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  • Permite que o preconceito o faça tropeçar?
    A Sentinela — 1972 | 1.° de fevereiro
    • Dê atenção imparcial às Testemunhas. Muitíssimos dos que fizeram assim agora são muito gratos de que o fizeram. Sim, ‘certifique-se de todas as coisas; apegue-se ao que é excelente’. — 1 Tes. 5:21.

  • Um Deus que se importa
    A Sentinela — 1972 | 1.° de fevereiro
    • Um Deus que se importa

      COMO sabemos que Deus é bom? Por que não pode o Deus Todo-poderoso também ser mau, ou pelo menos ter algo de mau em si? Como sabemos que realmente se importa genuinamente com a humanidade?

      Estas perguntas talvez ocorram à pessoa quando considera as declarações do salmista: “Bom e reto é Jeová”, e as palavras de Jesus: “Ninguém é bom, exceto um só, Deus.” — Sal. 25:8; Mar. 10:18.

      Para Deus ser bom, por certo precisa ser um Deus que se importa com a sua criação, com cada parte dela. Deve ser um Deus que fez arranjos para a subsistência dela.

      Além disso, se Deus for bom, precisará fornecer mais do que a mera subsistência física à sua criação humana. Precisa adicionalmente tomar providência para nutrir a mente através dos cinco sentidos. É evidente que as criaturas inteligentes de Deus não foram feitas para levar uma vida insípida e monótona — mera existência; possuem a faculdade de apreciar e usufruir seu ambiente. No caso do homem, seu lar, a terra, deve ter as coisas que lhe dão alegria e felicidade. É isto o que os fatos revelam?

      DESVELO MANIFESTO NA CRIAÇÃO

      Primeiro, um exame da criação nos esclarecerá. Considere a produtividade da terra. Quando devidamente cultivada e cuidada, produz de modo maravilhosamente abundante. Pense no milagre duma árvore frutífera. Tais árvores são realmente “fábricas” de frutos. Seus ramos carregam uma quantidade espantosa de seus produtos nutritivos. Funcionam de modo quieto e sem poluição: sem fumaça, nem radiação ou perturbação. Imagine como seria uma fábrica dos homens (se pudesse ser inventada) que produzisse a safra dum pomar. Imagine quanto barulho, quanta poluição e quanta feiura haveria!

      As árvores frutíferas, ao produzirem alimentos, são ao mesmo tempo um deleite para a vista e para se passear entre elas. E provêem sombra, bem como refrescam a atmosfera, produzindo oxigênio.

      Mas, além disso, seu fruto é mais do que mero sustento. É delicioso e dá alegria de comer, assim como todo o alimento provido por Deus

      Depois há também a espetacular exibição de cores em toda a criação, a fragrância e a beleza das flores, o maravilhoso por do sol e inúmeras outras coisas, na terra? na maior variedade. Todas estas coisas agradáveis são como que “prêmios”, “bonificações” especiais, para o deleite dos sentidos.

      Todavia, alguns talvez objetem, dizendo que a fragrância das flores, as cores e assim por diante são uma necessidade, porque atraem os insetos que polinizam as plantas. Isto talvez seja assim. Mas se este motivo funcional fosse a única razão da existência destes “prêmios”, por que é que também dão tanto prazer, tanta paz mental e um senso de bem-estar ao homem?

      A Bíblia nos diz que o homem foi feito à imagem e semelhança de Deus, tendo qualidades de apreço semelhantes às de seu Criador. (Gên. 1:26) O fornecimento de tais coisas belas e agradáveis é prova de que Deus ama a sua criação do modo mais minucioso e se importa com ela. Nenhum Deus que fosse mau ou tivesse maldade poderia prover ou proveria coisas tão plena e amorosamente, mesmo além da imaginação de suas criaturas.

      Outrossim, pense no grande cuidado com que se projetou a terra e especialmente as coisas vivas nela. Cada uma delas se ajusta às condições em que vive e as usufrui. O homem se adapta aos diversos climas da terra, mas a maioria das criaturas não se sente muito confortável e feliz fora do seu meio ambiente natural, e algumas não podem sobreviver quando removidas dele. A complexidade, a interdependência, a absolta necessidade de cada espécie de coisa vivente para a vida de outras espécies, não podem ser produto dum Deus que não se importe.

      PROVA DA ECOLOGIA

      Os ecólogos são cientistas que estudam a maneira em que todas as coisas vivas numa região, no ambiente biológico ou biótico, se relacionam entre si e com o ambiente físico da terra, da água, do ar e da energia. Há um ciclo de energia na “cadeia alimentar”. Além disso, os ecólogos descobriram que, quanto mais profundamente se estuda determinado animal, tanto mais claro se vê que esta espécie de animal é vitalmente essencial à ecologia da região. Uma espécie de vida animal não pode sobreviver quando se eliminam certas outras espécies; e a perturbação do equilíbrio ecológico significa calamidade para outras formas de vida, atingindo até o próprio homem.

      Consideremos, apenas como um exemplo, o humilde inseto. Em geral, quando se fala dos insetos, há uma sensação de repugnância, e vem à mente a palavra “praga”. Mas quando se investiga o mundo dos insetos, que tem muito maior número de espécies do que toda outra vida animal, torna-se evidente que não há nenhuma parte da criação natural, exceto a própria humanidade, em que se evidencie mais o desvelo de Deus. Medite no que foi escrito no Relatório Anual do Instituto Smithsoniano (1947) por Carl D. Duncan, Professor de Entomologia e Botânica, do Colégio Estadual San Jose

      “As espécies dos insetos que são prejudiciais ou antagônicas ao bem-estar humano na realidade constituem apenas uma pequena proporção do total dos insetos e . . . a grande maioria dos insetos é direta ou indiretamente benéfica para o homem ou usufrui uma condição neutra. O Dr. Frank Lutz calculou que não mais da metade de um por cento de todos os insetos nos Estados Unidos são realmente pragas.”

      Sobre os serviços prestados às florestas pelos insetos, o artigo diz:

      “Portanto, é evidente que sem os serviços benéficos de numerosos insetos das florestas nossas florestas nunca teriam atingido a sua atual magnificência, sua produtividade seria muito inferior à atual, a madeira seria inferior, seriam menos próprias como lar para a valiosa vida animal silvestre, e seus valores estéticos e recreativos seriam muito inferiores aos atuais. Além disso, estariam cheios de um emaranhado de galhos secos e de pequenas árvores, que constituiriam um perigo de fogo muito maior do que se conhece, ou o que é mais provável, seriam arrasados por fogos destrutivos de tal freqüência, que nunca alcançariam a condição de uma floresta madura, assim como a conhecemos agora.

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