-
Será feliz por “fazer carreira”?A Sentinela — 1977 | 1.° de outubro
-
-
O equilíbrio de Jesus, neste assunto, e as suas obras demonstravam que não procurava nem riquezas, nem status. O fato é que seus opositores é que procuravam tais coisas e o julgavam segundo o seu próprio conceito corruto.
Portanto, ninguém deve criticar outro por ter ou por ganhar dinheiro. É assunto dele. Tampouco sua posição ou sua riqueza devem ser invejadas pelos outros. E se alguém não for desonesto e se ele controlar sua riqueza, em vez de ser controlado por ela, poderá estar contente. Tal pessoa ajudará outros com o que possui. De fato, o apóstolo Paulo recomenda que as pessoas não fiquem despreocupadas ou sem objetivo, mas que tenham respeito próprio e um propósito na vida. Ele disse que os cristãos “por trabalharem com sossego, comam o alimento que eles mesmos ganham”, e que a pessoa trabalhe arduamente, fazendo com as mãos bom trabalho, a fim de que tenha algo para distribuir a alguém em necessidade”. — 2 Tes. 3:12; Efé. 4:28.
Por se aprenderem e aplicarem os princípios sábios da Bíblia, que são as palavras de Criador, que conhece cabalmente a natureza humana, pode-se obter grande lucro na forma de contentamento e pode se evitar os muitos ‘ferimentos’ contundentes sofridos por aquele que busca riquezas e status. — 1 Tim. 6:6, 10.
-
-
Combate ao analfabetismo bíblico na FrançaA Sentinela — 1977 | 1.° de outubro
-
-
Combate ao analfabetismo bíblico na França
“Analfabetismo” e “França”, para muitos leitores, talvez pareçam palavras incompatíveis. Os franceses têm a reputação de se orgulharem muito de sua cultura. Isto é compreensível, porque a literatura francesa está entre as mais ricas do mundo. Visto que o nível de educação é bastante elevado na França, o analfabetismo, no sentido geral da palavra, é praticamente inexistente.
No entanto, há um campo em que a educação dos franceses é lamentavelmente faltosa, a saber, no conhecimento da Bíblia. Todavia, não lhes cabe a culpa desta carência de conhecimento bíblico. Então, a quem cabe a culpa?
Os papas de Roma chamavam a França de “filha mais velha da Igreja”. Até mesmo hoje, 85 por cento dos franceses consideram-se como sendo católicos. Quando se sabe que antes da Revolução Francesa havia um sacerdote para cada 110 homens, mulheres ou crianças franceses, e que tão recentemente como em 1970 havia um sacerdote, frade ou freira para cada 297 habitantes, pode-se concordar prontamente que a Igreja Católica Romana tem tido uma oportunidade maravilhosa para ensinar a Bíblia ao povo francês. Mas, em vez disso, manteve-o em ignorância da Palavra de Deus.
Sim, até tempos mais recentes, o analfabetismo bíblico entre os leigos era coerente com a orientação da Hierarquia Católica. Em 1229, o Concílio de Toulouse (França) decretou: “Proibimos aos leigos estar de posse de qualquer exemplar
-