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    Despertai! — 1979 | 22 de janeiro
    • O que a França oferece a seus visitantes

      Do correspondente de “Despertai!” na França

      IMAGINE um casal a quem chamaremos de Raimundo e Cecília. Há meses que planejaram sua viagem à França. Raimundo está muito interessado em línguas estrangeiras, e aguarda a oportunidade de usar seu francês, recém-aprimorado. Cecília, digamos, descende dos huguenotes, daí seu nome de origem francesa. Estando vividamente interessada na história, ela está ansiosa de visitar a terra da qual se diz que seus ancestrais protestantes fugiram.

      Tanto Raimundo como Cecília são vívidos estudantes da Bíblia. Desejam tirar proveito de atrações comuns de Paris, tais como subir na Torre Eiffel, fazer uma viagem de barco pelo Sena abaixo num bateau-mouche, caminhar pelos Campos Elíseos ou espreitar por trás dos ombros dum pintor na Place du Tertre, de Montmartre. Além disso, estão determinados a ver pelo menos alguns dos muitos lugares na França que têm ligação com a história religiosa e a Bíblia. Por conseguinte, é com vívida expectativa que saltam do avião no ultramoderno aeroporto de Roissy-Charles-de-Gaulle.

      Sugestões Amigáveis na Sede da Sociedade Local

      Depois de uma noite de repouso, Raimundo e Cecília decidem visitar primeiro a Sociedade local das Testemunhas de Jeová. Mostram-se-lhes o escritório e o lar (Betel), mas ficam sabendo que os departamentos gráficos, de revistas e de expedição se localizam em Louviers/Incarville (Normandia), a cerca de 105 quilômetros a oeste de Paris. Planejam alugar um carro depois de visitarem Paris. Assim, anseiam ver o restante da Sociedade local um pouco mais tarde.

      Agora mesmo, interessam-se em conhecer o que seja de interesse para os estudantes da Bíblia em Paris e nas redondezas. “Primeiro de tudo, e o principal, é o Louvre”, responde seu guia de Betel. “Mas, visto que hoje é sábado e a entrada é grátis aos domingos, gostaria de sugerir que visitem outros lugares interessantes hoje”.

      O “Quartier Latin” (Bairro Latino)

      As sugestões que deu os levaram primeiro ao “Quartier Latin”, ou bairro de estudantes, de Paris. Para chegar ali, tomam o ônibus 72, da “Porte-de-Saint-Cloud” até a “Place du Chatelet”, interessante trajeto ao longo da margem direita do Sena. Dali, atravessam a ponte “Pont-au-Change” até a “Ile de la Cité”, ilha onde havia a antiga cidade gálico-romana de Lutetia. Prosseguem atravessando a ponte de “Pont-SaintMichel”, chegando à margem do Sena e subindo pelo “Boulevard Saint-Michel” até chegarem, à esquerda, ao Museu Cluny, alojado parcialmente no que resta das termas, ou banhos públicos, romanas.

      Escada abaixo, numa cripta, ficam intrigados com os blocos de pedra (chamados, em francês, “Pilier des Nautes”) de um altar gálico-romano que contém os nomes de vários deuses pagãos, e uma inscrição que revela ter sido construído “quando Tibério era César”, isto é, no tempo em que Jesus estava na terra. “Veja, Cecília, o que se diz neste aviso.” Raimundo traduz para ela e explica que este altar pagão foi descoberto em 1711 sob o coro da catedral de Notre Dame. “Imagine só”, exclama ele, “a mais famosa igreja católica da França foi construída no local dum templo pagão! Não é significativo?”

      Nessa mesma cripta, Raimundo e Cecília examinam as cabeças mutiladas, de pedra, que representam os reis de Judá, tudo que resta de 28 estátuas que, em 1793, os revolucionários franceses fizeram cair da frente da catedral de Notre Dame, imaginando serem estátuas dos monarcas franceses. Estas cabeças de pedra, do século 13, sem dúvida enterradas com reverência por um monarquista, foram descobertas sob um pátio de Paris numa época tão recente quanto abril de 1977. “Vejam só!” exclama Cecília. “Certamente mostram o que as pessoas fazem quando ficam zangadas com os sistemas eclesiásticos!”

