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  • A religião e a guerra nos tempos recentes
    Despertai! — 1972 | 8 de outubro
    • direção espirituais no tocante a servir nas guerras de Hitler recebiam virtualmente as mesmas respostas que teriam recebido do próprio regente nazista.”72

      A orientação religiosa fornecida se evidencia pelo apoio total da guerra pelos membros das igrejas. O Professor Heer explicou: “Dentre cerca de trinta e dois milhões de católicos alemães — quinze e meio milhões dos quais eram homens — apenas sete recusaram abertamente o serviço militar. Seis destes eram austríacos.”73 A situação era a mesma com os protestantes alemães.

      Assim, em cada país, as igrejas conduziram seus membros à guerra. Os católicos mataram católicos nos campos de batalha. Os protestantes mataram protestantes. E os líderes de ambos os lados oraram a Deus pedindo vitória!

      Quão desonroso a Deus foi ligar seu nome a tais feitos horríveis! Por certo, as palavras, da Bíblia são bem aplicáveis às igrejas: “Eles declaram publicamente que conhecem a Deus, mas repudiam-no pelas suas obras, porque são detestáveis e desobedientes, e não aprovados para qualquer sorte de boa obra.” — Tito 1:16.

      Religião e Revolução

      Os líderes eclesiásticos apóiam não só as guerras entre as nações, mas as revoluções dentro das nações também. Em 1937, os católicos espanhóis foram incentivados por muitos de seus clérigos a apoiar o movimiento do General Franco contra a Segunda República Espanhola. Agora, contudo, os bispos e sacerdotes, desagradados com o regime de Franco, pediram recentemente “perdão” pelo apoio dado pela Igreja ao seu movimiento.74

      A respeito dos conceitos atuais, o teólogo luterano Karoly Prohle resumiu: “Achamos, assim, notável consenso entre os teólogos a respeito de que é possível os cristãos participarem numa revolução.”75 Os bispos católico-romanos na Grã-Bretanha disseram recentemente: “De nada adiantará simplesmente condenar o uso de violência contra a autoridade visto que, evidentemente, os em autoridade talvez sejam culpados de violência pior.”76

      Surpreende, então, que os membros das igrejas hoje tomem parte em revoluções políticas? Observou George Celestin, instrutor de teologia da Universidade de S. Eduardo, em Austin, Texas, EUA: “Os cristãos estão ficando determinados a mudar as estruturas injustas tão rapidamente quanto possível. Isto significará que, em alguns casos, as igrejas talvez tenham de pregar a violência.”77

      Assim, o registro da religião do mundo no que tange à guerra e à violência é patente, e é horroroso. A religião do mundo é condenada como tendo a principal culpa, como Revelação 18:24 afirma, do “sangue . . . de todos os que foram mortos na terra”.

      Daí, então, o que dizer da sua culpa pela imoralidade que grassa no mundo? Como figura ela nisso?

  • Para onde a religião conduz quanto à moral?
    Despertai! — 1972 | 8 de outubro
    • Para onde a religião conduz quanto à moral?

      NOS ANOS recentes, uma “revolução” na moral tem ocorrido na religião do mundo. E com isto queremos dizer as atitudes quanto à fornicação, ao adultério e ao homossexualismo.

      A Igreja Presbiteriana Unida propôs novo “código sexual”. A revista Parade diz que é “tão liberal que praticamente elimina o pecado como um dos principais fatores nas relações sexuais”. Entre as mudanças advogadas acha-se a “remoção de todas as restrições contra os adultos não-casados que desejem viver juntos [em fornicação]”.78

      A revista Time acrescenta: “O relatório acha ‘circunstâncias excepcionais’ em que o adultério talvez seja justificado: . . . Também afirma que a igreja deve explorar a possibilidade de sexo comunal e outros estilos para os não-casados.”79

      O Comitê da Vida Familiar da Igreja Metodista Unida lançou uma resolução permitindo as relações sexuais dos solteiros.80 A Igreja Luterana tem em mãos um opúsculo de 85 páginas, escrito por vinte e um eclesiásticos que declara que as relações sexuais antes do casamento só são erradas se mantidas por razões egoístas.81

      Certo clérigo da Dinamarca escreveu em sua revista paroquial Vedbæk-Gl. Holte Kirkehilsen:

      “Nada adianta limitar todo o sexo ao casamento. . . . Do ponto de vista ético e cristão, pode ser correto que os jovens tenham relações sexuais antes do casamento, e pode ser igualmente correto para pessoas casadas . . . terem relações sexuais fora do matrimônio.”82

      Daí, há W. L. Gustin, ministro da Igreja Metodista de Morton, em Illinois, EUA, que disse num sermão perante centenas de pessoas: “Digo em voz alta e digo claramente, há vantagens no adultério.”83

      Há uma tendência para com a tolerância na moral sexual no âmbito já Igreja Católica Romana? A revista Time relata:

      “Modesta liberalização está ocorrendo em dois níveis. Primeiro, crescentes números de pastores estão amainando sua aplicação da moral tradicional, amiúde à base de que as pessoas que se empenham em sexo ilícito talvez sejam tão imaturas que sua culpa nem sempre é um assunto sério.

      “Segundo, alguns teólogos desafiam a doutrina da ‘lei natural’ que se acha por trás das normas morais da igreja. Segundo a lei natural, um ato é errado se for ‘contra a natureza’, mas os novos moralistas são cépticos de que a igreja possa estar certa sobre o que é realmente a ‘natureza’.”84

      Surpreende-o tudo isto? Talvez, se não estiver a par do que acontece à religião do mundo. E não pense que tais notícias são casos isolados. Não são. Tais notícias são tantas e tão persistentes que é óbvio que constituem uma tendência, em especial entre os clérigos mais jovens.

