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Despertai! — 1984
g84 22/9 p. 28

De Nossos Leitores

Adventismo e Homossexuais

Em seu artigo “Muitas Religiões — Quais São Seus Frutos?” (8 de julho de 1984), os senhores citam a revista Newsweek, que dizia que “no decorrer da última década, grupinhos homossexuais . . . surgiram nas principais denominações protestantes e inspiraram organizações similares entre . . . os adventistas do sétimo dia . . .” Isto dá a entender que os adventistas, como um todo, permitem o homossexualismo. Mas os homossexuais ativos não podem ser batizados neste grupo. Este pecado não é tolerado.

R. & J. I., Nova Iorque, EUA

A citação que usamos não dizia que os adventistas do sétimo dia, como um todo organizado, permitem o homossexualismo, mas apenas que alguns grupos desejosos de obter o reconhecimento para tais já surgiram entre os adventistas do sétimo dia. Numa carta-circular de 23 de abril de 1981, do Escritório do Presidente da Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo dia, nos EUA, reconhece-se a atividade dos homossexuais que têm conexões adventistas. Ministros, professores e outros trabalhadores foram instruídos a não se reunirem, nem trabalharem junto com tais grupos, embora fossem incentivados a dar ajuda aos homossexuais “de per si”. Nada se diz a respeito de homossexuais praticantes que têm conexões adventistas serem excomungados, em virtude de tal prática. — Red.

Salvar Nossas Florestas

Os trabalhadores florestais profissionais deploram imensamente seu artigo “Podem Ser Salvas as Nossas Florestas?” (22 de julho de 1984) Os senhores alegam que “. . . apenas uma cadeia de restaurantes tipo expresso . . . utiliza todo ano o equivalente a mais de 815 quilômetros quadrados de florestas”. Em vez disso, é provável que tal afirmação deva ser interpretada no sentido de que 815 quilômetros quadrados produziriam a quantidade exigida, cada ano, numa base de produção garantida. Daí, promovem a concepção popular errônea ao afirmarem que a destruição excessiva da floresta amazônica “envolveria a destruição irreversível duma enorme fonte de oxigênio . . .” O senso comum nos diz que, em qualquer floresta madura (incluindo-se a floresta amazônica) a decomposição consome uma quantidade de oxigênio igual à que é produzida.

C. E. M., Oregon, EUA

A primeira declaração, a respeito do consumo de produtos de madeira pelas cadeias de lanchonetes, foi tirada do livro “The Forest Killers” (Os Assassinos das Florestas), de Jack Shepherd, que é um perito no meio ambiente. Outrossim, uma ligação similar entre as lanchonetes e a extinção das florestas é feita por Norman Myers, da Comissão sobre as Prioridades de Pesquisa de Biologia Tropical no Conselho Nacional de Pesquisas dos EUA. Quanto a ser a floresta amazônica uma valiosa fonte de oxigênio, tal comentário foi feito por Daniel Vidart, um professor universitário canadense e consultor da UNESCO. Ao passo que este ponto é debatível, e pode ser que a vida vegetal no mar desempenhe o principal papel no suprimento de oxigênio para a atmosfera, mesmo assim parece haver excelentes motivos para se pesquisar este assunto cabalmente, antes de as principais florestas do mundo serem destruídas. Nosso artigo mostrava que algumas das notáveis medidas de conservação estão sendo tomadas para impedir a destruição das florestas do mundo, sendo fornecidos muitos bons exemplos da América do Norte. O principal perigo, porém, parece decorrer da devastação causada às florestas tropicais úmidas, para suprir as demandas dos países desenvolvidos. Quanto à Amazônia, veja-se instrutivo artigo da “Despertai!” de 8 de maio de 1980, pp. 21-24. — Red.

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