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Kisangani retorna à vidaDespertai! — 1974 | 22 de julho
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em 1973, na Refeição Noturna do Senhor, foi de quase 500 pessoas. Eis aqui almas felizes e que amam a Bíblia. Puseram de lado suas esposas secundárias, abandonaram a prostituição e enfrentaram a fúria da família e de seus conhecidos ao recusarem continuar as práticas pagãs. Assumiram corajosa posição não-política a favor da adoração verdadeira. Provêm de uma variedade de formações: auxiliar de médico, universitário, cozinheiro, executivo dos correios e de outras, mas todos têm uma coisa em comum — sua devoção ao Deus verdadeiro, Jeová. Sentimo-nos deveras telizes de poder conviver com eles em Kisangani, este fascinante lugar que experimenta um renascimento. — Contribuído.
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Fornicação — por que não?Despertai! — 1974 | 22 de julho
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Qual É o Conceito da Bíblia?
Fornicação — por que não?
ESTA geração presencia o mundo ser envolvido numa “revolução sexual”. As pessoas clamam por liberdade de ter relações sexuais com quem quiserem, de qualquer forma que quiserem.
A pressão de provar o sexo antes do casamento é atualmente forte em muitos lugares. Em certas áreas, talvez se espere que a mulher prove sua habilidade de ter filhos antes do casamento. Em outros locais, a “conveniência” é o motivo de muitos casais viverem juntos sem serem casados. A “troca de esposas” e o “sexo em grupo” são agora populares para muitos. O homossexualismo, tanto de homens como de mulheres, continua a aumentar.
Atitudes conflitantes quanto ao sexo provocam incerteza em muitas pessoas. Uma universitária conta um problema típico que enfrentou em certo namorado: “Ele dizia: por que não? Eu gastava a metade do tempo do encontro tentando explicar-lhe o que havia de especial quanto à moral. Daí, depois disso, eu me perguntava: por que não?”
Talvez também tenha indagado “Por que não?” no que se refere às relações sexuais fora do casamento. Conhece o conceito da Bíblia sobre este assunto? Por certo, ninguém sabe mais sobre o propósito e a função correta do sexo do que Jeová Deus, o Criador do homem. Por isso, o que diz a Palavra de Deus sobre as relações sexuais?
Jeová Deus criou o primeiro casal humano como “macho e fêmea”. Deu-lhes poderes reprodutivos, junto com a ordem: “Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra.” (Gên. 1:27, 28) Assim, a Bíblia não condenou as corretas relações sexuais. Este é o modo em que a família humana reproduziria sua espécie, e Deus propôs que tivessem prazer em assim fazer. Mas, sob que condições deveria ocorrer tal reprodução?
Gênesis, capítulo dois, mostra que, depois de criar a Eva, Jeová passou a “trazê-la ao homem”. Daí, Deus disse: “Por isso é que o homem deixará seu pai e sua mãe, e tem de se apegar à sua esposa, e eles têm de tornar-se uma só carne.” (Gên. 2:22, 24) Assim, Deus casou Adão e Eva, e propôs que o casamento fosse o arranjo em que eles e sua prole usariam e usufruiriam os poderes sexuais dados por Deus. (Pro. 5:15-18) O casamento proveria a base para a segurança econômica e emocional dos membros da família.
A Bíblia se refere a todas as relações sexuais fora do vínculo do casamento como sendo “fornicação” (inclusive a sodomia e o homossexualismo). Ordenam as Escrituras: “Fugi da fornicação”, pois “nenhum fornicador . . . tem qualquer herança no reino do Cristo e de Deus”. (1 Cor. 6:18; Efé. 5:5) Eis a razão mais importante pela qual as pessoas devem evitar a fornicação.
Será dura e desarrazoada a lei de Jeová que proíbe a fornicação? Na verdade, reflete o amor de Deus pela humanidade e Sua sabedoria. Como assim? Por um lado, a Bíblia reconhece que há outros envolvidos, além dos dois que talvez se sintam apaixonados um pelo outro. Se o casal fornicar, como é que a conduta deles influirá sobre os que os amam? Poderia isso trazer vitupério sobre o nome da família de qualquer um dos dois? Sofrerão os seus entes queridos a angústia mental devido ao ato imoral deles?
A proibição da fornicação, dada por Deus, também protege quaisquer filhos que talvez resultem da união sexual. A segurança e o desenvolvimento emocional, intelectual e moral da criança dependem grandemente da estabilidade do seu ambiente doméstico. Os filhos precisam vitalmente da influência de ambos os pais, em especial nos primeiros anos de sua vida. Será tal necessidade satisfeita numa relação em que cada um dos genitores se sente livre para “dar o fora” no outro?
Alguns que toleram a fornicação acham que o uso de anticoncepcionais lhes permitirá usufruir as relações sexuais sem a responsabilidade dos filhos. Os métodos anticoncepcionais, porém, às vezes falham. Gravidezes indesejadas terminam amiúde em abortos. Acha que o prazer momentâneo da fornicação compensa tais riscos?
Poderoso motivo para se evitar a fornicação se encontra em 1 Coríntios 6:18: “Todo outro pecado que o homem possa cometer é fora de seu corpo, mas quem pratica fornicação está pecando contra o seu próprio corpo.” Isto se dá literalmente. Como assim?
