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  • Observando o Mundo
  • Despertai! — 1981
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  • Guerra Mais “Humana”?
  • Armas para os Pobres
  • A Trama de Piltdown
  • Governo Apóia a Lavoura com Adubos Orgânicos
  • O Brasil Repete a História
  • A Saliva Cura
  • Católicos e Concubinas
  • ‘Não Vai Sobrar Mais Nenhuma Virgem’
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Despertai! — 1981
g81 8/7 pp. 30-31

Observando o Mundo

Guerra Mais “Humana”?

◆ O projeto de um tratado a respeito das leis de guerra foi recentemente completado numa conferência de 72 países realizada em Genebra, Suíça. Pretende-se que faça com que a guerra seja menos dura para os civis. Por exemplo, ele proíbe o emprego de bombas incendiárias sobre concentrações de população civil e veda o uso de armadilhas explosivas dentro de “objetos portáteis aparentemente inofensivos”. Contudo, observa o Le Monde, da França: “Esta tentativa de ‘humanizar’ a guerra encontrou rapidamente suas limitações. As únicas armas que foram proibidas de serem usadas ‘sob quaisquer circunstâncias’ parecem não existir nos arsenais conhecidos.”

Mesmo sob o novo tratado diz o jornal, “a pessoa pode sem qualquer constrangimento colocar minas em volta dum objetivo militar e até mesmo usar como armadilha explosiva qualquer utensílio usado na cozinha do exército”. O tratado “não se ocupa com as armas químicas (que consistem, na maior parte, de gases paralisantes) que passam atualmente por um vigoroso surto nos arsenais das superpotências e de outras nações”, diz Le Monde. “Seria muito arriscado inferir dele que as guerras que atualmente são travadas . . . se tornarão ‘humanizadas’.”

Armas para os Pobres

◆ Embora a maior parte dos US$ 500.000.000.000 [cerca de 40 trilhões de cruzeiros] gastos com armamentos, em 1980, tenham sido usados pelas duas superpotências, o maior aumento nos gastos com armamentos ocorreu nos países que menos podem suportá-lo. Num recente período de 10 anos, o orçamento militar dos países desenvolvidos aumentou 5,8 por cento (em preços constantes). Mas, o Guardian da Inglaterra publicou que os países do ‘Terceiro Mundo’, chegaram a um aumento médio de 107,1 por cento — quase 20 vezes tanto! Calcula-se que os governos atualmente gastam oito vezes mais apenas na pesquisa de novas armas do que em resolver problemas de energia.

A Trama de Piltdown

◆ Escrevendo na revista Natural History (História Natural), o historiador de Harvard, Dr. Stephen Jay Gould, afirma que o famoso sacerdote jesuíta Pierre Teilhard de Chardin foi parceiro do embuste do “homem de Piltdown”, a mais famosa e espetacular fraude da ciência do século vinte”.

O embuste começou em 1912 quando o advogado e arqueólogo amador, Charles Dawson, afirmou ter achado os restos dum humano simiesco perto de Piltdown, Inglaterra. Mas, em 1953, os cientistas britânicos provaram que “o homem de Piltdown” era uma fraude. A datação radioativa revelou que o crânio era do esqueleto dum homem moderno. O maxilar pertencia a um orangotango. Os dentes foram encravados artificialmente e os ossos tingidos quimicamente para aparentarem a idade alegada. Também, antigas ossadas de animais de terras distantes foram colocadas na mesma área a fim de acentuar a impressão de antiguidade.

Durante um longo período Dawson foi acusado de ter sido o culpado do embuste, mas, Gould afirma que sua pesquisa mostra que Teilhard, que acabara de ser ordenado sacerdote, e na época estudava paleontologia, foi parceiro da “trama de Piltdown”. Gould diz que algumas ossadas encontradas nas escavações de Piltdown se originaram de outros países onde Teilhard colecionara amostras em viagens anteriores. Também, em cartas enviadas por Teilhard a um dos cientistas que revelou o embuste, Gould afirma que Teilhard mentiu, na tentativa de encobrir sua participação na trama.

