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Como pôr os eventos bíblicos na devida ordemA Sentinela — 1976 | 1.° de janeiro
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607 A. E. C., os babilônios conquistaram o reino de duas tribos. — 2 Reis 25:1-9.
Em 537 A. E. C., depois dum exílio babilônico de setenta anos, um restante dos judeus voltou a Jerusalém para reconstruir o templo. Mas foi só em 455 A. E. C., sob a direção de Neemias, que se reconstruiu a muralha de Jerusalém. A escrita das Escrituras Hebraicas terminou depois de 443 A. E. C., quando o profeta Malaquias escreveu sua profecia. Esta profecia apontava para a vinda do mensageiro de Deus, a fim de preparar um povo para o “mensageiro do pacto”, o Messias. — Mal. 3:1.
Com os anúncios sobre os nascimentos de ambos os mensageiros, as Escrituras Gregas Cristãs apanham o fio da história sagrada. Na primavera setentrional de 2 A. E. C., nasceu João Batista, precursor do Messias ou Cristo. Seis meses depois, Maria deu à luz o mencionado Cristo, Jesus. O ministério terrestre de Jesus, de três anos e meio, estendeu-se do outono de 29 E. C. até o clímax, na sua morte, na primavera de 33 E. C. Depois de sua ressurreição e ascensão ao céu, seus discípulos prosseguiram com a obra que ele havia começado. Finalmente, por volta de 98 E. C., o último apóstolo sobrevivente, João, terminou a escrita da Bíblia. Naquele ano, provavelmente escreveu a Primeira, a Segunda e a Terceira de João, bem como sua narrativa evangélica. Cerca de dois anos antes, havia escrito o livro de Revelação ou Apocalipse.
O acima ilustra como se pode pôr os eventos bíblicos na devida ordem. Ao ler a Bíblia, procure determinar a relação de um evento com outro no tempo. Isto lhe tornará a história das Escrituras Sagradas mais significativa.
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1976 | 1.° de janeiro
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Perguntas dos Leitores
● Segundo indica a Palavra de Deus, que conceito devem formar os cristãos sobre o suicídio?
Jeová, como fonte da vida, decretou que a vida humana é preciosa, sagrada. (Gên. 9:5; Sal. 36:9) Portanto, o suicídio, que significa tirar a própria vida ou matar-se, é condenado pela Bíblia. Tal ato intencional é assassinato de si mesmo. (Êxo. 20:13; 1 João 3:15) Os poucos suicídios mencionados na Bíblia foram os daqueles que eram infiéis a Jeová e deixaram de considerar que sua vida realmente pertencia a Deus. — 1 Sam. 31:4; 2 Sam. 17:5-14, 23; 1 Reis 18:18; Mat. 27:5.
Quem intencionalmente tira a sua própria vida faz isso em total desconsideração da santidade da vida; torna-se culpado de derramar sangue. Quem comete suicídio enquanto está de posse de suas faculdades mentais, mostra que está privado de moralidade, tem falta de fé e não tem temor de Deus. É um ato covarde, em que se nega a encarar os problemas e responsabilidades da vida. Se ele afirmar ser verdadeiro cristão, o ato poderá romper violentamente sua relação com Jeová. O suicídio pode significar ceder às pressões dos demônios, que estimulam a autodestruição. (Mat. 17:14-18) Tal ato extremamente egocêntrico de homicídio não mostra nenhum amor para com os membros sobreviventes da família, nem amor à congregação e aos amigos, nem mesmo amor à comunidade em volta, visto que traz vergonha e causa aflição na mente de todos os associados. — Mar. 12:31.
Na maioria dos países, é preciso que uma autoridade pública ateste oficialmente a causa da morte. Embora esta autoridade possa relatar o suicídio, contudo, talvez isso não esteja em harmonia com os fatos. Por exemplo, num de tais suicídios relatados, três semanas depois surgiu evidência clara de que a morte se devia a um acidente fortuito. Portanto, sempre é preciso tomar em consideração as circunstâncias. Estava envolvida alguma doença mental? Estava a pessoa no seu juízo são? Era culpável ou censurável? Em muitos casos, é difícil saber todos os fatos.
Então, qual deve ser a atitude dos membros duma congregação cristã quanto a assistir aos funerais de supostos suicidas que talvez se tenham associado com a congregação? Que dizer dum ancião que recebeu o pedido de dirigir tal funeral? Quando a morte parece ter sido acidental, embora fosse dada como sendo suicídio ou talvez tendo envolvido doença mental, a consciência de alguns membros da congregação talvez lhes permita assistir ao funeral para consolar os enlutados. Também, fica entregue à decisão pessoal do ancião, quanto a se dirigirá ou não tal funeral, a pedido. No entanto, a congregação talvez prefira não patrocinar tal funeral publicamente ou de realizá-lo no Salão do Reino, por causa do efeito que possa ter na comunidade não informada.
Por outro lado, quando ficou claramente estabelecido que houve suicídio, os membros da congregação e os anciãos talvez desejem não se envolver no funeral. Em tais casos, os arranjos ficariam ao cargo da família, para um funeral particular, em que algum membro da família talvez diga algumas palavras por causa dos parentes. Além disso, alguns talvez não queiram assistir a um funeral dum suposto suicida, quando este é dirigido por alguém que não é membro da congregação ou pelo próprio agente funerário, a pedido da família.
Como amantes da justiça, deixamos o assunto entregue nas mãos do Deus misericordioso e todo sábio, quanto a qualquer possível futuro dos que foram levados ao suicídio. Nós, os que amamos a vida, considerando cada dia de vida sagrado, esforçamo-nos a cuidar de nossos assuntos diários e de nossas associações dum modo que mereça a aprovação Daquele que deu a vida à humanidade.
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Oração que levou a achar a verdade de DeusA Sentinela — 1976 | 1.° de janeiro
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Oração que levou a achar a verdade de Deus
◆ Na Colômbia, um empreiteiro orou para que Deus o usasse de algum modo. Quando foi visitado por uma testemunha de Jeová, um missionário, e seu companheiro de dez anos de idade, o empreiteiro escutou com atenção. Impressionado com o conhecimento bíblico do menino, concordou em estudar a Bíblia com o missionário. Pouco depois, livrou-se de seus livros sobre o espiritismo, parou de fumar, e então, depois de explicar à sua esposa o que a Bíblia tinha a dizer sobre o assunto da idolatria, jogou fora as imagens. Dez meses depois de começar a estudar as Escrituras, o homem foi batizado numa assembléia de distrito das testemunhas de Jeová.
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O que deve saber sobre as drogasA Sentinela — 1976 | 1.° de janeiro
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O que deve saber sobre as drogas
Que efeito têm as drogas sobre a vida de quem as usa? O que diz a Bíblia sobre o uso de drogas?
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