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Será que Deus tem um filho?A Sentinela — 1966 | 15 de março
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dar-te-ei por herança todas as nações; tu possuirás os confins do mundo. Tu as governarás [esmigalharás, Al] com cetro de ferro, tu as pulverizarás, como um vaso de argila.’ Agora, ó reis, compreendei isto, instruí-vos, ó juízes da terra. Servi ao Senhor [Jeová] com respeito e nele exultai; prestai-lhe homenagem [beijai o filho, NM] com tremor. Para que não se irrite e não pereçais, quando, de pronto, se acender sua cólera. Felizes, todos os que nele confiam.” — Sal. 2:6-12, CBC.
Inimigo, ou amigo, qual deles será o leitor quando o Filho brandir seu “cetro de ferro”? Preferirá ser reduzido a pedaços só porque seus antepassados abraçaram certa religião, ou porque é de certa tribo ou raça? Os que aceitam e seguem a Jesus se tornam amigos dele. Beijam o Filho por se submeterem ao seu reino. Estão em linha para as bênçãos no Paraíso. O leitor, sim, o leitor mesmo poderá ser um deles!
Que Jesus é o Filho de Deus é uma verdade tão inatacável como uma rocha. Será que edificará sàbiamente sobre ela? Seus amigos na África, na Arábia, no Oriente e no Ocidente, em 197 países até agora, edificam assim e refugiam-se nele. A esperança de vida eterna mediante o Filho torna felizes a estes amigos. (João 3:16-18) Seus inimigos tropeçam teimosamente no Filho de Deus como numa pedra de tropeço e rocha de ofensa. Mas, destinam-se a ser pulverizados quando o Filho obedecer à ordem de seu Pai no Salmo 110. Não tropece nesta Pedra, sendo esmagado por ela. (Luc. 20:18) Por que fazer que Deus fique irado contra a sua pessoa, de modo que desapareça do caminho? (Sal. 2:12) Exerça visão e viva!
Faça um exame imparcial da Bíblia. Estude-a cuidadosamente, com a ajuda das publicações bíblicas e da organização de ensino das testemunhas de Jeová. Fuja de Babilônia, a Grande, esse império mundial que inclui as religiões falsas tanto dentro como fora da cristandade.
Em nome de Deus, Jeová, o Compassivo, o Misericordioso, o Pai de Jesus Cristo, desvie-se agora ‘da autoridade da escuridão para o reino do Filho do seu amor’. — Col. 1:13.
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O valor dos discursos fúnebresA Sentinela — 1966 | 15 de março
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O valor dos discursos fúnebres
● O valor dos discursos fúnebres é sublinhado pela experiência duma Testemunha em Saskatchewan, Canadá: “Eu fui pioneira de férias, no verão passado, e trabalhei em território não-designado. Visitei certa casa em que a senhora disse que jamais falara com as testemunhas de Jeová. Daí, disse: ‘Quer entrar para beber um pouco de água? Lá fora está tão quente.’ Ao me dirigir à cozinha, o marido dela perguntou do outro quarto: ‘Quem é?’ Ela disse: ‘Uma das moças testemunhas de Jeová.’ Então ele disse: ‘Mande-a entrar.’ Entrei na sala de estar e eles me contaram que assistiram a um ofício fúnebre duma Testemunha, que morava neste território isolado, algumas semanas antes. Um irmão de Saskatoon dera o discurso fúnebre. O homem disse que o discurso apresentara verdadeira esperança. Alguns dos textos, ele jamais ouvira antes. Disse: ‘Vocês se intitulam pregadores, não é? Bem, sente-se e nos profira um sermão.’ De modo que proferi o sermão e então o sermão de revisitas. Tirei o livro Do Paraíso Perdido ao Paraíso Recuperado e o coloquei com eles. Expliquei por que estes livros foram impressos e então estudamos parte do primeiro capítulo. Antes de partirmos, eles comentaram que durante todos os anos em que freqüentaram a igreja, jamais tinham ouvido os textos a respeito da nova ordem de justiça de Deus. Esta visita foi entregue a uma Testemunha numa congregação da vizinhança.”
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