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Não há “crise de energia” espiritual para os discretosA Sentinela — 1975 | 15 de fevereiro
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não terão nenhuma ressurreição à vida celestial.
“MANTENDE-VOS VIGILANTES”
Jesus enfatizou a moral de sua parábola com palavras oportunas para os cristãos ungidos que vivem na “terminação do sistema de coisas”. Ele disse: “Portanto, mantende-vos vigilantes, porque não sabeis nem o dia nem a hora.” (Mat. 25:13) Os que querem ser iguais às cinco virgens “discretas” terão de brilhar continuamente com uma personalidade cristã ativa. Não se atrevem a transigir com os que querem tirar parte ou muito de seu “óleo” espiritual. Sua fé na chegada e presença do Noivo precisa continuar luminosa, e eles precisam permanecer no cortejo brilhante que segue as pisadas dele, até que ele leve sua congregação-noiva completamente para casa.
Terminou a longa demora da chegada do Noivo. Ele está aqui, na sua gloriosa presença. Já passou o tempo de sonolência e sono! Agora é o tempo de brilhar em sua honra e regozijar-se com ele na alegria que seu Pai celestial lhe ofereceu, a de tomar a si sua “noiva” espiritual e celebrar isto com uma festa de casamento. Portanto, os cristãos ungidos pelo espírito precisam continuar vigilantes, porque não sabem nem o dia nem a hora em que esta “porta” de oportunidade se fechará, para nunca mais ser reaberta. Mas, tais vigilantes e discretos não serão excluídos por qualquer crise fatal de iluminação espiritual.
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Era apenas uma curta mensagem impressaA Sentinela — 1975 | 15 de fevereiro
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Era apenas uma curta mensagem impressa
CADA ano, as testemunhas cristãs de Jeová distribuem milhões de impressos, convidando as pessoas a assistir a discursos bíblicos nos seus Salões do Reino e em outros lugares de reunião. Às vezes, estes convites, com a sua breve mensagem bíblica no verso, induziram pessoas a começar a fazer notáveis mudanças na sua vida. Também impressos e tratados exortando a estudos bíblicos domiciliares levaram a resultados similares
● Em novembro de 1971, na costa oeste dos Estados Unidos, entrou num Salão do Reino um jovem cabeludo e barbudo. Procurando a religião certa, fez questão de ouvir diferentes oradores de destaque nas suas igrejas. Portanto, quando viu no peitoril no lugar onde morava um convite para um discurso no Salão do Reino, decidiu ouvi-lo. Notando que o orador representava a Sociedade Torre de Vigia, ficou interessado por pensar que o orador devia ser alguém importante.
No Salão do Reino, uma testemunha de Jeová chegou-se ao jovem, e, no decorrer da palestra, ofereceu-se a estudar a Bíblia com ele. Mas ele rejeitou a oferta. Entretanto, no fim do discurso, proferido por um superintendente viajante, concordou em pensar em ter um estudo bíblico domicilia,, e ficou para o estudo da Sentinela e o discurso final do superintendente viajante. Ficou então não só disposto a ter um estudo bíblico, mas até mesmo perguntou o que tinha de fazer para ser batizado.
Fizeram-se planos para considerar a Bíblia na noite seguinte, segunda-feira, no lar da Testemunha. O jovem estava cheio de perguntas. Na quinta-feira de noite, naquela semana, consideraram-se ainda mais perguntas. Assim que se respondeu à sua lista de perguntas, o jovem disse: “O. K., vamos estudar.”
No dia seguinte, estava no Salão do Reino para a Escola do Ministério Teocrático e a Reunião de Serviço, as duas reuniões programadas para aquela noite. No começo, ninguém o reconheceu. Havia cortado o cabe]o e raspado a barba. — 1 Cor. 11:14.
Como o progresso no seu estudo da Bíblia, ele disse à Testemunha que ‘nunca poderia ir de porta em porta’, falando aos outros sobre as Escrituras. Em pouco tempo, porém, estava participando na pregação de casa em casa. Depois de estudar por apenas cinco meses, harmonizou sua vida com os requisitos justos de Deus, dedicou-se a Jeová e simbolizou esta dedicação pelo batismo em água.
● Há alguns anos atrás, um homem que morava em Chicago, Ilinóis, o qual nunca havia ouvido falar das testemunhas de Jeová, encontrou um impresso debaixo de sua porta. Sua senhoria, que não era testemunha de Jeová mas estava um pouco interessada na obra delas, o havia colocado debaixo da porta dele. O impresso perguntava: “Gostaria de Compreender a Bíblia?”. Lendo a informação um pouco depressa, o homem deixou o impresso sobre a mesa. Depois, apanhava-o ocasionalmente e o lia. Após duas semanas, sua curiosidade o venceu e ele decidiu ir no domingo ao Salão do Reino para descobrir o que as testemunhas de Jeová ensinavam.