Em contraste com as relações sexuais com o próprio cônjuge (se este for casto), a fornicação amiúde expõe a pessoa às doenças venéreas. Em princípios de 1973, a Organização Mundial de Saúde avisou que o mundo se acha agora “nas garras de uma virtual epidemia de doenças venéreas [DV]”, e isto “apesar de o tratamento ser eficaz e o diagnóstico ser fidedigno”. O termo “doenças venéreas” (assim chamado em honra à deusa romana do amor, Vênus), inclui muitos tipos diferentes de infecções, as mais comuns das quais são a gonorréia e a sífilis.
As doenças venéreas podem ser devastadoras, em especial para as mulheres, que amiúde não apresentam sintomas da doença até que já é tarde demais. Em 1972, em apenas um único país, mais de 100.000 histerectomias tiveram relação direta com a gonorréia. As doenças venéreas podem também provocar a insanidade mental, a cegueira, danos ao cérebro e ao fígado, e a esterilidade, e podem até resultar na morte.
Deseja correr tais riscos em troca de alguns fugidios momentos de prazer? O Dr. Harold Thomas Hyman, doutorado em medicina, insta: “Evite as relações sexuais promíscuas. Não dispõe de meios de descobrir, de antemão, a angústia, as despesas e miséria que lhe aguardam.”
O que dizer da afirmação de alguns de que a liberdade sexual traz maior felicidade pessoal? O escritor William Safire indica: “A situação de não-casados das pessoas que vivem juntas é menos um sinal de independência do que um sinal de incerteza; é menos uma expressão da força do respeito mútuo do que uma confissão da fraqueza das pessoas de se comprometerem uma com a outra.” Pode uma relação erguida sobre a “incerteza” e a “fraqueza” fornecer segurança? Por sua própria experiência, verificou que os amantes dos prazeres que não se dispõem a aceitar responsabilidades são felizes?
O relatório de pesquisa intitulado “Revolução Sexual: Mito ou Realidade?” explica que, apesar da maior liberdade sexual hodierna, “abunda a evidência de que a ansiedade sobre o sexo ainda persiste . . . Grandes números de pessoas continuam a consultar os psiquiatras a respeito de problemas sexuais, os crimes sexuais aumentam continuamente”.
As mulheres que se envolvem em “casos” amiúde sofrem graves problemas emocionais. Observou certo conselheiro psiquiátrico: “Há muita autodecepção. A mulher racionalizará e imaginará que pode levar a coisa até o fim. Mas, depois de passar o caso, ela se sente abatida, sente que é uma decaída.” Algumas pessoas chegam até a cometer suicídio se seu companheiro as abandona.
A Palavra de Deus declara meridionalmente: “De Deus não se mofa. Pois, o que o homem semear, isso também ceifará.” (Gál. 6:7) “Cometer extravagâncias da mocidade” por meio de fornicação não beneficia a ninguém. Pelo contrário, tem causado uma epidemia sem precedentes de desordens físicas, mentais e emocionais através do mundo. Quão sábia e amorosa é a ordem de Deus: “Fugi da fornicação”! — 1 Cor. 6:18.
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Observando o MundoDespertai! — 1974 | 22 de julho
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Observando o Mundo
É “Melhor” sem Sangue
◆ É o sangue necessário ou terapeuticamente benéfico nas operações a coração aberto? O Dr. Jerome Harold Kay escreve a The Journal of the American Medical Association (Jornal da Associação Médica Estadunidense): “Devido à crescente demanda de sangue . . . e a possibilidade de hepatite, com sua morbidez e mortalidade, temos evitado tanto quanto possível as transfusões de sangue. . . . Fizemos agora aproximadamente 6.000 operações a coração aberto no Hospital de São Vicente em Los Angeles, EUA. Desde que não temos usado sangue na maioria dos pacientes, nossa impressão é que os pacientes passam melhor.” — 3 de dezembro de 1973, página 1.231.
Direitos dos Pacientes Juvenis
◆ A Suprema Corte de Pensilvânia acordou que os desejos de um rapaz de 17 anos, aleijado devido à poliomielite, devem ser considerados em apoio da recusa por parte de sua mãe em permitir uma operação com uso de transfusões de sangue. Relata American Medical News (Notícias Médicas Estadunidenses) que “na audiência de instrução, o rapaz respondeu a todas às perguntas sem hesitar, e parecia compreender tanto os benefícios que talvez obtivesse da cirurgia bem como as possíveis conseqüências de não se submeter a ela”. O tribunal acordou que, sob a lei, não era uma criança negligenciada, e rejeitou a petição de se designar um guardião que permitiria as transfusões.
Dividendos da Economia de Energia
◆ A metade das luzes de trinta corredores do Hospital das Clínicas de Norfolk, Virgínia, EUA, foram apagadas para economizar energia. O barulho, diminuiu também. “Subitamente, todo mundo está andando de modo bem quieto”, afirma um encarregado do hospital. Limites menores de velocidade foram os prováveis responsáveis pela maior parte da queda no número de mortes no feriado de Ação de Graças nos EUA. — de 679 em 1972 para 527 em 1973.
Mimados Motoristas Estadunidenses
◆ A revista européia de negócios, Vision, relata que 90 por cento dos carros estadunidenses têm transmissões automáticas. A Grã-Bretanha, em contraste, só tem 30 por cento deles com transmissão automática; a Alemanha Ocidental, 25 por cento; a França, 8 por cento, e a Itália, apenas 2 por cento. O uso de transmissão automática em geral requer mais combustível.
A Religião Perde na ONU
◆ Nenhum documento sobre a liberdade religiosa foi expedido pela ONU depois de treze anos de debate. Recente projeto de declaração foi atacado mormente pelo
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