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    A Sentinela — 1967 | 1.° de abril
    • Com o tempo, a maioria dos jovens se casará, mas, por que ficar tão emocionalmente envolvidos que se sintam impelidos a casar quase logo depois de terminarem seus estudos, ou, talvez, até mesmo antes disso? Por que não provar o que é a vida, primeiro, e aproveitar as oportunidades de serviço que lhe são oferecidas? Uma vez que tenha firmado seu curso na vida, poderá planejar Inteligentemente as outras coisas em torno disso. Será muito mais feliz se o fizer. Então, quando chegar a ocasião de assumir as responsabilidades que acompanham o casamento, estará melhor equipado a assumi-las de forma correta.

      Quanto a procurar a companhia intima de uma pessoa do sexo oposto, é bom compreender que isto não é simples meio de recreação. O fim a que isso leva naturalmente é o casamento. Em alguns países, um rapaz e sua futura esposa nem sequer se visitam antes do seu casamento, este é todo arranjado pelos pais. Em outros lugares, os pais sempre acompanham sua filha até que ela se case, e não é sábio ofender o senso público de decência por ignorar tal costume. No entanto, em certos lugares, diversos pais permitem que seus filhos menores sejam acompanhados por alguém do sexo oposto sem alguém os vigiar, sob certas circunstâncias. Não cabe aos jovens decidir com que idade isto será permitido, ou se será necessário uma acompanhante. Essa é a responsabilidade dada por Deus ao pai; e, se não houver pai vivo na casa, a responsabilidade cabe à mãe. Os filhos que procuram fazer o que é agradável ao Senhor não tentarão cuidar destes assuntos por si mesmos ou pressionar os pais para que os deixem fazer o que quiserem, mas aplicarão sabiamente o conselho registrado em Colossenses 3:20, a saber: “Vós, filhos, em tudo sede obedientes aos vossos pais, pois isso é bem agradável no Senhor.”

      Quanto aos pais, estes devem assumir a responsabilidade e então se disporem a encarar as conseqüências de suas decisões. Não cabe à Sociedade Torre de Vigia fazer regras para que eles as sigam. Mas, o pai amoroso e considerado é aquele que firmemente protege seu filho contra o envolver-se emocionalmente até que sua descendência atinja a idade em que esteja em posição de ir até o fim, casando-se.

      Não é bondade dos pais fechar os olhos ao que se passa quando seus filhos adolescentes começam a mostrar muita afeição a alguém do sexo oposto, porque isto desperta desejos em seus corpos que exigem satisfação, e, com demasiada freqüência, arruínam a vida por se envolverem em fornicação. (1 Cor. 6:9, 10, 18) Nem os pais cristãos demonstram amor ao permitirem que seu filho de menor idade marque “encontros” e fique sozinho em companhia de um descrente do sexo oposto, chamando a isso de divertimento. Isto significa encaminhar sua descendência para a vida cheia de mágoas e de desgostos e, em muitos casos, significará que abandonarão a adoração de Jeová e perderão a vida no novo sistema de coisas. — Deu. 7:3, 4; Nee. 13:26, 27.

      Não há dois caminhos a seguir: Manter intima associação com uma pessoa do sexo oposto não é brincadeira; não é divertimento; é um passo definido no sentido de se assumirem responsabilidades vitalícias.

  • Uma nota de apreciação
    A Sentinela — 1967 | 1.° de abril
    • Uma nota de apreciação

      Numa carta dirigida à Sociedade Torre de Vigia, assinada tanto pela sua filha como pela sua neta, uma das testemunhas de Jeová na Inglaterra escreve:

      “Lembram-se de como Jeová repreendeu Israel (Isa. 43:24) e disse que Seu povo não lhe trouxera nenhuma ‘cana doce’? Isso parece algo mui insignificante para que o Deus de toda a terra o mencionasse, mas, como é compreensível! Tudo é seu, pois foi ele quem fez todas as coisas boas. Originou a aromática ‘cana doce’ e todas as outras coisas deleitosas da terra, todavia, entristeceu-se por não terem os Israelitas desejado partilhar com ele as boas coisas que ele lhes dera.

      “Quando meus filhos eram pequenos, quanto me acalentava o coração quando partiam a barra de chocolate que eu lhes trouxera e punham em minha boca um pedaço dela. Quão valiosa é a amorosa correspondência ao amor? E isso nos traz ao ponto pelo qual lhes escrevemos. Desejamos enviar a ‘cana doce’ de nossos agradecimentos a nossos queridos Irmãos e irmãs que ajudam a fazer a obra de Jeová, especialmente em preparar nossa mui amada Sentinela. Sentimo-nos deveras uma parte de grande e devotada família. Queiram aceitar nossos amorosos agradecimentos e considerações.”

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