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  • Planejar seu próprio enterro — faz sentido?
    Despertai! — 1976 | 8 de dezembro
    • disse sim ou não quanto às suas opiniões sobre o desejo dele até que tentei fazer os arranjos — então ouvi interferências de todos os lados sobre o que ‘nós’ queremos.” Ela sugeriu que as pessoas devem “expressar seus desejos por escrito. Meu marido não o fez. E certamente foi duro para mim”.

      Até mesmo nos tempos bíblicos os arranjos fúnebres eram amiúde feitos pessoalmente, bem antes da morte. Por exemplo, o moribundo Jacó falou a seu filho José: “Hás de enterrar-me na minha sepultura que escavei para mim na terra de Canaã.” — Gên. 50:5; veja também Isaías 22:16.

      Fazendo as Escolhas

      Dentro de certos limites, o leitor ou sua família têm o direito legal de decidirem por si mesmos que serviços fúnebres desejam, se é que desejam algum. Nos EUA, há estados que exigem, por lei, que haja disponível uma tabela pormenorizada de serviços e custos. A melhor ocasião, porém, de fazer as escolhas é antes que a necessidade pressione. Se deixar os arranjos para sua família fazer após sua morte, o elemento da escolha com freqüência se torna bem limitado porque talvez eles se sintam obrigados a concordar com o que é aceitável à comunidade e/ou outros parentes.

      Mesmo quando faz de antemão sua própria escolha, talvez ainda queira considerar a comunidade. Se mora numa pequena cidade, por exemplo, será que eliminar normas costumeiras talvez ofenda algumas pessoas, ou lance algum reflexo sobre sua fé cristã? Talvez mais pessoas compareçam ao discurso fúnebre e se realize maior bem caso seja feito um enterro mais tradicional. Mas, ainda tem de equilibrar as finanças, a vontade da família e os desejos pessoais em tais considerações, ao fazer a decisão final.

      Ao decidir que serviços deseja, lembre-se de que não existe “melhor modo” de fazer um enterro. Muitos europeus ficariam chocados com a ostentação dos enterros estadunidenses. Por exemplo, o embalsamamento é rotina geral nas casas funerárias dos EUA, todavia, dificilmente é feito na Europa. Com efeito, em muitos países se precisa duma licença especial para embalsamar o corpo.

      A indústria funerária dos EUA argumenta que o embalsamamento é necessário por motivos “higiênicos”, a fim de evitar a disseminação da doença. No entanto, como se dá na Europa, o embalsamamento não é realmente necessário se resolver não expor o corpo e realizar um enterro logo ou a cremação. Mas, terá ali de solicitar especificamente que não seja feito. A lei federal (EUA) não exige o embalsamamento, a menos que o corpo seja transportado por veículo comum. Alguns estados exigem o embalsamamento se a morte for devida a uma doença transmissível, ou se passar mais do que certo período entre a morte e o enterro.

      Depois do embalsamamento, o agente talvez gaste muitas horas restaurando a aparência duma pessoa que foi consumida pela doença ou por um acidente. Isto é feito de modo que os que ficam tenham, para recordar, uma “imagem aceitável” do falecido. Os agentes funerários afirmam que isto os ajuda a ajustar-se à realidade da morte e a evitar possíveis fantasias inquietantes. Mas, talvez prefira ser lembrado como era quando estava vivo e feliz, também poupando à sua família as despesas de tal processo custoso. Algumas culturas sentem repulsa diante da idéia de ver o cadáver num enterro. E famoso psiquiatra disse: “Este negócio de colocar perfume e sapato num cadáver! Quando se está morto, se está morto. Nossos costumes fúnebres são uma tentativa de enganar as pessoas para que neguem a morte.”

      Os caixões variam de simples caixas de pinho, de US$ 75 (Cr$ 900,00) a caixões vedados de metal, com muitos ornamentos, que custam US$ 8.000 (Cr$ 96.000,00) ou mais, inclusive com colchões de molas e ótimos tecidos. Os caixões vedados supostamente impedem que o corpo perca a umidade, subentendendo pelo que parece que isto de algum modo retarde a decomposição do corpo. No entanto, os peritos afirmam que ocorre justamente o contrário. E, de que adiantam ótimos tecidos ou um colchão de molas para os mortos, visto que a Bíblia afirma que eles “não estão cônscios de absolutamente nada”? — Ecl. 9:5, 10; compare com o Salmo 146:3, 4.

      Assim, muitos processos fúnebres costumeiros, que normalmente são considerados comuns, não são, de forma alguma, obrigatórios. Em vista disto, alguns que acham que se deve dar mais ênfase aos assuntos espirituais, e não ao cadáver, decidiram dar fim imediato ao corpo pela cremação ou por enterro simples, seguindo-se um serviço fúnebre para o benefício dos amigos e dos parentes. Na Inglaterra, Alemanha Ocidental e Dinamarca, por exemplo, mais da metade preferem a cremação, enquanto que somente cerca de 8 por cento o fazem nos EUA. O enfoque simples pode também eliminar muitos dos custosos serviços, tais como o embalsamamento, o trabalho de restauração, a exibição do corpo na funerária, o carro fúnebre, e até mesmo o caixão e o túmulo, caso se escolha a cremação.

      Seja qual for o processo que escolha, as funerárias de boa reputação devem ficar contentes de ajudá-lo, ou a seus parentes, a arranjar os pormenores, sem indevida pressão de coisas extras. Sociedades funerárias não lucrativas também existem, em alguns países, para ajudar as pessoas a fazer arranjos para enterros dignos e econômicos.

      Por isso, pensar agora no modo em que deseja que se cuidem de seus restos não é um exercício de morbidade. É evidência dum enfoque maduro e considerado diante duma situação provadora, mostrando previsão e amorosa consideração pelos entes angustiados que ficaram. Muito pode contribuir para amainar sua carga, até o tempo prometido por Deus, em que “não haverá mais morte”. — Rev. 21:4, 5.

  • A caminhada altamente proveitosa
    Despertai! — 1976 | 8 de dezembro
    • A caminhada altamente proveitosa

      ● Caminhar uma pessoa por entre lindos parques e florestas pode ser um verdadeiro deleite, e também provê uma forma proveitosa de exercício. Muitos derivam grande prazer em caminhar junto com amigos íntimos ou membros da família. O melhor companheiro de caminhadas, contudo, é o Altíssimo. Mas, como se pode andar com o Deus invisível?

      A Bíblia diz: “Acaso andarão dois juntos a menos que se encontraram por combinação?” (Amós 3:3) O Onipotente estendeu aos humanos o convite de andarem com Ele como seus servos e amigos aprovados. A pessoa aceita tal convite ou ‘combina’ andar com Deus por procurar travar relações com Ele. Dali em diante, em seus afazeres da vida diária, deve portar-se como se estivesse na presença literal de Deus. Verificar-se-á que segue a admoestação da Bíblia: “Quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei todas as coisas para a glória de Deus.” (1 Cor. 10:31) Em tal caminhada, precisamos ser modestos. (Miq. 6:8) Isto significa reconhecer a superioridade dos modos de Deus em comparação com os nossos, e humildemente ajustarmo-nos a eles.

      Por andarmos com Deus, podemos ficar seguros de Sua orientação e ajuda contínuas. Podemos também aguardar a perspectiva de andar com ele em modéstia por toda a eternidade. (João 17:3) Na verdade, andar com Deus é de máximo proveito agora e no futuro.

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