      Museu Huguenote

      Depois de rápido almoço num pequeno restaurante, Raimundo e Cecília andam até à impressionante “Place du Panthéon”, onde tomam o ônibus 84 para a “rue des Saints-Pères”. No número 54 encontram, atrás dum pátio, a singularmente pequena Biblioteca e Museu do Protestantismo Francês (aberto das 14 às 18 horas, de terça-feira a sábado; na terça-feira, somente de 1.º de agosto a 15 de setembro). Nos vários mostruários de vidro à direita, ficam intrigados de ver a edição de 1520 do livro de Lutero Prelúdio do Cativeiro Babilônico da Igreja [Católica], uma edição de 1523 de seu livro Du mourais usage de la Messe (Do Emprego Errôneo da Missa) e uma edição em inglês, de 1561, dos Institutes of the Christian Religion (Institutos da Religião Cristã), de Calvino, todas essas três obras sendo básicas em provocar a Reforma protestante. Também contemplam algumas antiquíssimas Bíblias protestantes em francês, em exibição ali.

      Atravessando a sala, examinam, numa urna de vidro, vários artigos e livros de sermões usados no “deserto” (subterrâneo) pelos huguenotes durante a perseguição que sofreram nos séculos 17 e 18. Retornando em direção à entrada, Raimundo experimenta seu francês nos documentos e cartazes históricos que proscreviam toda reunião religiosa não-católica na França. Cecília estremece à medida que ele traduz tais decretos infames. Começa a entender melhor por que seus antepassados decidiram fugir da França.

      Depois de saírem desse prédio interessantíssimo, porém um tanto bolorento, Raimundo e Cecília ficam contentes de obter ar fresco e caminhar pela “rue des Saints Pères” até o Sena, onde captam linda vista do Louvre, do outro lado do rio. Viram à direita, e caminham comodamente ao longo da margem, passando pelo prédio da Academia Francesa e as caraterísticas barracas dos bouquinistes (vendedores de livros de segunda mão), enfiados na parede do barranco, até que chegam à ponte que leva à catedral de Notre Dame

      Notre Dame

      Pausam em frente desta catedral gótica do século 12 e admiram seu pórtico central, onde é representada a pesagem de almas no “Juízo Final”. “Depois de ver isso”, comenta Raimundo, “não vejo como qualquer católico poderia negar que sua igreja ensina o tormento físico dos amaldiçoados no inferno”.

      Cecília chama Raimundo para ver o portal à esquerda, o “Pórtico da Virgem”. Apontando para a cena esculpida acima das portas, onde se mostra Maria sendo coroada por um anjo, enquanto Cristo lhe entrega um cetro, Cecília diz secamente: “Veja, realmente a colocaram como Rainha do Céu!” “Bem, sim”, responde Raimundo, “tudo se ajusta. Notre Dame significa ‘Nossa Senhora’. A inteira catedral é dedicada à adoração da Rainha do Céu. Todavia, mesmo a versão do Centro Bíblico Católico [nota marginal de Jer 7:18], identifica a Rainha dos Céus com Istar, a deusa pagã da fertilidade.”

      Virando à direita, para a “rue du Cloitre-Notre-Dame”, dirigem-se ao número 10, o Museu de Notre Dame de Paris (aberto apenas aos sábados e domingos, das 14,30 às 18 horas). Este pequeno museu merece bem uma visita, não que seja somente para ver, num mostruário de vidro à direita dum corredor entre os dois aposentos internos, o “chapéu vermelho” do falecido Cardeal Verdier, e uma nota explicando que os cardeais recebem seu chapéu vermelho do papa como símbolo de que devem mostrar-se intrépidos, “a ponto de derramarem sangue” na promoção dos interesses da Igreja Católica Romana.

