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  • É a cristandade deveras o domínio de Cristo?
    A Sentinela — 1966 | 1.° de novembro
    • 51. Será que nos devemos preocupar com os problemas da cristandade?

      51 Agora o seu proceder de imiscuir-se na política e de transigir está prestes a se virar contra ela. Seus problemas se tornam cada vez mais críticos. Se a cristandade fosse deveras o domínio de Cristo, então o reino dele seria um fracasso. Podemos ser gratos que os cristãos não têm de se preocupar a respeito da crise da cristandade e o fracasso dela, mas podem ocupar-se em falar ao povo a respeito do verdadeiro reino de Cristo, que agora domina desde o céu e em breve estenderá seu domínio para governar a terra inteira em paz e união.

      52. Que perguntas sobre a cristandade ainda precisam ser respondidas?

      52 O espaço somente permitiu mencionar a outra grande divisão da cristandade, a saber, o protestantismo, mas, em nosso próximo número consideraremos as perguntas que talvez lhe tenham surgido na mente; O que dizer do protestantismo, a parte da cristandade que se separou no século dezesseis? Será que edificou sobre novos alicerces? e: Será que a Reforma protestante realmente restaurou a adoração verdadeira?

  • Aumentando a felicidade mediante a economia cristã
    A Sentinela — 1966 | 1.° de novembro
    • Aumentando a felicidade mediante a economia cristã

      AS PESSOAS que amam a Deus sempre se regozijam com a promoção da adoração verdadeira. Assim, quando Jesus Cristo e seus apóstolos viajavam de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, declarando as boas novas do reino de Deus, muitas pessoas que então viviam consideravam ser alegre privilégio ajudá-los materialmente. Por exemplo, Maria Madalena, Joana, Suzana, e outras, alegremente “lhes ministravam de seus bens”. (Luc. 8:1-3) A inteira congregação de cristãos em Filipos partilhou as coisas materiais com o apóstolo Paulo. Por isso, ele lhes pôde dizer: “Até mesmo me enviastes algo a Tessalônica, tanto uma vez como uma segunda vez.” Eles não deixariam de ser recompensados por Deus em razão de sua generosidade cristã. (Fil. 4:14-20) Não há dúvida sobre isso: Muitas pessoas que hoje vivem teriam ficado imensamente gratas se tivessem tais oportunidades de participar em dar apoio material à verdadeira adoração.

      Ainda têm a oportunidade de fazer exatamente isso. Felizmente, as testemunhas de Jeová dão seu tempo, suas energias e seu dinheiro, de modo que outros de coração honesto possam aprender e fazer a vontade divina. (1 Tim. 4:16) Em nossos dias, não mais é necessário esperar muitos anos em esperançosa expectativa. O domínio do Reino é uma realidade. Que privilégio é pregar as boas do reino estabelecido de Deus e apoiar tal obra de forma material, conforme as circunstâncias da pessoa o permitam!

      ATITUDE PARA COM O DAR

      Visto que não são empresa comercial, os locais de reuniões e as atividades das testemunhas de Jeová são mantidos por contribuições voluntárias. Não há compulsão de dar. Nisto, as testemunhas de Jeová são como os cristãos primitivos, a respeito dos quais escreveu Tertuliano: “Mesmo que haja uma arca de alguma espécie, não é feita de dinheiro pago em cobrar entradas, como se a religião fosse uma questão de contrato. Todo homem uma vez por mês traz alguma moeda modesta-ou quando queira, e somente se quiser, e se puder; pois ninguém é obrigado; é oferta voluntária.” (Apology, XXXIX, 5) Tal arranjo se harmoniza com as palavras do apóstolo Paulo aos cristãos coríntios: “Faça cada um conforme tem resolvido no seu coração, não de modo ressentido, nem sob compulsão, pois Deus ama o dador animado.” — 2 Cor. 9:7.

      As testemunhas de Jeová se sentem felizes de honrar a Jeová com suas coisas valiosas. (Pro. 3:9) Sua atitude em dar é semelhante à dos israelitas nos dias de Moisés, que tiveram a oportunidade de honrar a Jeová por meio de darem ouro, prata, cobre, lã, linho e outras coisas, de modo que seu tabernáculo para adoração pudesse ser construído. Os de coração disposto alegremente fizeram esta “contribuição a Jeová”; tratava-se de “oferta voluntária”. (Êxo. 35:4-9, 20-29) E quanto deram? Deixemos que o registro fale por si. Moisés recebeu este relatório: “O povo traz muito mais do que é necessário para a execução do trabalho que o Senhor [Jeová] ordenou.” “Então”, diz-se-nos, “por ordem de Moisés, fez-se no acampamento esta proclamação: ‘Que ninguém, nem homem, nem mulher, tragam mais oferta para o santuário.’ Assim, o povo foi proibido de trazer mais. O material trazido era mais que suficiente para tudo o que havia a fazer.” — Êxo. 36:4-7, CBC.

      Muitos anos depois, o Rei Davi contribuiu imensamente para o templo a ser construído pelo filho, Salomão. Visto que Davi se alegrava na casa de seu Deus, até mesmo deu sua “propriedade especial” de ouro e prata para tal fim. (1 Crô. 29:3) Então, o rei amado de Israel perguntou a seu povo reunido: “Quem quer, ainda hoje, oferecer espontaneamente donativos ao Senhor [Jeová]?” (1 Crô. 29:5, CBC) A resposta foi deveras satisfatória. Os príncipes e os chefes de Israel deram, e “aqueles que possuíam pedras preciosas, deram-nas para o tesouro da casa de Deus [Jeová]”. Será que o fizeram de má vontade? Absolutamente, pois o relato declara: “O povo se alegrava com suas oferendas voluntárias, pois era de coração generoso que as faziam ao Senhor; e o próprio rei Davi sentiu uma grande alegria.” — 1 Crô. 29:6-9, CBC.

      PRATICANDO A ECONOMIA CRISTÃ PARA DAR

      Jesus Cristo declarou: “Há mais felicidade em dar do que há em receber.” (Atos 20:35) Assim, os servos fiéis de Jeová Deus amiúde puderam aumentar sua felicidade mediante a dádiva correta. No entanto, nem todos têm sido pessoas opulentas que dispunham de vastas reservas financeiras ou materiais, habilitando-os a dar liberalmente, sem planejamento antecipado ou sem sacrifícios. Sem dúvida os israelitas tinham de praticar a economia bíblica a fim de poderem dar algo para o tabernáculo e o templo, e em apoio dos que ministravam ali. Muitos cristãos primitivos devem ter achado necessário fazer a mesma coisa, de modo a poderem dar quando existisse a necessidade. Similarmente, hoje, a fim de poder contribuir para o progresso da obra de pregação do Reino, muitos cristãos de coração disposto têm de planejar e economizar. Têm de praticar a economia baseada nos princípios bíblicos.

      Poucos cristãos são materialmente ricos. Quando dão certa importância modesta, no entanto, não devem achar que é inconseqüente. Certa ocasião, Jesus observou os ricos que lançavam suas dádivas nas arcas de tesouro do templo. Então, viu uma viúva necessitada lançar duas moedinhas de pequeno valor. Ele não a desprezou. Ao invés, disse: “Eu vos digo verazmente: Esta viúva, embora pobre, lançou neles mais do que todos eles. Porque todos estes lançaram neles dádivas do que lhes sobrava, mas esta mulher, de sua carência, lançou neles todo o seu meio de vida.” (Luc. 21:1-4) O que ela fez era altamente elogiável, embora a sua dádiva, em valor literal, fosse pequena.

      As pessoas como aquela viúva, e outras também, podem achar possível

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