BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • O testemunho das coisas vivas
    Despertai! — 1974 | 8 de abril
    • e adaptabilidade entre as espécies básicas, as: plantas e os animais nunca mudam tanto que começam a transformar-se em outra coisa.

      Não é isso que se esperaria caso fosse verdadeira a evolução. Contudo, é precisamente o que seria de esperar sendo a Bíblia verdadeira, se as coisas vivas foram criadas e se reproduziram apenas “segundo as suas espécies”.

      O evolucionista Isaac Asimov admite que é isto que os fatos mostram, dizendo:

      “A vida só procede de outra vida, no caso de todo animal que o homem arrebanhe e de toda planta que o homem cultive . . .

      “Para ser mais exatos, devíamos afirmar que a vida só provém de vida similar. . . . Cada um tem filhotes como ele próprio; cada um nasceu de genitores como ele próprio; cada um provém de longa linha (que se estende indefinidamente para trás no tempo) de criaturas exatamente como ele próprio.”

      O que dizer da espécie humana? A mesma coisa se dá, conforme o testemunho de toda a história registrada. Em Statement On Race, Ashley Montagu afirma:

      “Os cientistas chegaram a um acordo geral em reconhecer que a humanidade é uma só:que todos os homens pertencem à mesma espécie. . . . Concorda-se ainda mais em geral, entre os cientistas, que todos os homens provavelmente se derivam do mesmo tronco comum. . . .

      “A afirmação de S. Paulo de que ‘Deus fez de um só sangue todas as nações dos homens para habitarem sobre a face da terra’, está de perfeito acordo com as descobertas da ciência.”

      O Professor Moore também diz: “Não existe absolutamente nenhuma evidência experimental de qualquer mudança de uma forma animal em outra forma animal; ou, a bem dizer, qualquer mudança de uma forma vegetal em outra forma vegetal . . . A única evidência de mudança que pode ser classificada corretamente como o resultado de sólido método científico é a evidência da variação genética DENTRO dos limites das espécies ou formas de animais, ou DENTRO dos limites das espécies ou formas de vegetais.”

      O Que Revela o Registro Fóssil

      Também é de interesse a observação de Moore sobre as plantas ‘e os animais que viveram no passado, mas que morreram desde então. Afirma:

      “Não existe absolutamente nenhuma . . . evidência na fonte histórica primeva o registro fóssil, de qualquer ligação real na seqüência destas espécies. Não se encontraram quaisquer formas transicionais no registro fóssil, mui provavelmente porque não existem de jeito nenhum formas transicionais, no estágio fóssil. Mui provavelmente, as transições entre as espécies animais e/ou as transições entre as espécies vegetais, jamais ocorreram.”

      Essa é a evidência depois de mais de um século de escavações. O registro permanece precisamente o mesmo que quando, há mais de uma centúria, Darwin exclamou: “Visto que, por esta teoria [evolução], devem ter existido inúmeras formas transicionais, por que não as encontramos encerradas em incontáveis úmeros na crosta da terra?”

      Pôs de lado tal dificuldade por declarar que o registro fóssil era falho. Mas, depois de mais de uma centúria de intensivas escavações, tal desculpa não pode vingar mais O registro fóssil é suficientemente completo para mostrar o mesmo que o registro vivo — uma coisa viva só se reproduz “segundo a sua espécie”. Não se verifica sua transformação de uma espécie em outra.

      Ademais, Darwin afirmou que, se se pudesse mostrar que grupos de coisas vivas “realmente começaram a viver de imediato, o fato seria fatal para a teoria da evolução”. O que mostra a evidência? Relata o Professor Moore:

      “Na publicação de 1967, The Fossil Record (O Registro Fóssil), . . . patrocinada em conjunto pela Sociedade Geológica de Londres e pela Associação de Paleontologia da Inglaterra . . . cerca de 120 cientistas todos especialistas, prepararam 30 capítulos de monumental obra de mais de 800 páginas para apresentar o registro fóssil das plantas e dos animais, divididas em cerca de 2.500 grupos.