      Vários documentos exibidos em mostruários de vidro ou nas paredes do aposento mais interno mostram, por um lado, como o clero colaborava com a monarquia e, daí, com Napoleão, e, por outro lado, o que aconteceu ao clero e às propriedades eclesiásticas durante a Revolução Francesa. “Fornece-lhe uma idéia do que pode acontecer quando as profecias de Revelação (Apocalipse), capítulos 17 e 18, forem cumpridas na religião falsa, babilônica, não fornece?”, comenta Cecília, à medida que ela e Raimundo se dirigem para seu quarto de hotel, cansados, mas satisfeitos.

      O Louvre, Versalhes e Saint-Germain-en-Laye

      No dia seguinte, domingo, Raimundo e Cecília decidiram visitar o Louvre. Tomaram o metrô e saltaram do trem na estação do Louvre, que é uma obra-prima em si. O Louvre abre às 10 horas. Assim, devotaram a manhã ao Departamento de Antigüidades Orientais e a tarde ao Departamento de Antigüidades Egípcias. Com a Bíblia na mão, seguiram o itinerário delineado aqui, nas páginas 13 e 14.

      Segunda-feira, nossos dois estudiosos da Bíblia alugaram um carro e passaram a manhã em Versalhes. Cecília, bem informada sobre a história francesa, estava especialmente ansiosa de visitar o palácio, símbolo do luxo real, todavia, também cenário do nascimento da República Francesa. Raimundo, para quem os palácios reais não constituem atrativo especial, mostrou-se intrigado, todavia, quando seu olho captou o Tetragrama (as quatro letras hebraicas do nome divino, Jeová ou Iavé), acima do altar da capela do palácio. Ele também lembrou à Cecília, enquanto ela admirava a comprida Sala dos Espelhos, de 75 metros, que foi ali, em 28 de junho de 1919, que foi assinado o tratado de paz, que incluía o Pacto da Liga das Nações (sucedida pelas Nações Unidas). Cecília fica impressionada, visto que as Nações Unidas parecem destinadas a desempenhar tão importante papel no cumprimento moderno da profecia bíblica.

      A uma pequena distância de carro de Versalhes acha-se Saint-Germain-en-Laye, com um excelente castelo, que abriga um museu muito bem montado, contendo artefatos interessantes dos tempos gálico-romanos (aberto das 9,45 às 12 horas, e das 13,30 às 17 horas, todos os dias, exceto terça-feira). Aqui, Raimundo e Cecília dirigem-se diretamente à Sala IX. Ali, abrem sua Bíblia em Lucas 19:43, 44. Um modelo em escala, baseado nas descobertas arqueológicas, mostra como os romanos cercaram os gauleses em Alésia, em 52 A. E. C., usando “uma fortificação de estacas pontiagudas” como fizeram para cercar Jerusalém 121 anos mais tarde, em 70 E. C. Lá em cima, na Sala X, na urna de vidro N.º 1, vêem prova de que os gauleses adoravam uma Trindade de deuses, muito antes de o Concílio de Nicéia, da cristandade, adotar um Deus trino, em 325 E. C. Na Sala XI, Raimundo e Cecília ficam surpresos de ver que a mesma coisa acontecia com respeito à Mariolatria. Várias estatuetas (por exemplo, no mostruário N.º 9) de deusas-mães gaulesas, com seus filhos, fazem-nos lembrar as imagens e estatnetas da “Virgem e a Criança”, vistas nas igrejas da cristandade.

      Outros Lugares Para Ver na França

      Tendo gasto três dias escavando o passado em Paris e nos arredores, Raimundo e Cecília decidem, na terça-feira, voltar ao cristianismo dos dias atuais por visitar os dois anexos de Betel, situados em Louviers (rue des Entrepôts N.º 2), e nas proximidades, em Incarville (rue de la Forêt N.º 8-bis).

