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  • Oferecer o conforto dum paraíso futuro
    Despertai! — 1980 | 8 de fevereiro
    • realizados nos Salões do Reino. Entre os cânticos de seu cancioneiro amiúde usados acham-se os intitulados: “A Alegria da Ressurreição” (Número 53, baseado em João 11; 20:18; Revelação 20:13), “Lança Tua Carga em Jeová!” (Número 87, tirado do Salmo 55), “Bálsamo em Gileade” (Número 97, empregando Jeremias 8:22), e “A Ressurreição — Amorosa Provisão de Deus” (Número 98, baseado nas palavras de Jesus em João 5:28, 29).

      Com freqüência, o orador incluirá algumas palavras sobre a pessoa falecida. Bem poderá dar-se que, enquanto viva, fora exemplar em sua devoção cristã, enfrentara com êxito várias provações, por aplicar os princípios bíblicos ou, de outros modos, tinha mostrado desejar fazer um bom nome perante Deus. (Ecl. 7:1) Os que assistem a tal enterro podem achar confortadoras e também úteis tais observações calorosas, ao se esforçarem de levar uma vida cristã.

      O orador provavelmente mencionará também a esperança para os mortos, baseada na Bíblia, que a pessoa falecida conhecia, caso ele ou ela tenha sido cristão verdadeiro. Também poderão ser oferecidos comentários de bom gosto no sentido de que, visto que todos nós somos pecadores, inclusive a pessoa falecida, a morte é inevitável no atual sistema e é a herança comum de todos. — Rom. 5:12; 6:23.

      O orador não promove entre os que continuam vivos a falsa esperança de que podem, de qualquer modo, ajudar seu ente querido por pagar para rezar Missas ou algo dessa espécie. Não há cerimônias que tragam de volta os mortos ou alterem a posição de tal pessoa perante Deus. (Veja 2 Samuel 12:19-23.) Mas, que conforto é saber que os mortos estão inconscientes, não padecendo tormento nem sofrimento! E saber que o futuro dum ente querido falecido se acha nas mãos de um Deus justo e amoroso, que fez uma provisão de ressurreição, é um conforto em si mesmo. — Ecl. 9:5, 10; Deu. 32:4.

      Um texto citado no discurso fúnebre proferido em Ohlsdorf é o encontrado no Salmo 90:10, que diz: “Os dias dos nossos anos são em si mesmos setenta anos; e se por motivo de potência especial são oitenta anos, mesmo assim a sua insistência é em desgraça e em coisas prejudiciais.” As estatísticas apóiam a Bíblia. Segundo The World Almanac (Almanaque Mundial, 1979), as taxas de expectativa de vida humana variam de 30 a 40 anos em países tais como Bangladesh, Benin, Chade e Máli a um máximo de pouco mais de 70 anos (mas bem abaixo dos 80) na Islândia, Japão, Países-Baixos e alguns outros poucos países.

      Concordemente, alguns podem assemelhar sua “conta de vida” a uma conta bancária, que por ocasião do nascimento foi creditada com cerca de 25.600 dias. Quando jovem, isto poderia parecer uma grande quantidade de tempo. Ainda assim, no máximo, quando a pessoa tem 25 anos, cerca de um terço de seus dias já foram usados, como dinheiro gasto. Como decrescente conta bancária, o tempo restante da vida diminui a cada dia que passa. Com 35 anos, a vida da pessoa, no máximo, já passou quase a metade. Mas, mesmo assim, da mesma forma que súbita recessão ou inesperado desenrolar de eventos pode deixar sem provisão a conta bancária duma pessoa, assim também circunstâncias inesperadas podem subitamente esgotar a “conta de vida” duma pessoa. Será este o propósito ou projeto da vida, que os dias da pessoa sejam gastos deste modo, ao mesmo tempo estando cheios de ‘desgraça e coisas prejudiciais’? A morte de um ente querido amiúde faz com que os sobreviventes pensem seriamente sobre este assunto. — Ecl. 7:2.

