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  • Formiga
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    • nectáreo, chamado “melaço”. Algumas formigas mantêm “rebanhos” destes afídeos, cuidando dos ovos dos afídeos no inverno e, então, quando começa a época de crescimento das plantas, transportando os afídeos para alimentar-se das raízes das plantas. [The Smithsonian Series (Séries Smithsonianas), Vol. 5, pp. 172, 173] Certo tipo chamado “formiga pote-de-mel” resolve o problema de estocagem de suprimentos de “melaço” por alimentar certas operárias com isso até que tais se tornem verdadeiros tanques de armazenagem, seus abdomes inchando como uma ervilha, ao ficarem penduradas imóveis no teto da câmara ou panela do formigueiro. Estas formigas armazenadoras mais tarde regurgitam o “melaço” para outras formigas da comunidade, quando os suprimentos externos se esgotam. As formigas “cortadeiras” ou “saúvas” são jardineiras, transportando pedaços de folhas até o ninho, mastigando-os e então usando-os como canteiros de horta para plantar os esporos de certos tipos de fungos. Dão atenção cuidadosa à safra de fungos. Caso seja formado novo ninho, a “rainha” levará pequena quantidade dos fungos na sua cavidade bucal, para plantá-los como mudinhas em suas novas “hortas” subterrâneas.

      CARACTERÍSTICAS EXEMPLARES

      Assim, breve exame da formiga reforça a exortação: “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; vê os seus caminhos e torna-te sábio.” Não só é notável a sua preparação instintiva para o futuro, mas também a sua persistência e determinação, amiúde transportando ou arrastando tenazmente objetos que têm duas vezes o seu próprio peso corpóreo, ou mais, fazendo todo o possível para cumprir sua tarefa determinada, e recusando-se a recuar, embora talvez caiam, escorreguem ou rolem por algum precipício íngreme. Notavelmente cooperadoras, mantêm muito limpos seus ninhos e mostram interesse por suas colaboradoras, às vezes ajudando formigas feridas ou exaustas a retornar ao ninho.

  • Fornalha (Forno)
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    • FORNALHA (FORNO)

      Estrutura feita mormente para (1) a redução do minério, (2) derreter metais previamente fundidos para a feitura de moldes, ou aquecê-los para o forjamento, e (3) cozer vasos e outros itens de cerâmica. As fornalhas, nos tempos bíblicos, eram construídas de tijolos ou de pedras. Em Tel Qasile, nos subúrbios ao N de Tel Aviv e em Tel Jeme, ao S de Gaza, foram encontradas fornalhas circulares de cobre que se crê datarem do período dos juízes. Tais fornalhas possuíam grandes tubos de caldeira feitos de tijolos, que se destinavam a conduzir o ar à câmara de combustão. Cadinhos de barro, contendo cobre, eram colocados no topo dos lajotões de pedra que eram postos sobre as cinzas das brasas dentro da fornalha.

      Os três fiéis companheiros hebreus de Daniel foram lançados por Nabucodonosor numa fornalha ardente, por se terem recusado a curvar-se perante a imagem de ouro que o rei tinha erguido. (Dan., cap. 3) O registro não declara se esta era uma fornalha especialmente construída para tal fim, ou se era uma fornalha utilizada normalmente para outros fins comuns.

      Figuradamente, o Egito, que confinou Israel num duro jugo de escravidão, é comparado a um forno de fundição de ferro. (Deut. 4:20) Também, o extravasamento da ira de Deus sobre a casa de Israel é assemelhado à liquefação dum metal num forno. (Eze. 22:18-22) Veja Provérbios 17:3; 27:21; Salmo 12:6 (“forno de fundição”), a fim de ter idéia de outros empregos desta palavra, para fins comparativos ou ilustrativos.

  • Fornicação
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • FORNICAÇÃO

      Relações sexuais por acordo mútuo entre duas pessoas não casadas entre si. O termo bíblico não se restringe a tal conduta sexual promíscua entre apenas pessoas solteiras. A Bíblia fala da fornicação dum modo geral, quer cometida por pessoas solteiras, quer por casadas. O termo original da língua grega abrange todo o tipo de crassos erros sexuais, incluindo o homossexualismo. — Judas 7.

      Quando Deus realizou o primeiro casamento humano, ele disse: “Por isso é que o homem deixará seu pai e sua mãe, e tem de se apegar à sua esposa, e eles têm de tornar-se uma só carne.” (Gên. 2:24) O padrão aqui estabelecido para o homem e a mulher era a monogamia, sendo excluídas as relações sexuais promíscuas. Também, não se antevia nenhum divórcio e um novo casamento com outrem.

      Na sociedade patriarcal, os fiéis servos de Deus odiavam a fornicação, quer entre pessoas solteiras, quer noivas, quer casadas, e isso era considerado um pecado contra Deus. — Gên. 34:1, 2, 6, 7, 31; 38:24-26 ; 39:7-9.

      SOB A LEI

      Sob a Lei mosaica, o homem que cometesse fornicação com uma jovem não-noiva tinha a obrigação de casar-se com a jovem e de pagar ao pai dela o preço de compra das noivas (cinqüenta siclos de prata), e não poderia divorciar-se dela por todos os seus dias. Mesmo se o pai dela se recusasse a dar-lhe a jovem em casamento, tal homem tinha de pagar o preço de compra ao pai. (Êxo. 22:16, 17; Deut. 22:28, 29) No entanto, se a moça estivesse noiva, tal homem seria apedrejado até morrer. Caso a moça gritasse ao ser atacada sexualmente, ela não deveria ser punida, mas, se deixasse de gritar (desta forma mostrando seu consentimento), ela também seria morta. — Deut. 22:23-27.

