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  • O que é a sua alma?
    A Sentinela — 1960 | 15 de agosto
    • A publicação católica romana, em inglês, intitulada “A Caixa de Perguntas”, define a alma do seguinte modo: “A alma é o derradeiro princípio de nossa vida consciente individual, o princípio pelo qual sentimos, pensamos e queremos. . . . A alma é uma substância simples, i. e., não se compõe de partes separadas; ela é também uma substância espiritual, i. e., sua existência é independente da matéria.” Esta definição é basicamente o conceito da alma prevalecente em geral na cristandade. É algo similar aos conceitos sobre a alma expressos pelos filósofos da antiga Grécia e Roma. Cícero disse: “Visto que a natureza da alma não é composta, nem contém qualquer admistão que não seja homogênea e similar, concluo que é indivisa, e, sendo indivisa, não pode perecer.”

      O QUE DIZEM AS ESCRITURAS?

      Em vez de recorrermos aos filósofos antigos ou modernos para obter uma explicação sobre o que é a alma, é melhor que recorramos à Palavra escrita Daquele que criou as almas humanas. O Pai celestial certamente sabe mais sobre o assunto do que qualquer homem.

      Ao investigar a Sua Palavra escrita, talvez se surpreenda de não encontrar nada que diga que o homem recebeu uma alma imortal que habite no corpo de carne e o abandone na morte. É possível, porém, que aponte para o texto que diz: “O pó volte para a terra como era, e o espirito volte para Deus que o deu”, perguntando se isto não confirma a existência duma alma imortal no homem. Mas, examinemos de novo o texto. Ele não diz nada sobre a alma e nada sobre a imortalidade. Se quiser considerar a palavra “espírito” como significando alma, então terá de adotar a crença do filósofo grego pagão Pitágoras, que ensinava que a alma tinha uma existência anterior, porque o texto citado diz que o espírito ‘volta para Deus’. — Ecl. 12:7.

      A palavra “espírito” usada aqui tem o mesmo significado que em Gênesis 6:17, onde se fala da destruição das criaturas viventes num grande Dilúvio. “Eis que eu vou trazer o diluvio de aguas sobre a terra, para fazer perecer de debaixo do céo toda a carne, em que ha o espirito de vida; tudo o que ha na terra morrerá [expirará, Al].” A Tradução do Novo Mundo diz: “Para arruinar . . . toda a carne em que a força de vida está ativa.”

      Em vez de se referir a algo intangível dentro do corpo humano, que o abandone na morte e continue a existência consciente da pessoa em outro domínio, a palavra “espírito” significa apenas a força de vida procedente de Deus e que anima todas as coisas viventes. Neste sentido é usada em Eclesiastes 3:19, que diz: “Pois há uma conseqüência com respeito aos filhos da humanidade e há uma conseqüência com respeito ao animal, e eles sofrem a mesma, conseqüência. Assim como morre um, assim morre o outro; e todos eles têm apenas um só espírito.” (NM; VB) Ou se pode dizer que todos eles têm o mesmo fôlego, pois a respiração se acha inseparavelmente ligada à força de vida da criatura.

      A Bíblia, em geral, usa a palavra “alma” para se referir à própria criatura vivente. Neste sentido é usada em Gênesis 2:7, que reza: “Formou o Senhor Deus [Jeová, VB] o homem do pó da terra, e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.” (Al; So) A alma foi assim o resultado de se unir o corpo, feito dos elementos da terra, com o fôlego da vida, procedente de Deus. É por isso que a Bíblia chama também os animais de almas. “E Deus prosseguiu a dizer: ‘Enxameiem as águas um enxame de almas viventes.’ — Gên. 1:20; Núm. 31:28, NM; Al.

      Por se lembrar que a alma é a criatura vivente, em vez de ser algo espiritual dentro da criatura vivente poderá entender por que a Bíblia fala de almas como sendo mortas, caírem numa cova, serem despedaçadas como por um leão, serem compradas, e serem alimentadas com carne. — Eze.13:19; Jó 33:18; Sal. 7:2; Lev. 22:11; Deu. 12:20, Al; VB.

      Aquilo que Elias disse quando ressuscitou uma criança morta não altera este conceito, nem dá apoio à crença de que o homem tenha uma alma imortal que abandone o corpo. Ao dizer: “Ó Jehovah, meu Deus, faze que a alma deste menino torne a entrar nelle”, Elias não raciocinava assim como os povos primitivos, que crêem que a alma abandona o corpo e anda vagueando. Elias orava, não pela volta duma alma imortal que tivesse partido, mas pela volta da vida da criança. Algumas traduções bíblicas, tais como Uma Tradução Americana e A Bíblia Enfatizada de Rotherham, ambas em inglês, usam aqui a palavra “vida” em vez de “alma”. Este é um dos casos em que “alma” é usada para se referir à vida da pessoa como criatura-alma. Outro texto é o em que Jesus disse: “Não temaes aos que matam o corpo, mas não podem matar a alma; temei antes aquelle que pôde fazer perecer na Gehenna tanto a alma como o corpo.” Isto mostra não só que a alma não é imortal e que pode ser destruída, mas também que Deus pode fazer voltar a viver um homem que foi morto por homens perversos. — 1 Reis 17:21; Mat. 10:28.

      A ressurreição, portanto, é a esperança de vida futura para os que estão na memória de Deus. Em vez de permanecer indefinidamente como alma morta, quando a sua força de vida lhe abandonar, há a esperança bíblica de que Deus lhe restaurará a força de vida, para que possa ser novamente uma alma vivente. Esta ressurreição dentre os mortos será para alguns para a imortalidade como criaturas espirituais e para a maioria será a perspectiva de vida eterna como almas humanas. Portanto, em vez de a pessoa ter uma alma que se pode separar do corpo, ela é uma alma.

  • Apenas “uma aparência de devoção piedosa”
    A Sentinela — 1960 | 15 de agosto
    • Apenas “uma aparência de devoção piedosa”

      Quando a Bíblia profetizou sobre os últimos dias, ela disse que as pessoas teriam “uma aparência de devoção piedosa, mas provando ser falsos para com seu poder”. (2 Tim. 3:5, NM) Em vista disso, é interessante notar a observação da revista Cosmopolitan de abril de 1958: “Além disso, torna-se claro que a pessoa pode professar uma crença, mas viver segundo outra. Os investigadores da opinião pública descobriram isso quando perguntaram os norte-americanos sobre a sua crença em Deus. Embora noventa e sete por cento afirmassem prontamente a sua crença, mais de setenta por cento admitiram que a sua crença não desempenha um papel essencial nas suas vidas. Para muitos de tais norte-americanos, ser bem sucedido ou ter prestigio social é a coisa mais importante na vida; por isso é a sua verdadeira crença religiosa. Para muitas pessoas, seguir um, ditador ou chefe político é ter uma crença religiosa.”

  • Fé e conduta
    A Sentinela — 1960 | 15 de agosto
    • Fé e conduta

      Em ligação com um artigo sobre a jogatina na igreja, o periódico The Christian Century observou o seguinte: “O catolicismo exige perfeição de fé, mas não perfeição de conduta; o protestantismo coloca a conduta na frente da fé.” A Bíblia exige ambas — a fé e a conduta correta. — Tia. 2:26; Heb. 11:6.

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