      Ainda assim, é possível oferecer conforto aos que pranteiam. Poderá indicar-lhes que o Criador do homem leva uma vida objetiva, e para sempre. Se, como diz a Bíblia, o homem foi criado à Sua semelhança, por que devia então a vida do homem ser tão curta? (Gên. 1:27) Isto parece difícil de se harmonizar com o Deus de amor sobre o qual aprendemos na Bíblia, o Deus que tão obviamente se interessa na felicidade e no contentamento de suas criaturas. Mas que alívio confortador pode-se aprender e aceitar, à base da Bíblia, que Deus pode desfazer a morte!

      As Escrituras asseguram aos cristãos verdadeiros que eles servem o Deus “que vivifica os mortos”. (Rom. 4:17) Jeová Deus promete acabar com a morte por esvaziar a sepultura comum dos mortos da humanidade, fazendo-os retornar à vida num paraíso terrestre Com tal esperança, não é de admirar que os servos de Deus ‘não fiquem pesarosos como os demais que não têm esperança’. — 1 Tes. 4:13.

      Aguardando o Paraíso

      Num discurso fúnebre ou até mesmo quando está confortando pessoalmente a um enlutado, não raro se pode trazer à atenção o propósito original de Deus para a terra. Tal propósito era que o jardim paradisíaco do Éden se estendesse para abranger o globo todo. (Gên. 1:28) Podemos confiar que o propósito de Deus não pode ser frustrado, e não será. Na verdade, em sua sabedoria, Ele permitiu que a imperfeição continuasse entre os humanos até que seu Filho viesse à terra e oferecesse um sacrifício de resgate, e até que o reino celeste fosse estabelecido. Mas podemos ter confiança absoluta de que um paraíso será mesmo restaurado em toda a terra. Assim, os mortos que saírem na futura ressurreição terrestre realmente estarão em posição de gozar uma vida muito melhor — mais pacífica e gratificante — do que a que possuíam antes de morrer. Quão confortadora pode ser tal garantia dada pela Palavra de Deus!

      Foi com tais pensamentos ainda me passando pela mente que me despedi dos parentes enlutados e dos conhecidos da mãe falecida de meu amigo. Deixando o lindo paraíso, semelhante a um parque, de Ohlsdorf, tive de regozijar-me na esperança da outra espécie de paraíso logo adiante — um paraíso terrestre para os vivos, mas um paraíso em que até mesmo os mortos poderão participar.

  • Procurando a natureza, encontra o paraíso
    Despertai! — 1980 | 8 de fevereiro
    • Procurando a natureza, encontra o paraíso

      ● Um rapaz que estudava para obter o doutorado de filosofia e religião na Universidade Pacific, de Oregon, EUA, tornou-se profundamente envolvido no uso e na venda de tóxicos. Ele também relata: “Os estudos de religião que eu fazia foram bastantes para me convencer de que eu não queria ter nada que ver com religião.” Desiludido, abandonou a escola e se mudou para a floresta. “Comecei a trabalhar na floresta”, explica ele, “achando que isto era tão próximo de Deus quanto eu conseguiria chegar, estando apenas perto da natureza”. Mas continuava a consumir tóxicos e álcool.

      “Quando pegava minha correspondência nos correios”, afirma, a senhora que os dirigia “me dizia que eu devia parar de fazer as coisas que andava fazendo; que Deus tinha em mente um ‘paraíso’ aqui na terra . . . A idéia de pessoas viverem na terra, num paraíso, era algo novo para mim”. Assim, começou a estudar a Bíblia com o filho da agente postal. Sobre isto, ele comenta: “O fato de que teríamos a oportunidade de viver num lindo planeta, nas florestas e junto aos riachos, e sei lá mais o quê — tais coisas realmente apelaram para meu amor à natureza. Assim, comecei realmente a levar isso a sério e a tentar mudar meus hábitos.” Com o tempo, a esperança do paraíso, baseada na Bíblia, ajudou este rapaz a limpar a sua vida.

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