      A santidade do casamento era sublinhada pela lei que punia de morte a jovem que se casasse sob a falsa pretensão de ser virgem, tendo cometido fornicação em secreto. Caso o marido a acusasse falsamente deste crime, isto era considerado como trazendo grande vitupério à casa do pai dela. Por tal medida caluniosa, esse homem tinha de ser “disciplinado“ pelos juizes, talvez por meio de espancamento, e multado em cem siclos de prata, esta soma sendo então entregue ao pai dela. (Deut. 22:13-21) A prostituição da filha dum sacerdote trazia o descrédito ao cargo sagrado dele. Ela devia ser morta, daí queimada, como algo detestável. (Lev. 21:9; veja também Levítico 19:29.) A fornicação entre pessoas casadas (adultério) era violação do sétimo mandamento e trazia a pena de morte para ambas as partes envolvidas. — Êxo. 20:14; Deut. 5:18; 22:22.

      Caso um homem cometesse fornicação com uma serva que tinha sido designada a outro homem, mas que não tinha sido redimida nem liberta, eles deviam ser punidos, mas não deviam ser mortos. (Lev. 19:20-22) Evidentemente isto se dava porque a mulher ainda não estava livre, tendo pleno controle de suas ações, como aconteceria com uma jovem noiva livre. O preço de redenção não tinha ainda sido pago, ou, pelo menos, não tinha sido plenamente pago, e ela ainda era uma escrava de seu amo.

      PROIBIDA PARA OS CRISTÃOS

      Jesus Cristo restaurou o padrão original de Deus — a monogamia (Mat. 5:32; 19:9) — e mostrou a perversidade da fornicação por classificá-la no mesmo nível que os raciocínios iniquos, os assassínios, o roubo, o falso testemunho e a blasfêmia, indicando que tais coisas provinham de dentro do homem, de seu coração, e o maculavam. (Mat. 15:19, 20; Mar. 7:21-23) Mais tarde, o Corpo Governante da congregação cristã, composto dos apóstolos e dos anciãos em Jerusalém, escreveu aos cristãos, em 49 E.C., avisando-os sobre a fornicação, e colocando-a ao lado da idolatria e do comer sangue. — Atos 15:20, 29 ; 21:25.

      O apóstolo Paulo indica que a fornicação é uma das obras da carne, o oposto dos frutos do espirito de Deus, e avisa que a prática das obras carnais impedirá a pessoa de herdar o Reino. (Gál. 5:19-21) Ele aconselha o cristão a amortecer seu corpo “com respeito à fornicação, . . . que é idolatria”. (Col. 3:5) Com efeito, avisa que não devia ser um tópico de palestra entre os cristãos, que deviam ser santos, assim como os israelitas não deviam usar os nomes dos deuses pagãos das nações que os cercavam. — Efé. 5:3; Êxo. 23:13.

      A fornicação é uma ofensa pela qual um indivíduo pode ser expulso (desassociado) da congregação cristã. (1 Cor. 5:9-13; Heb. 12:15, 16) O apóstolo explica que o cristão que comete fornicação peca contra seu próprio corpo, usando os órgãos reprodutivos para uma finalidade pervertida. Ele sofre grandes influências adversas em sentido espiritual, traz a impureza para dentro da congregação de Deus e se coloca abertamente em perigo de contrair mortíferas doenças venéreas. (1 Cor. 6:18, 19) Ele usurpa os direitos de seus irmãos cristãos (1 Tes. 4:3-7) por (1) trazer a impureza e a tolice vergonhosa, junto com vitupério, para a congregação (Heb. 12:15, 16), (2) privar aquele com quem comete fornicação de uma posição moral limpa e do direito de ser limpo, a fim de contrair um casamento puro e limpo, e (3) privar sua própria família dum registro moral limpo, bem como por transgredir contra os pais, o marido ou noivo da pessoa com quem comete fornicação. Desconsidera, não o homem, cujas leis podem permitir ou não a fornicação, mas a Deus, que exigirá a punição pelo pecado de tal pessoa. — 1 Tes. 4:8.

      EMPREGO SIMBÓLICO

      Jeová Deus falou da nação de Israel, que estava em relação pactuada com ele, como sendo uma “esposa”. (Isa. 54:5, 6) Quando aquela nação se tornou infiel a Ele, ignorando-o e voltando-se para outras nações, tais como o Egito e a Assíria, em busca de ajuda, e fazendo alianças com elas, Israel era como uma esposa infiel, uma adúltera, uma prostituta, alguém que comete fornicação promiscuamente. (Eze. 16:15, 25-29) Semelhantemente os cristãos, que se acham numa relação dedicada com Deus ou professam manter tal relacionamento, caso sejam infiéis por se empenharem na adoração falsa ou por serem amigos do mundo, são chamados de adúlteras. — Tia. 4:4.

      Babilônia, a Grande, descrita no livro bíblico de Revelação como uma meretriz, representa assim, simbolicamente, algo religioso. Suas várias seitas, “cristãs” e pagãs, afirmam ser organizações da adoração verdadeira. Mas ela se consorcia com os regentes deste mundo em busca de poder e das riquezas materiais, e, “os reis da terra cometeram fornicação” com ela. Seu proceder impuro e aviltado de fornicação tem sido detestável aos olhos de Deus, e tem provocado grande derramamento de sangue e angústia na terra. (Rev. 17:1-6; 18:3) Devido a seu proceder, ela sofrerá o julgamento de Deus sobre aqueles que praticam a fornicação, a saber, a destruição. — Rev. 17:16; 18:8, 9.

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