No Salão do Reino, foi cordialmente recebido. Antes de partir, as Testemunhas deram-lhe mais literatura para ler. Ele a leu antes de voltar ao Salão do Reino no domingo seguinte. Ficou tão impressionado com o que leu, que adquiriu ainda mais publicações. Também, naquele domingo, uma das Testemunhas de Jeová providenciou estudar a Bíblia com ele, por meio do livro A Verdade Que Conduz à Vida Eterna.
Este homem havia assistido durante anos os ofícios das diversas igrejas da cristandade. Havia também lido muitos livros sobre as chamadas ‘ciências psíquicas’, mas sem ficar satisfeito. Então, em resultado de suas visitas ao Salão do Reino, ficou convencido de que havia encontrado a verdade. Continuou a fazer progresso no seu estudo das Escrituras, mas achou difícil deixar o hábito de fumar. (2 Cor. 7:1) Por fim, porém, conforme ele o expressou, “com muita oração e determinação, parei de fumar”. Depois disso, dedicou a sua vida a Jeová Deus e foi batizado em símbolo disso.
Pode-se ver, assim, que mesmo curtas mensagens impressas desempenham um papel em ajudar as pessoas a aprender a verdade que conduz à vida eterna.
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Continua o grande debateA Sentinela — 1975 | 15 de fevereiro
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Continua o grande debate
◆ QUANDO começa a vida? Por ocasião do nascimento ou na concepção? Esta é a questão básica que os legisladores de diversos países procuram resolver. Não muito tempo atrás, o Senado dos Estados Unidos realizou uma “audiência sobre aborto”, na qual cientistas testificaram a respeito do começo da vida. Uma testemunha, Dr. J. Lejeune, ginecologista francês, argumentou que, “desde o próprio começo, a ‘coisa’ com que começamos é membro de nossa espécie . . . o mesmo ser humano, desde a fecundação até a morte”. Na sua afirmação de que a vida começa na concepção, ele declarou: “O próprio fato de que nos desenvolvemos durante nove meses dentro da proteção física de nossa mãe não muda nada.”
Nesta mesma audiência, outro cientista, argumentando a favor do aborto, raciocinou dizendo que a questão “é essencialmente religiosa e moral”. Pensando neste ponto, como se refere o maior dos livros religiosos aos por nascer? Como mero tecido? A Bíblia diz em Jeremias 1:5: “Antes de saíres da madre, eu te santifiquei.” Deus considerava Jeremias como tendo vida antes de seu nascimento. Também o inspirado salmista Davi diz: “Mantiveste-me abrigado no ventre de minha mãe. . . . Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro.” — Sal. 139:13-16.
Assim, ao passo que continua o debate entre os cientistas e os legisladores, para os que recorrem à Bíblia em busca da resposta, esta já foi dada pelo maior Cientista, a própria Fonte da vida. — Sal. 36:9.
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1975 | 15 de fevereiro
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Perguntas dos Leitores
● Se alguém, depois de obter um divórcio legal, souber que seu cônjuge anterior fora culpado de adultério ou de outra grave imoralidade sexual antes do divórcio, daria isso validez bíblica ao divórcio legal? Também, excluiria o perdão de um único ato de adultério a obtenção dum divórcio em bases bíblicas se depois se souber que estavam envolvidos vários atos imorais?
Há ocasiões em que o conhecimento do adultério do cônjuge divorciado ou sua prática de outra grave imoralidade sexual antes do divórcio daria validez ao divórcio já obtido. Também, o perdão de um caso de adultério não significa necessariamente que anteriores profanações não reveladas do leito marital também foram perdoadas.
Segundo as Escrituras, o adultério ou outra grave imoralidade sexual não corta automaticamente os laços maritais, mas fornece ao cônjuge inocente um motivo válido para isso. (Mat. 5:32; 19:9) Por outro lado, à vista de Deus, o divórcio obtido quando não há base bíblica para ele não liberta a nenhum dos cônjuges a se casar de novo. Tal divórcio, do ponto de vista bíblico, é similar a uma separação legal.
O apóstolo Paulo aconselha os casados: “A esposa não se afaste de seu marido; mas, se ela realmente se afastar, que permaneça sem se casar,
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