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  • “A era da ganância”
    A Sentinela — 1990 | 15 de fevereiro
    • Quão Difundida?

      A ganância não é algo novo entre a humanidade, embora sem dúvida tenha aumentado devido às pressões da vida no século 20. Já se alastrou tanto que um editorial na revista The Christian Century dá à década de 80 um nome que, no seu conceito, se equipara a nomes como “A Era da Ansiedade”, dos anos 50, ou “A Década do Primeiro Eu”, dos anos 70. Esse editorial rotulou a década de 80 de “A Era da Ganância”!

      Hoje em dia, pode-se ver a ganância onde quer que haja pessoas — em locais de trabalho, em escolas e na comunidade como um todo. Sua influência corrompedora tem penetrado no comércio, na política e mesmo nas religiões que predominam no mundo.

      Freqüentemente, a ganância leva à corrupção ou à fraude. O jornal The Canberra Times, por exemplo, atribui à Austrália a duvidosa honra de liderar o mundo em fraudes de seguros de carro. O periódico australiano Law Society Journal parece confirmar isso, dizendo: “Reivindicações e declarações fraudulentas feitas por segurados custam às seguradoras, e indiretamente a outros segurados, milhões de dólares cada ano.” Acrescenta que “este é um crescente problema grave, em especial nos campos de incêndio culposo, pilhagem de cais e seguro de veículos e mobília de lar”.

      Portanto, é fácil entender por que tantos zombam da idéia de que um dia a ganância seja eliminada. Ora, acham que a ganância nunca acabará e que um mundo livre da ganância é apenas um sonho impossível.

      A Ganância Será Eliminada

      Com que base se pode fazer essa afirmação, aparentemente impossível de se cumprir? Ela se baseia no fato de que viver livre da ganância já é uma realidade. Embora essa consecução não seja perfeita, mostra o que se pode fazer com educação e motivação apropriadas. O artigo seguinte mostrará exatamente como poderá haver um mundo todo sem ganância.

  • Imagine um mundo sem ganância
    A Sentinela — 1990 | 15 de fevereiro
    • Imagine um mundo sem ganância

      CONSEGUE visualizar um mundo em que as pessoas cooperam em vez de competir? Um mundo em que os humanos tratam os outros como gostariam de ser tratados? Estas são as características de um mundo sem ganância. Que mundo este seria! Existirá algum dia? Sim. Mas como pode a ganância — tão arraigada na humanidade — ser eliminada?

      Para sabermos isso, primeiro temos de entender a origem da ganância. A Bíblia revela que ela nem sempre foi uma característica da raça humana. O profeta Moisés faz-nos lembrar que no princípio não havia defeitos, tais como a ganância, no primeiro homem, obra perfeita dum Criador sem ganância: “A Rocha, perfeita é a sua atuação, pois todos os seus caminhos são justiça.” Então, de onde veio a ganância? O primeiro casal humano permitiu que ela se desenvolvesse neles — Eva, num antegozo ganancioso do que obteria comendo do fruto que Deus proibira comer, Adão, gananciosamente não querendo perder sua linda esposa. Com palavras que também se aplicam a Adão e Eva, Moisés acrescentou: “Agiram ruinosamente da sua parte; não são seus filhos, o defeito é deles.” — Deuteronômio 32:4, 5; 1 Timóteo 2:14.

      Na época do Dilúvio global dos dias de Noé, a ganância e a cobiça haviam chegado a tal ponto que ‘a maldade do homem era abundante na terra e toda inclinação dos pensamentos do seu coração era só má, todo o tempo’. — Gênesis 6:5.

      Essa dominante atitude de ganância no homem perdura até hoje, tendo aparentemente atingido o ponto máximo na atual sociedade ingrata e gananciosa.

      A Eliminação da Ganância Pela Educação

      Assim como a ganância entre os humanos tem aumentado, também é possível reverter o processo. Pode-se superar a ganância. Para que isso ocorra, contudo, precisa-se de instrução e treinamento apropriados, acompanhados do acatamento de estritas diretrizes e regras de conduta. Isso parece razoável, mas quem poderia prover tal tipo de educação e assegurar que se ponha em prática as coisas aprendidas — impondo-as, se necessário?

      Tal educação deve emanar duma fonte que esteja, ela mesma, livre da ganância. Não deve haver nenhuma motivação interesseira nem a expectativa de receber algo em troca dessa instrução. Além disso, deve-se ensinar e demonstrar o valor e o lado prático do altruísmo. O aprendiz tem de se convencer, não apenas de que é possível levar tal estilo de vida, mas de que esse é o melhor, com benefícios para si mesmo e para os que o cercam.

      Só o Deus dos céus é capaz de prover essa espécie de educação, pois que homem ou que organização na terra teria as qualificações e a formação necessárias? Homem algum se qualifica à luz da seguinte verdade bíblica: “Todos pecaram e não atingem a glória de Deus.” — Romanos 3:23.

      Felizmente, Jeová, o Deus dos céus, provê tal educação em seu compêndio ou manual, a Bíblia Sagrada. Seu Filho, Jesus Cristo, advogou essa espécie de ensino quando era homem na terra. No meio do seu famoso Sermão do Monte, Jesus falou dum modo de vida que parecia estranho para a maioria dos ouvintes, pois recomendava o altruísmo até mesmo para com os inimigos ou opositores. Jesus disse: “Continuai a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem; para que mostreis ser filhos de vosso Pai, que está nos céus, visto que ele faz o seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre bons, e faz

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