      O Que Dizer da Homossexualidade

      Homossexualidade? Por certo, talvez ache, as igrejas não poderiam tolerar coisas dessa espécie, poderiam? Examine a evidência.

      Um grupo de quacres lançou um ensaio entitulado “Visando um Conceito Quacre Sobre o Sexo”. Tinha o seguinte a dizer: “Não se deve explorar mais o ‘homossexualismo’ do que o canhotismo. . . . Um ato que expresse verdadeiro afeto entre duas pessoas e dê prazer a ambas, não nos parece pecaminoso.”85

      Os clérigos católico-romanos da ordem dominicana publicam uma revista trimestral de teologia chamada “O Tomista”. Um número recente dizia: “Às vezes, talvez se aceite relutantemente uniões homossexuais como a única forma em que algumas pessoas podem obter certo grau satisfatório de humanidade em suas vidas.”86

      The Living Church (A Igreja Viva), semanário da Igreja Episcopal, publicou um artigo do ministro R. W. Cromey, de São Francisco, que dizia: “Não há ato sexual que em si mesmo seja pecaminoso. . . . Creio também que duas pessoas do mesmo sexo possam expressar amor e aprofundar tal amor pelas relações sexuais.”87

      Time noticiou que o Comitê da Vida Familiar da Igreja Metodista Unida favorecia “implicitamente a tolerância do sexo para as pessoas solteiras, os homossexuais, e os que viviam em não especificados ‘outros estilos de relação interpessoal’.”88 O novo código sexual proposto da Igreja Presbiteriana Unida recomendava, como Parade observou, a “remoção de qualquer estigma que faça com que os homossexuais sintam que se acham em conflito insolúvel com a associação cristã”.89

      Há agora igrejas que visam agradar quase que exclusivamente os homossexuais. O ministro-auxiliar de uma delas disse: “Somos primeiro uma igreja cristã, e homossexuais em segundo lugar.” Relatou Christianity Today (Cristianismo Atual): “A igreja-mãe da denominação em Los Angeles tem um diretor da juventude ordenado pela Igreja Presbiteriana Unida, e realiza bailes mensais para homossexuais de 13 a 20 anos.” O “evento social máximo” do ano para a igreja “foi um Festival de Maio que coroou um rei e uma rainha. Uma lesbiana, em roupa formal masculina, foi escolhida rei; a rainha era um rapaz” que se parecia a uma moça.90

      Em vários países, tais como a Holanda e os EUA, os homossexuais têm sido “casados” pelos clérigos. Em França, pela televisão nacional, um sacerdote holandês admitiu ser homossexual. Quando se perguntou ao Cardeal Daniélou sobre isto, ele disse: “Torna-se bem claro que o homossexual tem perfeito direito de pertencer à Igreja.”91

      Quão extensiva é a aceitação de homossexuais nas igrejas? The Christian Century imprimiu o seguinte comentário do teólogo proeminente Norman Pittenger: “Um número cada vez maior de pensadores cristãos diria que o homossexualismo não é, em si mesmo, pecaminoso.”92

      Como Explicam Isso?

      Como explicam tais clérigos sua permissão da fornicação, adultério e homossexualismo? Afirmam que Deus não condena tais coisas. Por exemplo, a respeito de relações sexuais pré-maritais serem pecado, o clérigo R. E. Taylor diz: “A Bíblia não fornece nenhuma resposta definida e explícita sobre esta questão.”93

      O teólogo Joseph Fletcher declara: “Qualquer afirmação de que a Bíblia exige que o sexo só seja expresso no casamento é apenas uma inferência. Não há nada que proíba explicitamente os atos pré-maritais. . . . O sexo fora do casamento nem sempre é errado, mesmo para os cristãos.”94

      O ensaio submetido pelo grupo quacre declara: “É para ele [o apóstolo Paulo], principalmente, que se voltam os desejosos de atacar os homossexuais, pois não pode haver dúvida quanto aos seus conceitos registrados (1 Cor. 6, v. 9). Suas opiniões talvez tenham sido pessoais, contudo, . . . de modo que os conceitos de S. Paulo não são, em si mesmos, finais.”95

      Por tais declarações, as pessoas concluiriam que a Palavra de Deus não tem nada de final a dizer sobre tais coisas. Assim, isso é um convite aberto para praticá-las. Na verdade, nem todos os clérigos adotam esse conceito tolerante. Mas, cada vez maior número deles faz isso. E continuam sendo ministros ou sacerdotes em boa posição perante suas igrejas.

      Naturalmente, o leitor talvez ache que sua igreja não aprova tais coisas. Mas, já perguntou a seu clérigo como considera estes assuntos? Sabe realmente o que outros clérigos de sua religião ensinam em outras partes? Também, quando foi a última vez que uma medida disciplinar foi tomada em sua religião contra os membros que praticavam a fornicação, o adultério ou o homossexualismo?

      Qual É a Verdade?

      Um teste interessante pode ajudá-lo a determinar em que direção se acha a verdade. Pergunte a si mesmo: Se for marido, desejaria que sua esposa tivesse relações sexuais com outro homem? Se for esposa, aprovaria que seu marido tivesse relações sexuais com outra mulher?

      Se for pai, receberia bem que seu filho se tornasse fornicador, ou homossexual? Ficaria contente de ver sua filha se tornar uma fornicadora, ou lesbiana? Se for jovem, desejaria que seu pai e sua mãe tivessem relações sexuais com

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