-
Quanto se importa com os outros?A Sentinela — 1973 | 1.° de julho
-
-
época já tão avançada no tempo do fim, tem motivos suficientes para querer ajudar outros.
Por outro lado, talvez tenha apenas começado a estudar a Palavra de Deus. Neste caso, talvez comece a compreender a importância de se tornar discípulo verdadeiro de Jesus Cristo. Animamo-lo a continuar a fazer todo o empenho neste sentido.
Provemos todos nós que nos importamos profundamente com os outros e que temos amor genuíno ao nosso Deus Jeová, por nos empenharmos de toda a alma na obra de pregar e de fazer discípulos.
-
-
O que é revelado pela sua atitude para com os paisA Sentinela — 1973 | 1.° de julho
-
-
O que é revelado pela sua atitude para com os pais
Fatos úteis que os jovens desejam saber
QUE espécie de pessoa é? Que espécie de pessoa deseja tornar-se? Um modo de saber isso é o de examinar sua atitude para com os pais.
O que tem isso que ver com o assunto? Ora, o que diz e faz para com seus pais revela o que tem na mente e no coração. Revela muita coisa sobre a espécie de pessoa que é agora mesmo. Fornece também um indício claro da espécie de pessoa que provavelmente se tornará no futuro. Isto se dá porque as normas de comportamento que desenvolve na família se tornam parte de sua personalidade.
Alguns jovens criam uma atitude negativa para com quase tudo o que seus pais requerem deles. Acham que os pais nunca os compreendem, que estão perdidamente antiquados e não podem fornecer orientação útil neste mundo em transformação. Mas isto resulta em rebeldia e esta se torna um hábito, se não for restringida. Mostrar-se-á nos tratos com outros, de todas as idades, fora do círculo familiar. Pode também causar à pessoa sérias dificuldades quanto a querer obedecer às leis destinadas a beneficiar a sociedade humana como um todo.
Contudo, há outros jovens que não pensam assim. Crescem com o conceito de respeitar os pais. Estes jovens sabem por que o mundo está em tais dificuldades e o que o tais que futuro trará para eles. Por isso não se deixam pressionar para adotar atitudes negativas que outros têm para com os pais. Conhecem o valor da orientação dada pelos pais. Por quê? Porque tais jovens foram criados por pais que respeitam os princípios mais elevados de comportamento humano — os encontrados na inspirada Palavra escrita do Criador do homem, Jeová Deus — e aceitaram com apreço tal treinamento. (Efé. 6:4) Em vista deste treinamento nas verdades encontradas na Palavra de Deus, estes jovens reconhecem seu lugar no arranjo da família. Por isso existe uma boa relação no lar.
Mas, que dizer dos jovens que têm pais que não lhes ensinam os princípios bíblicos, Significa isso que não precisam respeitar os pais e obedecer-lhes? Embora seja verdade que a orientação parental forçosamente sofre quanto mais se afasta das normas de Deus, ainda assim, não diminui a necessidade de estes jovens criarem a atitude correta para com os pais. Por que não? Há vários motivos para isso.
Por exemplo, já pensou profundamente no que seus pais fizeram a seu favor? Visto que ainda nunca viveu por conta própria, talvez não saiba avaliar isso plenamente. Mas, pare e pense: seu pai e sua mãe cuidaram de sua pessoa diariamente, desde que nasceu. Alimentaram-no, deram-lhe roupa, um lar em que morar e proveram sua educação.
Se tivesse de contratar alguém para fazer o que seus pais fizeram a seu favor, desde o seu nascimento, teria de pagar uma pequena fortuna. Portanto, seus pais merecem respeito por tudo isso. Mais tarde, quando se casar e se tornar pai ou mãe, reconhecerá mais plenamente quanto seus pais fizeram a seu favor. Mas, então, por que não lhes mostrar agora seu apreço? Retribua um pouco do amor que deve aos pais por mostrar-lhes respeito e dar-lhes obediência. Assim mostrará que se está desenvolvendo numa pessoa madura de bom senso, que sabe dar valor aos que lhe fazem o bem.
Isto não quer dizer que seus pais sejam perfeitos. É claro que cometem enganos. Mas o mesmo se dá no seu próprio caso. É provável que cometa muito mais, visto que não tem ainda a experiência de vida que eles têm. É intolerante para com os erros de seus pais, mas exige que sejam tolerantes para com os seus? Para ser coerente, precisa aprender a desconsiderar os erros cometidos pelos seus pais, do mesmo modo como eles têm de desconsiderar muitos dos seus. E visto que recai sobre eles uma responsabilidade muito maior, é compreensível que falhem às vezes. — Sal. 130:3; Tia. 2:13.
Entretanto, em alguns casos, aquilo que considera ser um engano dos pais pode simplesmente ser um conceito diferente do seu. Quando isto se dá, e quando seus pais adotarem uma posição firme na questão, o que deve fazer?
