BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • O que a célula nos diz
    Despertai! — 1974 | 8 de abril
    • a ameba, vêm a existir, hoje em dia, somente através de uma ameba já existente — sim, “segundo a sua espécie”. Não se observou ainda nenhuma exceção disso.

      Por isso, na questão do surgimento de células vivas, quando pomos de lado a “adivinhação”, a qual das duas acha que a evidência deveras apóia — a Bíblia ou a evolução?

      Subir a Escada

      Os evolucionistas afirmam que o próximo passo foi que os organismos unicelulares ‘simples’, tais como a ameba, se desenvolveram em organismos pluricelulares. Mas, existe qualquer evidência do aumento gradual da complexidade entre tais formas de vida? O livro Earth’s Most Challenging Mysteries (Os Mistérios Mais Desafiadores da Terra) diz:

      “Não existem formas transicionais, de 2 células ou de 3 células, dos protozoários [animais unicelulares] para os metazoários [animais pluricelulares]. Todavia, o inteiro arcabouço da evolução entra em colapso se não se puder transpor este elo vital.”

      Não foi transposto. Não há registro de que animais unicelulares mudem para animais de duas ou três células. Há, antes, enorme salto entre os protozoários unicelulares e o mais inferior dos metazoários pluricelulares. E não existe qualquer evidência de que os protozoários se transformem em metazoários.

      De interesse, também, é o fato de que hoje em dia, tais formas de vida permanecem exatamente como são. Nenhuma destas formas ‘simples’ de vida demonstra qualquer desejo de ‘melhorar’ a si mesma. Jamais se empenham em subir, a fim de tornar-se formas mais complexas. Que justificativa existe, então, para se dizer que aconteceu desse modo no passado?

      A respeitada publicação Science, comentando um livro que propunha uma teoria de evolução primitiva de formas unicelulares para formas pluricelulares, disse que a explanação do livro pertencia à “ficção científica”. Citando-a: “Como os animais pluricelulares se originaram, e se este passo ocorreu uma só vez ou muitas vezes, e de um só modo ou de muitos modos, permanecem sendo questões difíceis e sempre controversiais que talvez sejam, como John Corliss disse, ‘em última análise, bem insolúveis’.”

      “Bem insolúveis” e “ficção científica” do ponto de vista da evolução, é verdade. Mas, que tal se examinarmos a evidência como ela realmente é, à parte da “adivinhação”? Os fatos se enquadram exatamente no que esperaríamos do relato bíblico. Mostram que as formas unicelulares de vida, e as formas pluricelulares de vida, foram criadas em separado e então multiplicaram-se “segundo a sua espécie”.

      A Crescente Complexidade Devia Mostrar Isso

      Ademais, tal aumento de complexidade, segundo a evolução, devia mostrar-se de outro modo, na própria estrutura celular. Devíamos esperar encontrar algum padrão que reflita isto, à medida que as células ‘subissem a escada’.

      O núcleo das células vivas contém os corpos que transmitem as características hereditárias. Tais corpos são chamados de cromossomos. Se verdadeira a evolução, então seria lógico esperar ordeiro aumento nos cromossomos, à medida que a vida torna-se mais complexa.

      A respeito deste assunto, o Professor Moore, da Universidade Estadual de Michigan, relata:

      “Como professor de sala de aula, que ensina os conceitos evolucionistas a estudantes brilhantes, que trabalham de forma independente, tem-se-me mostrado, amiúde listas diferentes de números de cromossomos de uma variedade de autores de compêndios . . .

      “Meus estudantes que pensam de forma independente formularam a questão ou problema: Se os animais mudaram das chamadas formas simples para as complexas formas multicelulares (e eles suscitam a mesma idéia sobre as plantas), então, existe qualquer padrão de aumento do número de cromossomos?”

      Existe, Bem, os humanos têm 46 cromossomos em suas células do corpo. Então, por certo, as plantas e os animais menos complexos devem ter menos. Mas, verificamos que, entre outros, o camundongo de patas brancas, tem 48, o cangambá listrado tem 50, o macaco cebu 54, a vaca 60 e o jumento 62! Até mesmo a humilde batata tem 48, e o algodão 52! E o protozoário unicelular chamado aulacantha tem 1.600 cromossomos!

      Assim, não existe padrão de crescente número de cromossomos como seria de se esperar caso a evolução fosse verdadeira. Ao invés, o que encontramos é que cada grupo de coisas vivas tem sua própria estrutura cromossômica, e ela permanece dessa forma. É isso que seria de se esperar se cada espécie fosse criada em separado, com suas próprias características, e não tivesse ligação com outras espécies.

  • Como acontece?
    Despertai! — 1974 | 8 de abril
    • Como acontece?

      OUTRO problema que tem de ser encarado é o seguinte: se a evolução for verdadeira, como acontece? O que faz as coisas vivas mudarem tanto que plantas e animais unicelulares se transformam em formas cada vez mais elevadas de vida?