Governo Apóia a Lavoura com Adubos Orgânicos

◆ Dois estudos recentes, feitos por entidades de finalidade diferente, o Departamento de Agricultura dos E.U.A. e a Fundação Nacional da Ciência, são bem favoráveis à lavoura que emprega adubos orgânicos. Segundo o Times de Nova Iorque, na sua verificação de 69 fazendas, em 23 estados, uma equipe de pesquisadores verificou que “quase todas elas eram eficientes, produtivas, cientificamente sólidas e mantinham custos competitivos com outras fazendas convencionais”. Numa outra comparação de 51 fazendas, diz o Times, os cientistas descobriram que “embora o valor, em dinheiro, das colheitas nas fazendas que usam adubo natural fosse inferior, estas tiveram uma despesa 36 por cento inferior à das fazendas convencionais. . . . os fazendeiros que empregaram processos orgânicos de lavoura consumiram apenas cerca de 40 por cento da energia exigida nas fazendas que empregaram fertilizantes e pesticidas”. O artigo observa que tais descobertas “têm irado e frustrado alguns praticantes da lavoura [química] tradicional”.

O Brasil Repete a História

◆ Sob circunstâncias que lembram o velho oeste americano, o Brasil ainda tem problemas de choques com tribos de índios nativas e posseiros brancos. Os índios afirmam que os brancos estão gradualmente invadindo suas reservas e que seus apelos por ajuda demoram muito a ser atendidos. Após um massacre em setembro, foram enviados policiais com metralhadoras ao local para manter a paz. Contudo, conforme observou a revista Veja: “Só a definitiva fixação das fronteiras das propriedades de brancos e índios vai impedir o prosseguimento de uma guerra que outros países viveram no século passado e que hoje só sobrevive em nostálgicos faroestes.”

A Saliva Cura

◆ Muitas vezes se observa os animais lambendo seus cortes e outras feridas. Uma equipe de cientistas encabeçada pelo Dr. Michael Young, da Universidade da Flórida (E.U.A.), acha que sabe o porquê: a saliva contém um agente curativo. A substância é chamada de “fator de crescimento do nervo” (sigla em inglês, NGF), uma proteína. Quando o NGF foi aplicado numa ferida aberta, quer experimentalmente pelos cientistas, quer através da própria lambida do animal ferido ou de seus companheiros, as feridas sararam quatro a cinco vezes mais depressa. Similarmente, pesquisadores na Austrália informaram que quando os ratos foram impedidos de lamberem suas feridas, estas sararam bem mais lentamente do que os que puderam fazê-lo. Outros animais e humanos também possuem o NGF em sua saliva, conforme se sabe. Fazem-se esforços para se descobrir se o NGF pode ser empregado para fazer uma medicação para sarar feridas que possa ser usada após a cirurgia e em casos de queimaduras graves e outras lesões.

Católicos e Concubinas

◆ O arcebispo Emmanuel Milingo de Lusaca, Zâmbia, admitiu recentemente que “mais de 30 por cento dos católicos na arquidiocese de Lusaca vivem com concubinas”. Uma pesquisa da igreja divulgada pelo arcebispo ao Times de Zâmbia revelou que “cerca de 3.225 dentre 10.903 casais vivem com amantes. Como a Igreja encara os filhos oriundos de tais arranjos não bíblicos? Segundo o relatório do arcebispo Milingo, diz o Times, “os filhos nascidos de uniões fora, do matrimônio, mas de pais cristãos” ou de um “casal cristão que vive em concubinato” ou mesmo de uma “segunda esposa de um cristão casado na igreja têm o direito de serem batizados e os ministros religiosos têm a obrigação de batizá-los”.

‘Não Vai Sobrar Mais Nenhuma Virgem’

◆ Um altamente respeitado estudo feito pelos professores Melvin Zelnik e John Kantner da Universalidade de John Hopkins, E.U.A., indica que cerca de 50 por cento dos 10,3 milhões de moças: entre 15 e 19 anos, nos Estados Unidos, já participaram em relações sexuais pré-maritais — fornicação. Isto é cerca do dobro da porcentagem desde que Zelnik e Kantner começaram a pesquisa, em 1971. Observa Zelnik: “As coisas do passado que eram a favor de se permanecer virgem . . . desapareceram.” Uma veterana do curso de 2.º grau em Luisiana (E.U.A) disse a respeito das garotas que agora estão no seu primeiro e segundo ano do 2°. grau: “Na época em que se formarem não vai sobrar mais nenhuma virgem.” Uma conseqüência desta imoralidade: um milhão de adolescentes nos Estados Unidos ficam grávidas a cada ano, ocorrendo o maior aumento dentre as de menos de 14 anos. Outra: a doença venérea aumenta disparadamente entre adolescentes, sendo responsável por 25 por cento dos um milhão de novos casos de gonorréia registrados a cada ano.

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