      Contam ao seu guia de Betel o que já viram e perguntam-lhe o que há mais na França que seja de interesse aos estudantes da Bíblia. Sabendo que pretendem visitar outras cidades, fornece-lhes as seguintes informações:

      “Caso decidam visitar Nantes, talvez possam interromper sua viagem em Angers. No antigo castelo-fortaleza, há uma tapeçaria do século 14 sobre o Apocalipse, com mais de 107 metros de comprimento, contendo 68 cenas baseadas no livro de Revelação (Apocalipse). Incidentalmente, Cecília, como disse que é de descendência huguenote, talvez se interesse em visitar o museu huguenote em Le Bois-Tiffrais, Monsireigne, próximo de Pouzanges, a uns 80 quilômetros ao sudeste de Nantes.

      “Caso viajem para o sul, para Toulouse, dentro de um raio de 80 quilômetros encontrarão muitos locais repletos de história religiosa. Poderão anotar alguns, tais como Le Mas d’Azil (perto de Sabarat), Montségur (perto de Lavelanet), Carcassonne, Mazamet e o “Chateau de Ferrières” (perto de Vabre). Alguns destes lugares, e muitos outros, dão testemunho da terrível perseguição aos ‘hereges’ movida pelas cruzadas especiais, pela Inquisição e por outros meios. Lembrem-se, porém, de que nos lugares em que os protestantes eram maioria, não eram ternos com os católicos!

      “Caso forem a Marselha, quer na ida, quer na volta, poderiam visitar Nimes. Chamam-na a Roma do sul da França. Possui um anfiteatro romano, muito bem conservado, um templo do primeiro século e os restos dos banhos romanos. Um museu (“Musée du Vieux Nimes”, ou Museu da Velha Nimes), contém objetos históricos relacionados aos huguenotes. A alguns quilômetros ao sul de Nimes, há uma velha cidade murada medieval, mui peculiar, chamada Aigues Mortes. A Torre de Constância, do século 13, ali, foi o local onde as mulheres huguenotes eram presas (uma delas por 37 anos) no século 18, simplesmente por insistirem em se reunir para estudar a Bíblia. Com efeito, num lugar chamado Le Mas-Soubeyran, perto de Anduze, a 48 quilômetros ao noroeste de Nimes, poderão visitar uma casa onde eram realizadas tais reuniões às ocultas. É chamada ‘O Museu do Deserto’, e, quando virem os subterfúgios que tinham de usar, realmente isso os farão pensar nas precauções que nossos irmãos cristãos, Testemunhas, têm de tomar para continuarem a estudar a Bíblia nos países onde as Testemunhas de Jeová estão proscritas, atualmente.

      “Bem, Raimundo e Cecília, foi maravilhoso conhecê-los, e espero que isso lhes dê bastante o que fazer em sua viagem. Bon voyage!”

      “Merci beaucoup!”, responde Raimundo. “Sim, agradecemo-lhes todas essas informações úteis”, acrescenta Cecília. “Realmente não imaginava haver tantas coisas interessantes para os estudantes da Bíblia verem na França.”

  • O Louvre com a Bíblia na mão
    Despertai! — 1979 | 22 de janeiro
    • O Louvre com a Bíblia na mão

      O Museu do Louvre fica aberto das 10 às 17 horas, todo dia, exceto às terças (a entrada é grátis aos domingos). O Departamento das Antiguidades Orientais fecha das 12 às 14 horas. Alguns departamentos abrem sexta-feira à noite, das 21 às 23 horas.

      ENTRADA PRINCIPAL DE DENON: À esquerda, atravessando a Galeria Denen, à esquerda da Grande Escadaria, descendo o corredor em direção à “Vênus de Milo” (deusa da fertilidade, identificada com a Afrodite grega, a Astorete cananéia e a Istar babilônica). À direita pouco antes da “Vênus”:

      1. Estátua de Mársias sendo esfolado numa estaca de tortura (bom exemplo do verdadeiro significado das palavras gregas stauros, em Mateus 27:40, e xylon, em Atos 5:30).

      Volte atrás e vire à direita para a Sala das Cariátides; no fim dela, desça à Cripta de Sully. No segundo vão à direita:

      2. Molde do aviso em grego do templo de Herodes: “Gentios, não Entrem sob Pena de Morte.” Lança luz sobre Atos 21:27-29; Efé. 2:14.