      “Uma generalização conclusiva, tirada destas tabelas, é a seguinte: Cada forma ou espécie principal de vegetal e animal é mostrada como tendo uma história separada e distinta de todas as demais formas ou espécies! ! !

      “Grupos, tanto de plantas como de animais, aparecem de súbito no registro fóssil. . . . Baleias, morcegos, cavalos, primatas, elefantes, lebres, esquilos, etc., todos são tão distintos em seu aparecimento inicial como o são agora. Não há um vestígio sequer de um ancestral comum, muito menos de um elo com qualquer réptil, o suposto progenitor. . . .

      “E os proponentes da Teoria Geral da Evolução, que estão a par dos fatos da paleontologia, admitem a existência de lacunas entre todas as categorias mais elevadas. Admitem que este é um fato inegável do registro fóssil.”

      Isto é deveras admitido pelos evolucionistas. Por exemplo, em Processes of Organic Evolution, G. L. Stebbins afirma sobre o testemunho fóssil relativo à origem e evolução dos grupos principais das coisas vivas: Os evolucionistas ficam, acima de tudo, impressionados com a imperfeição do registro fóssil para este fim.» Fala das “profundas lacunas” e a “condição incompleta e a natureza predisposta [preconcebida!] do registro fóssil .

      Todavia, também afirma: “O registro de formas passadas de vida [em forma de fósseis] é agora extensivo e constantemente aumenta em riqueza.” Assim, há suficiente quantidade de fósseis para se tirar conclusões. Mas, em parte alguma se conseguem encontrar as formas transicionais que deveriam ter existido se um grupo se transformou em outro pela evolução.

      Este é admitidamente o caso também das formas menores de vida, pois Asimov admite: “Primitiva como pareça ser a criatura unicelular em comparação com o homem, ou até mesmo com uma ostra, deve ser em si o produto final de longa linha evolutiva, da qual nenhum vestígio foi deixado.” E, sobre as formas mais elevadas, diz: “Talvez tanto os cordatas como os equinodermos se ramificaram de um ancestral comum, do qual não temos nenhum registro.” [O grifo é nosso.]

      Assim, podemos entender por que Stebbins lamenta: “O registro fóssil é exatamente o tipo errado para os evolucionistas que desejam aprender como se originaram os grupos principais de organismos.”

      E admite o evolucionista Edmund Samuel, Professor Associado de Biologia da Faculdade Antioch, Ohio, EUA: “Não se pode considerar o conceito da evolução como forte explanação científica para a presença de diversas formas de vida no espaço e no tempo. . . . Isto se dá porque os dados têm de ser usados circunstancialmente e nenhuma análise meticulosa . . . do registro fóssil pode apoiar diretamente a evolução.” — Order: In Life (1972), p. 120.

      Isto posto, o que concluiria honestamente do registro das coisas vivas e do registro fóssil? Apóiam os fatos uma gradual evolução de uma espécie de coisa viva em outra? Ou, antes, apóiam o conceito da Bíblia de que Deus criou diferentes espécies de coisas vivas e que elas se multiplicaram apenas “segundo as suas espécies”?

  • A arte de provar o chá
    Despertai! — 1974 | 8 de abril
    • A arte de provar o chá

      ● Antes que dê de ombros, fique sabendo que provar o chá é um trabalho de alta especialização: Os provadores de chá são homens e mulheres que ajudam as nações a manter os elevados padrões para o chá que é exportado por seus países. Provar o chá é um serviço altamente técnico. Há mais de dois mil tipos diferentes de chá que um verdadeiro perito pode identificar. Com efeito, um provador de alta classe consegue supostamente dizer “onde é que foram cultivadas as folhas, o clima da região, e talvez até mesmo a precipitação pluviométrica”. Incidentalmente, o consumo de chá está aumentando.

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar