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Aprecie os animais — em seu devido lugar!Despertai! — 1976 | 22 de agosto
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pessoa asseada, poderia vir a permitir ser “beijada” por um bichinho que acabara de lamber suas partes sexuais e anais, ou de comer algo insalubre. Por certo, é preciso evitar os extremos.
Também, a pessoa deve avaliar suas intenções quanto ao bichinho. Será uma questão de concentrar sua afeição ou companhia num animal, como substituto para obter isso de outros humanos? Em seu livro Tiere Sind Ganz Anders (Os Animais São Bem Diferentes), observou Hans Bauer: “É inteiramente desarrazoado ‘pular parai o mundo animal’ porque a pessoa está ‘desapontada’ com os homens.” Passou a mencionar quão triste é alguém ‘desmanchar-se em afeição por um cachorro ou gato na esperança de descobrir num animal o que não conseguiu encontrar entre sua própria espécie’, visto que “a inteira natureza [dum animal] sempre o impede de fornecer-lhe” isto.
Aprecie os Animais em Seu Devido Lugar
Na realidade, a Bíblia mostra que devia acontecer justamente o oposto. Depois de o Criador ter feito todas as formas de vida animal, concluiu que aquilo que fizera era “muito bom”. (Gên. 1:20-31) Sem dúvida, o primeiro homem, Adão, concordava de todo o coração com essa conclusão. Mas, que lugar tinham os animais na vida de Adão?
Visto que, hoje, podemos derivar muito prazer em observar os animais e ficar junto deles, imagine só a alegria de Adão com os animais, especialmente na ocasião em que Deus levou-os todos a ele para que lhes desse nome. (Gên. 2:19, 20) Jó mais tarde disse que os animais, além de nos darem prazer, podem ser um meio de muitas instruções sobre o Criador. (Jó 12:7-9) Adão deve ter compreendido isso também. Ainda assim, o registro bíblico afirma que, tendo supervisionado e apreciado todos os animais, Adão não encontrou plena companheira ou complemento entre eles. Adão era um humano inteligente feito à imagem de Deus, e uma criatura similarmente dotada era necessária como seu complemento. Não importa quão agradáveis, devotados, instrutivos, divertidos ou interessantes sejam os animais, Deus jamais propôs que fossem substitutos dos humanos. Será que avaliamos isto? Se assim for, isso aumentará nossa satisfação com os animais, pois os veremos à luz correta e os manteremos no devido lugar que Deus propôs para eles.
Permanecem as questões, contudo, quanto à vida e à morte dos animais, tais como se os homens têm o direito de matar os animais, como devemos encarar a morte dum animal, o matá-los para obter alimento, e assim por diante. Deixaremos essas questões para serem examinadas na próxima edição.
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Evolucionistas estão errados de novoDespertai! — 1976 | 22 de agosto
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Evolucionistas estão errados de novo
● Há alguns anos, os evolucionistas proclamaram que por fim tinham encontrado o crucial elo que faltava entre o animal e o homem, rotulando o ‘homem-macaco’ de Australopithecus. Mas, nos meses recentes, fósseis descobertos na África Oriental mostram que o homem do tipo moderno existia ao mesmo tempo que o suposto ‘homem-macaco’. O Times de Nova Iorque afirma: “Pesquisadores disseram que os novos fósseis fornecem evidência conclusiva de que o Australopithecus, espécie extinta que certa vez se pensava ser a transição entre o macaco e o homem, era, ao invés, contemporâneo do homem primitivo que se tornou um beco sem saída evolucionário.” É de esperar-se que os promotores da evolução cheguem a tais ‘becos sem saída’, visto que sua teoria não se baseia na verdade.
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