      3. Molde da Inscrição de Siloé, do oitavo século A. E. C., pelo que parece descrevendo a escavação do túnel que Ezequias fez para trazer água para Jerusalém. — 2 Reis 20:20; 2 Crô. 32:30.

      4. Pedra Moabita original (francês: Stèle de Mésa); inscrição que fornece a versão moabita dos eventos relatados em 2 Reis 3:4, 5, 21-27. Datando do décimo século A. E. C., esta inscrição é o mais antigo texto não-bíblico que contém o nome divino (à direita, na 18.ª linha).

      5. [No estojo de vidro] Jarra reconstituída do Rolo do Mar Morto.

      Subindo a escada até a Sala I (103) do Departamento das Antigüidades Orientais:

      6. [À direita] Estela dos Abutres: de um lado, povo conquistado na rede (boa ilustração de Habacuque 1:15-17); do outro lado, rei e tropas com cabelo esvoaçante (exemplifica Juízes 5:2).

      7. [Sala IV (106)] Código de Hamurábi original, inscrito com 282 leis babilônicas antigas, baseadas na retaliação (compare com Levítico 19:18 quanto à superioridade da lei mosaica).

      8. [Muro à direita] Leão de tijolos esmaltados da Via das Procissões de Babilônia, conforme visto pelos cativos judeus. — Compare com Jeremias 50:17; Daniel 7:4.

      9. [Sala V (107)] Vasos e jóias encontradas em Susã (francês: Suse). — Coteje com Ester 2:3, 8; 5:1, 2.

      10. [Sala VII (109)] Enorme coluna-capitel e trave de cedro do palácio de Dario I, Xerxes ou Assuero e Artaxerxes, em Susã. — Confronte com Ester 1:2; Neemias 1:1; 2:1.

      11. [Sala VIII (110)] Selos cilíndricos e anéis de sinete de Susã. — Compare com Ester 8:2, 10.

      Descendo à Cripta Marengo e subindo para Salas XVI (116) até XXII (122):

      12. [Sala XVIII (118)] Coleção de Baals e Astartéias, ou Astoretes, encontrados em Ugarite (Ras Samra) na costa da Síria. — Coteje com Juízes 10:6.

      13. [Sala XXI (121)] Em dois estojos de vidro à esquerda, obras de marfim, da cama de Hazael, rei da Síria, uma peça de marfim tendo inscrito o nome dele. — Confronte com 1 Reis 19:15; 22:39; Amós 1:4; 6:4.

      14. [No estojo de vidro à direita] Fragmento de placa de bronze mostrando o rei assírio, Esar-Hadom, mencionado em 2 Reis 19:37.

      15. [Nas paredes à esquerda] Painéis de pedra encontrados no palácio do rei assírio, Sargão II, mencionado em Isaías 20:1.

      16. [Sala XXII (122)] Enormes touros alados do palácio de Sargão em Corsabade; asas fazem estudiosos da Bíblia lembrar-se de Isaías 8:7, 8.

      17. [Escada no meio da Sala XXII] Painéis de pedra do palácio do rei assírio, Assurbanipal, em Nínive, mostrando a crueldade dos assírios. — Coteje com 2 Reis 17:6; Naum 1:1; 2:11-13; 3:1.

      O modo mais conveniente de começar sua visita ao Departamento das Antiguidades Egípcias é retornar à “Vênus de Milo” e descer escada no fim do corredor, ou reentrar no Louvre pela Porta Champollion. Da “Vênus de Milo” ou Porta Champollion, desça até à cripta:

      18. [Sala 137] Esfinge encontrada em Tánis, nome grego de Zoã, mencionada em Números 13:22. O nome do faraó Sesonque I (Sisaque) acha-se inscrito no ombro esquerdo. Este faraó é mencionado em 1 Reis 11:40 e; 2 Crônicas 12:1-9.

      19. [Sala 135] Capela fúnebre de Mastaba, onde a família e os sacerdotes se reuniam para orar pela alma do falecido. Prova de que muito antes dos gregos e das igrejas da cristandade, egípcios criam na imortalidade da alma. — Compare com Eclesiastes 9:10; Ezequiel 18:4.