      Os evolucionistas afirmam que as mudanças no núcleo da célula são responsáveis por isso. Crêem que os mecanismos primários envolvidos são os genes, os segmentos de cromossomos que transmitem as características hereditárias.

      Tais mudanças de genes são chamadas mutações. Diz-se que são responsáveis pela produção de novas características, e pela razão de as formas de vida unicelulares poderem evoluir por todo o caminho até o homem. O Professor P. Koller, genético inglês, declara: “As mutações fornecem a variabilidade, e, por esta razão, são necessárias ao progresso evolutivo.”

      Produzem Algo NOVO?

      Mas, será que tais mudanças, mutações, realmente produzem novas características? Não, não produzem. Como indica o Professor Moore: “Qualquer mutação de genes resulta em nada mais do que a alteração das características já existentes ou conhecidas.” Assim, cada mutação de genes é só uma variação duma característica que já existe ali. Fornece variedade, mas nada totalmente novo.

      Por exemplo, as mutações genéticas talvez mudem a cor, a tessitura ou o comprimento dos cabelos duma pessoa. Mas, os cabelos serão sempre cabelos. Nunca se transformarão em penas. A mão duma pessoa talvez seja alterada por mutações, mas sempre será mão, nunca a asa duma ave. Ademais, tais mudanças apenas variam em certo âmbito, em torno duma média central. Para ilustrar: as pessoas podem crescer até 2,10 metros (watusis) ou 1,20 metros (pigmeus). Algumas excederão os 2,10 metros (a Bíblia se refere a tal homem — Golias, que atingiu 2,90 metros) e alguns anões têm menos de 1,20 metros. Mas, jamais as mutações fazem as pessoas atingir 6 metros, ou apenas 15 centímetros. A maioria varia em torno duma média central de entre 1,50 a 1,80 metros.

      Também, as variações devidas às mutações são usualmente muito pequenas, e jamais resultam em características totalmente diferentes. É por isso que o autor de Darwin Retried relata o seguinte a respeito do altamente respeitado genético, o falecido Richard Goldschmidt:

      “Depois de observar as mutações nas drosófilas por muitos anos, Goldschmidt ficou desesperado. As mudanças, lamentou, eram tão terrivelmente micro [pequenas] que, se se combinasse mil mutações em um espécimen, ainda assim não haveria novas espécies.”

      Problema Mais Grave

      Mas, isto apresenta ainda outro problema mais grave.Tem que ver com a natureza destas mudanças do normal. As mudanças, quer de cromossomos quer de genes, usualmente são indesejáveis.

      Por exemplo, o livro Chromosomes and Genes afirma sobre as mudanças de cromossomos: “Muitos produzem incapacidades tanto físicas como mentais.” Quando nasce um humano com 47 cromossomos, ao invés de 46, talvez seja mongolóide ou tenha outras deficiências mentais e físicas. Quarenta e oito cromossomos produzem defeitos mentais e deformidades físicas nos humanos.

      A mesma coisa se observa nas mutações genéticas. Admite o evolucionista Koller: “A maioria das mutações de genes e recessiva e prejudicial , e pode ser letal.” Também afirma: “Extensivos estudos têm . . . demonstrado que a maior proporção de mutações são deletérias para o indivíduo que leva o gene mutante. Em experiências, verificou-se que, para cada mutação bem sucedida ou útil, há muitos milhares que são prejudiciais.”

      Assim, admite-se comumente que as mutações tornam mais fracos, menos férteis e de vida mais curta do que seus correspondentes normais os organismos que as apresentam. Stebbins mostra que quando insetos mutantes foram postos a competir com os normais, o resultado sempre era o mesmo: “Depois de maior ou menor número de gerações, os mutantes são eliminados.” Não podiam prosperar, porque eram degenerados.

      Se as mutações são tão importantes para a evolução, então deveríamos acolhê-las, deveras, encorajá-las. Mas, observe o que Asimov afirma: “A exposição à radiação crescente não pode senão aumentar a taxa de mutação. Este é um fato incomodativo, porque a maioria das mutações são para pior.” Todavia, depois de admitir isso, conclui: “A longo prazo, não há dúvida, as mutações fazem com que o curso da evolução prossiga adiante e para cima.” Parece-lhe isto razoável?

      Parece-lhe lógico que todas as células, órgãos, membros e processos das coisas vivas, surpreendentemente complexos, foram edificados por um processo que derruba? Lembre-se, como admitem os evolucionistas, que “para cada mutação bem sucedida ou útil, há muitos milhares que são prejudiciais”.

      Se quisesse construir uma casa, contrataria um empreiteiro que para cada parte correta da obra, apresentasse milhares de incorretas? Se um motorista fizesse milhares de decisões erradas para cada decisão boa ao dirigir, desejaria viajar com ele? Se um cirurgião fizesse milhares de movimentos errados para cada movimento certo ao operar, gostaria que ele lhe operasse?

      Poderiam as Mutações Formar um Olho?

      Poderia o olho humano, para exemplificar, ter sido formado por

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar