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  • O respeito pelos mortos — como é demonstrado?
    Despertai! — 1977 | 22 de outubro
    • assim for, então, se seguir rigidamente o costume talvez sugira que partilha da crença local sobre a alma ou que é parte dessa igreja. Por outro lado, há a questão do bom gosto, visto que não deseja ofender desnecessariamente a outros. Talvez conclua que a roupa que não tem cores vivas, nem é ostentosa, está de acordo com a sobriedade da “casa de luto”, ao invés das roupas de cores brilhantes normalmente associadas com a “casa de banquete”. — Ecl. 7:1-4.

      Não é o caso de ser errado outras pessoas poderem notar que o cristão estava entristecido ou chorava. Embora não chegando a extremos, como o de retalhar-se, os antigos judeus realmente choravam a morte dum ente querido. E que tais pessoas choravam sob várias circunstâncias pode ser notado por sua aparência pessoal. — 2 Sam. 13:18, 19; 19:4; compare com Jó 1:20; 2:11, 12.

      Há certo aspecto equilibrador. Jesus estava familiarizado com o pranto relacionado à morte. (Mar. 5:38, 39) No entanto, embora chorasse e soluçasse em espírito a respeito de seu amigo morto, Lázaro, não há evidência de que o pranto de Jesus fosse além disso. (João 11:33, 35) Similarmente, entre os seguidores de Jesus, o pesar ligado ao luto, inclusive sua extensão e como é manifestado, é temperado pela fortalecedora alegria e esperança da ressurreição. Escreveu o apóstolo Paulo: “Irmãos, não queremos que sejais ignorantes no que se refere aos que estão dormindo na morte, para que não estejais pesarosos como os demais que não têm esperança.” — 1 Tes. 4:13.

      Compreensivelmente, este ponto de vista cristão equilibrado se manifestaria também com relação aos costumes fúnebres.

      Sentimentos Pessoais

      A respeito dos costumes fúnebres, um fator que pode ser importantíssimo é o dos sentimentos pessoais ou conscienciosos da pessoa.

      Exemplificando: em alguns países é costumeiro que os membros da família, ou até mesmo os visitantes, ajoelhem-se e orem diante do caixão. Certamente não existe nenhuma objeção bíblica a que se ore a Jeová Deus, quer no enterro quer em outra hora. Jesus orou junto ao túmulo de Lázaro. (João 11:41, 42) Mas os verdadeiros cristãos não oram aos parentes falecidos, nem querem sugerir que crêem que suas orações sejam de ajuda para alguém sair do purgatório ou para apressar a ida de alguém para o céu. Também, nos enterros, muitos cristãos preferem abster-se pessoalmente de orações ostentosas que poderiam parecer mero formalismo. — Mat. 6:1, 5, 6.

      Outro sentimento pessoal que influi nas reações diante dos costumes fúnebres é o desejo de manter simples o enterro, livre de rituais.

      Isto poderia envolver, por exemplo, alguns costumes seguidos junto ao túmulo. Em certas localidades, espera-se que os que carregam o caixão ou membros da família coloquem uma flor no caixão ou lancem uma flor na cova, antes de ela ser enchida de terra. Para muitos, isto é reputado como sinal final de respeito ou último tributo ao falecido. Mas, naturalmente, o cristão verdadeiro sabe que o morto não está cônscio da flor. E, se o morto foi um cristão verdadeiro, ele também teria concordado com o conselho dado em Romanos 1:25, oposto a se dar indevida honra, como que de adoração, a uma criatura. Por isso, os sentimentos pessoais de algumas pessoas as levaram a omitir esse costume.

      Outro costume junto à cova é o de lançar pequena quantidade de terra na cova. O clérigo ou pessoa que dirige um ofício fúnebre talvez faça isso costumeiramente, enquanto cita Gênesis 3:19, onde se diz que Adão veio do pó e ao pó retornaria. Esse comentário bíblico, porém, era uma declaração de fatos — Deus ali predisse o que aconteceu a Adão centenas de anos depois. Não é uma fórmula ritualística que precisa ser repetida em cada enterro.

      Assim, num sepultamento, não há nada de mal em usar algumas palavras da Bíblia, até mesmo as palavras de Gênesis 3:19. No entanto, especialmente reconfortante em tal ocasião são as palavras da Bíblia a respeito da esperança de ressurreição. Estas têm benefícios duradouros, mais do que as ações simbólicas que alguns acham que depreciam a ocasião.

      Havendo tão ampla gama de costumes fúnebres que são seguidos através da terra, quem é que pode conhecer a todos ou ficar a par de como e por que surgiram? Mas ao decidir seguir certo costume em sua própria localidade, o cristã será ajudado se refletir sobre o assunto. É sua origem ou significado atual amplamente conhecido como colidindo com os ensinos da Palavra de Deus? Será que a forma em que tal costume é seguido diverge da real esperança que o cristão obtém das Escrituras? Será que participar em algum costume, ou deixar de fazê-lo, ofenderá ou desnecessariamente fará tropeçar a outros? O que observou nos enterros simples de outros cristãos nessa localidade? E, o que recomendam seus próprios sentimentos pessoais e sua própria consciência?

      Considerar tais fatores pode ajudar o cristão a agir dum modo harmônico com suas crenças, com seu senso do que é apropriado e com seu devido respeito pelos mortos.

  • Quando precisa discursar perante uma assistência
    Despertai! — 1977 | 22 de outubro
    • Quando precisa discursar perante uma assistência

      “TENHO de proferir um discurso hoje à noite”, transmite bem a idéia de como a maioria das pessoas se sente quanto a falar em público. Não desejam isso. Com efeito, receiam-no. Mas as circunstâncias amiúde as obrigam a proferir um discurso.

      E poderia ficar bem surpreso de saber com que freqüência ocorre essa “calamidade”. Vital Speecches of the Dag (Discursos Vitais da Atualidade) relata que, num dia médio, em cidades tais como Los Angeles e Nova Iorque, há milhares de reuniões com assistentes. E comenta: “Todas elas querem um orador.”

      Sim quer seja em conexão com a escola, com seu emprego ou com uma organização da qual faça parte, as possibilidades são de que mais cedo ou mais tarde VOCÊ terá de discursar perante uma assistência. Se não estiver aguardando ansiosamente esse dia (a menos que seja para que passe logo!), talvez aprecie algumas orientações que podem retirar um pouco da “dor” ligada a discursar em público.

      Primeiro, é bom refletir sobre o motivo

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