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  • A morte era minha principal ocupação na vida
    Despertai! — 1984 | 22 de fevereiro
    • tarefa de restauração. Esta consiste em reconstituir partes do corpo que talvez tenham sido destruídas, como no caso de vítima de acidente. Talvez se empreguem ceras, cosméticos e pontos especiais com agulha e linha para camuflar o ferimento. Na escola foi-me ensinado que isto ajudaria os que ela deixou a aceitar a realidade da morte. Muitas vezes eu gastava diversas horas em restaurar o corpo e lhe dar uma aparência de estar com vida. Isto era desafiador, e eu me orgulhava de ser capaz de restaurar um corpo emaciado ou mutilado, dando-lhe a aparência de como era quando a pessoa estava viva e saudável. Eu derivava um senso de satisfação de meus esforços.

      Despesas

      A morte afeta hoje as pessoas de várias maneiras. Para muitas, um funeral será uma de suas maiores despesas. O quanto se gasta, e o requinte do funeral, são assuntos familiares pessoais e não devem ser criticados, conquanto não violem princípios cristãos.

      Por que a maioria dos funerais são muito mais complexos e dispendiosos do que o falecido teria desejado? O falecido talvez não tenha revelado seu desejo. A maioria das pessoas dirá que prefere um funeral simples, barato. Se não houver nada por escrito, porém, o peso da decisão cai sobre os parentes ou amigos da vítima. Mesmo nos tempos bíblicos, os arranjos funerários eram feitos pessoalmente. Quando Jacó estava morrendo, ele disse a seu filho José: “Hás de enterrar-me na minha sepultura que escavei para mim na terra de Canaã.” — Gênesis 50:5.

      Dentro de certos limites, você e sua família podem escolher que tipo de serviços fúnebres desejam. Algumas medidas podem ser tomadas antes que a morte ocorra. Preveja racionalmente as decisões a serem tomadas por ocasião da morte.

      É necessário embalsamar? Nos Estados Unidos, a lei federal o exige, caso o corpo seja transportado por um meio de transporte comum. Alguns estados o exigem caso a destinação final do corpo não ocorra dentro de um número especificado de horas ou se a morte foi por doença contagiosa.

      Que despesas incorreriam? Os preços de esquifes que eu mostraria a uma família variam desde os mais baratos, de madeira, até os caríssimos, de metal, que custam milhares de dólares. Outras despesas podem incluir a remoção, a sepultura, flores, aluguel de sala funerária, a compra de uma lápide, e assim por diante.

      Deve haver um funeral? Muitos dos que eu providencio são os do tipo convencional. Em geral não são oferecidas alternativas, mas muitas vezes existem. Alguns talvez prefiram um sepultamento simples ou a cremação, talvez seguidos de uma reunião religiosa em memória do falecido, eliminando assim o embalsamamento, a restauração e a exposição do corpo, o carro fúnebre e até mesmo a despesa de um esquife e câmara mortuária. Outros desejarão funerais dispendiosos, assim como muitos querem carros dispendiosos e casas dispendiosas. Nem todos gostam ou querem exatamente as mesmas coisas. Os agentes funerários sabem disso e, portanto, oferecem serviços e mercadorias de variados preços.

      Que dizer sobre parentes e outros? Leve em conta a preferência da família, mas lembre-se de que outros também devem ser levados em consideração. Cristãos que moram em cidades pequenas talvez tenham de ter em mente as tradições da comunidade. As necessidades pessoais, a situação financeira e outras circunstâncias ditariam o tipo de serviço que seriam contratados. Mas, se forem seguidos os costumes e as tradições, biblicamente aceitáveis, um melhor testemunho poderá ser dado.

      Tome Decisões Sábias

      A morte não sobrevêm mui amiúde a qualquer família. Quando sobrevêm, pode ser uma experiência muito desconcertante. Eventualmente, a própria morte se tornará coisa do passado! (Revelação [Apocalipse] 21:3, 4) Até esse dia chegar, as leis, as salas mortuárias, os cemitérios, os agentes funerários e os serviços funerários continuarão a existir. Mas, a morte será menos desconcertante se nos familiarizarmos de antemão com algumas das necessárias providências quando ela ocorre.

      Assim como você não compraria uma nova casa sem antes inspecioná-la, aplique os mesmos princípios de bom senso ao cogitar como deseja que seus restos mortais sejam cuidados. Para qualquer serviço que escolher, uma agência funerária bem-conceituada deve estar disposta a ajudá-lo a elaborar os detalhes. Dar atenção a esse assunto agora não é um exercício de morbidez. Antes, revela previsão madura e preocupação amorosa para com os que ficarem.

      Desde que adquiri conhecimento exato da Bíblia e da maravilhosa esperança que ela apresenta — a vida eterna — vim a me preocupar mais com os vivos do que com os mortos. A morte não mais é minha principal ocupação na vida. — Contribuído.

  • Proteja a dádiva da audição
    Despertai! — 1984 | 22 de fevereiro
    • Proteja a dádiva da audição

      OUÇA! O que ouve? Pode ouvir o tique-taque do relógio? o ruído do aparelho de ar condicionado? o barulho da rua? Pode ouvir vozes suficientemente bem para entender o que é dito?

      Como a maioria de nós, você encara provavelmente mais ou menos como natural essa capacidade de ouvir. Não obstante, mais de 15 milhões de pessoas só nos Estados Unidos e no Canadá sofrem de significativa perda auditiva. Para estes a vida pode ser difícil. Crianças com deficiência auditiva, por exemplo, amiúde demoram mais para aprender a falar do que outras. E, às vezes, os pais, ignorando que a criança tem problema auditivo, gritam com ela por ‘não prestar atenção’. Adultos com deficiência auditiva também têm seus problemas. Alguns temem perder o emprego caso suas dificuldades auditivas sejam descobertas. Ou talvez seu casamento sofra devido a um colapso na comunicação.

      Você pode avaliar, portanto, que a capacidade de ouvir é realmente uma dádiva preciosa. A Bíblia diz: “O ouvido que ouve, e o olho que vê, o Senhor [Jeová] os fez a ambos.” (Provérbios 20:12, Almeida) Como, então, pode você proteger esta dádiva de Deus? Vamos primeiro dar uma olhada em como o ouvido funciona.

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