      20. [Sala 133] Próximo da janela, fragmento de baixo-relevo em pedra representando condições de fome. — Coteje com Gênesis 41:30, 31.

      21. [Sala 131] Várias estelas representando porta falsa, que separava vivos dos mortos, para permitir que almas dos falecidos retornassem. — Confronte com Deuteronômio 18:10, 11.

      22. [Sala 129] Famosa estátua do Escriba Sentado. História do Egito foi escrita por tais escribas, amiúde treinados por sacerdotes que não hesitavam em remover dos registros tudo que fosse desabonador para o faraó reinante ou seus deuses. Isto explica por que eventos relatados em Êxodo, capítulos 12 a 14, não são mencionados nos registros históricos egípcios. Exemplo crasso da falta de fidedignidade das inserções egípcias pode ser observado na sala seguinte.

      23. [Sala seguinte (sem número)] Estátua colossal de um faraó. Ramsés II desonestamente mandou arrancar com einzel o nome deste rei e colocar o seu.

      24. [Sala 127, sob o número da sala] Comandante militar agachado, segurando quadro da deusa Tote, em forma de babuína, deusa-lua das artes mágicas, cura, chuva e trovão, luz e trevas. Daí, a deusa humilhada pelas pragas 3, 6, 7 e 9. — Êxo. 8:18; 9:11, 23-26; 10:22, 23.

      25. [Sala 126 (Galeria d’Alger), em frente da parede entre as janelas 3 e 4] Estela C. 286, famoso “Hino a Osíris”, divindade popular identificada com o deus babilônico, Tamuz, e que se sugere ser Ninrode deificado. — Gên. 10:8.

      26. [Centro da 5.ª janela] “Estela do Colar” (C. 213). Ilustração perfeita de Gênesis 41:42.

      27. [7.ª janela] Baixo-relevo (B. 56, B. 57) mostrando cena da lamentação em que o tipo étnico semita é facilmente reconhecido.

      28. [Sala 125 (Galeria Henrique IV) à direita da porta] Cabeça e pés de colossal estátua. Nome do faraó original foi removido desonestamente por Amenófis III e substituído pelo próprio. Lista de povos conquistados inscrita sob pés do faraó.

      29. [Parede ocidental (esquerda)] Estátua de Hecatefnaque, usando traje persa, confirmando o domínio da Pérsia sobre o Egito. — Confronte com Isaías 43:3; 45:1; Ester 1:1.

      Volte à entrada da Sala 125 e suba a “Escadaria Egípcia”

      30. [Patamar superior] Esfinge — outro exemplo de desonesta substituição de nomes. Estátua primeiro usurpada por Ramsés II, daí por seu filho, Menepta.

      31. [Sala B (238)] Estojo 4 (no meio da sala): Modelos de celeiros, mostrando escribas registrando a quantidade de cereal estocado. — Compare com Gênesis 41:35, 48, 56.

      32. [Sala C (240)] Estojos 13 e 14: “Livro dos Mortos”, em papiro, mostrando o julgamento feito por Osíris, da pessoa morta. Observe, no estojo, à direita, coração sendo pesado na balança, e, no estojo à esquerda, alma pairando sobre corpo. Tudo isto faz lembrar o “Juízo Final” representado no pórtico central da catedral de Notre Dame.

      33. [Sala E (244)] Estojo 6 (próximo da janela): Pequena gravura pintada de marfim, do Faraó Tutancâmen, representado colhendo uvas. Prova de que Heródoto estava errado, e de que no antigo Egito cresciam uvas. — Gên. 40:9-11.

      34. [Sala F (246)] Estojo 3: Esfinge de bronze (N. 515) e outro artefato (E. 17 107) inscrito com o nome de Apriés ou Hofra. (Jer. 44:30) [Mostruário 8] Tríade de ouro (tríade de Osorcom II) das deidades egípcias Ísis, Osíris e Hórus. Prova de que idéia da Trindade já existia muito antes de a Igreja Católica a adotar.

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