como norma. “Não quero que meu namorado saiba que sou virgem”, escreveu uma estudante de 2.º grau, de 17 anos, um tanto embaraçada, à colunista e conselheira Ann Landers. Em resposta a outra carta, a colunista disse: “De nada adianta dizer a uma jovem de 18 anos, que já fez dois abortos, que a palavra ‘não’ é a forma mais segura de evitar filhos.”

      Escolas da Imoralidade

      Onde será que tais jovens (e seus pais) aprendem este tipo de comportamento? Naturalmente, aprendem uns dos outros. São também passíveis de sugestões vindas de fora. Em 1980, apenas 4,6 por cento dos filmes exibidos nos Estados Unidos eram classificados como G, isto é, apropriados para jovens desacompanhados dum adulto. Devido à imoralidade ou à violência explícitas, mais de 55 por cento foram classificados, quer como R (impróprio para menores de 17 anos, a menos que acompanhados dum adulto), quer como X (proibidos expressamente para pessoas com 17 anos ou menos). [No Brasil a idade classificatória é de 16 e 18 anos.]

      Seria melhor deixar os filhos em casa vendo televisão? Ao atingir os 15 anos, o telespectador jovem mediano já presenciou 13.400 pessoas sofrerem uma morte violenta no vídeo. E agora, com maior disponibilidade da TV por cabo, em alguns países, os jovens em casa podem assistir a filmes pornográficos.

      Em alguns barzinhos de Los Angeles e São Francisco, EUA, a diversão inclui não só garçonetes topless e dançarinas sem nada embaixo, mas artistas nus que atingem o clímax de seu número com sexo ao vivo no palco. Em alguns casos, convidam-se os freqüentadores a tomar parte.

      Caso se queiram mais idéias, há um montão de revistas e livrinhos vendidos nas bancas e livrarias que sugerem todos os tipos de experiências sexuais. Há livros que incluem desinformações como as seguintes: “Tem muita sorte de poder ter uma vida sexual ativa quando a ciência médica consegue vencer rapidamente a doença venérea. . . . Corra ao seu ginecologista e ajeite as coisas.”

      Será que a epidemia de imoralidade realmente cobra um preço tão leve assim? Procure dar uma espiada rápida em qualquer posto médico nas adjacências.

  • Uma epidemia de homossexuais
    Despertai! — 1984 | 22 de maio
    • Uma epidemia de homossexuais

      EM 1970, o dr. Charles W. Socarides, da Faculdade de Medicina Albert Einstein, de Nova Iorque, EUA, avisou que o homossexualismo era uma epidemia que se espalhava mais rápido do que as quatro principais moléstias.

      Nove anos depois, as autoridades eleitorais em São Francisco da Califórnia calculavam que cerca de 30 por cento dos votantes daquela cidade eram gays. Há autoridades eleitas que admitem abertamente ser gays. Há clubes políticos gays, igrejas gays, sinagogas gays e um serviço para encontros gays.

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