Precisa lembrar-se de que seus pais não estão na mesma situação que a sua. Os pais representam alguém mais elevado do que você no arranjo das coisas por Deus. Deus concedeu aos seus pais a autoridade e responsabilidade que você ainda não tem. Por isso, as decisões finais em questões que afetam a sua pessoa cabem aos seus pais. É por isso que a Palavra de Deus aconselha: “Vós, filhos, em tudo sede obedientes aos vossos pais, pois isso é bem agradável no Senhor.” (Col. 3:20) Naturalmente, isto significa obedecer aos pais em tudo o que exigem, desde que não viole as leis de Deus.
Acontece que precisa haver ordem na sociedade humana. Sem ordem há confusão, e mesmo anarquia. Do mesmo modo, precisa haver também ordem no círculo familiar. E neste respeito, Deus designou o pai como chefe, sendo que a mãe coopera com ele intimamente. Ambos os pais foram designados como supervisores de seus filhos. Portanto, quando os pais lhe impõem certas restrições, tais como a que hora precisa estar em casa a noite, com quem se pode associar, o modo de se trajar e apresentar, e assim por diante, e você obedece a eles, então está respeitando o arranjo de Deus. Quando desobedece aos seus pais, está desrespeitando o arranjo de Deus. Isto significa entrar em choque com Deus! E sabe quem sai perdendo nisso. Portanto, sua aceitação da orientação provida pelos pais mostra o que acha Daquele que é mais elevado do que eles, Jeová Deus.
Por isso diz a Palavra de Deus: “O olho que caçoa do pai e que despreza a obediência à mãe — os corvos do vale da torrente o picarão e os filhotes da águia o devorarão.” (Pro. 30:17) Sim, a atitude errada dos jovens para com os pais lhes custará a vida!
Algum dia, quando já for maior e talvez tiver família própria, vai querer que seus filhos o respeitem e lhe obedeçam? Mas, se não tiver aprendido a fazer isso para com seus próprios pais, não é provável que treine seus filhos com bom êxito em demonstrar-lhe tal respeito. A Bíblia diz que ceifará aquilo que semear. Aprenda a lidar com a posição subordinada em que se encontra agora, e isso o ajudará a lidar com as responsabilidades maiores da vida de adulto e talvez também mais tarde com a responsabilidade de pai ou mãe.
Também, se criar uma atitude negativa para com os pais, esta poderá revelar-se mais tarde em outras coisas que faz. Por exemplo, se trabalhar para um patrão, ressentir-se-á sempre da autoridade que ele exerce sobre sua pessoa? Quando ele lhe mandar fazer uma coisa, achará difícil acatar isso? Queixar-se-á constantemente de seu trabalho? Que dizer de sua atitude para com os com quem trabalha? Talvez se veja queixar-se constantemente deles, nunca os elogiando pelas coisas boas que lhe fazem. Ou se cursar a escola para aprender uma profissão ou se estiver aprendendo um ofício, talvez comece a pensar depois de algumas semanas que já sabe mais do que o instrutor. Todas estas atitudes podem prejudicá-lo mais tarde na vida. Mas, elas talvez sejam o fruto da atitude errada criada para com os pais.
Portanto, aceite a realidade da vida familiar e sua posição nela. Reconheça que é modo de Deus e que seu modo é o melhor.
Mas, se não aceitar sua responsabilidade como menor na família, então se estará metendo em dificuldades. Não só afetará a sua relação com os pais e com outros, bem como sua vida posterior; mas, de muito mais importância, prejudicará sua situação perante Deus. E é ele quem decide se há de viver na Sua nova ordem para sempre ou se deixará de existir, quando este sistema iníquo de coisas for destruído dentro em breve. — Pro. 3:1, 2.
-
-
Prossigo no caminho das advertências de JeováA Sentinela — 1973 | 1.° de julho
-
-
Prossigo no caminho das advertências de Jeová
Conforme narrado por Don Burt
O PERU é a minha designação atual. Sirvo aqui desde o outono de 1954. Este tem sido e ainda é um lugar emocionante em que se trabalhar. Nunca me canso deste país, e sempre parece haver algo novo a acontecer. Quando me lembro do passado, muitas vezes pergunto a mim mesmo como vim a ter tal privilégio de ser representante missionário da Sociedade Torre de Vigia neste país de oportunidades missionárias — o Peru!
Tudo começou por volta de 1932, quando minha avó enviou aos meus pais presbiterianos um livro intitulado “Vida”, de capa vermelha, publicado pela Sociedade Torre de Vigia. Eu tinha então dez anos de idade, mas ainda me lembro de que mamãe levou o livro consigo à igreja e mostrou ao ministro um dos seus muitos textos bíblicos. Era aquele que diz que Deus ‘não criou a terra em vão, mas a fez para ser habitada’. (Isa. 45:18) Mamãe queria saber como isso se harmonizava com o ensino da igreja, de que a terra iria ser destruída no fim do mundo.
Em vez de lhe responder à pergunta, o clérigo disse: “Onde obteve este livro? Livre-se dele. Ele só vai deixá-la confusa.” Parece que esta foi a coisa errada a se dizer à minha mãe, pois acabou com a nossa associação com a igreja. No ínterim, vovó continuava a escrever e a transmitir-nos as coisas que aprendia a respeito da Bíblia. Papai e mamãe estudaram aquele livro vermelho com a sua Bíblia e sempre mantiveram
-